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sexta-feira, 27 de junho de 2014

I PEDALADA DA PAZ EM TORITAMA


Será realizada no próximo domingo dia 29 de junho ás 8:00h da manhã a I PEDALADA DA PAZ na cidade de Toritama e você está convidado para participar deste evento que contará com apoio da polícia militar e órgãos independentes de Toritama.

A Pedalada será pela manhã e a HILL BIKES está dando uma grande força para que o sucesso seja ainda maior.

Você pode adquirir o kit na HILL BIKE com nosso amigo Edson, e é muito fácil, basta levar dois quilos de alimentos não perecíveis e trocar por sua camisa.

Lembramos aos ciclistas de Santa Cruz que irão participar, que ás 6:30 da manhã de domingo sairá uma turma pedalando até Toritama e outros irão no carro de apoio cedido por Edson.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Pode vir o frio que for...

Guia traz 26 dicas para garantir a segurança dos ciclistas


O Guia do Ciclista, criado pela Prefeitura de Vitória, traz dicas de segurança para os condutores de bicicletas na cidade.

1. Meio-fio: Quando não houver ciclovia ou ciclofaixa, ande próximo ao meio-fio, sempre do lado direito da pista. Em grupo, ande em fila indiana.

2. Passageiro: Conduza o passageiro na garupa ou assento especial a ele destinado.

3. Carona: Não pegue carona em veículos em movimento buscando poupar pedaladas. Evite colisões e freadas bruscas.

4. Sinalização: Faça de tudo para ser visto. Sinalize com as mãos as suas manobras e sua direção. Olhe para os dois lados antes de atravessar, mesmo se a rua for de mão única.

5. Segurança: Lembre-se dos seus equipamentos de segurança, principalmente em dias chuvosos e à noite.

6. Direção: Segure o guidom com as duas mãos; não faça malabarismos. Procure andar em linha reta. Evite mudanças bruscas de direção, pois assusta quem vem atrás.

7. Contramão: Nunca ande na contramão. Cuidado ao entrar à esquerda. Se preciso, vá até a calçada e atravesse como pedestre, empurrando a bicicleta.

8. Veículos parados: Cuidado com veículos estacionados, pois alguém pode abrir a porta repentinamente.

9. Curvas: Entre devagar em uma curva e evite frear. Lembre-se: podem aparecer poças d'água, manchas de óleo, areia e buracos.

10. Calçadas: Quando transitar por calçadas, porte-se como pedestre: ande empurrando a bicicleta.

11. Evite avenidas: Evite andar por avenidas movimentadas; quando o fizer, procure ver e ser visto. O melhor caminho para as bicicletas é a ciclovia ou ciclofaixa.

12. Cargas: Não transporte cargas pesadas demais, pois comprometem o seu equilíbrio.

13. Cruzamentos: Atenção extra aos cruzamentos. Fique de olho na intenção dos veículos e pedestres. Na dúvida, atravesse na faixa de pedestre, empurrando a bicicleta.

14. Pontos de ônibus e táxis: Cuidado ao passar pelas paradas de ônibus e de táxis, verifique se eles se aproximam, aguarde até que possa prosseguir com segurança.

15. Aparelhos eletrônicos: Não circule com aparelhos eletrônicos plugados aos seus ouvidos: você estará perdendo um dos sentidos fundamentais à sua atenção.

16. Pedestres: Respeite os pedestres. As leis de trânsito devem ser seguidas. Todos somos pedestres. Ao respeitá-los, você estará respeitando a si mesmo.

17. Bebida: Se beber, não pedale. Bebida não combina com direção segura.

18. Estacionamento: Ao estacionar sua bicicleta, prenda com cadeado e escolha um local apropriado. Dê preferência a lugares movimentados e comerciais. Assim mais pessoas olharão pela sua bicicleta.

19. Poluição: Esteja atento à poluição. Respire pelo nariz e não pela boca. Nos semáforos, procure ficar à frente dos veículos motorizados e nunca atrás de seus escapamentos.

20. Pneus: Mantenha seus pneus calibrados e cheios. Não ande com pneus murchos.

21. Insolação: Evite os horários mais ensolarados do dia. Insolação não manda aviso e pode colocar você em uma situação de risco de repente.

22. Documentos: Porte sempre documentos pessoais, inclusive com indicação de problemas de saúde, caso existam.

23. Roteiro: Trace um roteiro mental prévio da sua viagem. Assim, você evita situações imprevistas.

24. Cartão telefônico: Carregue um cartão telefônico com você. Ele pode ser útil para casos de emergência.

25. Água: Para passeios ou viagens mais longas, não esqueça o cantil ou a garrafinha de água.

26. Pôr do sol: Evite o horário do pôr do sol (final da tarde). Nessa hora acontece o fenômeno lusco-fusco (penumbra), que costuma desorientar visualmente as pessoas, provocando acidentes.

Fonte: Gov. Vitória

Estudo aponta que pessoas que vão de bicicleta ao trabalho são mais felizes

Pesquisadores americanos investigaram o humor de mais de 13 mil pessoas

O pessoal da Agência TUTU, em São Paulo
Foto: Gabriel Pelosi
Além de fazer parte do grupo mais saudável de trabalhadores, aqueles que vão de bicicleta para o trabalho também estão entre os mais felizes, de acordo com nova pesquisa.

Talvez porque os ciclistas não precisam lidar com o fato de serem empurrados contra estranhos dentro do metrô ou do ônibus lotado. Ou porque precisam aprender a lidar com o estresse do trânsito. Talvez porque chegam ao trabalho depois de terem se exercitado e estejam prontos para começar o dia.

Por essas e outras razões, aqueles que vão para o trabalho de bicicleta foram avaliados como os mais felizes durante as horas de deslocamento, quando comparados aos que dirigem ou dependem de transporte público.

Pesquisadores da Clemson University, Carolina do Sul, avaliaram dados da American Time Use Survey, que pesquisou mais de 13 mil pessoas a respeito de seu humor ao realizar diversos tipos de atividades, incluindo transporte.

