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sábado, 25 de março de 2017

Ciclo Vídeo: Bons de Briga VII

E no clima tenso da corrida, é flagrado mais um momento de stress

Mario Cipollini joga garrafinha em motociclista na Gent-Wevelgem 2008


Empreendedores apostam na tecnologia para diminuir o roubo de bicicletas em SP

O aplicativo Bike Ajuda é um aliado no combate ao roubo de bicicletas crescente na cidade

Foto: Divulgação
O aumento do número de ciclistas nas principais cidades brasileiras vem acompanhado de uma questão recorrente: é seguro usar a bicicleta como meio de transporte? Além da convivência com os outros veículos no trânsito, problemas mecânicos e recentemente o alto índice de roubos e furtos podem assustar ciclistas iniciantes e impedir que esses adotem a bike como forma de ir ao trabalho, principalmente em pedaladas com distâncias mais longas ou em horários noturnos. Pensando nisso, Daniel Moral e Simone Olivieri criaram e lançaram o Bike Ajuda; um aplicativo para mobilizar e criar uma rede de suporte voluntário entre ciclistas. “Acreditamos que ao trazer essa estrutura de segurança para o ciclista, estamos incentivando mais pessoas a deixarem o carro em casa e usar a bicicleta como meio de locomoção”, afirma Daniel.

O aplicativo funciona assim: ao se cadastrar o ciclista fornece dados sobre sua bicicleta e passa a fazer parte da rede Bike Ajuda. Caso tenha algum problema com a bike durante a pedalada, pode enviar um pedido de ajuda pelo aplicativo, informando detalhes sobre a ocorrência. Imediatamente, todos os ciclistas cadastrados em um raio de 3km receberão o alerta e poderão responder ao pedido de socorro. “Mecânicos profissionais e bikers voluntários cadastrados atendem ao chamado e, caso ninguém consiga atender, indicamos oficinas e bike shops próximas”, explica Simone.

Os ciclistas também poderão pedir ajuda em caso de acidente ou furto contatando diretamente a Polícia Militar ou o SAMU nos botões de emergência, além de marcar os pontos com maior índice das ocorrências. A próxima versão já está sendo desenhada com a consultoria de um especialista em segurança e promete integração com os órgãos governamentais, entre outras funcionalidades.

O Bike Ajuda funciona no sistema iOS  e pode ser baixado gratuitamente. Em breve a versão Android também estará disponível.

Assista o vídeo de apresentação



Fonte: RevistaBicicleta

terça-feira, 21 de março de 2017

Ciclista brasileiro lidera maior maratona de mountain bike do mundo

Depois dos Jogos do Rio 2016, Henrique Avancini mudou sua preparação visando às provas por etapas. Ele está na liderança do Cape Epic, na África do Sul, ao lado do companheiro de equipe Manuel Fumic

Foto: Divulgação
Se no futebol e na Fórmula 1 os brasileiros sentem a língua amarga ao falar dos alemães, na elite do mountain-bike mundial, a relação de Henrique Avancini (BRA) com o seu companheiro de equipe Manuel Fumic (ALE) vai muito bem, obrigado. A dupla da Cannondale Factory venceu o prólogo do Cape Epic no domingo (19) e a primeira etapa da competição, hoje (20).

Depois de percorrem 101km de terreno árduo, próximo à costa Sudeste da África do Sul, Avancini e Fumic cruzaram a linha de chegada na primeira colocação com o tempo de 4:25.35, mantendo a camisa amarela de líder, conquistada no prólogo de ontem.

“O terreno de hoje era bastante hostil e ingrato de pedalar, o que tornou as coisas mais complicadas, mas fizemos uma prova muito boa. Até o km 70, tínhamos a corrida sob controle. Mas foi um dia muito nervoso ainda, por ser o primeiro dia longo do Cape Epic. Muitas equipes estavam tentando se estabelecer, andando de maneira muito agressiva e nós fizemos um excelente trabalho. Andamos de maneira controlada, tentando nos manter na cabeça do pelotão para evitar quedas e ter um pouco mais de controle sobre qualquer ataque“, contou o brasileiro.

A dupla se beneficiou da queda do ciclista tcheco Jaroslav Kulhavi, que liderava a prova até poucos quilômetros da linha de chegada ao lado do suíço Christoph Sauser.

“Tivemos sorte com a queda de Jaro (Kulhavy), mas isso é coisa de corrida. Estava quente durante a prova, muito quente, mas conseguimos sair por cima e estamos muito felizes”, disse Fumic, companheiro de Avancini.

Esta foi somente a primeira etapa do Absa Cape Epic 2017, que termina somente no dia 26 de março. Com muito chão pela frente e 2 minutos e 41 segundos de vantagem sobre Kulhavi e Sauser, a dupla líder se recupera para enfrentar 102 quilômetros de terra e 2350m de ascensão, amanhã (21), na segunda etapa da corrida.

