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domingo, 11 de agosto de 2013

Dia dos Pais: Parabéns a todos os Pais do mundo!

Nossa homenagem vem em forma de vídeo através desta bela homenagem feita pelo Itaú que vale apena você curtir e relembrar um pouco de sua infância.
 Afinal, quem nunca passou por essa fase, sendo pai ou filho?
 E se você ainda não passou por isso e tem uma oportunidade, não desperdice esta chance!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Qual o selim correto?

O ciclismo é um esporte no qual o atleta se conecta à bicicleta em três pontos: guidão (mãos), selim (glúteo) e pés (pedais). O perfeito ajuste entre esses três pontos permite variações de comprimentos e ângulos.


Muitas pessoas atribuem o fato de não terem se adaptado ao ciclismo por sentirem fortes dores no glúteo, joelho, dormência nos pés e mãos, desconforto na região da coluna, pescoço e lombar, entre outras. Essas dores estão em sua maioria relacionadas a um mau ajuste do ciclista à bici, ou a uma escolha incorreta dos componentes.

Dentre esses componentes, o selim está associado a uma enorme gama de reclamações em relação ao incômodo ou desconforto. Atualmente, o mercado oferece uma variedade enorme de tamanhos, comprimentos, larguras, formatos, materiais (gel, espuma, etc) e com isso fica ainda mais difícil saber qual é a melhor opção.

Quando o selim encontra-se desajustado ou inadequado, a distribuição do peso entre os três pontos (guidão, selim e pedais) tende a ficar desarmônica, já que devido ao incômodo na região do glúteo, o ciclista aplica mais força no guidão e nos pedais para aliviar o incômodo do selim, provocando assim dormência nas mãos e pés.

Mas lembre-se de que a escolha do selim é personalizada. Não é porque você viu alguém pedalando determinado modelo ou seu companheiro de pedal utiliza “tal” modelo e não sente nenhum incômodo que esse selim será adequado para você. Por isso, a sugestão é trabalhar essa escolha juntamente com um Fitter (profissional em Bike Fit). Um bom estúdio Bike Fit disponibiliza aos clientes uma bancada com diferentes formatos para que após a avaliação do atleta ele possa testar em sua bike o modelo indicado antes de comprá-lo.

Na escolha do selim ideal é preciso levar em consideração alguns aspectos:

Modalidade
Em cada modalidade o ciclista assume diferentes posicionamentos. Por exemplo: em um bike de triatlo ou contrarrelógio, os ciclistas tendem a assumir posicionamentos com ângulos menores de curvatura do tronco em relação ao solo, ficando praticamente deitados sobre a bike, então, devem utilizar selins completamente diferentes dos atletas que pedalam em uma mountain bike, pois essas apresentam uma geometria diferente, em que a caixa de direção é mais alta, fazendo com que o atleta pedale com o tronco mais elevado. Baseado nessas diferenças, os selins de speed/road, triatlo/time trial, moutain bike ou recreativo/lazer, possuem particularidades que devem ser respeitadas.

Distância dos Ísquios
Esse ponto é de fundamental importância para a escolha correta. Com equipamento apropriado é feita a medida da distância entre tuberosidades dos ísquios para determinar a largura correta do selim.

Grau de flexionamento
Quanto menos flexão o ciclista tiver, menos inclinado seu tronco poderá ser posicionado sobre a bike. Da mesma forma, quanto mais flexão o ciclista tiver, mais seu tronco poderá ser inclinado, assumindo posturas de alta performance. Assim, é possível variar entre selim plano e estreito, para os mais flexíveis, até os selins mais curvados lateralmente e macios na parte central, para aliviar a pressão na região genital dos menos flexíveis. Nesse ponto é preciso tomar muito cuidado, pois diferente do que muitos acreditam, selins muito macios e com material inadequado tendem a ceder com o tempo aumentando a pressão na região do períneo.

Circunferência abdominal
Embora muitos afirmem que estar magro ou gordo não interfere na escolha do selim, deve-se levar em consideração que quanto maior a circunferência abdominal, maior a dificuldade de se inclinar sobre a bike.

Mulher
Nove em cada dez mulheres reclamam do selim ao entrar no Estúdio Bike Fit. Isso se deve ao fato de que praticamente todas elas utilizam selim masculino. Embora a grande maioria não saiba, existem diferenças entre selim para homens e mulheres.

Mulheres apresentam “quadril” mais largo do que os homens, com isso apresentam tuberosidades do ísquio mais distantes e consequentemente seus selins serão mais largos. Outro fator a ser levado em consideração é que o giro do quadril delas é maior, assim, a distância entre a ponta do selim até a sua base são menores e mais macios na porção de contato com a região genital.

