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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Brasil Ride cresce e chega a região Sul do Brasil com o Warm Up Santa Catarina

Edição inédita do evento será realizada nos dias 6 e 7 de agosto, com disputas em Florianópolis e São Pedro de Alcântara

Largada da Brasil Ride
Foto: Christian Correa / Brasil Ride
Com a intenção de estar cada vez mais presente no território nacional, a Brasil Ride, em seu sétimo ano de história, traz uma novidade para os amantes do ciclismo. Após a realização da quarta edição do Festival Warm Up Botucatu, em maio, a organização da maior ultramaratona de MTB das Américas anuncia seu mais novo desafio: o Warm Up Santa Catarina, nos dias 6 e 7 de agosto. Enquanto o Resort Costão do Santinho, em Florianópolis, sediará a abertura da pró no sábado (6), no domingo (7) será vez do município de São Pedro de Alcântara receber o segundo dia da pró e também a categoria sport.

"Entendemos que este era o momento de fincar a bandeira da Brasil Ride na região Sul do Brasil. Após a quarta edição do Festival Brasil Ride Botucatu, com um crescimento de 20% no número de participantes em relação à edição do ano passado, sentimos que estava na hora de expandir a realização no território brasileiro do evento, que em outubro chegará a sua sétima edição no estado da Bahia, desta vez na Costa do Descobrimento, em Arraial D'Ajuda", conta o fundador da Brasil Ride, Mario Roma.

Mantendo o padrão de organização responsável por construir uma imagem de referência em eventos de ciclismo, o primeiro dia terá no mountain bike a categoria pró, com largada e chegada no início da tarde no Resort Costão do Santinho, patrocinador principal do Warm Up Santa Catarina, onde os ciclistas pedalarão por 16 km com altimetria de 200 metros. No dia seguinte, o desafio será intenso, com início de manhã e o término no meio da tarde em São Pedro de Alcântara. Enquanto a categoria sport contará com 60 km e 2.000 metros de ascensão acumulada, na pró os atletas enfrentarão 108 km, com a altimetria de 3.719 metros.

Inscrições disponíveis - Os interessados em participar da inédita competição em Santa Catarina já podem garantir sua participação no site oficial, Clique aqui. Na sport, o valor varia entre R$ 150,00 - até o dia 20 de junho no valor do primeiro lote - e R$ 300,00 no quarto lote. Já a pró conta com diferentes pacotes, entre eles: Pró Completo, Pró Completo + Unidas, Pró Local e Pró Finisher. Todos os valores estão detalhados no site na área de inscrição.

Fonte: ZDL Comunicações

Conheça o Speed!

Foto: Caloi
Se você procura o melhor aproveitamento de seu desempenho em cima do selim, você provavelmente já pensou em pedalar uma bike de Speed. Os modelos Speed foram projetados para aqueles que querem atingir maior velocidade com menor esforço e percorrer distâncias mais longas num tempo muito mais curto. Numa bicicleta Speed, o desperdício de energia é mínimo, pois a geometria desse modelo aumenta o aerodinamismo. O resultado é o aproveitamento otimizado do esforço físico do atleta. Além disso, as Speed atuais contam com a tecnologia presente na fibra de carbono, que torna a bicicleta muito mais leve e resistente.

Projetada para uso em vias pavimentadas (asfaltadas), as bikes Speed impressionam pela velocidade. Com pneus finos que utilizam uma calibragem alta para o menor atrito com o solo, uma Speed potencializa o deslizamento nas pistas. Essa performance pode ser vista nas principais competições de ciclismo de estrada do mundo, as voltas européias: Le Tour de France, prova mais importante e prestigiada do ciclismo mundial, que ocorre todo mês de julho na França; o Il Giro d'Italia, em maio e junho, também tradicional entre os ciclistas profissionais; e a Vuelta a España, realizada entre agosto e setembro. Também são provas clássicas os campeonatos mundiais de estrada e de contrarrelógio individual (prova em que os competidores largam individualmente, um por um, e o que fizer o percurso em menor tempo é o vencedor).