Nova preparação

Atleta olímpico nos Jogos Rio 2016, Avancini mudou o foco dos treinamentos, dando menos importância ao mountain-bike cross-country e voltando sua atenção às provas por etapas, nesta temporada. O ápice acontece justamente no Cape Epic, a ultramaratona de mountain bike mais dura do planeta, realizada na África do Sul.

"Na preparação, eu mudei muito a estrutura de distribuição dos treinamentos, focado no Cape Epic, que é meu principal objetivo neste ano. Mais importante do que atingir altas velocidades, é ter consistência e manter uma qualidade de performance ao longo dos oito dias. É isso que faz diferença em uma prova como essa. Além disso, mudei detalhes na construção da performance, coisas pequenas que, colocadas juntas, fazem diferença”, afirma o ciclista brasileiro.

Na última edição, Henrique Avancini conquistou a vitória na última etapa e terminou na quarta colocação geral, a 39 segundos do pódio. Contudo, o seu foco era nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Agora, ajustes na ‘fiel escudeira’ e no foco fazem com que ele chegue à África do Sul para competir em condições ainda melhores.

“Neste ano, tenho o desejo de fazer o Cape com um empenho maior - até porque talvez seja um novo caminho a seguir na minha carreira. Me vejo muito como piloto de provas por etapa, mais do que piloto de cross-country ou maratona. Eu gosto muito de provas por etapa, independente do formato. Se a prova tem mais dias, consigo ter uma boa performance. Então, o Cape Epic para mim tem bastante importância nesse sentido”, comenta.

Em 2017, o Cape Epic é tido por especialistas, organizadores e atletas como o mais concorrido dos últimos tempos. A ultramaratona contará com nomes de peso, como o suíço Nino Schurter (campeão mundial e medalha de ouro nos Jogos Rio 2016), Christoph Sauser (cinco vezes campeão do Cape Epic) e o alemão Karl Platt, que também carrega cinco títulos da prova no currículo. Tais condições não assustam Avancini, por outro lado, estimulam a se preparar ainda mais e manter o nível de concentração e foco elevados.

“2017 é a edição mais forte de todos os tempos da corrida, então falar do resultado final é complicado. Temos um nível melhor do que no ano passado, então, teoricamente, temos condições de brigar por um grande resultado. O objetivo é lutar pela vitória. Em uma prova desse tipo, quando você se propõe a andar de uma maneira mais agressiva, buscando a vitória, você pode ganhar ou ficar fora até mesmo do top 5. Não dá pra fazer prognósticos de classificação final, mas temos condições de atingir um bom resultado”, analisa.

Pela equipe Cannondale, Henrique e seu parceiro Fumic conseguiram treinar juntos, o que não ocorreu em 2016. Com isso, eles estreitaram o relacionamento para que pudessem colocar ambas qualidades juntas e mostrar que a relação Brasil vs Alemanha traz bons resultados no mountain-bike.

Fonte: Red Bull Content Pool

sábado, 18 de março de 2017

Quer viajar de graça? App troca exercícios físicos por passagens

O aplicativo Mova Mais é gratuito e está disponível para Android e iPhone

(lzf/Thinkstock/Getty Images)
Se os seus objetivos não bastam para você praticar atividade física tanto quanto deveria, um novo aplicativo promete virar a sua grande motivação. O Mova Mais – que ainda está funcionando na versão beta – se conecta aos apps de exercício RunKeeper, Strava e MapMayRun para coletar dados sobre a sua rotina fitness e transformá-los em pontos que podem ser trocados por milhas de passagens aéreas, diárias em hotel, equipamentos esportivos, eletrônicos…

O serviço é gratuito e está disponível para aparelhos Android e iPhone (iOS). Ele pode ser usado tanto pelo celular quanto pelo computador e, para se cadastrar, dá para se conectar pelo Facebook. Mas é preciso também criar uma conta em um dos três aplicativos fitness aos quais ele está ligado para que o Mova Mais possa contabilizar os pontos acumulados.

(Reprodução/Google Play)
E não pense que vai ser fácil conquistar a sua viagem dos sonhos: no início, você precisa cumprir no mínimo 30 minutos de exercícios diários (vale caminhada, corrida, bicicleta…) para o app somar pontuações. Dez pontos no app equivalem a 1 ponto Multiplus.

As suas conquistas podem ser acompanhadas no quadro de medalhas. Em certos períodos, há medalhas sazonais, que acumulam mais pontos.

Interação

O Mova Mais também funciona como uma rede social. Dá para seguir outros usuários e curtir e comentar postagens sobre suas conquistas.

