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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Reportagem da Band sobre bicicleta - 2a Parte

Série: conheça os "bikeangels" que traçam as rotas mais seguras de bicicleta



Cresceu muito o número de pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia. Assim, surgiram os "bikeangels", que ajudam osususários da bicicleta a preservar sua segurança no trânsito de São Paulo.

A Sustentável Leveza da Bicicleta


Video: A sustentável leveza da bicicleta
Direção de Arte: Giullia Paulinelli
Roteiro: Giullia Paulinelli; Carolina Gonzalez
Trilha: Days I Had With You - King Of Conveniance
Colaboração: Claudia Puccetti; Vini Ferez; Digão

Ciclistas pedem vez no Recife

Grupo vai pedalar 15 quilômetros, nesta sexta-feira à noite, para reivindicar estrutura e sinalização das faixas reservadas a bicicletas

Evento
Evento "Conheça o Recife pedalando", no mês passado
Na última sexta-feira (24), um grupo de ciclistas ganhou as ruas do Recife para reivindicar espaço para as bicicletas. Pelo menos 50 pessoas pedalaram para exigir um trânsito mais democrático, no qual pequenos e grandes possam atuar com harmonia. Brigaram por mais infraestrutura cicloviária não só no Recife, mas na Região Metropolitana, que dispõe de uma malha deficiente e sem continuidade, que não ultrapassa 30 quilômetros. Foi o movimento chamado Bicicletada Recife, que na capital acontece há três anos, sempre na última sexta-feira de cada mês.

"O movimento existe há mais de duas décadas, em mais de 350 cidades do mundo. No Brasil, acontece há cinco anos, em mais de cem cidades. Queremos divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso dela e chamar a atenção da população para o fato de ser ecológica e sustentável. Cobramos respeito dos motoristas com os ciclistas e pretendemos mostrar que o trânsito é feito de vários integrantes, sendo possível se conviver com harmonia", explica um dos participantes, o biólogo Lúcio Flausino.

A concentração para a Bicicletada Recife começou às 18h, na Praça do Derby. Às 19h30 o grupo saiu pedalando pelo Recife. O percurso foi definido na hora. Os organizadores explicaram que qualquer pessoa, de qualquer idade, acostumada a pedalar ou não, pode participar porque o trecho não ultrapassará 15 quilômetros e a velocidade será baixa. Este mês o movimento completou três anos.

No Recife, a Bicicletada tem fortes motivos para acontecer. A malha cicloviária da cidade, assim como a do Grande Recife, reflete a falta de prioridade do poder público aos ciclistas. Quem precisa ou optou por se deslocar de bike tem que se espremer no canto das ruas, em meio aos carros. Briga por espaço. Os ciclistas são tão ou mais esquecidos que os ônibus nas ruas da Região Metropolitana.

Oficialmente, existem sete equipamentos voltados para a bicicleta no Grande Recife, cinco deles na capital. Mas, na prática, apenas 10 quilômetros podem ser definidos como ciclovias por estarem, de fato, separados fisicamente dos veículos. São os equipamentos da orla de Boa Viagem, com 8,5 quilômetros, e da Avenida Norte, com 1,5 quilômetro. Mesmo assim, os dois têm problemas de manutenção e traçado. O restante é ruim e não pode sequer receber a denominação de ciclovia, ciclofaixa ou faixa compartilhada. Está destruído, obstruído e sem sinalização. A descontinuidade é outro problema. "Entendemos que não é possível colocar ciclovia em todo lugar. Às vezes uma ciclofaixa ou uma faixa compartilhada funcionam melhor. Mas a maioria dos equipamentos liga nada a lugar nenhum", reclama Lúcio Flausino.

A restrita malha cicloviária também não tem manutenção. A Ciclovia Tiradentes, que tem esse nome mas não passa de uma faixa preferencial em Afogados, Zona Oeste do Recife, está apagada há cinco anos. Só restaram as placas nos postes e uma ou outra marca de pintura. "Quando havia pintura já era ruim. A maioria dos carros nem sabe que um dia existiu espaço para ciclista aqui", critica o entregador Eduardo Dias.

"É melhor andar na rua. Eu passo todo dia ao lado de uma ciclovia que não tem continuidade e vive ocupada por vendedores", reclama o repositor Cláudio Guilhermino, numa referência a uma ciclovia com menos de um quilômetro ao lado do Fórum do Recife, na Ilha Joana Bezerra, área central. De tão abandonado, muita gente nem percebe o equipamento. A Prefeitura do Recife garantiu que quatro das cinco ciclovias da cidade serão recuperadas em breve.

