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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Conheça o Roadlink, solução simples para usar pinhões maiores e menos coroas


Assim como a recente marcha das mountain bikes em direção aos conjuntos de transmissão com coroa única, estamos vendo um interesse similar em jogar fora o desviador dianteiro das bikes speed. Muitos pilotos estão buscando formas baratas de modificar seus conjuntos de transmissão para descobrir como funciona o sistema sem ter que comprar um conjunto novo.
E para isso veio o Roadlink! Uma aventura em dose dupla da Lindarets e Wolf Tooth Components, o Roadlink continua de onde o Goatlink para mountain bike parou. Graças a esse pequeno componente, você pode parafusar o desviador traseiro mais baixo, permitindo uso de cassetes com pinhões maiores.

 Usinado em alumínio 6061 nas instalações da Wolf Tooth Component´s Minnesota, os links são anodizados em preto e recebem gravação a laser com as logomarcas de ambas as companhias. Cada Roadlink inclui um parafuso em aço inoxidável que usa padrão Allen 5mm. Pesando 16g com o parafuso incluso, o link age como uma extensão simples da fixação do desviador traseiro, longe o suficiente para usar um cassete com pinhão de até 40 dentes.
Direcionado para uso em speed ou cyclocross, o Roadlink pode trabalhar tanto com coroa única quanto com coroa dupla, dependendo do tamanho do cassete usado. Conjuntos de 11 velocidades poderão usar novos cassetes como o Shimano XT 11-40, enquanto grupos de 10 velocidades poderão utilizar adaptadores de cassete como o WTC GC 40t. Os Roadlinks são compatíveis apenas com desviadores traseiros Shimano com gancheira padrão. Coroas duplas vão exigir um desviador médio ou grande, e coroas triplas não são compatíveis.
Compatibilidade:  

Cassete de 10v:

  • 11-32: Não recomendado
  • 11-36: Coroa dupla ou única
  • 11-40: Coroa única
  • 11-42: Não compatível

Cassete de 11v:

  • 11-32: Não necessita
  • 11-36: Coroa dupla ou única
  • 11-40: Coroa única
  • 11-42: Não compatível
  • 10-42: Não compatível
Disponível através da Lindarets por $21.95 (dólares, no exterior) com frete incluso (para território estadunidense), Roadlinks também podem ser adquiridos junto de uma edição especial do Wolf Tooth GC40 e engrenagem de 16 dentes por $99.95 (dólares, no exterior).
Fonte: www.bikerumor.com por, Por Zach Overholt

Expansão das ciclovias faz procura por bicicletas quase dobrar

Variação de preço pode chegar a 66% e o ranking das mais buscadas contempla modelos que custam de R$ 259,00 a R$ 3.999,00
Foto: Cesar Ogata / SECOM
Com a popularização das ciclovias, os paulistanos estão cada vez mais interessados em aderir as bicicletas como meio de transporte e como opção de lazer. Um levantamento do Zoom (www.zoom.com.br), site comparador de preços e produtos, revela que a procura pelo produto cresceu 42% em comparação ao primeiro semestre do ano anterior. O modelo mais buscado hoje é a bicicleta Mountain Bike Gonew 21 Marchas Aro 29 Suspensão Dianteira Freio a Disco Endorphine 6.3, que custa R$ 1.299,00. Na sequência, aparece um modelo mais sofisticado: a bicicleta Mountain Bike Caloi 30 Marchas Aro 29 Suspensão Dianteira Freio a Disco Elite 30, no valor de R$ 3.999,90 e esse varia de preço em até 32,5%. Já na terceira posição, aparece uma opção muito mais barata. A bicicleta Mountain Bike Caloi 21 Marchas Aro 26 Suspensão Dianteira Freio V-Brake Andes pode ser encontrada por R$ 474,80 e varia de preço em 26%. 
O preço das bicicletas pode ir de R$ 259, como é o caso da bicicleta Colli Bikes 18 Marchas Aro 26 Freio V-Brake CBX 750 até quase R$ 4.000, como a vice-campeã do ranking das mais buscadas. Outro fator importante é pesquisar bastante os preços antes de comprar, pois alguns modelos apresentam variação de preço de até 66%.  Além disso, é muito importante que o consumidor avalie a sua necessidade e defina a finalidade para a qual utilizará. Assim, ficará mais fácil escolher o modelo, marca, a quantidade de marchas, o material e o tipo de suspensão. 
“Independente de utilizar a bicicleta como meio de transporte ou para a prática de esportes, é imprescindível usar acessórios de segurança”, explica Paulo Guedes, especialista de produtos do Zoom. “A campainha, os sinalizadores e os retrovisores são itens obrigatórios por Lei, porém existem outros que não estão no Código de Trânsito, porém são imprescindíveis para garantir a segurança dos ciclistas, como óculos de proteção, capacete, luvas e tênis com solado apropriado para que os pés não escorreguem nos pedais”, recomenda Guedes. 
Em São Paulo, as pessoas estão adotando as bikes para fugir do trânsito e também para inserir a prática de uma atividade física em seu cotidiano. Nos últimos dois anos, as ciclovias passaram a ocupar 265 quilômetros e até o fim do ano que vem a prefeitura estima que alcancem 400 quilômetros. Nos últimos anos, observou-se uma constante queda nas vendas por bicicletas, porém com essa mudança de comportamento, a indústria aposta que a situação será logo revertida.
* Lembrando que os preços podem sofrer alterações já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.
Fonte: Sing Comunicação de Resultados