Usar selim vazado ou não?
Embora não existam estudos científicos que provem a relação entre ciclismo e problemas urológicos, esse medo sempre paira sobre a cabeça dos ciclistas. Com isso, alguns modelos são vazados na porção de contato com o períneo. Esses modelos de selins masculinos, quando utilizados por mulheres, agravam ainda mais o desconforto devido às diferenças anatômicas entre homens e mulheres.

Os selins vazados aliviam a pressão na região do períneo, mas quando não apresentam tecnologia e material para isso, cedem com facilidade, tornando-se curvados e, ao invés de aliviar a pressão, passam a aumentá-la. Por outro lado, alguns modelos “não vazados” são fabricados com material e tecnologia que oferecem um alívio da pressão na região do períneo tão ou mais eficientes que os vazados.


A verdade é que o selim adequado no posicionamento adequado não oferecerá nenhum desconforto.

Atleta da seleção sofre queda durante o Brasileiro de Pista e fratura a clavícula

Foto: CBC
O ciclista da seleção brasileira Thiago Nardin, que defende a equipe Ribeirão Preto/Botafogo, largou no Campeonato Brasileiro de Ciclismo de Pista como um dos principais favoritos, mas Infelizmente, durante a disputa da Omnium, na última sexta-feira (2), quando liderava a prova na classificação geral, acabou se envolvendo em um acidente e foi obrigado a se retirar da competição.
Thiago fraturou a clavícula em quatro lugares e foi atendido imediatamente pela equipe médica presente. Após passar por exames e uma avaliação detalhada, foi constatada uma fratura em quatro lugares da sua clavícula, sendo necessário passar por uma cirurgia que foi marcada para esta quarta-feira (7), ainda em Maringá (PR), cidade sede do brasileiro.
“O atleta caiu na minha frente quando eu vinha a cerca de 60km/h e o tombo foi inevitável. Não tinha como fugir do acidente. Infelizmente não consegui fazer a final da perseguição, nem brigar por outras medalhas que tinha em vista, mas por outro lado foi apenas um susto e estou pronto para enfrentar esse momento difícil da minha carreira” declarou o atleta.
“A cirurgia será realizada nesta quarta e depois retorno para a minha cidade, onde realizarei todos os procedimentos para a recuperação adequada. Não vejo à hora de voltar a treinar e fazer o que mais gosto nessa vida que é pedalar. Quero aproveitar e agradecer ao apoio incondicional da Confederação Brasileira de Ciclismo que não deixou de estar ao meu lado em nenhum momento, minha família que esta sempre me ajudando em todas as situações e também a minha equipe de Ribeirão Preto/Botafogo”, finalizou Nardin.
Até o momento do acidente, Thiago vinha desempenhando uma excelente participação no Brasileiro. O ciclista já havia assegurado a vaga na final da prova de Perseguição Individual e liderava a prova Omnium com tranqüilidade. Agora Thiago Nardin aguarda o resultado da cirurgia para poder planejar, junto a sua equipe e a seleção brasileira, como será realizado o processo de recuperação. O Campeonato Brasileiro de Ciclismo de Pista 2013 terminou no último sábado, elegendo dezenove campeões nacionais.

Pai constrói bicicleta para o filho de dois anos

Márcio e Lorenzo: pai incentiva o filho desde muito novo na prática de esportes radicais


Márcio Bach, que trabalha na empresa Compumaq, é um afixionado da bicicleta. Há um ano, ele viu, na internet que, nos Estados Unidos, crianças com a idade do seu filho Lorenzo, de dois anos, brincavam com bicicletas baixinhas e sem pedal.
Como ele, anos atrás, já havia trabalhado na oficina de bicicletas Bike Mario’s, resolveu fabricar uma bike desse tipo para o seu filho.
Utilizando a estrutura de uma bicicleta infantil que havia se estragado, conseguida na oficina do seu amigo Maurício Junges, Márcio resolveu fabricar uma bicicletinha igual àquelas cuja imagem ele viu na internet.
Em uma semana a bike estava pronta. E ficou uma beleza. Lorenzo, incentivado pelo pai e pelo avô, Lindolfo Jacumel, se divertiu brincando com ela no pátio de casa.
De início, ele só empurrava a bicicletinha, depois começou a andar nela, sentado no banquinho, mas com os pés encostando no chão.
Assim ele saiu, para a sua primeira viagem - pela calçada da avenida Egudio Michaelsen, quando tinha dois anos e dois meses. 
O pai coruja documentou todas as etapas da construção da bicicleta e do aprendizado de Lorenzo. O que é mostrado num vídeo na página de Márcio no Facebook e no You Tube (veja em Balance Bike - Lorenzo ou no site do Fato Novo).
O vídeo ficou muito bem produzido e dá gosto de ver Lorenzo enfrentando dificuldades sem desistir e superando sozinho os obstáculos da sua jornada.
Um grande passo foi dado quando ele conseguiu tirar os pés do chão e manter-se sobre a bike, sem cair. Uma vitória do equilíbrio.
Desde então Lorenzo já treinou muito e, hoje, domina perfeitamente a sua bike. Mas isso será mostrado nos próximos capítulos do documentário produzido por seu pai.