Fonte: Boa Forma

quarta-feira, 15 de março de 2017

ONDE É O PEDAL? 2º XCM de Cumaru

O terceiro desafio da galera ONDE É O PEDAL? deste ano foi em Cumaru, no 2º XCM da cidade de Cumaru. Uma corrida com muitas subidas e descidas violentas, onde vários atletas não resistindo a dureza do percurso, desistiram ao longo da prova antes de completar a corrida.

A Turma ONDE É O PEDAL? foi com tudo nesta prova e contou com vários integrantes que fizeram bonito e estiveram nos representando muito bem conquistando o pódio das diversas categorias.

Foram cinco representante em varias categorias, a se dividirem desta forma:   Guilherme na Categoria Júnior que ficou na terceira colocação.  Sueide na Categoria Feminino conquistou o segundo lugar depois de muito sofrimento e câimbras que a impossibilitou de buscar o primeiro lugar.  Luis Felipe Categoria Sub 23 fez uma bela prova estando por muito tempo em primeiro, mas na quinta volta o pneu furou e teve que abandonar a prova, ficando bastante decepcionado. Coisas que acontecem numa corrida deste porte e que serve de ensinamento para que numa próxima, possamos ir mais forte e determinados. Tivemos também Jânio na Categoria Master que foi um guerreiro e chegou em terceiro lugar numa categoria duríssima que contou com oito atletas e dentre estes, cinco não resistiram ao percurso duro da prova e ficaram pelo caminho.

Também estiveram representando nossa cidade e a cidade de Brejo da Madre de Deus (Que neste aspecto se torna uma só), os ótimos atletas que sempre estão presentes nas corridas, fazendo com que seus adversários tremam nas bases. Parabenizamos aqui aos heróis que tomaram conta do pódio na categoria ELITE. A mais almejada das competições.

Foram eles:

  1.  Anderson Barros (Nêga Bá)
  2.  Tiago Bento
  3.  Gabriel Santos
  4.  José Joelson


Tiago Bento

Anderson (Nêga Bá)
Parabéns a todos os atletas de Santa Cruz e região que nos representam muito bem sempre que tem corridas de mtb no Nordeste e em todo Brasil.

Acompanhe alguns momentos da corrida através das imagens cedidas pelo nosso parceiro Jânio.
Equipe ONDE É O PEDAL? em Cumaru

 
 

 

 

 

 



 

 

 

 





  


Agradecemos a Deus pela saúde e oportunidade de poder participar de momentos assim.

Aos nossos patrocinadores pela força e incentivo

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Que sempre estão juntos com a galera Onde é o pedal?

Miranda Xmod, o primeiro pedivela totalmente configurável do mundo


O fabricante de acessórios para bicicletas Miranda Bike Parts, de Portugal, anunciou recentemente um revolucionário sistema de pedivela que permite infinitas configurações. Todos os seus componentes (coroas, aranha, eixo e braços) são intercambiáveis e podem ser modulados à preferência do ciclista.

O pedivela é um acessório que possui inúmeras variações de instalação, variando padrões de eixo, pontos de fixação das coroas e aranha, e diferentes comprimentos dos braços. Muitos pedivelas de fabricantes distintos são incompatíveis entre si.


Por isso, o pedivela batizado de Miranda Xmond é tão inovador. O ciclista pode escolher separadamente o tipo de eixo compatível com o quadro de sua bike, optar pelo comprimento do braço que mais se adeque ao seu bike fit, e escolher o tipo de aranha que se adeque às coroas que serão utilizadas. Entre os padrões disponíveis estão: BCD 88, BCD 104, BCD 104/64, BCD 110/110, BCD 110/74, BCD 130/130, além de coroas do tipo DirectMount.


O fabricante afirma que o Miranda Xmond é durável e leve, pesando apenas 590 g em algumas de suas configurações. O eixo e as coroas são de titânio, e a aranha em fibra de carbono, o que garantem a rigidez estrutural e uma ótima relação resistência/peso.

Compatível com coroas de 28 a 44 dentes, e com suporte para as principais configurações de sistemas de transmissão, a previsão é de que a novidade chegue ao mercado em setembro.

Confira o vídeo abaixo:


Fonte: Revista Bicicleta

terça-feira, 14 de março de 2017

Kiss lança edição limitada de bicicleta e rodas para triatlo


Em parceria com a fabricante italiana Sciacallo, a icônica banda de rock Kiss anunciou o lançamento de uma linha de rodas de carbono com grafismo alusivo ao visual que sempre foi sua marca registrada: roupas e maquiagem em preto e branco, com suas características peculiares.

Assim como seus mentores, a Kiss Special Edition possui um grafismo espalhafatoso. O quadro Sciacallo Bacio Kiss em fibra de carbono, que pesa 3,11 kg, possui ajuste de ângulo do canote de selim entre 74° e 80°, grafo em carbono integrado, mesa e freios Aero e movimento central com rolamentos de cerâmica CeramicSpeed padrão BB86.