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CICLO FAIXA É LEI!

MAS A NOSSA... NOS FOI TIRADA.

LEI Nº 14.762, DE 31 DE AGOSTO DE 2012.

Institui a Política Estadual de Mobilidade por Bicicletas, no âmbito do Estado de Pernambuco, e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:

Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituída a Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta, no âmbito do Estado de Pernambuco, com vistas a fomentar uma cultura favorável aos deslocamentos cicloviários como modalidade de transporte eficiente e saudável.

Art. 2º A Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta será voltada à mobilidade da população, e terá os seguintes objetivos:

I - estimular o uso seguro da bicicleta, como meio de transporte preferencial a ser utilizado nas atividades do cotidiano, tais como trabalho, escola e lazer;

II - proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, em áreas apropriadas;

III - reduzir a circulação de veículos nas ruas das cidades, diminuindo, por consequência, a emissão de ruídos sonoros, gases poluentes e congestionamentos nas vias públicas;

IV - melhorar a qualidade de vida da população, estimulando e promovendo a realização de atividades ecológicas, esportivas, turísticas e de lazer com bicicleta;

V - estimular e apoiar a cooperação entre cidades do Estado de Pernambuco, para a junção de rotas intermunicipais seguras para o deslocamento cicloviário voltado, sobremaneira ao deslocamento pendular incluindo casa, trabalho e escola; ao turismo e ao lazer.

Art. 3º Caberá ao Poder Executivo Estadual, por intermédio das Secretarias Estaduais, a implementação e a coordenação da Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta, a partir das seguintes diretrizes:

I - desenvolvimento de atividades utilizando, prioritariamente, os sistemas cicloviários municipais existentes;

II - desenvolvimento de medidas que proporcionem mais conforto e segurança aos ciclistas, durante os deslocamentos, incluindo a possibilidades de integração do transporte por bicicleta ao sistema de transporte público existente;

III - fomento à eliminação das barreiras urbanísticas, por meio de projetos de infraestrutura cicloviária urbana como: ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas, estacionamentos específicos para bicicletas, locais de apoio ao ciclista e sinalização específica;

IV - estímulo à criação de rotas operacionais de ciclismo, sobremaneira nos trechos de rodovias em zonas urbanizadas, nas vias públicas, nos parques e em outros espaços naturais;

V - fomento à realização de campanhas educativas voltadas à importância do uso da bicicleta como forma de atingir os objetivos da Política.

