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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Unno Aora, um dos quadros de carbono de produção mais leves do mercado

Pesando apenas 686g sem tinta, quadro possui construção em carbono e geometria moderna

O título de quadro de bicicleta mais leve do mercado é disputado por centenas de fabricantes, por isso afirmar que um modelo é o mais leve é sempre uma armadilha. Dito isso, do alto de seus 790g, o Aore, feita pela espanhola Unno, é um dos maiores concorrentes ao título.


Para chegar a esta marca, o modelo aposta em detalhes como pouca pintura mas retém características fundamentais como uma gancheira de alumínio, eixo passante e passagens para cabos. Trata-se de um quadro para o mundo real que, sem a pintura, atinge a marca dos 686g.


O modelo é feito a mão em Barcelona em um processo que cria o quadro como uma peça única, sem emendas ou partes que juntam-se depois. Com a produção extremamente complexa e limitada, o Aore está disponível em apenas um tamanho - algo entre o M e o G, mas com números bastante modernos.



Com 441mm de alcance, trata-se de uma bike com a frente longa, com a caixa de direção ficando com um relaxado ângulo de 67 graus. A traseira têm apenas 418mm de chain-stay real, com o tubo do selim angulado em 74 graus para melhorar a posição nas subidas. Apesar de ser uma bike para XC, a traseira aceita pneus de até 2.4'' de largura.



Como era de se esperar, a caixa de direção é cônica com o espaçamento no padrão boost (148mm). O central é PF92 e o cabeamento totalmente interno, com montagem para câmbio dianteiro não prevista no projeto. Apesar disso, existe a passagem de cabo para canotes retráteis com 31.6mm de diâmetro.

Mais informações no site da Unno.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Inmetro publica regulamento sobre qualidade para pneus de bicicletas

Foto: Divulgação
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União (DOU) o Regulamento Técnico da Qualidade para Pneus de Bicicletas de Uso Adulto, determinando os requisitos, de cumprimento obrigatório, referentes à segurança do produto.

O regulamento define que "todo pneu de bicicleta de uso adulto, abrangido pelo regulamento ora aprovado, deverá ser fabricado, importado, distribuído e comercializado de forma a não oferecer riscos que comprometam a segurança do usuário, independentemente do atendimento integral aos requisitos estabelecidos".

Os fornecedores de pneus de bicicletas de uso adulto deverão atender a todos as regras do regulamento, que está disponível no site do Inmetro, no endereço.

Fonte: Hoje em Dia

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Ciclismo como uma forma de combate à obesidade

A obesidade vem crescendo de forma rápida em todo o mundo, sendo considerado por alguns como a nova epidemia mundial. Uma alimentação baseada em alimentos industrializados e um estilo de vida sedentário são as maiores causas desse problema.

Foto: Divulgação
 A obesidade vem crescendo de forma rápida em todo o mundo, sendo considerado por alguns como a nova epidemia mundial. Uma alimentação baseada em alimentos industrializados e um estilo de vida sedentário são as maiores causas desse problema.

Para fugir da obesidade é importante combinar uma alimentação saudável com a prática de atividades físicas, com destaque para o ciclismo por sua facilidade e acessibilidade.

O aumento do poder aquisitivo deixa muitos brasileiros mais perto da obesidade. Isso ocorre devido ao maior acesso a alimentos muito calóricos e pouco nutritivos, além do aumento da compra dos veículos automotores que diminui as já tão curtas caminhadas diárias para cumprir compromissos rotineiros. Não é raro ver pessoas jovens que já sentem o peso desse estilo de vida e tentam buscar mais momentos de lazer e bem-estar e acabam se apaixonando pelo ciclismo.


Ciclismo no combate à obesidade
A obesidade surge quando o consumo de calorias é maior do que a sua queima, ou seja, alimentação rica em calorias misturada com sedentarismo. Hipertensão, problemas cardiovasculares e diabetes são apenas alguns dos riscos do sobrepeso. Além do número na balança é importante observar como o peso está distribuído pelo corpo, visto que o acúmulo de gordura do abdômen é um grande sinal de risco de doenças associadas à obesidade.

Seja para tratar ou para prevenir a obesidade, é preciso se alimentar de forma saudável e incluir a prática de atividade física na rotina. O ciclismo é um grande aliado nesse momento. Pedalar é uma atividade indicada para pessoas de todas as idades e é indicado no combate à obesidade, pois atua no metabolismo aeróbico, quando a gordura é utilizada como fonte de energia após um certo tempo de exercício.