Alguns ídolos internacionais da atualidade são referência do que uma bike Speed pode proporcionar. Entre eles, o norteamericano Lance Armstrong, sete vezes campeão do Tour de France, após uma dura batalha contra o câncer; o australiano Cadel Evans, campeão mundial atual de ciclismo de estrada; o suíço Fabian Cancellara, campeão mundial de contrarrelógio individual-CRI; o espanhol Alberto Contador, campeão do Tour de France; e o italiano Ivan Basso, campeão do Giro d'Itália.

No Brasil, as corridas mais tradicionais no ciclismo de elite (categoria profissional) são a Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo ou Tour do Brasil, o Tour de Santa Catarina, a Copa América de Ciclismo, a Prova Ciclística Internacional 9 de Julho e o Campeonato Brasileiro de Ciclismo. O catarinense Murilo Fischer, que compete pela equipe norteamericana Garmin Transitions, é destaque entre os ciclistas do Brasil na atualidade, acumulando os méritos de ser o atual campeão brasileiro, o único brasileiro a competir profissionalmente na Europa atualmente e o primeiro ciclista brasileiro a terminar duas grandes voltas - o Tour de France e o Giro d'Italia.

Fonte: www.caloi.com

Dicas para ir trabalhar de bike


No seu ambiente de trabalho, você já observou admirado algum colega que se desloca de bicicleta regularmente? Você já pensou em se deslocar de bicicleta de casa para o trabalho, mas não sabe como começar? A bicicleta ajuda a economizar dinheiro com combustível, condução e, ainda por cima, queima algumas calorias extras.

Então por que não começar a pedalar? Não precisa fazer todo o trajeto de sua casa ao trabalho de uma única vez, assim como não precisa fazer todos os dias.

Para ajudar, seguem algumas dicas iniciais e importantes para ir trabalhar de bike!

1. Comece com uma frequência possível.

Você planeja ir trabalhar todos os dias de bicicleta, mas esta meta pode ser alcançada imediatamente? Comece indo de uma a três vezes por semana. Alcançando o sucesso, adicione novos dias para se deslocar com a bike.

2.  Use sempre o capacete.

No caso de um acidente, você quer proteger sua cabeça e aquelas ideias maravilhosas dentro dela.

3. Use roupas que podem ser facilmente vistas pelos motoristas.

Se for pedalar no início da manhã ou no final do dia, use equipamentos reflexivos e coloque luzes piscantes atrás e na frente da bicicleta. Utilize roupas claras e, se possível, reflexivas que facilitam a visão dos motoristas. Levar na  mochila ou bagageiro sua roupa de trabalho, pode ser uma solução simples. Hoje, muitas empresas disponibilizam vestiários para poder tomar banho e se aprontar para o expediente.

4. Considere shorts de ciclismo.

Se você fizer um trajeto de 20 a 30 minutos, será mais confortável utilizar um short para ciclismo. Eles são feitos para eliminar as costuras que incomodam. Pressão e fricção podem causar grande desconforto quando pedalamos distâncias mais longas.  Short de ciclismo utilizado sem roupas intimas, aumentam muito o conforto.

5. Fazer o trajeto no fim de semana.

Se você tem dúvidas sobre o trajeto e quanto tempo irá gastar, faça um teste no fim de semana. Ande em um ritmo fácil, mas ao mesmo tempo que caiba no horário que irá cumprir na semana. Treine até estar confiante.

6. Encontre rotas com menos tráfego.

Você  pode, inicialmente, traçar um roteiro mais longo e, com isso, se acostumar com o trânsito e percurso que terá que enfrentar no dia a dia. Utilizar ciclovias sempre é uma solução confiável e segura.

7. Saiba como arrumar um pneu.

Se você ainda não sabe como fazê-lo, pesquise vídeos na internet e veja como é simples não ficar na mão.

8. Sempre à mão

Leve um telefone celular para pedir ajuda se você tiver problemas mecânicos significativos.

9. Leve suas roupas para o trabalho no dia anterior ao de iniciar a pedalar.

Se vai trocar de roupas ao chegar no trabalho, leve no dia anterior para facilitar a transição. Com o tempo, descobrirá outras formas melhores para se adaptar.