Beyoncé vai de bicicleta para seu show nos Estados Unidos


A cantora pedalou por aproximadamente 5km de sua casa em Manhatam até a casa de shows no Brooklyn.
Beyoncé dispensou qualquer carro de luxo para ir ao seu show no Brooklyn's Barclays Center na noite da segunda-feira, 5. A cantora publicou em seu Instagram fotos que mostram que ela optou por uma bicicleta pra chegar até o local da apresentação que fica a aproximadamente 5km de sua casa em Manhatam, Nova York.  "Eu fui de bicicleta para o Barclays para meu último show no Brooklyn", ela escreveu na rede social.
Enquanto seu meio de transporte pode ter sido uma supresa, a cantora, de 31 anos, ainda preparava outra novidade para os fãs que compareceram ao show. O marido, Jay-Z, entrou no palco enquanto ela cantava "Bow down". Em seguida, ela ficou com as back vocals enquanto ele apresentou a música "Tom Ford". A participação do rapper se encerrou com beijo na buchecha e uma dança lenta até a lateral do palco.
Quem acompanhou de perto a apresentação de Beyoncé no início da semana foram os humoristas Paulo Gustavo e Samantha Schmutz. Os dois curtiram o show com direito a credencial VIP. "Beyoncé! Amo", postou ele em uma rede social.

Espectador assiste “Espaços Invisíveis” de bicicleta


Inspirada na cidade de São Paulo, a companhia Damas em Trânsito e os Bucaneiros estreia o espetáculo de dança e música “Espaços Invisíveis”, até o dia 18, com apresentações gratuitas de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 18h. Os bailarinos tocam em cena acordeom, bateria, percussão e escaleta; o compositor entra com o piano e a platéia assiste tudo a borde de uma bike.
O público se depara com uma tela com transparência com uma cidade estilizada. O pano cai, o espaço se abre e as duas pranchas móveis (com rodas e cadeiras fixadas – para acomodar 8 pessoas) adentram. O espectador pode escolher ainda ser pedestre, usar a própria bicicleta ou pegar uma emprestada com a produção do espetáculo. A ideia é possibilitar ver a performance de formas variadas, fazendo um paralelo com as opções de locomoção urbana.
Depois, durante um dos solos de Clara Gouvêa, som de percussão, vocal tribal e coreografia baseada no movimento punk e nas manifestações de rua que assolaram o Brasil recentemente tomam conta do espaço.
Em seguida, cadeiras são oferecidas para quem quiser sentar. Os artistas tocam, dançam e recitam trechos poéticos sobre suas experiências urbanas ao pé do ouvido do espectador, surpreendendo outra vez.

Ciclo Vídeo: Ride and Seek - SEASON PREMIERE - Open Air

Bogotá aposta no Bicitaxi para melhorar o trânsito e o ar da cidade


Quando o assunto é mobilidade, a capital da Colômbia se destaca das demais cidades, especialmente das latinoamericanas. Além de um avançado sistema de ônibus rápido chamado TransMilênio, na hora do rush os carros particulares tem acesso restrito ao centro da cidade.
Mas o avanço mais importante foram os 300 Km de ciclovias implementados na cidade em 1998, estendendo-se por favelas e subúrbios até o centro da capital. Para aproveitar a onda das bicicletas, que na última década se popularizaram na cidade como um meio de transporte mais rápido e econômico, foram criados os bicitáxis.
Tratam-se de triciclos adaptados com um espaço traseiro coberto para levar os passageiros. Ideal para curtas distâncias, o veículo pode circular pela ciclo rota, além de ser mais barato que o taxi convencional e não poluir o meio ambiente.

Comportamento: 10 Regras de etiqueta nas ciclovias

Movimentos bruscos e ultrapassagens arriscadas são gafes que podem levar a acidentes em ciclofaixas e ciclovias.