— Os ciclistas costumam ser mais jovens e fisicamente saudáveis, traços que caracterizam pessoas mais felizes — afirmou o líder do estudo Eric Morris.

Depois dos ciclistas, o segundo grupo mais feliz é o dos que pegam carona e, em seguida, o dos que dirigem. O tipo mais estressado? Aqueles que andam de ônibus ou trem.

As descobertas, publicadas no periódico Transportation, podem ser usadas para melhorias no sistema de transporte público e para sugerir ênfase ainda maior nos programas de empréstimo de bicicletas, que já funcionam em mais de 600 cidades do mundo.

Um estudo criado em parceria entre pesquisadores de Londres e Cambridge descobriu que o empréstimo de bicicletas teve um impacto saudável e positivo na população, particularmente entre homens e usuários mais velhos.

Fonte: ZH/clicrbs

Vai fazer cicloturismo? Saiba escolher a bicicleta Ideal

Uma boa magrela e acessórios de qualidade certamente não te deixarão na mão

Investir em acessórios não é luxo, mas sim segurança.
Há um velho lema do cicloturismo que diz que a melhor bicicleta para viajar é aquela que você tem. Isso demonstra a simplicidade do cicloturismo, em que não é necessário um grande investimento inicial para começar na prática. Mas esta regra tem um limite, porque não é indicado fazer qualquer viagem com qualquer bicicleta.
Conforme vamos aumentando a complexidade dos roteiros que escolhemos, também se faz necessário um equipamento mais específico. Isso para não termos dor de cabeça de quebras e manutenções excessivas durante a viagem.
Partindo em busca da bicicleta ideal, muita gente pensa em importar uma clássica de cicloturismo europeia, porém ela não é apropriada ao tipo de cicloturismo mais comum por aqui, predominantemente em estradas de terra e terreno muito íngreme. Já uma bicicleta tipo mountain-bike clássica também não é indicada para o nosso cicloturismo, por não fornecer o conforto necessário para longas horas de pedal e por dias seguidos.
Assim, nós criamos o conceito de “Mountain Touring” para o cicloturismo brasileiro. Ou seja, é uma mountain bike personalizada para viagens de bicicleta em terrenos difíceis.
Não há uma bicicleta que seja boa para todas as pessoas em todas as ocasiões, pois há uma infinidade de opções de acessórios e ajustes a serem feitos. Porém, observando a nossa bicicleta e da maioria dos viajantes de longa data, vemos vários aspectos em comum que destacaremos aqui. São vários detalhes, mas cada um tem um porquê.
Quadro - ideal modelo com furação superior e inferior para adaptação de bagageiro e furação para duas caramanholas
Guidão - modelo mais alto para maior conforto
Selim - ideal um mais largo e macio que os de competição
Suspensão - de boa qualidade para suportar o peso extra da bolsa de guidão e alforje dianteiro
Marchas - ideal uma relação mais leve para encarar subidas com a bicicleta carregada
Componentes - o grupo deve ser de boa qualidade, nem top de linha, nem simples demais
Freios - tipo V-brake pela facilidade de manutenção
Rodas - tamanho 26” pela facilidade de encontrar peças de reposição. Com aros de boa qualidade e raios de inox
Acessórios - espelho retrovisor amplo e plano, descanso lateral reforçado para suportar peso dos alforjes, para-lamas para pneus largos, manoplas e bar ends amplos para melhor apoio, campainha e firma-pés.
Fonte: Web venture

Michel Rezende muda o estilo de vida, descobre o ciclismo e emagrece 39kg

Empresário chegou a pesar 133kg quando abandonou o sedentarismo, mudou a alimentação, virou ciclista e agora se prepara para sua segunda competição.

Michel chegou a pesar 133kg antes de descobrir o ciclismo
Michel Rezende é um empresário de 36 anos que, assim como muitos, levava uma vida sedentária. A rotina corrida somada àpreguiça e à má alimentação o levou a pesar 133kg, um peso muito acima do ideal mesmo para seu 1.92m de altura. Foi em agosto de 2012 que ele percebeu o quanto seu estilo de vida estava prejudicando a suasaúde e sentiu a necessidade de mudança. A decisão foi tomada, mas perder 39kg não é tarefa fácil, então Michael procurou ajuda profissional.

- Comecei pela alimentação, fui numnutricionista e mudei meus hábitos alimentares. Também procurei umtreinador que me orientasse e foquei nos treinos. Fazia corrida e pedalava, mas obter o resultado atual foi muito difícil. Tive que ter muita força de vontade e determinação – relembra Michel.

As pedaladas, que entraram na rotina de Michel como um exercício somente para emagrecer, logo se tornaram uma grande paixão. Hoje ele levanta todos os dias antes da 6h para encarar as estradas da região de Teresópolis, no Rio de Janeiro. O treino semanal inclui cinco dias de 55km, um de 100km e somente um dia de descanso.

- O ciclismo realmente é apaixonante. É a minha válvula de escape. Quando estou treinando não penso em nada e o meu corpo sente falta quando não pedalo. Eu nunca pensei em competir, mas o ciclismo realmente mudou a minha vida. Fiz até uma tatuagem em homenagem a essa paixão e hoje treino intensamente e participo de competições – conta.

Michel já participou do Circuito de Teresópolis na categoria Master a2, no início deste ano, e agora intensifica os treinos para ir mais longe. No próximo domingo, dia 8 de junho, Michel participa da 4º etapa daCopa Rio de Janeiro de Ciclismo, classificatória para o Tour do Rio. A busca pelo o primeiro lugar é uma meta, mas a maior vitória Michael já levou. Ele venceu o sedentarismo.

- Nesse trajeto de superação eu passei dos 133kg para os atuais 94kg. Eu aconselho a todos que estão numa vida sedentária que acreditem em si mesmos. É só querer que você consegue. Eu sou prova disso! - comemora Michael.