Parágrafo único. Além da coordenação e implementação da Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta, caberá ao Poder Executivo Estadual, por meio da Secretaria das Cidades:

I - proporcionar orientação e apoio aos Municípios na elaboração de planos cicloviários;

II - fomento à capacitação e orientação aos ciclistas, fornecendo noções básicas de circulação, conduta, segurança e das leis de trânsito.

Art. 4º A implementação da Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta poderá envolver os demais órgãos do Poder Executivo Estadual e outros Poderes do próprio Estado, da União e Municípios, além de ciclistas, representantes da sociedade civil organizada, e profissionais especializados em políticas de desenvolvimento urbano.

Art. 5º A partir da regulamentação da presente Lei, na elaboração de projetos e na construção de vias urbanas, pontes, viadutos, equipamentos públicos, praças e parques financiados com recursos estaduais, dever-se-á contemplar, de acordo com os estudos de viabilidade, o tratamento cicloviário nos acessos e no entorno, assim como paraciclos e bicicletários no seu interior.

Art. 6º Fica determinado, em consonância com a Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta, que os imóveis em que funcionem órgãos do Poder Executivo Estadual deverão possuir estrutura física adequada para o estacionamento de bicicletas.

Parágrafo único. Os imóveis públicos tratados no caput terão o prazo de 02 (dois) anos, a partir da publicação da presente Lei, para providenciar suas adequações físicas.

Art. 7º O Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo projeto de lei para inclusão dos programas e ações que comporão a Política Estadual de Mobilidade por Bicicleta no Plano Plurianual e nos Orçamentos do Estado de Pernambuco.

Art. 8° A presente Lei será regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da sua publicação.

Art. 9º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS
Governador do Estado


DANILO JORGE DE BARROS CABRAL
FRANCISCO TADEU BARBOSA DE ALENCAR
JOSÉ RICARDO WANDERLEY DANTAS DE OLIVEIRA
THIAGO ARRAES DE ALENCAR NORÕES

Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado.

Copa do Mundo de MTB: Windham, circuito bem conhecido dos brasileiros

Rubens Valeriano, que já disputou a prova nos EUA em duas edições
Foto:Fabio Piva

As trilhas de Windham, no estado de Nova York, nos EUA, palco da 5ª e penúltima etapa da Copa do Mundo de MTB, neste final de semana, são bem conhecidas dos bikers brasileiros. O Brasil, aliás, comparece em peso na disputa, com a Seleção Brasileira, representada por Rubens Valeriano, Ricardo Pscheidt, Luiz Henrique Cocuzzi (Sub-23), Raiza Goulão e Isabella Lacerda. Pela equipe de fábrica da Cannondale, Henrique Avancini também está confirmado, assim como Sherman Trezza, da equipe Caloi.

“Em Windham a principal característica é de uma pista que sobe muito. Muito rápida nas descidas e longa na parte de subidas, chegando a ter rock garden, mas nada muito técnico”, conta Rubens Valeriano, que disputou provas por ali em 2012 e 2014, mas ficou fora do Top 50. “Espero andar bem desta vez. Nos dois anos que corri lá não estava bem fisicamente. Em 2014 ficamos a cerca de 40 minutos de carro e agora a pouco mais de 4 km, o que favorece nossa logística para treinar e reconhecimento de pista”, completa.
“Conheço bem o percurso. Não tem quase nada de técnico e com muitas subidas, que vão exigir muita força de todos os competidores. Será preciso foco”, avisa Cocuzzi.
Transmissão on-line
As disputas do downhill e do XCO podem ser acompanhadas ao vivo pela web. Pelo horário de Brasília, no sábado (8 de agosto) serão disputadas as finais do downhill, a partir das 15h30. No domingo (9 de agosto), a prova de cross country feminino começa ao meio-dia e a do masculino às 17h. Veja mais na Red Bull TV
A Copa do Mundo de MTB termina em Val di Sole, em Trentino, na Itália, nos dias 21 e 22 de agosto.
SELEÇÃO BRASILEIRA
Elite Masculino – XCO

Rubens Donizete
Ricardo Pscheidt
Sub23 Masculino – XCO
Luis Henrique Cocuzzi
Elite Feminino – XCO
Raiza Goulão Henrique
Isabella Moreira Lacerda
Comissão técnica
Técnico: Carlos Eduardo Polazzo
Fonte: Bikemagazine

Por que a Holanda é o único país da UE que não engorda?