Basta sair o sol nos fins de semana que as bicicletas saem às ruas. Estruturas como a ainda tímida malha cicloviária da cidade de São Paulo lotam. As bicicletas, frequentes em parques como o Ibirapuera e o Villa-Lobos, tomaram as ruas quando iniciativas como a Ciclofaixa de Lazer, interligando parques da cidade de São Paulo, passaram a funcionar. O fluxo de ciclistas é enorme: são mais de dez mil pessoas pedalando nos 45 quilômetros a cada domingo de sol.
Outras estruturas como a Ciclovia Marginal Pinheiros e a malha de ruas que forma a Ciclo Rota de Lazer também lotam nos fins de semana e feriados. Por serem regiões com sinalização que torna a bicicleta mais visível para motoristas, costumam ser as preferidas para os iniciantes, além de caminhos naturais para quem já usa a bike para se locomover pela cidade.
Aline Cavalcante, ciclista urbana e integrante do coletivo Pedalinas, é usuária frequente da ciclofaixa. “Pedalo ali pelo menos duas vezes por mês. Já levei iniciantes e recomendo para todos que me pedem dicas para começar a pedalar na cidade. É um ótimo lugar para começar a ouvir o barulho do asfalto, sentir os carros passando pertinho, perder o medo, ganhar confiança.” 
Na adaptação a esses novos espaços, podem haver incidentes. O comerciante Alexandre Tamashiro, 37 anos, pedala como meio de transporte e já tomou um tombo feio na ciclofaixa de lazer. “Fui desviar de uma moça que estava em ziguezague, e saí da ciclofaixa. Atropelei o cone e fui para o chão. Bati a cabeça, me ralei bastante, mas não foi nada grave”, diz. “O ideal era que ela não pedalasse em ziguezague e que eu estivesse mais devagar”, reconhece Alexandre.
Ciclistas experientes sabem que há regras de etiqueta para aproveitar a bicicleta ao máximo sem sustos e com segurança. “Não podemos transpor o mau comportamento que se tem no trânsito entre carros, para a ciclofaixa, entre bicicletas. Estamos lidando diretamente com o corpo das pessoas, diferentemente do carro que possui uma carcaça que protege o condutor”, reforça Aline.
Por isso, revise a bike e siga as dicas para cair no asfalto:
1. É fundamental prestar atenção e sempre evitar movimentos bruscos. “Fique atento à aproximação de outros ciclistas e seja sempre gentil: agradecer, pedir licença, pedir desculpas caso cometa alguma falha”, recomenda Aline.
2. Não existe uma velocidade padrão. “O ideal é acompanhar o fluxo, sem ir nem muito acima nem abaixo do ritmo de quem está próximo”, diz o ciclista Rafael Marcos de Moura Donato, assessor técnico da Secretaria Municipal de Esportes da prefeitura de São Paulo.
3. Quem quer fazer um treino de velocidade deve considerar outros locais. “Há muita gente de todas as idades circulando. Quanto maior a velocidade, maior o risco de causar um acidente grave”, lembra Aline. Boas opções para quem quer treinar são usar a via cedo, quando ela está mais vazia, a Ciclovia da Marginal do Pinheiros, ou se juntar aos pelotões que treinam em estrada ou na Cidade Universitária. 
4. Ao ultrapassar, o ciclista deve sinalizar. “Vale buzina, voz ou um apito bem levinho, para não assustar”, explica Rafael. Use expressões como “com licença”, “passando pela esquerda” ou “passando pela direita”. “É muito chato quando um ciclista te ultrapassa tirando fina, sem avisar e colocando todos em risco”, diz Aline.
5. Nunca pare sem avisar! “Tire uma mão do guidão, e faça o gesto de subir e descer a mão, para indicar que está reduzindo”, orienta Rafael. Evite atrapalhar o fluxo para atender o celular e resolva qualquer problema na bike no canteiro central.
6. Não tem problema pedalar em pares, desde que não travem a passagem, explicam os especialistas. “Deixe sempre espaço do lado e preste atenção nos avisos das pessoas”, orienta Aline. “Ao perceber que alguém quer ultrapassar, fique em fila única”, completa Rafael. “Quando for ultrapassar uma dupla, avise se vai pelo canto ou pelo meio – para que as pessoas mantenham suas posições e não façam movimentos bruscos!”, diz Aline. 
7. Em família, a composição ideal é que os mais velhos abram e fechem a fila, deixando crianças no meio, em fila indiana. Oriente os pequenos a sinalizar também.
8. Evite correr a pé nas vias destinadas à bicicleta. “Como as velocidades são muito diferentes, o risco de acidentes é maior. Se tem tantos lugares para correr, porque entrar no lugar exclusivo para bicicleta?”, questiona Rafael. 
9. “Contramão na ciclofaixa, nem para ultrapassar. O risco de acidente é muito alto”, afirma o consultor. 
10. Fones de ouvido não são proibidos, mas não são recomendáveis. “Atrapalha a percepção. Você não percebe quem está pedindo passagem”, diz Rafael.