Fonte: GloboEsporte/Globo

A primeira bicicleta que se equilibra sozinha


Engenheiros de uma universidade norte-americana criaram uma bicicleta com um sistema revolucionário que permite que se equilibre sozinha. Segundo a equipa de desenvolvimento, com esta invenção, é possível aprender a andar de bicicleta numa tarde.

 "Jyrobike" contém um eixo de controlo na roda da frente que usa tecnologia giroscópica, responsável por gerar uma força estabilizadora que resiste à gravidade. No interior da roda, há uma segunda roda plástica, que gira a 1.550 rotações por minuto, produzindo uma força que obriga o ciclista a manter-se direito, mesmo quando se inclina ou oscila.

Esta bicicleta pode ser ajustada via controlo remoto, o que permite aos pais ajustar as definições de equilíbrio, que, no entanto, pode ser dasativado. O produto, especialmente concebido para crianças, funciona com uma bateria, com autonomia para mais de três horas, e está dotado de efeitos sonoros que pretendem entusiasmar e motivar o ciclista.

O projeto surgiu na Universidade de Darthmouth, nos Estados Unidos, e deu a uma empresa com o mesmo nome da bicicleta. O preço da bicicleta completa com esta tecnologia incorporada é de 249 dólares (183 euros) mas é possível comprar as rodas, que contém todo o sistema de equilíbrio separadamente por 129 dólares (95 euros).

Fonte: JN

Site mostra onde você consegue chegar, com 10 minutos, em qualquer cidade do mundo


Para utilizar o Isoscope basta abrir o mapa da sua cidade ou da cidade que está visitando e clicar na sua localização. A ferramenta cria uma mancha azul sobre o mapa indicando onde você conseguiria chegar em 2, 4, 6, 8 ou 10 minutos.

Perfeito para planejamento de encontros ou reuniões profissionais, o site também é bem útil em viagens. Se você reservou um restaurante por exemplo, mas quer saber se dá tempo de dar uma passadinha ‘naquele’ museu antes, basta recorrer ao site.

O Isoscope é também é bem útil na hora de traçar um roteiro de viagem. Com ele é possível pensar trajetos de acordo com a distância e a situação do percurso e assim ganhanr bastante tempo.

Infelizmente o Isoscope ainda não tem um app, mas é bem possível que em breve ele apareça, já que tem tudo a ver utilizar uma ferramenta como essa num dispositivo móvel.

Fonte: Catraca Livre

10 Motivos para andar de bike

1 - Andar de bicicleta pode reunir a família inteira.
“No começo as pessoas aprendem a andar apenas como um hobby, depois vira um hábito, uma atividade física e até meio de transporte”, afirma Hassan Ahmed Yassine Neto, cirurgião torácico do Hospital e Maternidade São Luiz e coordenador médico do World Bike Tour 2012.

2 - Ao pedalar, todo o organismo é trabalhado e a circulação sanguínea aumenta.
Nos rins, órgão que ajuda a mandar embora todos os excessos. Portanto é preciso aumentar a quantidade de líquido durante a prática da atividade. “A sudorose também funciona como desintoxicante”, afirma Hassan Ahmed Yassine Neto.

3 - Aliado a uma dieta balanceada e adequada, pedalar de 30 a 40 minutos por dia colabora com a perda de peso.
 “O exercício aumenta o metabolismo e a circulação, isso ajuda a queimar calorias e permite que os tecidos de todos os músculos consumam a energia necessária“. Também  é destacado que praticar exercícios leva a hábitos mais saudáveis. “A pessoa começa a comer melhor, beber a quantidade de água necessária e acaba evitando o álcool e o cigarro”, comenta Neto.


4 – Com a melhora na contração cardíaca, o sistema imunológico fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos.
Além disso, o médico Hassan Ahmed Yassine Neto destaca que a prática melhora o humor, o que também interfere na imunidade.


5- De acordo com Hassan Ahmed Yassine Neto, além de melhorar a contração do coração, andar de bicicleta também evita o infarto.
O exercício faz com que a glicemia seja diminuída e isso ajuda a controlar o diabetes, um dos fatores de risco para o coração.

6 - O ciclismo ajuda a combater tensões e a depressão, de acordo com o médico Hassan Ahmed Yassine Neto.
Isso porque a prática da atividade libera endorfina, substância que deixa a pessoa mais relaxada e feliz. “É preciso apenas 30 ou 40 minutos de exercício para ter essa substância liberada no corpo.


7 - Andar de bicicleta ajuda a controlar a pressão arterial.
 “É claro que a pessoa não poderá deixar de tomar a medicação recomendada, mas o ciclismo ajuda a dilatar e tonificar os vasos sanguíneos”

8 - A prática diminui a gordura que fica armazenada no organismo.
“Pedalar regula o consumo de depósitos inadequados de gordura e açúcar, o que é um benefício pra quem tem diabetes e colesterol alto”, explica o médico Hassan Ahmed Yassine Neto.

9 - As pedaladas aumentam a frequência cardíaca e melhoram a oxigenação dos pulmões
 portanto muitos médicos indicam o exercício para quem sofre de certas doenças respiratórias. “Quando você pratica esporte são liberadas substâncias que ajudam a prevenir crises de asma, bronquites e outras doenças.


10 - Além de trabalhar os músculos da perna durante as pedaladas, outras áreas como coxa, panturrilha e costas são ativadas.
“Andar de bicicleta exige postura e sustentação, portanto o abdome e as costas precisam estar tonificados para aguentar o exercício“.

Fonte: Bike e Vida

Casal do ES se prepara para longa viagem de bicicleta em Cuba

Dupla que viaja em dezembro, já percorreu longas distâncias de bicicleta. Jefferson e Vera pretendem ficar 25 dias em Cuba para cumprir o desafio.

Casal se prepara para a primeira viagem internacional sobre duas rodas
Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Movidos pelo amor ao esporte, um casal de ciclistas de Vitória vai realizar uma viagem internacional sobre duas rodas. Jefferson e Vera Cabral viajam para Cuba em dezembro para pedalarem por 25 dias, cortando o país. O casal já percorreu longas distâncias de bicicleta e vive viajando por todo o Brasil.