Foto: Oleksandr Gontar / Depositphotos
A melhor forma de se locomover pela Holanda é, sem dúvida, de bicicleta. E é isso que faz a maioria – inclusive estrangeiros – ao desembarcar na estação de trem da cidade de Venlo, no sudeste do país, quase na fronteira com a Alemanha.

"De 100 a 200 pessoas, todos os dias, chegam de trem e completam a viagem ao trabalho pedalando", conta Edwin, um holandês de 43 anos, funcionário de uma loja especializada em vendas e consertos de bicicletas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Holanda é o único país da União Europeia que não tende a ver suas taxas de obesidade crescerem nos próximos 15 anos. Até 2030, a população obesa deve atingir meros 8,5% – na Irlanda, por exemplo, a taxa deve chegar a 50%. E isso, acreditam muitos, se deve em parte ao hábito de pedalar.

Os holandeses pedalam mais do que qualquer outro povo na Europa. Em média, são 2,5 quilômetros por dia. Só que, dependendo do peso, é possível queimar apenas em torno de 60 calorias ao trafegar essa distância. E isso, portanto, não seria o único motivo para o resultado apontando pela OMS.

"Acho que é porque os holandeses não vão tão frequentemente ao McDonald's ou ao Burger King", diz Edwin. O que, no fim das contas, também não é verdade.

Brenda, de 22 anos, é um bom exemplo: "Não faço nada em especial. Não me exercito frequentemente, às vezes uma ou duas vezes por semana. E como muito McDonald's ou fast-food, coisas que não são nada boas para a saúde", admite ela, ainda numa idade em que o metabolismo é facilmente capaz de se opor à balança.

Alguns metros depois, Malou, de 54 anos, argumenta a respeito: "Acho que os jovens comem muita batata frita e coisas do tipo. Mas acredito que depois dos 30, 40 anos, eles ficam mais atentos ao que estão comendo. Não é normal comer fast-food algumas vezes por semana. No meu caso, como batata frita uma vez por semana, talvez. Mas não mais do que isso", diz, em meio a uma rua onde, em 100 metros, é possível encontrar quatro locais diferentes para comprar a iguaria.

E o que ela faz para se manter magra?

"Caminho muito. Não uso muito o carro. E, claro, também pedalo muito", diz. Ao longo do Rio Meuse, Sjaak estaciona para uma rápida entrevista. Diz que, naquele momento, acabou de pedalar pelo menos 15 quilômetros. E que, diariamente, percorre entre 10 e 50 quilômetros de bicicleta. Isso aos 68 anos. "Acho bastante normal", diz, ao destacar que grande parte dos amigos, de faixa etária semelhante, costuma fazer o mesmo.

Paul, de 47 anos, dá um tempo na corrida e também concorda em ser entrevistado. Afirma que normalmente corre 15 quilômetros, quatro vezes por semana. Ou seja: 60 quilômetros ao todo, semanalmente.

Além disso, há o treino de futebol, que ocorre duas vezes por semana, e mais um jogo aos fins de semana, já que a corrida, hoje em dia, para Paul, não é de fato um exercício. O motivo de ele correr, naquele momento, era pelo fato de ter deixado ascooter em uma loja: ele decidiu voltar correndo para casa – 2,5 quilômetros.

Depois desses exemplos, é possível concluir que, na cabeça dos holandeses, a definição de exercício é diferente em termos de frequência e duração – pelo menos em comparação à maioria dos países.

No Instituto Scelta, especializado em pesquisa de alimentos saudáveis, o professor Fred Brouns, da Universidade de Maastricht, argumenta a favor do que havia sido observado nas ruas. "Uma coisa é certa: os holandeses se movimentam muito. Se você olhar para fora, verá ciclistas em todos os lugares. A maioria das crianças vai à escola a pé ou de bicicleta. Essa é uma grande diferença em relação à maioria dos países europeus", reforça.