Hora de acordar para a bicicleta

A consciência de que as bikes são um meio de transporte eficiente, ideal para grandes cidades e benéfico para o ambiente se espalha pelo mundo

Bicicletário lotado
Bicicletário lotado
Embora muitos brasileiros relacionem sofisticação à posse de automóveis, é a bicicleta que ganha terreno como símbolo de desenvolvimento. A circulação maciça sobre duas rodas em cidades do Primeiro Mundo, onde a alternativa chega a ser oferecida quase de graça à população, demonstra que pedalar se consolidou como um modo de vida nas nações mais civilizadas.

Uma das razões para isso é que as principais cidades desses países enfrentaram antes dilemas como falta de espaço, problemas de trânsito e excesso de poluição – elementos que os porto-alegrenses discutem desde ontem até domingo no Fórum Mundial da Bicicleta. Conforme a diretora de projetos e operações da ONG Embarq Brasil, Daniela Facchini, o uso das bicicletas já faz parte da cultura da população, principalmente na Europa.

– Aqui, o carro ainda é visto como símbolo de status. Lá, há uma conscientização sobre questões como trânsito e ambiente, que começa nas escolas – afirma.

Essa relação se reflete em números. As 20 cidades consideradas mais favoráveis ao uso da bicicleta, de acordo com relatório da consultoria dinamarquesa Copenhagenize, estão em países com PIB anual per capita médio de US$ 36 mil – enquanto a cifra mundial é três vezes menor.

Em comparação ao topo da lista, percebe-se o quanto Porto Alegre está distante. Enquanto a primeira colocada, Amsterdam, na Holanda, tem mais de 400 quilômetros de ciclovias, a Capital soma cerca de oito quilômetros – 50 vezes menos. Mas a infraestrutura necessária para que se use a bicicleta como meio de transporte – e não apenas de lazer – é bem mais complexa.

– São necessários estacionamentos próprios, tanto em pontos de conexão com outros meios de transporte, quanto nos locais de trabalho – sustenta Daniela.

As vantagens de se deslocar sobre duas rodas de forma rotineira, conforme o professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) João Fortini Albano, são inúmeras. No espaço onde cabe um carro, é possível estacionar 10 bicicletas. Em distâncias de 400 metros a 1,5 quilômetro em grandes cidades, o trajeto é percorrido mais rapidamente sobre duas rodas. E tudo isso sem impacto ambiental – a cada 5 mil bicicletas em circulação, deixam de ser lançadas 6,5 toneladas de poluentes na atmosfera.

Essas comparações estimulam projetos como a oferta de bicicletas públicas, a exemplo de Paris.

– Na Europa, há uma conscientização muito grande. Aqui, estamos acordando para isso e percebendo que bicicleta não é só para o deslocamento do pobre ou o lazer do rico. É solução de problemas – observa Albano.

Conforme Albano e Daniela, a situação vem melhorando – como exemplifica o caso do arquiteto da Capital Fabrício Schwendler, 35 anos. Ele pedala de casa, em Ipanema, na Zona Sul, até o trabalho, na Cidade Baixa.

– Sempre que vou ao escritório de bike chego mais disposto. Consigo me desligar mais do mundo, faço quase que uma meditação durante o percurso. De carro, me sinto mais preguiçoso – afirma.

Mobilize

Bicicleta em pauta

Evento global reúne cicloativistas em Porto Alegre

Público participou de palestras, oficinas e bicicl
Público participou de palestras, oficinas e bicicletas
Cidades mais humanas são locais preparados para receber os ciclistas. Essa foi a mensagem principal que o 1º Fórum Mundial da Bicicleta ecoou pelas ruas de Porto Alegre (RS), entre os dias 23 e 26 de fevereiro. O evento representou um momento importante para o fortalecimento da cultura da bicicleta no Brasil e na América Latina, reunindo cicloativistas renomados como Chris Carlsson, fundador do movimento Massa Crítica, e a urbanista especialista em mobilidade, Fiona Roy, da Inglaterra.

Com apoio da prefeitura, os organizadores ofereceram oficinas e palestras ao público em geral, que pode entender mais sobre o universo da bicicleta e sua relevância na vida das cidades do futuro, mais verdes e sustentáveis. Isto porque, a cada cinco mil bikes em circulação, 6,5 toneladas de poluentes deixam de ser lançadas na atmosfera.