A viagem para Cuba vai ser a primeira internacional de Jefferson e Vera. Mas a paixão pelo esporte começou em 1976, quando começaram a pedalar juntos no calçadão das praias da Grande Vitória. “Começamos a viajar longas distâncias só em 1995. Na primeira vez percorremos uma distância de 180 km. Pedalamos até Barra do Sahy, em Aracruz, durante três dias. Retornamos para Vitória também pedalando”, contou Jefferson.

De acordo com o ciclista, a viagem mais longa feita pelo casal foi de São Luís do Maranhão até Fortaleza. “Nós cruzamos o Maranhão, Piaui, e fomos até Fortaleza. Uma distância de aproximadamente 1105 km. A nossa última aventura aconteceu em janeiro desse ano, fomos de Maceió a Salvador, fazendo 750 km”, completou.

As jornadas de Jefferson são sempre acompanhadas da esposa, que compartilha com o marido a paixão pelo esporte. “Quando a gente pedala, eu não trato ele como marido. Somos parceiros de viagem”, brincou Vera.

No dia 31 de dezembro de 2014, Jefferson e Vera vão começar o primeiro desafio internacional. “Nós vamos para Havana de avião, depois pegar um ônibus até a ponta leste da ilha. Vamos voltar para Havana pedalando. Pretendemos ficar 25 dias em Cuba. Em breve, um casal internacional”, explicou Jefferson.

Para o casal, o ciclismo contribui para a saúde. “É como se fosse um plano de saúde. A gente vê que não fica doente, está sempre saudável, sem sobrepeso. Estamos sempre em forma”, finalizou.

Fonte: G1 ES

Bike entrega encomendas de forma sustentável

Veículo uniu, em parceria, Isabel, Angela e Vanessa
Em meio ao caos do trânsito, em grandes metrópoles ou cidades do interior, a bicicleta se apresenta, cada vez mais, como transporte alternativo. O modal luta, agora, por espaço como ferramenta de trabalho. Ágeis e ambientalmente sustentáveis, elas surgem como opção aos carros e, principalmente, às motos para entregas urbanas. Porto Alegre, por exemplo, já possui três empresas especializadas neste serviço. Longas distâncias, subidas, terreno desfavorável e mau tempo não são empecilhos. E, muito além de uma simples entrega, as bikes prometem agregar valor ao produto e oferecer atendimento diferenciado.

Cristian Trentin trabalhava em uma empresa de tecnologia quando resolveu dar um passo, ou uma pedalada, adiante. Criou a EcoBike, hoje uma rede com bicicletas em São Paulo, Curitiba, Cascavel e, mais recentemente, Porto Alegre. Trentin avalia, no momento, mais de 300 solicitações para abertura de franquias da marca. Duas delas, inclusive, fora do País: em Bogotá, Colômbia, e na Florida, Estados Unidos. A unidade paranaense, há mais tempo no mercado, deve faturar R$ 1 milhão em 2014, segundo Trentin. O empreendedor garante, entretanto, que a motivação não parte do dinheiro. “Todo mundo que vem se inserindo nesses três anos, sejam administrativos ou bikers, amam a causa. Mais do que vestir, eles suam a camiseta”, afirma.

A franquia chega a Porto Alegre para somar-se a duas outras iniciativas que já atuavam por aqui: a Pedal Express e a Vélo Courier. Ambas surgiram, em 2010, fruto da paixão de alguns amigos pela bicicleta, e contam com onze e cinco ciclistas, respectivamente. O trabalho é gerido de maneira horizontal, todos realizam entregas e compartilham responsabilidades administrativas. “Estamos envolvidos com todo o processo da empresa, desde a captação de clientes, os assuntos financeiros e administrativos, o atendimento e as entregas. Isso nos faz mais responsáveis e torna nosso serviço personalizado”, explica Guilherme Schubert, da Pedal Express.

A topografia de Porto Alegre, repleta de subidas em determinadas regiões, não atrapalha a logística dos entregadores. Acostumados a pedalar entre 50 e 70 quilômetros por dia, eles estão preparados para vencer morros e depressões. “Atendemos praticamente toda a cidade, incluindo a Região Metropolitana. E o único empecilho segue sendo o de sempre: falta educação da parte de muitos motoristas e, sobretudo, falta interesse do poder público na conscientização”, critica Alex Magnum, da Vélo Courier. Schubert concorda que a falta de segurança é o único fator negativo: “Estamos treinados para enfrentar as subidas e chegamos até mesmo a fazer o percurso inteiro de nossa área de ponta a ponta mais de uma vez em um só dia de trabalho, essa é a parte boa”, diz.

Ainda que o modal tenha mais agilidade em curtas e médias distâncias, os percursos longos não são empecilhos. Nesse caso, a preferência das empresas é por entregas programadas, agendando o pedido com algumas horas de antecedência. Na EcoBike, uma “pedalada” representa cinco quilômetros. “A partir do Centro, chegamos a trajetos de 3,5 pedaladas. A Serraria, na zona Sul, por exemplo, está a apenas três pedaladas, o que mostra a amplitude da cobertura. Mas nessas situações, trabalhamos com corridas programadas, quando o cliente liga de manhã para realizarmos o serviço à tarde. Desde que seja assim, a distância não é problema”, garante a gerente operacional da EcoBike, Vanessa Cabral Gomes.

Preço do serviço leva em conta a distância e o tempo necessário

Tanto na Vélo Courier quanto na Pedal Express, a maioria das encomendas é de pequenos documentos e pacotes de até 4 quilos e volume de carca de 40cm x 40cm de diâmetro. As empresas ainda costumam trabalhar com alguns tipos de alimentos, transporte de compras, mídia digital – DVDs, HDs e pendrives -, folders, cartazes e até luminárias. Para atender produtos que necessitem de cuidados especiais, como refrigeração, a EcoBike, por exemplo, aposta em projetos personalizados. Nessas situações, a bicicleta é projetada com o equipamento necessário para atender aos pré-requisitos e serve exclusivamente à empresa contratante.