Além disso, pedalar é uma ótima forma de ter mais contato com a natureza, pegar sol e fazer novas amizades. A prática apresenta baixo impacto nas articulações, protegendo joelhos e coluna. Basta observar a postura, escolher uma bike adequada para sua altura e peso e um tênis de qualidade que a atividade física será segura e benéfica. Para maior segurança, procure ajuda de profissionais qualificados e mantenha os seus exames de saúde sempre em dia.

Procure incluir o ciclismo na sua rotina pelo menos três vezes por semana. Para criar o hábito de pedalar, defina metas que você com certeza pode alcançar e, com o tempo, aumente seus desafios de acordo com a evolução do seu organismo. Defina dias e horários que não vão colidir com outros compromissos, dessa forma, você evita deixar o ciclismo para depois. É melhor começar com meia hora por dia e manter a frequência do que se propor a pedalar durante duas horas, mas só conseguir fazer isso uma vez por mês.

O que esperar do ciclismo
Redução dos triglicerídeos, ou seja, menores chances de desenvolver problemas cardiovasculares melhora no equilíbrio e no condicionamento físico redução do peso corporal mais qualidade de sono redução da pressão arterial mais qualidade de vida e aumento da autoestima


Fonte: Dino

Casal sai de bicicleta de Valinhos e, 3 mil km depois, nem pensa em voltar: Melhor coisa que eu fiz

Renato Casacio e Natália Mourão partiram em agosto de 2017, percorreram quatro estados brasileiros e não têm previsão de volta.

Casal do interior paulista deixa rotina para viver aventura de bicicleta pelo Brasil.
Foto: © Renato Casacio/Arquivo pessoal
Quantas vezes você imaginou largar tudo e viajar? O casal Renato Casacio, de 33 anos, e Natália Mourão, 27, decidiu realizar este sonho e vive a aventura há um ano. Munidos de bicicletas, a dupla partiu de Valinhos (SP) em agosto de 2017 e, 3 mil quilômetros depois, se aproxima da Chapada dos Veadeiros (GO).


Sem planos de onde chegar ou quando voltar, o casal acumula aventuras e histórias pelos quatro estados que já visitou: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.

45 km por dia
O casal conta que pedala em média 45 km por dia, mas a dupla chegou a ficar até três dias direto na estrada. Entre os desafios, diz que arranjar lugar para passar a noite e acampar foi o mais desgastante.

Apesar das dificuldades, os dois afirmam que a experiência vale a pena, principalmente pelos "lugares incríveis e pessoas maravilhosas" que cruzaram pelo caminho.

E foi em um desses encontros que o casal ganhou um terceiro elemento na viagem: o gato Caju.

O gato Caju já viajou por mais de 1 mil km com o casal.
Foto: Renato Casacio/Arquivo pessoal
Na saída de Rondonópolis (MT), no começo deste ano, o casal recolheu o filhotinho assustado e o incorporou na aventura. O bichano já rodou mais de 1 mil km com eles.

"Escutamos um miado vindo do canavial. Era um filhotinho assustado correndo em nossa direção. Colocamos ele dentro da capa do violão e resolvemos levá-lo. Agora, ele tem um lugar apropriado para viajar e é como se fosse da família", conta Natália.

E o dinheiro?
Uma viagem desse porte exige logística e, claro, dinheiro. E a saída para a questão financeira foi engenhosa. Músico, Renato leva uma carreta com instrumentos musicais e, nas paradas, garante o financiamento da aventura tocando em bares e restaurantes.

Além disso, para diminuir gastos, os viajantes carregam uma estrutura para preparar a comida. Barraca é a solução para as noites de sono, mas nas cidades em que ficam mais tempo, o casal aluga um lugar para ficar.

Estradas ruins
O primeiro destino do casal foi a Chapada dos Guimarães (MT). Por lá, a dupla permaneceu três meses. A escolha pelo Mato Grosso veio pelo interesse em conhecer o estado. A experiência foi marcada por estradas ruins, sem acostamento e com muitos caminhões.

"Nesse sentido, foi desgastante e estressante", lembra o músico.

Outro ponto que chamou a atenção foi a destruição do Cerrado, não só no Mato Grosso, mas no oeste de Goiás.