10. Esteja alerta para os carros estacionados.

 Observe se há pessoas no carro que podem estar se preparando para abrir a porta sem olhar.

Se a decisão for por pedalar, você vai se deparar querendo mais. Muitos ciclistas que se deslocam para o trabalho regularmente, o fazem com orgulho e grande satisfação pessoal, obtendo ganhos maiores que os financeiros.

Aprecie sua pedalada!

Fonte: revista bicicleta por Nelson Carvalho

terça-feira, 21 de junho de 2016

Nós somos a mobilidade!

Você já pensou em como suas escolhas e atitudes influenciam na dinâmica da cidade em que você vive?

Há um consenso de que o trânsito nas grandes cidades brasileiras está mais complicado a cada dia. O assunto aparece em todas as rodas de conversa enquanto, o tempo perdido em congestionamentos segue aumentando – só no Rio de Janeiro, 53% dos motoristas afirmam perder até três horas por dia no trânsito da capital, de acordo com dados de uma pesquisa feita em 2009. Mas o que cada um de nós está fazendo para mudar essa realidade?

A mobilidade urbana, o modo e a velocidade com que nos deslocamos, determina uma parcela significativa de nossas vidas. Da hora de sair de casa de manhã ao restaurante onde vamos almoçar ou o passeio do fim de semana: direta ou indiretamente, tudo considera o meio de deslocamento, a distância e o tempo que vamos levar. E os resultados podem ser vistos nas ruas das cidades, todos os dias.

Sendo assim, por que não fazer uma escolha diferente?

Andar a pé e usar a bicicleta podem ser ótimas opções para driblar o estresse e o tempo perdido no trânsito. Optando por uma dessas alternativas, além de melhorar sua saúde e a dos outros, diminuindo a fumaça e o barulho, você conhece melhor sua cidade. Quem caminha sabe que, mesmo repetindo o trajeto, há sempre um detalhe novo que não havia sido percebido antes.

O transporte coletivo também é uma opção válida: um ônibus ocupa o espaço equivalente a três carros e leva pelo menos dez vezes mais pessoas. Além disso, utilizar o transporte público contribui significativamente para a redução de congestionamentos e da emissão de gases poluentes. Outra alternativa são as caronas. Você já reparou, quando espera o sinal abrir para atravessar uma rua, em quantos carros passam com apenas uma pessoa dentro? E se metade deles fosse ou desse uma carona para o vizinho ou colega de trabalho?

Uma cidade é o reflexo de sua população. São pequenas atitudes individuais que, se somadas e compartilhadas, podem resultar em mudanças grandes. A mobilidade urbana é uma questão de planejamento urbano e políticas de governo, mas também de consciência e escolha pessoal de cada um de nós.

Abaixo, alguns sites com ideias bacanas para a mobilidade:


  • Trânsito Ideal
  • Mobilidade Humana
  • Cidades para pessoas
  • Vá de Bike!
  • Caronas
  • Fonte:www.thecityfixbrasil.com

    Cãibras inimigas dos ciclistas

    Confira esse artigo que vai dar dicas de como evitar as famosas cãibras que aparecem sempre nos momentos mais impróprios:


    As cãibras são contrações musculares súbitas e involuntárias que provocam dores. Elas ocorrem em maior frequência nos músculos da perna, principalmente na panturrilha.

    O aparecimento de cãibras é muito comum e pode ocorrer durante ou após a prática de exercícios intensos, ou até mesmo em repouso. Muitas pessoas acreditam que as cãibras são causadas somente pela falta de potássio no corpo (e que comer bananas é suficiente para evitá-las). Porém, a falta de potássio corresponde a uma fração muito pequena dos fatores que levam ao aparecimento de cãibras.

    Você sabe o que pode causá-las?

    1. Quando realizamos um exercício físico muito intenso, o corpo acumula algumas substâncias que podem causar cãibras.

    2. O aumento da temperatura do ambiente pode provocar as “cãibras induzidas pelo calor” por elevação da temperatura corporal. Isso acontece geralmente com pessoas que treinam ao ar livre nos dias de verão. No frio, as cãibras podem ocorrer por causa da má circulação s

    anguínea.