Outro fator que ajuda os holandeses é o governo, que luta contra os riscos à saúde em vários níveis, particularmente nas escolas e em áreas de menor renda. "Não há efeito algum se você diz, na escola, para beberem água em vez de refrigerantes, mas, no lado de fora, o posto aonde as crianças vão nos intervalos, ter refrigerantes. Ou então na rua seguinte ter um McDonald's, e todo mundo ir lá", diz Brouns.

Ainda assim, ele diz que a obesidade é um grande desafio para a Holanda, pois acredita que o problema é maior do que o apresentado pela OMS – e pelo Fórum de Saúde Britânico, que confronta os dados do organismo. "Fui informado de que os dados que eles usaram para a Holanda estão muitos anos atrasados, não são atuais, e que são, na verdade, baseados no que as pessoas pensam que têm comido", argumenta Brouns.

Ainda assim, com estatísticas equivocadas ou não, os holandeses estão fazendo mais e melhor do que outros, principalmente em relação à União Europeia, que enfrenta uma crise de obesidade. "A Organização Mundial da Saúde apresentou os dados como um alerta, por isso as pessoas e os países vão tomar atitudes e trabalhar contra o problema da obesidade, em vez de sentarem-se e esperarem o problema ir embora, porque isso não vai acontecer", conclui o professor.

Por Deutsche Welle

Motivação: Veja alguns conselhos para motivar-se a atingir suas metas.


O ciclismo, como qualquer atividade, pode ser feita de modo profissional ou amador. Tudo implica cumprir com objetivos próprios ou definidos pelas organizações esportivas, no caso das competições. Nem todos têm as mesmas capacidades atléticas para vencer, mas treinando forte, podemos atingir muitos objetivos. Para isso é necessário motivação.


Existem pessoas que pedalam mais por hobby, outras treinam duro para serem competitivas. Ambas estão certas, tem seus próprios objetivos: o corpo e a mente agradecem.

Na questão física, praticar ciclismo tonifica os músculos e articulações. Na questão mental, entra em jogo a motivação. Quando se atinge um objetivo que estava sendo perseguido, a sensação é magnífica: é a recompensa que nos leva a ter vontade e determinação para novos desafios.

É a motivação que faz com que uma pessoa possa concluir uma viagem, uma maratona, possa ganhar um campeonato ou dedicar-se profissionalmente a uma equipe. Sem motivação não há objetivo, e sem objetivo a prática torna-se ineficiente, já que sem ânimo uma pessoa não tem vontade  de treinar, nem afã de superação.

Veja alguns conselhos para motivar-se a atingir suas metas:

01:  Estabelecer pequenos objetivos contínuos. Não adianta dizer que o único objetivo é completar uma prova de 42 km. É melhor programar pequenas metas, mais fáceis, como percorrer inicialmente 5 km e depois de atingi-la, ir aumentando. Desta forma a motivação mantêm-se constante.

02:  Tenha prazer de treinar. Isso torna mais difícil abandonar os treinos.

03:  Varie os exercícios. Com leves alterações na atividade esportiva, é mais fácil se divertir e ter motivação.

04:  Obedeça seus limites. Cuide para não treinar além da conta: é fácil cair neste erro. Sobrecarregar a duração ou intensidade dos exercícios no treinamento podem acabar com a sua motivação.

05:  Compartilhe a sua paixão. Tente encontrar alguém que realmente esteja motivado e tenha objetivos parecidos com o seu. Com um companheiro, ou em grupos, além de estabelecer um convívio social, é mais fácil motivar-se.

06:  Não confunda meta com obsessão. É provável que goste muito de pedalar, mas se você se tornar um obcecado por suas metas, o sonho de tornar-se profissional pode trazer danos físicos e afetar a sua saúde psicológica.


Motive-se. Passo a passo, chega-se longe.