"É muito triste ver as fazendas dominando tudo, muitos bichos mortos, riachos assoreados. A situação esta muito séria mesmo. Como a conscientização ambiental passa longe dessas regiões, faz tempo que não vemos cidades que tenham coleta seletiva de lixo", diz Renato.

Dificuldades e beleza
Em três dias diretos na estrada, entre as cidades de Cassilândia (MS) e Chapadão do Sul (MS), Renato e Natália pedalaram num trecho precário, sem acostamento e com tráfego intenso.

Eles contam que, no segundo dia, foram surpreendidos por um pneu furado, chuva intensa e, ainda, nos últimos 10 km do trajeto, se depararam com um baita subida.

Cachoeira dos Araras encantou os ciclistas duranyte a viagem.
Foto: Renato Casacio/Arquivo pessoal
"Saímos de 400 m para 700 m de altitude".
Após a dificuldade, assim que chegaram no Chapadão, eles conheceram um rapaz chamado Altair. Além de pagar uma refeição aos viajantes, o novo amigo comprou dois pneus novos para Natália e fez manutenção completa nas duas bicicletas.

A dupla define os períodos de chuva como os mais complicados. Durante a travessia de Costa Rica (MS) a Alcinópolis (MS), percorram 90 km de distância em estrada deserta, com trechos de terra e muita chuva.

O músico ainda recorda a recepção acolhedora de uma família que administra a fazenda onde fica a cachoeira. Lá, recebeu um quarto para dormir. "Foi um ponto de apoio maravilhoso".

O casal
Professor de música, Renato trabalhou em uma escola de Valinhos entre os anos de 2008 e 2017, e, nos períodos de férias, costumava conhecer o Brasil com sua bike. Visitou Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o litoral paulista.

Engenheira ambiental de formação, Natália conheceu Renato quando o músico se apresentou em Bauru (SP), onde morava com a mãe. Estão juntos desde então.

O músico já tinha a viagem planejada quando conheceu a esposa. Natália nunca tinha pedalado antes, mas "abraçou a ideia com coragem", conta Renato. Eles contam que fizeram um treinamento de poucos dias e pegaram a estrada.

Fonte: G1

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Programa Bicicleta Brasil pode beneficiar economia, saúde e meio ambiente

Foto: © Rudy/Agência Senado
O presidente da República tem até o dia 5 de outubro para sancionar ou vetar o Programa Bicicleta Brasil (PBB), aprovado recentemente pelo Senado. O objetivo do programa (PLC 83/2017) é aumentar os investimentos no setor.

A proposta visa aumentar a construção de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas; a implantação de aluguéis de bicicletas a baixo custo em terminais de transporte coletivo, centros comerciais e locais de grande fluxo; a construção de bicicletários nos terminais de transporte; a instalação de paraciclos ao longo das vias e estacionamentos apropriados; e a realização de campanhas de incentivo ao uso da bicicleta.

O PBB tem como base a reserva de 15% dos recursos arrecadados com as multas de trânsito em todo o país. Como o valor gira em torno de R$ 9 bilhões por ano, significa que o programa, se efetivado, terá um orçamento de ao menos R$ 1,3 bilhão anuais. O programa também deverá receber recursos da CIDE-Combustíveis (percentual a ser definido em regulamento), de repasses dos governos federal, estadual e municipal, de doações de organismos de cooperação internacionais ou nacionais, de empresas e até de pessoas físicas.

Durante sua tramitação no Congresso, o PBB teve o apoio oficial da União dos Ciclistas do Brasil (UCB) e da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Para estas entidades, o reforço ao uso das bicicletas poderá trazer importantes benefícios econômicos e sociais ao país.

Benefícios
Recentemente o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) publicou uma pesquisa relacionada ao uso da bicicleta em São Paulo, concluindo que a adesão da população paulistana ao uso da bicicleta resultaria numa economia de R$ 34 milhões por ano ao Sistema Único de Saúde (SUS). A economia viria da queda do número de internações por diabetes ou doenças circulatórias, com base em dados oficiais do setor hospitalar.

Os ciclistas já são responsáveis por uma redução de 3% na emissão de CO2 pelos meios de transporte paulistanos. O Cebrap ainda avalia que estas emissões podem cair até 18%, se for atingido todo o potencial ciclístico da cidade.