    3. A desidratação é um dos fatores considerados mais importantes para o aparecimento de cãibras. A falta de água prejudica todas as funções do corpo e pode fazer com que o músculo tenha contrações involuntárias. Além disso, ela também está relacionada à falta de sódio e potássio perdidos no suor.

    4. Não é o potássio, mas sim o sódio, ou a falta dele, que está por trás de muitas cãibras. Isso ocorre porque ele participa da contração muscular e, quando suamos muito e não fazemos sua reposição corretamente, prejudicamos toda a ação muscular.

    5. O potássio pode causar algumas cãibras, uma vez que também está associado à contração muscular, porém, nenhum estudo mostrou que ele seja um fator decisivo e único.

    6. A falta de cálcio têm sido apresentada como um dos fatores importantes para o aparecimento de cãibras. Assim como o sódio, ele tem papel decisivo na contração muscular e sua falta pode prejudicar todo o mecanismo, gerando contrações involuntárias.

    7. Fazer treinos muito puxados e não descansar corretamente também está na lista dos fatores que provocam cãibras. Quando a musculatura está muito cansada, ela não consegue trabalhar direito.

    Qualquer que seja o motivo causador das cãibras, elas são doloridas, podem prejudicar a performance e até levar a lesões mais graves como estiramentos. Portanto, o ideal é tentar evitá-las. Para isso, aqui vão algumas dicas:

    • Beba muito líquido antes, durante e depois do exercício.
    • Consuma bebidas isotônicas após treinos longos e cansativos para garantir a reposição dos minerais perdidos no suor.
    • Consuma frutas e verduras variadas durante o dia. Somente com a ingestão de vitaminas e minerais garante o equilíbrio dessas substâncias no organismo.
    • Não esqueça de alongar-se adequadamente após os treinos.
    • Descanse o tempo suficiente depois de um treino forte.

    Fonte: Ciclismo BR
    Carolina Carnevalli
    Nutricionista Funcional
    CRN 3 20256
    carolina@ciclismobr.com.br
    Imagem: Portal São Francisco.

    Northwave - O novo sistema de fechamento das sapatilhas


    O SLW2 é o único mecanismo no mercado para permitir passo a passo a abertura completa por meio do uso de um botão apenas, dando a oportunidade a qualquer atleta de apertar ou alargar, ajustando de uma maneira extremamente rápida e fácil. Aperte para liberar o sistema micrométrico e levante para abrir completamente a sapatilha. Simples assim!

    Além disso, o sistema SLW2 é utiliza cabeamento facilmente substituível, o mesmo usado empregado em navegações do tipo vela, o que diz muito sobre o sistema, resistente e confiável mesmo sobre forte stress.

    Grandes nomes do ciclismo mundial e nacional, assim como Henrique Avancini, usam sapatilhas da Northwave , os produtos da marca são importados e distribuídos pela Total Maxparts e já são facilmente encontrados em várias bikes shops por todo Brasil.


    Fonte:  Revista Bicicleta

    sábado, 4 de junho de 2016

    Ciclismo e Dor nas Costas


    Se cada parte do nosso corpo – o pulmão, as pernas, o coração – fosse parte de uma equipe de ciclismo nossa coluna seria o gregário, porque ela faz um esforço tremendo para contribuir para nosso sucesso mas raramente recebe algum crédito por isso. Como muitos gregários o conjunto de ossos, músculos ligamentos e nervos faz um trabalho tremendo, mas só recebe nossa atenção quando ela reclama.

    Infelizmente isso acontece mais do que deveria. Estudos indicam que de cada 10 ciclistas, 8 sentem dor nas costas em algum grau, variando de um ligeiro desconforto para uma dor muito intensa.E o pior de tudo é que o ciclismo é um dos melhores esportes para a saúde da coluna. O ciclismo estacionário (realizado em bicicletas ergométricas) faz parte do processo de reabilitação de lesões da coluna.