A Pedal Express estabelece o custo do serviço dividindo a cidade em três zonas, com preços mais altos conforme a distância do Centro e o tempo disponível para fazer a entrega. Sistema parecido com o da Vélo Courier. Uma encomenda coletada no Centro (zona A) e entregue no bairro Três Figueiras (cona C), em até 30 minutos, tem o custo de R$ 24,00. Outro exemplo: o recolhimento e destino do produto na região central, com período de 180 minutos, tem valor de R$ 8,00. A EcoBike cobra R$ 18,00 por “pedalada”, medida que representa cinco quilômetros. As opções por um ciclista fixo e os projetos especiais têm preço diferenciado. A título de comparação, um motoboy cobra, em média, R$ 10,00 por deslocamento.

Entretanto, o valor gasto não é a prioridade dos clientes ao contratar um ciclista. Para a produtora executiva da Okna, empresa especializada em produtos audiovisuais, Graziella Ferst, ao avaliar o custo-benefício, é preferível optar pela bike ao invés da moto, por causa da agilidade e do bom atendimento. “Os bikeboys são mais atenciosos, inteligentes e educados no trato conosco e com nossos clientes. Eles entendem melhor nossos pedidos e necessidades, solucionando quaisquer percalços que tenhamos. Com tudo isso, ainda contribuímos para um meio ambiente mais limpo”, destaca Graziella.

A preocupação com o meio ambiente, especialmente, incentiva o crescimento do mercado de entregas sustentáveis. De acordo com o site da EcoBike, desde a sua fundação, os ciclistas já percorreram o suficiente para dar três voltas ao mundo, o que teria evitado a emissão de 11294 Kg/CO2. Apenas a Pedal Express pedala 400 quilômetros por dia, com emissão zero. Uma motocicleta média – entre 350 e 600 cilindradas – emite 84 Kg/CO2 para percorrer a mesma distância. “As empresas têm metas de diminuição da emissão de CO2 em seus planejamentos estratégicos.

As vantagens da sustentabilidade se sobrepõem ao custo cobrado pelo motoboy. “É mais caro, mas oferece mais retorno também: agrega em marketing verde e surpreende o cliente”, diz a diretora comercial da Feito de Sorvete, Isabel Dalmás.Segundo Schubert, o setor tem potencial de expansão devido ao apelo ecológico: “Eliminamos por completo a emissão de gases nocivos às pessoas e ao meio ambiente, além da poluição sonora. Esse foi o diferencial que nos moveu inicialmente.”

Projetos personalizados incluem a adaptação de bicicletas aos produtos

Além das entregas avulsas, a EcoBike oferece a possibilidade de desenvolver uma bicicleta voltada ao tipo de negócio do contratante. Nesse caso, o equipamento e o ciclista trabalham de forma exclusiva. Em Curitiba, por exemplo, a empresa criou modelos personalizados para atender às necessidades de floriculturas e de pizzarias. Em Porto Alegre, esse formato de atendimento será um dos focos de trabalho da franquia local.

A Feito de Sorvete, especializada em bombons e tortas, será a primeira a ter um projeto personalizado na capital gaúcha. De acordo com a diretora comercial da empresa, Isabel Dalmás, a entrega feita por motociclista destoava do conceito apregoado por sua marca. “Utilizávamos o motoboy, mas achávamos que não tinha nada a ver com a Feito de Sorvete. Buscamos na bicicleta uma entrega que traz qualidade no atendimento, apresentação impecável e sustentabilidade, valores que queremos agregar a nossa marca. A entrega tinha que ser diferenciada, como nosso produto.”

Para atender às solicitações da confeitaria, a EcoBike escolheu trabalhar com uma bicicleta elétrica devido à topografia da região onde a loja está instalada, repleta de subidas íngremes. “Trouxemos nossa expertise para avaliar qual seria a melhor bicicleta. Precisávamos de formato diferenciado, mais delicado, parecido com o produto. Juntamos os conhecimentos das duas empresas para formar um equipamento especial para esse tipo de entrega”, explica a gerente operacional da EcoBike, Vanessa Cabral Gomes. Por fim, um baú elétrico é ligado à bateria do motor, acondicionando os doces na temperatura ideal.

Segundo Isabel, o ciclista não é mais demorado do que o motoboy para realizar as entregas. “O tempo que o biker leva para fazer é praticamente o mesmo que o motoboy. Não vemos a distância e o tempo como problemas. O produto sai daqui acondicionado na temperatura ideal e chega perfeito ao seu destino em 15 minutos”, conta. Ela reconhece o aumento do custo com o serviço, mas, mesmo assim, acredita ser mais vantajoso optar pela bicicleta. “Sem dúvida, vale a pena pelo conceito. Vamos investir e apostar na entrega pela bike porque acreditamos em um retorno maior em marketing e qualidade no atendimento”, afirma.

Presidente do Sindimoto admite vantagem do trabalho de ciclistas no Centro da Cidade

A atividade de bikeboy está regulamentada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Na Classificação Brasileira de Ocupações, a profissão consta como “ciclista mensageiro” ou “bikeboy”. Na mesma ordem do motociclista, a descrição prevê a coleta e a entrega de documentos, mercadorias e encomendas, além de serviços de pagamento e cobrança. Sindicalmente, a filiação fica a cargo do Sindimoto, hoje nomeado como Sindicato dos Motociclistas e Ciclistas Profissionais.

O presidente da entidade no Rio Grande do Sul, Valter Ferreira, defende a entrada dos ciclistas no mercado até agora dominado pelas motocicletas. “Eu não vejo como modais concorrentes. Cada um tem as suas vantagens, não há disputa por mercado. No Centro da cidade, a bicicleta vai ser de grande valia. É uma região de grandes aglomerações e difícil acesso para motos em algumas áreas”, afirma.

O Sindimoto projeta que existam 18 mil motoboys atuando em Porto Alegre. Cada um realiza em média 25 entregas por dia, número insuficiente para suprir a demanda atual. “Tem faltado muita mão de obra no setor. As empresas estão nos solicitando trabalhadores porque o número atual não tem dado conta das entregas. Por isso, a chegada dos ciclistas será muito bem vinda”, comemora.