A diretora de Projetos e Operações da EMBARQ Brasil, Daniela Facchini, participou do debate no painel: “Mobilidade e bicicleta: o papel da bicicleta nas cidades modernas”, realizado no primeiro dia do evento. Junto à mesa estavam os palestrantes João Fortini Albano, professor do Laboratório de Sistemas de Transportes da UFRGS; Ricardo Corrêa (SP), sócio da consultoria TC Urbes e Lincoln Paiva, presidente da Green Mobility Brasil e do Instituto Mobilidade Verde.

A uma plateia de cerca de 50 pessoas, os especialistas comentaram desde a importância da execução de Planos Cicloviários até a integração da bicicleta com os demais meios de transporte. Daniela mostrou exemplos de cidades como Nova Iorque (EUA) e Bogotá (Colômbia), que optaram em valorizar o uso da bicicleta, ao invés do carro particular. Hoje essas metrópoles são referência e colhem bons frutos com os benefícios ambientais e econômicos que o saudável hábito de pedalar trouxe à população.

“Aqui o carro ainda é visto como um símbolo de status. Lá [fora do país], há uma conscientização sobre questões como trânsito e ambiente que começa nas escolas”, lembra Daniela.

O evento também marcou o triste aniversário de um ano do atropelamento coletivo de ciclistas do Massa Crítica, ocorrido na capital gaúcha. Os participantes realizaram manifestação e bicicletada pacíficas no centro da cidade, reivindicando ciclovias, segurança e educação para todos.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Brasileiro vence corrida de MTB na Costa Rica!

Brasil vence competição “Fecha Copa Nacional”, realizada em Paraíso, na Costa Rica. Rubens Donizete venceu a prova que aconteceu no Domingo.


“Rubinho” como é chamado pelos amigos, completou o circuito de seis voltas (24 km) com o tempo de 1h48min41s. Em uma prova marcada pela chuva, lama e frio. Donizete liderou praticamente a prova toda. Só perdeu a liderança provisoriamente na quinta volta, para o costa-riquenho Paolo Montoya.

Projeto Olímpico
Essa foi a primeira vitória que foi fruto do Projeto Olímpico de MTB da CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo).

O projeto tem como objetivo classificar atletas para as olimpíadas de Londres que acontecerá esse ano. Os ciclistas serão levados para oito competições internacionais que contam pontos para que os ciclistas se classifiquem para os jogos.

Os ciclistas selecionados para participar do projeto devem ter condições reais de se classificar para os jogos olímpicos. Com isso, foram escolhidos três ciclistas para participar do projeto: Rubens Donizete Valeriano, Henrique Avancini e Edivando Souza.

As próximas provas do projeto:
  • 11 de março – Taça Brasil – Curitiba – Classe 2
  • 18 de março – Medalla Light Challenge – Porto Rico – Classe 1
  • 25 de março – Copa Internacional – Araxá – Classe 1
  • 08 de abril – Campeonato Pan-americano – México – Classe Continental
  • 22 de abril – Portugal Cup – Portugal – Classe 1
  • 06 de maio – Copa Internacional – São Lourenço – Classe 1
  • 20 de maio – Taça Brasil – Rio de Janeiro – Classe 2

Reportagem da Band sobre bicicleta - 1a Parte

Série - Brasil tem 60 milhões de Bicicleta

O Jornal da Band iniciou uma série de reportagem nesta segunda-feira (27/02) sobre bicicletas: "Vou de bicicleta". Um excelente trabalho da equipe de jornalismo, que vai mostrar tudo sobre a magrela e suas transformações que ela vem fazendo no país: educação, saúde, preservação, economia, mobilidade, etc.

Vamos valorizar a série! Iremos publicar todas as reportagens ao longo desta semana.

Confira a primeira parte:
Exibição - 27/02/2012



Hoje tem a segunda parte, não percam!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Eu e a bike: NÚRIA CASADEVALL e sua História de amor com a Bike

NÚRIA CASADEVALL: "No início, dei uma volta completa (3,5 km) e me achei "a" ciclista. Hoje a minha bike já tem mais de 8.000 km e se tornou a minha grande companheira".

Núria Casadeval em passeio ciclístico em São Paulo.
Eu sempre gostei de andar de bicicleta na minha infância. Aprendi a subir na magrela no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Meu pai nunca me deixou colocar rodinhas pois achava que tínhamos que aprender a ter equilíbrio pelas próprias pernas.

O tempo passou, a bicicleta foi ficando cada vez mais na minha lembrança quando um dia, na casa de uma grande amiga no final de 2005, me deparei com um exemplar na cozinha dela. A Cris ganhou uma bicicleta e não tinha a menor ideia do que iria fazer com ela. Era do tipo mountain bike, de ferro, sem muitos recursos. Sugeri que poderia guardá-la no depósito da minha casa e assim a bicicleta mudou de endereço.