O Cebrap também demonstra que um paulistano que usa majoritariamente o transporte coletivo em seus deslocamentos pode economizar até R$ 140 por mês caso passe a priorizar a magrela. E para quem usa mais o carro particular, a economia pode chegar a até R$ 450 mensais.

Por fim, os cidadãos das classes C e D poderão economizar até 14% da renda mensal (R$ 214) caso incorporem a bike a seus dias úteis. E se todo o potencial ciclístico de São Paulo for aproveitado, haverá um acréscimo de R$ 870 milhões no PIB municipal em razão da economia de tempo nos deslocamentos.

Em julho a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também lançou um estudo oficial sobre o tema, chamado A Economia da Bicicleta no Brasil .

O levantamento destaca, com base em números de 2016, que o Brasil contava à época com quase 6 mil lojas dedicadas ao comércio de bicicletas, peças e acessórios, empregando diretamente quase 14 mil trabalhadores. Mais de 76% das bicicletarias tinham até cinco funcionários e 22,4% delas empregavam apenas um. Uma das características principais do ramo, segundo a UFRJ, é justamente a tendência de se configurarem como lojas de pequeno porte. Cerca de 83% destes estabelecimentos optam pelo regime de tributação SIMPLES.

A pesquisa mostra ainda que o faturamento médio deste tipo de loja gira em torno de R$ 800 mil anuais e que 22% vendem entre R$ 50 e R$ 200 mil por ano. Outros 20% movimentam entre R$ 200 e R$ 500 mil anuais e apenas 1% dos estabelecimentos faturam mais que R$ 10 milhões.

Cerca de 36% destas lojas estão abertas há mais de 10 anos, enquanto outros 13% estão no mercado há mais de 30 anos. Chama a atenção, porém, que 18% estejam funcionando há menos de 2 anos.

Cicloativismo
A pesquisa detectou ainda 55 entidades dedicadas ao cicloativismo no país, que receberam R$ 5,1 milhões de financiamento público e privado, da venda de produtos e da promoção de eventos em 2016.

O levantamento também mostra que, entre 2007 e 2017, foram realizados 124 projetos de pesquisa centrados na bicicleta no país, ao custo de R$ 3,7 milhões.

Já com base em dados da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), a UFRJ mostra que foram realizados 203 eventos esportivos ligados à bicicleta no país em 2016.

Estas competições contaram com a participação de mais de 149 mil atletas e acompanhantes, que gastaram mais de R$ 46 milhões em hospedagem em cidades de todo o país, a maioria no interior. Já em 2017, somente cada etapa da Copa Internacional de Mountain Bike, realizada durante finais de semana, empregou 1.200 pessoas.

Fonte: Senado Noticias

“Não esqueça a minha Caloi” retorna na comemoração de 120 anos da empresa

Após quatro décadas, campanha ressurge com novo foco pelas mãos da agência Tribal WorldWide com a anuência do publicitário JCocco, criador da assinatura

Foto: Divulgação
Para conscientizar os motoristas e a sociedade sobre a inclusão da bicicleta como veículo de transporte, a Caloi escolheu o dia 22 de setembro, Dia Mundial sem Carro, para lançar sua campanha de 120 anos. E nada melhor chamar a atenção de todos com uma frase que o brasileiro já conhece há 40 anos: “Não esqueça a minha Caloi”.

Pelas mãos da agência Tribal WorldWide, que trabalhou em parceria com o publicitário JCocco – criador da assinatura na década de 70, a campanha ressurge, mas não com o intuito de vender mais bicicletas, como sugeriam os bilhetinhos da época, mas sim com o foco da inclusão da bike nas ruas.

“É com muito orgulho que vejo renascer a campanha ‘Não esqueça a minha Caloi’ agora com uma causa ainda maior, que é trazer a bicicleta para o centro da discussão como um dos pontos de solução do trânsito caótico das grandes cidades”, diz J. Cocco.