Nesse cenário, Ferreira enxerga potencial para a bicicleta tornar-se um equipamento gerador de emprego e renda no futuro. “Com a questão da saúde e do meio ambiente em voga, ela está entrando forte na área do trabalho. Alia uma série de vantagens: traz agilidade, agrega mobilidade em determinados locais e contribui para a diminuição do trânsito. Essas empresas contribuirão para se tornar uma ferramenta de trabalho capaz de sobreviver mutuamente com outros modais”, completa Ferreira.

Fonte: Jornal do Comércio

Modelo Camila Mingori vai participar do tradicional Tour de France

Apaixonada por ciclismo, top fala sobre sua rotina de treinos e expectativas para participar da prova, que acontece na capital francesa no mês que vem.

Foto: Divulgação
Não estranhe se esbarrar com a modelo Camila Mingori, de 23 anos, pedalando pelas avenidas de São Paulo. É que ela está treinando para o Tour de France, tradicional prova de ciclismo que acontece na França até o dia 27 de julho. Apaixonada por esportes, a top participa da competição  pela segunda vez.

“Estou muito animada para realizar a prova deste ano, que será bem mais difícil do que a do ano passado. Em 2013, fiz os 128 quilômetros em oito horas. Este ano, são 150 quilômetros e a prova terá muito mais subidas. De qualquer maneira, o que vale é participar e estarei feliz em completar o circuito este ano, independentemente do tempo”, conta Camila, que acaba de estrelar as campanhas das Pernambucanas e da grife Richards.

Dedicação e muita preparação são essenciais. A modelo diz que nos últimos 40 dias tem treinando intensamente. “Durante quatro vezes na semana, pedalo em torno de 60 quilômetros. Já no fim de semana, faço treinos mais longos, em torno de 100. É bem forte mesmo. O corpo precisa se acostumar”, explica a loira, que namora o empresário Luiz Octavio Costa.

Além da bicicleta, ela completa sua rotina de exercícios com pilates, musculação e treino funcional de luta, um dos programas preferidos das tops para aumentar a resistência física e definir o abdômen. “Mas, recentemente, parei de fazer estas atividades complementares. Agora estou focada só na bike. Faço alongamentos para ajudar na recuperação e fortalecer a lombar”, comenta ela, que tem 1,80m de altura, pesa 55kg e tem 14% de gordura corporal.

Nada de dieta
Dieta é uma palavra que não existe na vida de Camila. “Como normalmente, um pouco de tudo. Por ser adepta de um esporte que consome muita energia, é recomendado comer bem. Principalmente na noite anterior ao esporte e durante a execução do exercício. Se eu não me alimentar bem, acabo perdendo musculatura em vez de gordura”, diz ela, que costuma pedalar com duas garrafas de água de 600ml.

“Bebo muita água e suplementos de sais minerais e carboidrato. Durante as pedaladas, levo também sanduíches salgados para percursos longos, gel de carboidrato e proteína e bananinha. Levo tudo que é bom e prático para comer durante o percurso. Este é o segredo para completar bem a prova”, ressalta a modelo, que costuma fazer pequenos lanches de hora em hora, além de café da manhã e pós-treino bem reforçados.

Além de ser dona de um guarda-roupa estiloso, ela não abre mão de peças especiais para andar de bike. “O forro da bermuda é adaptado para o corpo da mulher, além de meias de compressão, capacete, blusa que absorve o suor, óculos para proteger os olhos e luvas para as mãos. Se estiver frio, uso casaco que corta o vento e um gorrinho. Quando está chovendo, uso capa de chuva e proteção para os pés. Vida de ciclista não é fácil. Faça sol ou faça chuva, estamos lá, firmes e fortes para completar o objetivo”, detalha Camila, que é uma das sócias do Studio Pier 88, espaço para fotografia e exposições em São Paulo.

A modelo Camila Mingori, de 23 anos, usa bicicleta para
passear com seu cachorro na capital paulista
Fonte: Ego/Globo

sexta-feira, 20 de junho de 2014

I Pedalada Junina - Vamos Todos Participar!

É com alegria que convidamos a todos vocês amigos que sempre nos acompanham nas pedaladas ou apenas aqui em nosso Blog, para ficar por dentro do que está acontecendo no mundo das bikes.


Será amanhã a Primeira Pedalada Junina!

Um evento realizado pelos nossos amigos Iram Bike e Rogério Félix, que tem a intenção de movimentar o mundo ciclístico numa época em que o ciclismo dá uma pequena parada devido as festividades juninas.

O evento tem inícios amanhã á tarde a partir das 14:00 horas no Rota do Mar Complex, onde será a concentração quando em seguida sairemos pelas ruas da cidade num passeio leve e gostoso.

Em seguida iremos com destino a Vila Augusto e de lá partiremos para a Chácara Paraíso passando pela estrada que leva a tabocas indo em frente para fábrica do yogurt, fazendo assim um total de 20Km aproximadamente.


Adquira já sua camisa nas lojas IRAM BIKE e HILL BIKE pois teremos quantidades limitadas e as mesmas já estão acabando.

Corra! Pois você não vai querer ficar de fora, não é??

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jogadores da Espanha vão ao treino de bicicleta.

Atletas espanhóis usam formas alternativas para se deslocar do alojamento até o campo de treinamentos no CT do Caju, em Curitiba.

Fábregas vai de bicicleta para o treinamento da Espanha em Curitiba


Os jogadores da Espanha usam formas alternativas para ir ao treinamento dentro do CT do Caju, em Curitiba, sua base na primeira fase da Copa do Mundo. Como cerca de 400 metros separam o alojamento do gramado onde eles costumam treinar, o jeito é pegar bicicletas ou subir num carrinho de golfe e assim se deslocar até o gramado. São raros momentos de descontração que podem ser vistos na rotina dos campeões do mundo no Brasil.