Outro diferencial é que em meio à curiosa pintura, está a numeração de série da bicicleta.

No site da fabricante é possível montar a sua configuração, que parte de US$ 6.499,99.

Veja mais informações em sciacallobikes.com

Fonte: RevistaBicicleta

Bicicleta elétrica dobrável com pneus largos é sucesso em crowdfunding


A Moar Bikes vem desenvolvendo o que promete ser o veículo individual dos sonhos de muita gente — especialmente nesses tempos em que as formas com que nos transportamos têm sido revistas constantemente. A companhia trabalha em uma bicicleta elétrica potente para usuários diários e versátil para ciclistas casuais: o projeto lançado via financiamento coletivo Indiegogo deu tão certo que a 17 dias do final da coleta já arrecadou US$ 259 mil a mais do que os U$ 30 mil iniciais requisitados, ou 954% acima da meta.


 Tamanha aceitação vem das especificações do produto: a E-Bike vem com pneus largos de 60 centímetros cada e suspensão eletrônica, motor na parte traseira de 750 watts (dependendo do modelo) e bateria íon-lítio de 48 volts com autonomia de quase 137 quilômetros, componentes protegidos à prova d’água, luzes de sinalização, farol, velocidade de até 32 km/h, entre outras características promissoras. Além de tudo isso, é dobrável.

A companhia exibe no crowdfunding três versões, todas com previsão de entrega para maio deste ano, com diferenças de potência e durabilidade, além de extras, como mais opções de marchas.


Importação deve ser difícil

Claro que nem tudo é só alegria. Em primeiro lugar, os envios das E-Bikes não estão inclusos no valor e a própria Moar ainda não é uma empresa conhecida por exportar produtos. Então, caso esteja pensando em adquirir uma delas, é preciso ficar de olho no preço e na possibilidade de importação.

Outro ponto que pode desapontar possíveis compradores é a ausência de opções “smart”: ela não vem com gadgets de geolocalização, conexão com web, monitoramento cardíaco nem nada parecido com isso.

lém disso, pelas especificações, os usuários nacionais teriam que fazer exames para retirar a carteira de habilitação AAC, que exige os mesmos testes para a categoria A, para motociclistas. Confira um vídeo abaixo com características da bicicleta elétrica:


Fonte: TechMundo

sexta-feira, 10 de março de 2017

Grupos básicos e intermediários Shimano ganham novas tecnologias

Os grupos básicos da Shimano acabam de herdar algumas tecnologias de seus primos de mais alto rendimento. As mudanças atingiram os grupos Deore e inferiores, que mantiveram suas configurações básicas mas ganharam melhorias na linha.


SLX M7000
O grupo de 11 velocidades ganha uma opção de cassete 11-46, ideal para ser usado com pedivelas de uma velocidade.

Deore M6000
O grupo de entrada para o praticante mais sério de MTB ganhou novas opções de pedivela, eixos e cassetes. Embora ele continue com 10 velocidades, o grupo ganhou um cassete com a relação 11-42.

Além disso, a pedivela agora segue o desenho de 4 parafusos encontrado nas gamas superiores, com coroas 38/28, 36/26, 34/24T ou a tripla 40/30/22 - existe também uma versão alternativa de 3mm de Q-factor, para quadros com cubo traseiro 148mm (Boost).

Agora, todos os tamanhos de cage de câmbios também ganham uma versão com trava. Novos freios a disco hidráulicos oferecem controle com manetes Servo wave e pinças de freio com isolamento térmico projetadas para acolher pastilhas de freio Ice Technologies.

Alivio M4000
Agora, o Alivio M4000 ganhará oficialmente uma versão 2x9, com a chegada de uma pedivela dupla com a configuração 36/22 de eixo integrado com linha de corrente de 3mm de tolerância para acomodar pneus de tamanhos maiores.

Para as trocas dianteiras, a linha ganha um câmbio Side Swing com maior folga para pneus.

Completando a relação, a parte traseira ganha um esperado cassete 11-36, já que a Shimano oferecia apenas as combinações 11-34 e 12-36.

Acera M3000
O Acera também ganha uma versão 2x9 com a adoção de uma pedivela 36/22, porém nada de eixo integrado para esta linha.

Altus M2000
O grupo mais básico (tirando o Turney), ganham um novo cassete 11-36 9 velocidades, Além disso, ele ganha diversas melhorias tecnológicas, visual renovado e o câmbio traseiro Shadow.

Fonte: Pedal.com

Ciclo Vídeo: Bons de Briga VI

Voltando com os desencontros e desentendimentos nos pedais do mundo, trazemos agora um fato ocorrido em 2001

Wladimir Belli soca espectador no Tour de France.