Um vídeo com toda a ideologia do novo foco “Não esqueça a minha Caloi” será veiculado nas redes sociais da marca, assim como em canais de mídia digitais. A cidade de São Paulo terá peças publicitárias, como seus relógios de rua, envelopados com frases como “Não esqueça a minha Caloi ao mudar de faixa” e “Não esqueça a minha Caloi antes de fazer uma curva”. Confira:


“Depois de 40 anos, é uma honra poder relançar e ressignificar o #NaoEsquecaMinhaCaloi com uma mensagem tão atual e importante para todos que pedalam. Muita coisa mudou desde a criação deste conceito, a bicicleta está cada vez mais incluída em nosso dia a dia, nao só como lazer mas também na mobilidade urbana e esporte?, virou serviço, tem se tornado cada vez mais a maneira mais viável de nos movermos.  Neste cenário que se expande cada vez mais, não esquecer que sobre o selim de cada bicicleta existe um ser humano é urgente. Não esqueca minha Caloi agora é um pedido por mais segurança no trânsito. Por isso, também abrimos o conceito para que todas as marcas participem deste movimento.” conta Carlos Fonseca, copresidente e CCO da Tribal Worldwide.

E como a inclusão da bicicleta como transporte é um tema de interesse geral da sociedade, uma carta aberta será publicada pela Caloi no próprio dia 22, no jornal Folha de São Paulo, convidando todas as marcas a levantarem a bandeira. A assinatura “Não esqueça a minha Caloi” será estendida para quaisquer outras marcas que queiram participar do movimento.

“Somos uma empresa em que a paixão não está na bicicleta, mas no ciclista. Estamos presentes há 120 anos na vida dos brasileiros. São gerações e gerações que a Caloi marcou, pois andar de bicicleta é algo que a gente nunca esquece e, sempre que pedalamos, seja para um deslocamento para o trabalho, uma atividade física ou apenas por lazer, o ventinho no rosto nos traz memórias únicas”, afirma Eduardo Rocha, diretor de marketing da Caloi. “Nesse ano icônico, resgatamos a campanha ‘Não esqueça a minha Caloi’ com um novo olhar: a visão do século XXI, quando a bicicleta em muitos países já é vista como uma das soluções do transporte, seja nos grandes, médios ou pequenos centros. E no Brasil ainda pouco se fala ou mesmo vemos na prática esse movimento, principalmente pela falta de segurança no trânsito e a ausência de boa convivência com os demais veículos. Essa não é apenas uma campanha da Caloi, mas sim do mercado de bicicletas como um todo para o ciclista brasileiro”, completa.

Fonte: Esporte&Negócio 
Por: Christian McCardell

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Garmin® anuncia integração com o Spotify

Disponível para a série fēnix® 5 Plus, integração permite ouvir listas de reprodução off-line a partir do pulso

Fenix 5, agora com Spotify
A Garmin Brasil anunciou a integração com o Spotify, o maior serviço de streaming do mundo, para a sua linha compatível de smartwatches com música.  Desde 05/12, os consumidores Garmin e usuários do Spotify Premium que tenham um smartwatch da série fēnix 5 Plus poderam armazenar áudio, permitindo baixar e ouvir músicas offline sem precisar levar um telefone.

“O Spotify é um serviço de streaming de música mais popular do mundo e estamos entusiasmados por colaborar com eles para oferecer aos nossos clientes ainda mais formas de ouvir suas músicas enquanto estão em movimento,” afirma a gerente de marketing da Garmin Brasil, Ilham Harati Dias. “Seja você um fã de rock, pop, clássico ou sertanejo, com acesso a milhões de faixas no Spotify, sabemos que os usuários da Garmin poderão encontrar algo que combine com o seu estado de humor”, completa.

Os assinantes do Spotify Premium podem criar listas de reprodução, incluindo todas as suas faixas favoritas e depois sincronizar as listas de reprodução no seu smartwatch de música Garmin compatível.  Os usuários podem acessar as suas playlists através do aplicativo Spotify.  Novos usuários podem experimentar uma O Premium de graça em spoti.fi./offer sem custo. (Elegibilidade limitada. Termos e condições aplicáveis).

O aplicativo Spofity já está disponível para download da loja Connect IQ™ para clientes Garmin com a série fēnix 5 Plus, uma linha de smartwatches construída para atletas e aventureiros de todos os tipos.

Fonte:  Agência Contatto 
Por: Talita A. Scotto

Corinthians fecha nova parceria com AUDAX BIKE e terá equipe de Ciclismo em 2019

O lançamento oficial do Corinthians Audax Bike Team será dia 21 de janeiro, durante a largada oficial do Rally Piocerá em Teresina (PI)

Foto: Divulgação
O Sport Club Corinthians Paulista fechou uma parceria inédita com a Audax Bike Team de Ciclismo para temporada 2019. A nova marca estampará as bicicletas com o logo do Alvinegro.