    Mesmo durante as pedaladas na trilha a coluna não sofre muito impacto, não sofre sobrecarga com peso excessivo ou realiza movimentos bruscos de rotação, ao contrário de outros esportes como a corrida, o tênis ou o futebol.

    Por que então as dores nas costas acontecem? Por que o ciclismo usa a coluna de uma maneira que ela não foi projetada para atuar, já que a coluna foi projeta para atuar na posição vertical.

    Enquanto pedalamos a coluna desempenha basicamente 3 funções:

    • Melhora o movimento de pedalada: enquanto pedalamos a coluna controla o movimento da pelvis, o que se não ocorresse iria fazer com que nosso quadril ficasse mexendo de um lado para o outro desperdiçando a energia dos músculos.
    • Melhora a respiração: uma postura alinhada favorece o trabalho do diafragma. Enquanto uma má postura com a musculatura do core fraca prejudica o trabalho dos músculos respiratórios.
    • Melhora a posição aerodinâmica: ao adotar uma posição mais lançada, tal qual quando pedalamos no clip ou seguramos na parte de baixo do guidão de ciclismo.

    A boa notícia é que os cientístas afirma que 97% dos casos de dor nas costas durante as pedaladas são decorrentes do mal posicionamento na bike e do excesso de treinamento. Veja nossas dicas para pedalar sem dor:

    • Faça um Bike Fit: é de extrema importância o ajuste correto do equipamento às suas necessidades: altura do selim, altura e largura do guidão, posicionamento dos tacos da sapatilha, distância entre o selin e o guidão e inclinação do selin são os principais pontos a serem observados. (Entre em contato para agendar o seu Bike Fit)
    • Acostume-se gradualmente a bicicleta: se você sente dor, experimente reduzir seu volume de treinamento em 20% até que a dor passe. Uma vez sem dor, evite incrementos semanais maiores que 10% no volume total do seu treino. Leia também A regra dos 10% no treinamento Esportivo!
    • Pedale em marchas mais leves: ao pedalar numa relação muito pesada solicitamos os glúteos, os eretores da coluna, os abdominais oblíquos. Tais músculos são ótimos para exercerem muita força por um curto período de tempo, mas eles não foram projetados para trabalharem por um período longo. Uma vez cansados esses músculos deixam de exercer sua função postural e de estabilização o que gera dores na coluna.


    • Evite pedalar nas subidas todos os dias: Muita subida afeta suas costas da mesma maneira que pedalar em marchas pesadas. Se você morar em uma região montanhosa, troque a relação de sua bicicleta.
    • Evite pedalar no clip: nossa coluna foi projetada para absorver e dissipar impactos na posição vertical, no clipe adotamos uma posição horizontal. Adapte-se ao clipe gradualmente e capriche nos alongamentos dos isquitibiais (musculos posteriores da coxa) e da musculatura paravertebral.
    Fonte: espiritooutdoor.com por Rodrigo Langeani

    Empreendedores esperam faturar R$ 2 mi com entregas de bike

    André Biselli e Victor Castello Branco, fundadores da startup Courrieros,
    que faz entregas de bike
    Pedalar sempre foi uma paixão para Victor Castello Branco, de 27 anos. Agora, tornou-se também um negócio. Ele é um dos fundadores da startup Courrieros, que faz entregas de bicicleta em São Paulo e no Rio de Janeiro e espera faturar algo em torno de 2 milhões de reais em 2016. Nada mal, hein?

    A ideia do negócio surgiu a partir da frustração com o serviço de entregas via motoboys, usado pelo escritório em que Castello Branco trabalhava como administrador. “Um dia, o motoboy se atrasou muito, eu precisava enviar documentos e acabei eu mesmo levando de bike. Me surpreendi com o tempo que demorei, muito menos do que ele”, conta o empreendedor.

    Um tempo depois, Castello Branco teve contato com uma empresa que faz entregas de bicicleta nos Estados Unidos e percebeu que o negócio poderia dar certo no Brasil. Em 2012, ele e seu sócio, o advogado André Biselli, decidiram tirar a empresa do papel. Para o pontapé inicial, cada um investiu 20 mil reais do próprio bolso.