Fonte: Revista Bicicleta por Edgardo Jorge Sanrame

Saiba o que comer para melhorar seu desempenho no esporte

Foto: fisher.photostudio / Depositphotos
Para garantir o melhor desempenho esportivo, a alimentação pré, durante e pós-atividade deve ser rica em carboidrato, pois é a principal fonte de energia do organismo. Mas deve-se saber escolher a qualidade do carboidrato para obter o efeito desejado.

Pré-treino

Consumir os alimentos de 30 minutos a uma hora antes do treino.

Prefira suco de frutas de caixinha com açúcar, bolachas e bolos simples, torradas, pães, milho, batata, mandioca, arroz branco, trigo refinado, geleia, mel, frutas de alto índice glicêmico, como a banana, figo, uva, manga, damasco, uva passa, banana passa, tâmara, ameixa seca.

Evite excesso de proteína, como queijos, iogurte, leite, carnes, excesso de gordura, como margarina, manteiga, queijo e molhos gordurosos, frituras, alimentos industrializados ricos em gordura, como sorvete, bolachas recheadas, excesso de fibras, como cascas e bagaços das frutas, alimentos integrais, farelos de cereais e barrinha de cereal.
Exemplo de lanche: uma banana mais um punhado de uva passa ou uma fatia de pão com geleia ou suco de três frutas diferentes.

Durante o treino

Quando a prática é desportiva, sem fins competitivos, a água supre a necessidade de hidratação para atividades com duração máxima de uma hora. Se ultrapassar uma hora, bebidas isotônicas devem ser ingeridas.

Para fins competitivos é mais indicado o consumo de bebidas esportivas. Nos treinos de ciclismo de curta duração (até uma hora) e alta intensidade, é indicado o uso de bebidas isotônicas e gel de carboidrato.

Nos treinos longos, poderá ingerir alimentos de fácil digestão, como frutas sem bagaço e casca, maçã, banana ou pêra, sanduíches com pouca proteína, fibra e gordura, como bisnaguinha com um pouco de requeijão light, bolos e bolachas sem recheio, suco de frutas ou gel de carboidrato. Preste atenção na sua tolerância gástrica. A bebida isotônica também poderá ser consumida ao longo do treino para garantir a hidratação e suplementos hipercalóricos diluídos em água para repor as perdas de carboidrato, proteína e gordura, e também fornecer energia.

Pós-treino

O objetivo da alimentação no pós-treino é recuperar a energia do músculo.

Essa refeição deve acontecer até duas horas após o término da atividade física e deve conter todos os nutrientes, carboidrato, proteína e gordura.

Exemplo do almoço ou jantar: um prato de macarrão com molho de tomate acompanhado de uma carne grelhada ou purê de batatas com peixe grelhado, verduras e legumes variados temperados com azeite de oliva, e uma fruta de sobremesa.

Exemplo de lanche: sanduíche de pão integral com pasta de atum, preparada com requeijão light ou ricota, alface e cenoura ralada e um suco de frutas ou iogurte desnatado com cereal e morangos picados.

Fonte: Revista Bicicleta

Mais de 200 reprovados no teste prático do Detran-PE após presença de bicicleta

Condutores devem manter a distância de 1,5 metro da bicicleta estática
Está faltando respeito aos ciclistas até no teste prático para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE), 202 candidatos reprovaram no exame prático nos 22 primeiros dias em que foram testados sobre o artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o que diz que os veículos maiores devem manter pelo menos 1,5 metro de distância das bicicletas.

O número equivale 9% entre os reprovados nas provas feitas entre os dias 1º e 22 de julho. Considerando todas as etapas do exame, este ano, 41,68% dos 53.867 que tentaram na categoria B, para dirigir carros, foram considerados inaptos. No ano passado, foram 40,97% de 99.835.

Bicicletas estáticas foram instaladas desde abril no pátio da sede do Detran-PE, na Zona Oeste do Recife, e nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans), onde o teste é feito no interior do Estado. Porém, o período até 1º de julho foi considerado apenas educativo. "

A avaliação, que começou a valer há pouco mais de um mês, é simples: há uma faixa amarela determinando a distância de 1,5 metro. Os examinadores recebem informações por um tablet caso alguém desrespeite o limite, estando ao lado do ciclista ou fazendo ultrapassagens.

 Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta. Infração média, com quatro pontos na carteira. Multa de R$ 85,13 Código de Trânsito Brasileiro

Para o Detran-PE, o fato de 202 candidatos terem sido flagrados além da linha amarela já chama atenção por revelar uma falha das autoescolas na formação dos novos motoristas. "Em março, 2.541 instrutores foram qualificados. Depois, tivemos três meses de experiência e, no primeiro mês, o percentual é esse (os 9% de reprovados). Isso mostra que os CFCs (Centros de Formação de Condutores) ainda não emcamparam a ideia", aponta o diretor-presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro.

Segundo Ribeiro, antes de entrarem no carro para fazer a prova prática, os candidatos são questionados se receberam orientações sobre as bicicletas. O não tem sido quase unanimidade. "Todos têm que ter 25 horas de aulas práticas. Nesse tempo, não é possível que não tenha cruzado com uma bicicleta e, nesse momento, o instrutor teria que alertar sobre o artigo 201 do CTB", reclama o gestor.

Passar a menos de 1,5 metro do ciclista é infração média
De acordo com o Detran-PE, devido aos números, a fiscalização será maior através dessas enquetes. Se muitos candidatos de uma só autoescola responderem que não tiveram orientações sobre o respeito aos ciclistas, o CFC será notificado. Resta saber se a medida irá funcionar.

A dica básica que deveria ser repassada aos futuros motoristas pelos instrutores é de que, ao passar por um ciclista, deve manter a distância equivalente a uma porta aberta, o que corresponde a 1,5 metro. Se for na ultrapassagem, deve reduzir a velocidade e só fazer o movimento quando houver oportunidade de guardar essa distância.

"Tentamos trazer para o pátio a melhor e maior condição de realidade possível das ruas", afirma Ribeiro. "Essa ação não é só educativa nem punitiva, é de harmonia, para quem está na condução do veículo proteger quem está no menor."

Além do artigo 201, sobre a distância das bicicletas, há o segundo parágrafo do 29, que prevê que "os veículos de maior porte são sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres."

Fonte: NE10
Fotos: Paulo Maciel/

Bicicleta e mulheres - combinação perfeita!

Turma do Batom - Hill Bikes
Se você ainda tem dúvida de que bicicleta não é para mulheres ou ainda não se motivou a aprender a pedalar, saiba que a bicicleta teve papel muito importante na emancipação das mulheres.

A bicicleta deu às mulheres uma mobilidade sem precedentes, contribuindo para a sua maior participação na sociedade.

A partir do momento que as bicicletas tornaram-se mais seguras e baratas, mais mulheres tiveram acesso à “liberdade pessoal”, sentimento encarnado no ato de pedalar.

Selo da década de 1940 nos EUA
homenageava Susan B. Anthony
tristan tan / shutterstock.com
A bicicleta passou a simbolizar a liberdade e independência da nova mulher do final do século XIX, especialmente na Grã-Bretanha e Estados Unidos. Feministas e sufragistas reconheceram o poder transformador da bicicleta.

Susan B. Anthony, que viveu de 1820 a 1906, foi uma proeminente líder americana dos direitos civis e feministas. Desempenhou um papel fundamental pelos direitos das mulheres no século XIX. Certa vez, ela disse:

“A bicicleta tem feito mais pela emancipação da mulher do que qualquer outra coisa no mundo, pois dá à mulher a sensação de liberdade e autossuficiência. Alegro-me cada vez que eu vejo uma mulher sobre uma bicicleta, é a verdadeira imagem da graça e feminilidade sem limites”.

Muito tempo se passou, mas o sentimento de liberdade e autossuficiência é um dos primeiros sentimentos relatados pelas pessoas logo após dar as suas primeiras pedalas. O uso da bicicleta por mulheres vem crescendo a cada ano, seja com a finalidade de lazer, como meio de transporte ou prática esportiva. Simplesmente, uma combinação perfeita!

Fonte: Revista Bicicleta

PEDALADA DA FAMÍLIA