Como marca que incentiva o ciclismo, a Audax está sempre em busca de envolver os amantes do ciclismo e fomentar o desporte. O “Factory Team” da marca encerrou o ano de 2018 com as melhores colocações no Ranking Nacional e União Ciclista Internacional (UCI).

A cooperação entre as marcas é histórica para o esporte nacional e internacional. “Vivemos um momento de investimento em novas modalidades e o ciclismo era uma das que buscávamos participar. E nessa busca, procuramos quem tinha a melhor estrutura e apareceu a Audax em nosso radar”, declara Donato Votta, Diretor de Esportes Terrestres do Corinthians.

“A Audax busca a evolução do ciclismo brasileiro e é pioneira, não apenas no desenvolvimento das melhores tecnologias, mas também no cenário esportivo nacional. Esta união apenas comprova que o melhor do futebol e o melhor do mundo do pedal irão, juntos, construir um legado para o Brasil”, afirma Claudino Júnior, CEO da Audax.

Para 2019 espera-se que mais de 30 milhões de torcedores fiquem de olho no ciclismo e que se torne o manto sagrado dos entusiastas dos esportes. O lançamento oficial do Corinthians Audax Bike Team será dia 21 de janeiro, durante a largada oficial do Rally Piocerá em Teresina (PI).

Fonte: Corinthians

domingo, 9 de dezembro de 2018

Bicicleta - Brincadeira que faz bem!

Além de divertir, esta atividade física ajuda seu filho a melhorar a coordenação motora, a noção espacial e o equilíbrio.

Pedalar é uma atividade divertida que pode ser feita por toda a família.
Foto: © SylwiaAptacy
Pedalar é uma atividade divertida que pode ser feita por toda a família. De fácil acesso - quem não tem uma bicicleta pode alugar nos parques de várias cidades - exige apenas disposição e fôlego (que melhora com a prática constante da atividade).

Andar de bicicleta também é uma maneira de incutir nos pequenos o gosto pelos exercícios físicos sem obrigatoriedade. Ao contrário das muitas atividades que eles têm durante a semana - algumas obrigatórias e pouco prazerosas -, pedalar é brincadeira das boas, para todas as idades.

Outro fator importante é o desafio individual que o aprendizado impõe. Além disso, colabora para o desenvolvimento , melhorando a coordenação motora, o equilíbrio.

"Por ser um exercício aeróbio , reforça a capacidade cárdio-respiratória e o condicionamento físico, trabalhando especialmente a musculatura das pernas, e ajuda a controlar o peso, um problema cada vez mais atual", explica a professora de educação física Sonia Regina de Carvalho Perrone*.

A partir dos dois anos de idade, o objeto bicicleta já começa a atrair a curiosidade do baixinho, mas só por volta dos seis anos, quando a coordenação está mais desenvolvida, ele consegue se divertir com mais segurança e estabilidade . Nesta fase também ganha noção espacial, o que lhe dá condições melhores para percorrer determinada distância, fazer curvas e fugir das "armadilhas" que o fizeram cair.

Se cair, tudo bem, faz parte do jogo. "O importante é estimular e colocar a criança em contato com outras da mesma idade que também estejam aprendendo", diz a professora.

E atenção: para que seu filho brinque em segurança é necessário escolher um local adequado para pedalar - ciclovias, parques, calçadões. Jamais a rua! Também é necessário adotar equipamentos de segurança , com destaque para o capacete, que deve ser bem ajustado à cabeça e preso sob o queixo.

Para estimular o uso do capacete, cotoveleiras, joelheiras e luvas, uma dica é deixar o pequeno decorar os acessórios com adesivos e sempre lembrá-lo de como um tombo do passado poderia ter sido menos dolorido se ele estivesse equipado.

Na hora da compra, o ideal é levá-la junto para escolher o modelo mais adequado ao seu tamanho. Tomando estas medidas simples, você e seus filhos terão diversão garantida!

Fonte: Revista Bicicleta
Por Sonia Regina de Carvalho Perrone

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Cape Epic - última etapa 2018


As corridas da série Epic de 2018 levaram os pilotos do sul da África ao deslumbrante Alpes Suíços até os belos picos cobertos de neve da Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Na sexta-feira, pilotos cansados ​​e entusiasmados cruzaram a linha em Queensland, Otago, para ganhar medalhas no The Pioneer, da Nova Zelândia, o terceiro e último evento Legend da série em 2018. Os pilotos da Pioneer cobriram 424 km em seis dias de corrida. e subiu um formidável 15,124m durante esse tempo.