    Entregadores

    Uma das principais questões para a Courrieros era como ser mais atrativa do que os serviços de entrega já existentes. A resposta encontrada parece óbvia, mas não é – eles decidiram investir no funcionário.

    Para se tornar um entregador da Courrieros, é preciso passar por um teste rigoroso que analisa a habilidade do candidato em pedalar e se achar pela cidade, o que exige fôlego e senso de direção. Depois de selecionado, o entregador recebe um treinamento de mecânica, atendimento ao cliente e segurança no trânsito.

    “Desde o início quisemos investir no funcionário. Hoje temos 73 entregadores, todos são CLT e metade são jovens que não têm formação superior e estavam sem oportunidade de trabalho. Formamos esses jovens para que eles saiam melhores do que entraram”, afirma Castello Branco.

    “Hoje existe essa uberização dos serviços, mas nós não seguimos esse movimento. Somos responsáveis por nossos entregadores, inclusive para garantir a segurança dos clientes”, completa o empreendedor, citando a forma de trabalho adotada pelo aplicativo Uber, em que os motoristas não têm vínculo empregatício com a empresa.

    Faturamento

    A preocupação em garantir boas condições para os entregadores e o apelo ambiental do serviço já renderam uma série de prêmios à Courrieros. No ano passado, a startup foi eleita pelo sistema B uma das empresas que fazem melhor para o mundo. No mês passado, a empresa foi uma das convidadas para participar do Better Brands, evento na Suécia sobre sustentabilidade e construção de marcas.

    Mas não é só de boas intenções que é feita a Courrieros. Com quatro anos de vida, a startup também apresenta resultados financeiros e tem crescido de forma invejável em meio à crise econômica.

    No primeiro mês de atuação, foram feitas 212 entregas, gerando faturamento 4 mil reais. “Eu mesmo entregava”, lembra Castello Branco. Agora, são cerca de 9 300 entregas por mês (dados de maio). O faturamento em 2015 ficou em torno de 900 mil reais e, com o crescimento observado até agora, a expectativa é chegar aos 2 milhões de reais em 2016.

    Carros elétricos

    A empresa atende entregas de escritório (seu foco inicial), restaurantes e drogarias delivery e, mais recentemente, e-commerces. Um dos seus maiores clientes é a Netshoes.

    Graças ao aumento do número de clientes, o serviço hoje chega a ser mais barato que o de empresas de motoboys, o que ajudou a Courrieros a crescer na crise. Outro atrativo é a pegada sustentável garantida pelo serviço, que fornece um relatório de poluentes não emitidos com a escolha da bike.

    Com o aumento da demanda, a empresa reforçou sua frota com motos elétricas e carros. Castello Branco explica que os veículos são usados para buscar lotes maiores e levá-los até o a base da startup, de onde saem os ciclistas. Para o futuro, os planos são comprar carros elétricos e expandir para outras cidades. Entre as possibilidades estão Recife e Porto Alegre.

    Fonte: Exame.com por Mariana Desidério

    sexta-feira, 3 de junho de 2016

    CICLO VÍDEO: Nino Schurter mostra treinos para ganhar resistência

    De hardtail, Nino festeja sua vitória em Albstadt

    Foto: © Bartek Wolinski/Red Bull Content Pool
    Resistência, planejamento, treino e descanso. Essas são os termos que mais aparecem no Capítulo 11 da web-série “N1NO – The Hunt for Glory” (Caminho para a Glória), estrelada pelo campeão mundial e da Copa do Mundo, o atleta Scott Nino Schurter, e já disponível no canal Scott Brasil do YouTube.

    No vídeo, o suíço mostra o seu planejamento e rotina de treinos durante a temporada de 2016, ano em que acontece os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Desde os períodos de descanso, passando pelos treinos leves, até chegar nas sessões mais intensas sobre a bicicleta.

    Outro destaque é a abordagem que retrata também treinamentos específicos e o fato de Nino praticar outros esportes com objetivo de manter seu preparo físico e mental, além do desempenho.