Xavi é outro que vai em duas rodas para o campo de treinamentos
Foto: Alexandre Alliatti

Fonte: GloboEsporte.com

Bicicleta é o meio de transporte que torna as pessoas mais felizes

Qual meio de transporte torna as pessoas mais felizes?


Pesquisadores investigaram como emoções como felicidade, dor, estresse, tristeza e fadiga variam durante os deslocamentos, classificando-as pelo meio de transporte utilizado.

"Nós descobrimos que, quando estão andando de bicicleta, as pessoas ficam em melhor estado de espírito do que quando andam em qualquer outro meio de transporte," afirma Eric Morris, da Universidade de Clemson (EUA). Ele reconhece que os ciclistas tendem a ser um grupo muito entusiasmado com o seu modo de transporte, que é uma escolha própria que eles puderam fazer.

Em seguida, os mais felizes são os passageiros dos carros e, em seguida, os motoristas dos carros.

Usuários de ônibus e trens apresentam as emoções mais negativas, embora uma parte disso possa ser atribuída ao fato de que o transporte de massa é muito mais usado para deslocamentos para o trabalho, enquanto bicicletas e carros também estão envolvidos em momentos de lazer. Os resultados sugerem que o uso da bicicleta pode ter benefícios além daqueles normalmente citados, como saúde e transporte mais sustentável.

Afinal, a melhor experiência emocional pode ser tão importante quanto melhorar os serviços tradicionais.

"Compreender a relação entre a forma como viajamos e como nos sentimos oferece insights sobre formas de melhorar os serviços de transporte existentes, priorizando investimentos e ajudando a modelar os custos e os benefícios das viagens," defende Morris.

Para uma conclusão mais fundamentada, contudo, seria importante comparar pessoas que usam os diversos meios de transporte para as mesmas finalidades, como passear ou ir trabalhar, e não o uso em geral, como os pesquisadores fizeram.

Fonte:  Diário da saúde

Confiram algumas situações inusitadas do Giro 1974.

Idosos também podem pedalar. Conheça os cuidados necessários

Foto: Debora Rosa
Já passou o tempo no qual o único exercício das pessoas idosas eram as idas e vindas da cadeira de balanço. Com a "febre" do uso da bike e dos modais alternativos no Recife, tanto para desafogar o trânsito com menos uso do carro, como em forma de exercício, o ciclismo passou a ser uma atividade mais comum também entre a terceira idade.

O aposentado Dino Toledo, 73 anos, pedala pouco mais de 10 quilômetros todos os dias. Seja para ir até os compromissos cotidianos, seja como aeróbica. "Há 20 anos que ando de bike neste ritmo. Na minha idade, praticar atividades físicas é muito importante para a saúde. Por isso também faço musculação, não para ficar musculoso, mas para manter todos os músculos trabalhando", conta.

Quanto mais avançada a idade, maiores devem ser os cuidados ao pedalar. Segundo o médico geriatra, professor de geriatria da Universidade de Pernambuco (UPE) e diretor do Instituto Médico do Idoso Alexandre de Mattos, a idade cronológica não deve ser o único fator a ser levado em conta quando o assunto é a prática de atividades físicas. "É importante avaliar todo o histórico médico das pessoas. Por exemplo, pessoas mais novas podem ter um contexto de maior risco de fraturas e doenças cardiovasculares, tornando mais perigoso o ciclismo para elas do que para um idoso. A idade deve ser levada em conta sim, mas não deve ser um critério proibitivo", resume.

Além da pedalada diária, Dino também viaja duas vezes por mês para cidades como Gravatá, Porto de Galinhas ou Tamandaré e, nos domingos que está no Recife, faz um circuito cultural pela cidade. Tudo isso utilizando a bike como veículo. "Escolhi que a bicicleta seria meu meio de transporte e exercício há muito tempo, por isso já sou acostumado e não sinto dores ou fico doente por conta das pedaladas." Os passeios são realizados com grupos de ciclistas, com quem já fez amizades. "Participo de dois coletivos, o Maré, com quem faço as viagens e a APS com quem passo os domingos", explica.

"O ciclismo traz benefícios além do exercício em sim, já que permite um aumento da convivência social, fortalece os laços de sociabilização não apenas com as pessoas do próprio grupo de pedalada, mas também com as pessoas na rua. Além disso, do ponto de vista ambiental, o ciclista passa a pensar o trânsito com mais respeito e viver mais a cidade", opina o geriatra.

O exercício pode até ser receitado como um tratamento para o corpo e para a mente. Fique atento! Pedalar é um bom exercício para todas as idades, mas só se for na medida certa. Quando você sentir que seu corpo não está aguentando, diminua o ritmo. Exercícios são bons para todas as pessoas, mas para idosas, é importante fazer uma avaliação médica antes. Se você tiver osteoporose (doença óssea que aumenta o risco de fraturas) ou problemas nas articulações, o ciclismo não é o melhor esporte para você. O ideal são atividades feitas debaixo d'água, como hidroginástica ou natação.


Fonte: Diario de Pernambuco

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Shimano lança o primeiro grupo eletrônico de componentes na história do MTB: o XTR Di2

Após o recente lançamento do XTR M9000, em versão mecânica, empresa japonesa inova com o M9050, disponível a partir do segundo semestre de 2014


A Shimano, empresa japonesa líder mundial nos mercados de bike e pesca, tem o prazer de anunciar o lançamento do primeiro grupo eletrônico de componentes da história para a prática do Mountain Bike: o XTR Di2 (M9050). Fruto de um extenso programa de testes, o equipamento chega para satisfazer as necessidades dos muitos mountain bikers mundo a fora, em relação ao desempenho.

O XTR Di2 (eletrônico) vem complementar o XTR 9000, versão mecânica, recentemente lançado. A plataforma Di2 oferece vantagens, comparada à versão mecânica, incluindo-se trocas de marchas mais rápidas, precisas e potentes, e que permanecem consistentes em todas as condições de pilotagem.