Entre eles estavam as três primeiras pessoas que completaram todas as três provas da Série Épica em um ano - o sul-africano Tim Hammond, a neozelandesa Haley van Leeuwen e Chak Shing Cheng, de Hong Kong.

O Absa Cape Epic, de oito dias, no Cabo Ocidental, em março, é o evento máximo da Série Épica. O Swiss Epic de cinco estágios será o próximo em agosto e depois o The Pioneer em seis dias em novembro, com as duas corridas de qualificação para a Epic Series dando aos ciclistas a chance de garantir uma entrada para o evento sul-africano.

"Este é o nosso primeiro ano em que recebemos todas as três corridas da Epic Series e estamos mais do que encantados com a forma como foram recebidos", disse o CEO da Epic Series, Kevin Vermaak. "Parabéns a todos que conseguiram se juntar ao clube Epic Legend e obter uma medalha Legends - essa é uma conquista incrível", disse ele.

Um piloto que termina todos os três eventos ganha o título de Epic Legend e recebe uma medalha especial da Epic Legend - que já é uma das mais requisitadas nas corridas de mountain bike.


Hammond terminou em segundo no The Pioneer com o seu parceiro sul-africano Alan Gordon (Team SPOT África / Insect Science) depois de ter conseguido um 19º lugar no Absa Cape Epic, pilotando com Arno du Toit. Hammond e Gordon terminaram em 20º no épico suíço.

"Isso é um monte de quilômetros de corrida nas pernas este ano", disse Hammond, de 30 anos, na cerimônia de premiação final do The Pioneer em Queenstown. “O Pioneer nos enviou para algumas das trilhas mais remotas, expostas e cênicas em que já me encontrei, e fazer todos os três eventos consecutivos só pode ser descrito como o sonho de um verdadeiro mountain biker.”

A Epic Series é um portfólio global de corridas de mountain bike de primeira classe. As Corridas de Qualificação da Epic Series oferecem aos pilotos a chance de garantir sua vaga no Absa Cape Epic, a mais prestigiada corrida de mountain bike do mundo. Os vencedores da categoria nas corridas da Epic Series estão entre aqueles que têm uma entrada garantida no Absa Cape Epic, um evento que tradicionalmente se esgota em segundos.

Os vencedores da Pioneer Michael Vink e o parceiro Tim Rush (ONYA Bike), ambos neozelandeses, se qualificaram para a corrida Untamed African MTB. O evento feminino foi vencido por outra dupla Kiwi, com Kate McIlroy e Amy Hollamby (Aeroporto de Wellington) vencendo por 20 minutos do Aussies Briony Mattocks e Brodie Chapman (Shimano).
O evento começou com um prólogo no Coronet Peak coberto de neve nos Alpes do Sul antes de passar para o Central Otago por quatro etapas e depois para Queenstown e a chegada na sexta-feira.

Vink e Rush geralmente dominavam o evento aberto masculino, liderando o prólogo. Seu tempo de término de 20 horas e 28 minutos e 25 segundos foi mais de uma hora mais rápido que os concorrentes mais próximos.


"O que uma semana, tem sido difícil e construção de caráter, mas nós aprendemos muito e melhoramos ao longo da semana ... e é isso que queríamos", disse Vink.

O Pioneer ocorre na região sudeste da ilha sul da Nova Zelândia. O terreno inclui montanhas cobertas de neve, lagos glaciares e uma península conhecida pelas suas praias arenosas. Queenstown, onde a corrida terminou, é uma meca para os entusiastas de esportes de aventura.

No final, o ex-campeão de Hong Kong Cheng refletiu sobre a conquista de uma medalha da Epic Series Legend: “Como piloto, ganhei muitos insights sobre corridas de vários dias, especialmente diferentes estilos de corrida em vários continentes. O Absa Cape Epic é definitivamente o mais difícil, pois é o mais longo em dias e distância. Entre o Épico do Cabo Absa e o Épico Suíço, o terreno é tão diferente - a natureza selvagem da África do Sul comparada às descidas íngremes e trilhas rochosas entre os Alpes e geleiras. O Pioneer para mim é uma espécie de mistura dos outros dois! ”

Fonte: Cape Epic
Fotos: Divulgação