    Entrevista com Thomas Frischknecht

    O capítulo ainda conta com a participação de Thomas Frischknecht, três vezes campeão da Copa do Mundo de Mountain Bike e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta, em 1996. Oficialmente fora das pistas, Frischknecht é diretor da equipe Scott Odlo MTB Racing.

    Quer saber o que dois dos maiores ciclistas da história disseram? Confira no Capítulo 11 da web-série N1NO – The Hunt for Glory.

    Veja o vídeo abaixo:

    Pesquisa Nacional Perfil do Ciclista


    Dados e conhecimento da realidade são ferramentas essenciais para o planejamento urbano. Em 2015, a Transporte Ativo, juntamente com o Observatório das Metrópoles e outras organizações do país, realizou uma pesquisa inédita no Brasil com o objetivo de conhecer quem são os ciclistas brasileiros e quais suas motivações para pedalar na cidade.

    Desenvolvida com o intuito de fornecer subsídios para que as organizações envolvidas, gestores públicos e demais pessoas interessadas desenvolvam uma agenda de ações para promoção do uso da bicicleta, a Pesquisa Nacional Perfil do Ciclista foi realizada em 10 diferentes cidades brasileiras, revelando características locais e um breve panorama nacional.


    Foram entrevistados 5.012 ciclistas em dez cidades das diferentes regiões brasileiras: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Para isso, foram a campo, durante os meses de julho e agosto de 2015, mais de 100 pesquisadores.



    No Brasil, mais de 70% dos usuários da bicicleta como meio de transporte a utilizam cinco ou mais dias por semana, 37,3% utilizam a mais de cinco anos e 42,9% a utilizam por ser mais rápido e prático. Dentre os principais problemas enfrentados pelos ciclistas do Brasil estão falta de respeito dos motoristas, falta de infraestrutura adequada e falta de segurança no trânsito

    Fonte: Revista Bicicleta por Blé Binatti

    A jaqueta que toca música e navega por GPS

    Imagine poder controlar seu smartphone e seus apps favoritos com um simples toque na manga da jaqueta enquanto você pedala.

    Foto: Reprodução / Divulgação
    Ficção científica? Talvez, mas logo será um fato científico em forma de uma jaqueta da Levi´s, denominada Commuter Trucker, feita com auxílio da divisão de Projetos e Tecnologias Avançadas da Google (ATAP´s), codinome Projeto Jacquard.

    O Projeto Jacquard é desenhado para tornar possível o toque em tecidos e gestos interativos em qualquer tecido usando fabricação padrão. Por combinar finos fios metálicos juntos com fios comuns, como algodão e seda, a vestimenta pode se tornar inteligente de forma quase invisível.

    Cérebros removíveis

    Os processadores ficam escondidos em chips menores do que um botão de um casaco, que podem ser removidos quando a roupa precisar ser lavada. O resto da jaqueta pode ser lavada sem problemas, dizem os desenvolvedores – apesar de que provavelmente você não querer pegar uma trovoada.

    Esses minúsculos dispositivos eletrônicos sentem interatividade dos toques, e os dados dos gestos são transmitidos sem fio para fones ou outros dispositivos para controlar uma larga gama de funções, conectando o usuário com serviços on-line, apps e funções do fone. Assim, você pode estar pedalando e receber pela entrada tátil que caminho tomar, ou receber um alerta de chamada de telefone.

    Copiloto da sua vida?

    “Todo mundo sabe que navegar pela tela do smartphone enquanto pedala por uma cidade movimentada não é fácil – ou particularmente, nem sequer uma boa ideia”, disse Paul Dillinger, cabeça da inovação global de produtos da Levi’s Strauss & Co. “Essa jaqueta ajuda a resolver aqueles desafios da vida real por se tornar o copiloto da sua vida, tanto a borda da bike como fora dela.”

    A nova Levi’s Trucker é a primeira peça de roupas inteligentes produzida sob o Projeto Jacquard, e estará à venda no verão de 2017 – preço ainda não confirmado, embora provavelmente será bem acima da jaqueta Commuter Trucker normal.

    Há alguns boatos de que haverá versões de testes (beta) disponíveis no final do ano.

    Fonte: BikeRadar