As trocas de marcha do XTR Di2 exigem mínimo esforço: ocorrem com o simples pressionar de um botão. O XTR Di2 também apresenta novo layout de programação de trocas de marcha chamado de Mudanças Sincronizadas e proporciona um visual mais clean à bicicleta de MTB, além de baixa manutenção graças a utilização da fiação elétrica, substituindo os tradicionais cabos de aço e conduítes.

A mudança eletrônica de marchas não é controlada pelo tradicional trocador mecânico. Ela é feita por meio de um botão eletrônico. Trabalhando em parceria com pilotos de testes e atletas profissionais, os engenheiros da Shimano projetaram e testaram muitos tipos de acionamento antes de chegarem à solução ideal. O resultado é o Firebolt: um trocador de marchas eletrônico que oferece sensação natural, além de ótima resposta em relação à ergonomia. O Firebolt do XTR é de fácil acionamento com botões de mudança compactos, que proporcionam um curso de ação curto e de resposta tátil.

Operação Intuitiva

Uma das principais vantagens do sistema de transmissão eletrônica é sua capacidade de programação. Com o XTR Di2 é possível obter a melhor configuração de trocas de marcha para cada estilo individual de pilotagem. O XTR Di2 utiliza a mesma plataforma E-Tube dos atuais grupos de estrada Di2. A plataforma E-Tube permite programação total do sistema transmitindo sinais interativos e carga para cada componente individual do grupo por meio de conexões ‘plug’n play’.

O E-tube torna possível customizar seu sistema de trocas de marcha mudando a função dos botões de troca. Por exemplo: é possível mudar o controle do câmbio dianteiro para o botão de troca direito, ou alterar o controle do câmbio traseiro para o botão esquerdo. Mudanças múltiplas também são possíveis e podem ser totalmente programáveis no XTR Di2 mantendo-se o botão de trocas acionado por instantes.

A velocidade com que as marchas são trocadas pode ser customizada assim como a quantidade das trocas. É possível a troca de no máximo 2 pinhões acionando-se o botão, ou mesmo a mudança de todas as marchas do cassete de uma só vez. Utilizar a fiação elétrica E-Tube significa zero de ferrugem e a eliminação de cabos esticados e/ou retorcidos. O equipamento garante também baixa manutenção e trocas de marchas consistentes em comparação aos tradicionais sistemas mecânicos.

Umas das características mais marcantes do XTR Di2 é a nova opção Mudança Sincronizada. No período de testes, em mais de 20.000 km, os engenheiros da Shimano puderam analisar as marchas mais utilizadas pelos bikers para obter maior eficiência.

Com a Mudança Sincronizada acionada, é possível controlar os dois câmbios com apenas um trocador. O câmbio dianteiro lê a posição do câmbio traseiro e automaticamente se posiciona para utilizar as engrenagens de forma mais eficiente e com o melhor alinhamento da corrente para que o biker nunca tenha que se preocupar com as mudanças dianteiras e correções de marcha.

A Mudança Sincronizada, é melhor explicada  neste vídeo.

A Shimano utilizou todas as informações colhidas nos testes para produzir e pré- definir dois ‘mapeamentos de marcha’. O E-Tube permite que o biker mude estas pré-definições para criar sua própria configuração de marchas favoritas. Enquanto pedala, o biker poderá alternar entre os mapas já programadas ou voltar para o modo manual. O XTR Di2 oferece mudanças de marcha mais rápidas e precisas com menor esforço se comparado ao sistema mecânico tradicional.

Trocas de marcha potentes

O câmbio dianteiro Di2 é duas vezes mais potente que o câmbio atual M980, além de oferecer mudanças confiáveis, rápidas e suaves mesmo sob uma pedalada de carga mais intensa. As mudanças de marcha se tornam leves ao simples toque de um botão, não importando o tipo de terreno. O câmbio traseiro foi aprimorado com nova tecnologia Shadow RD+ para Di2.

Além do botão ligado/desligado, é possível ajustar a tensão da mola externamente com uma chave Allen. Os câmbios reagem imediatamente ao comando do biker e assumem um posicionamento preciso em todas as combinações possíveis, utilizando-se a função de auto ajuste do câmbio dianteiro. A fiação elétrica garante um desempenho estável e consistente.

Visual clean e sistema expansível

O cérebro do Sistema XTR Di2 é o seu display digital. Ele indica o nível de bateria, a posição da marcha, o modo de troca de marchas (manual ou sincronizado) e o modo da suspensão. Utilizando-se um botão no display, também é possível mudar o modo de troca de marchas para manual ou para o modo Mudança Sincronizada mesmo durante a pedalada.

O display também funciona como uma porta para recarregar a bateria, como conexão da plataforma e software E-Tube (para configurações pessoais) e, também inclui três portas E-Tube. A fiação eletrônica é facilmente escondida dentro do quadro e pode ser integrada ao sistema de suspensão FOX, minimizando eventuais fiações visíveis no guidão da bike.

As baterias do XTR Di2 M9050 são equivalentes às usadas nos grupos de Estrada: a bateria externa SM-BTR1 e a bateria interna SM-BTR2.

Sobre a Shimano

Empresa líder de mercado em componentes e acessórios para bicicleta, pesca e remo, a Shimano foi criada em 1921 e possui sede em Sakai, no Japão. O escritório da Shimano Latin America (SLA) foi fundado em 2007 e conta com sete parceiros comerciais no Brasil: Biape, Ciclo Cairu, Isapa, Joytech, JR Comércio, LM Bike e Mix Bicicletas.

A Shimano desenvolveu as exclusivas tecnologias STI (Shimano Total Integration - alavanca de marchas e freio integrados), SPD (Shimano Pedaling Dynamics - para sapatilhas e pedais) e SIS (Shimano IndexSystem), reconhecidos e referência no mundo todo. Possui entre suas marcas nomes que são sinônimos de qualidade e performance no universo ciclístico: XTR, Dura Ace, Ultegra, DI2.

Mais informações: bike.shimano.com.br

Além do botão ligado/desligado, é possível ajustar a tensão da mola externamente com uma chave Allen,

Veja o Vídeo:



   


Fonte: Shimano