Lembro que o primeiro passeio foi ao mesmo parque onde aprendi a pedalar. Dei uma volta completa (3,5 km) e me achei "a" ciclista. Nesta época eu ainda fumava, o que dificultava muito o fôlego.
No começo os passeios eram tímidos e curtos. Eu não tinha a menor noção do quanto São Paulo não era plana. Moro em um bairro cheio de ladeiras e as primeiras investidas foram bem difíceis.

Olha a turma de ciclistas aí, gente! Sempre cabe mais um na diversão!
Comecei a sair quase todos os sábados para pequenos passeios: ir à padaria, ao cabelereiro ou simplesmente dar uma volta no quarteirão. A bicicleta começou a fazer parte da bagagem para a praia também.

Neste momento, já tinha capacete, luvas, luzes e mais alguns apetrechos. Numa cidade como São Paulo é fundamental ter os equipamentos de segurança e noção de como um ciclista deve se comportar no trânsito. Comecei a ler tudo o que  encontrava sobre o tema e entrei em algumas listas da internet às quais me inscrevi.

Em 2009 decidi que participaria de uma "virada esportiva", ação desenvolvida pela prefeitura de São Paulo. Seriam 60 quilômetros durante toda a madrugada de um domingo. Foi uma experiência muito interessante. Conheci várias pessoas que faziam parte de grupos que pedalam pela cidade de São Paulo à noite e finais de semana.  Neste momento se abriu um universo que eu desconhecia!

Passei a fazer trilhas, travessias e até me aventurei a competir uma vez. Abandonei o cigarro em definitivo e comecei a incorporar a bicicleta para ir ao trabalho às sextas-feiras. Minha vida mudou, aumentei o meu círculo de amigos e descobri que uma atividade física pode se tornar um hobby muito interessante.

Maio de 2009 e suas trilhas memoráveis pela belíssima Toscana, na Itália.
A partir deste momento, a vontade de pedalar distâncias maiores começou a aparecer. O universo conspirou a favor e tive a oportunidade de viajar para a Itália em maio de 2009 para pedalar seis dias pela Toscana. A paisagem parecia um cenário de filme, as estradas, os odores dos campos, as degustações de vinho em vinícolas. Foi uma experiência sensacional! Gostei tanto que me aventurei a passar o carnaval de 2010 no Parque Torres del Paine, na Patagônia chilena, com um grupo pedalando pelas paisagens mais extraordinárias. Eu tinha a sensação de estar na época dos dinossauros.

O céu é o limite! Pedalar pela Patagonia, no Chile, foi uma experiência incrível.
Minha bike já tem mais de 8.000 km e se tornou a minha grande companheira. Hoje eu não consigo mais viver sem pedalar. Faz parte do meu estilo de vida. Já fui para Santos três vezes por rotas diferentes, cruzei Ribeirão Pires até Bertioga e pedalei de Ubatuba até Parati. Acredite: qualquer um pode fazer isto desde que tenha um bom preparo físico. É fundamental fazer um check up antes de começar qualquer atividade física. Assim, você poderá tirar mais proveito da atividade.

Se um dia você for mordido por este "bichinho" do pedal, fique tranquilo. Você só terá a ganhar!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

1° MOUNTAIN BIKE TRILHA ECO GRAVATÁ-PE

A TRILHA ECO ESTA PROMOVENDO O 1° MOUNTAIN BIKE TRILHA ECO GRAVATÁ-PE, PARA DIVULGAR O TURISMO DE AVENTURA COM A MODALIDADE DO MOUNTAIN BIKE E VOCÊ ESTA CONVIDADO SERÁ NO DIA 11 DE MARÇO AS 9 HORAS SAINDO DO CENTRO DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS DE GRAVATÁ.

CONTATO: 081 9721-3549 / 9102-1929.

 
ESTAREMOS FORMANDO MAIS UM GRUPO DE PASSEIO DEPOIS DO EVENTO, E CONTAMOS COM SUA PRESENÇA, SERÁ MUITO BOM, POIS  FAREMOS UM PERCURSO DE 20KM PELA PARTE DO BIOMA DE CAATINGA.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Formiga promove uma introdução ao cicloturismo

Foi disputada a palestra “Introdução ao Cicloturismo”, com Adriano Andrade Formiga. Com a experiência de 16 anos pedalando por locais invisíveis a quem está num automóvel, Formiga dá as suas dicas para quem quer começar nessa fascinante modalidade.
Quadro: prefira os de cromoly (cromo-molibdênio). Alumínio não dura mais que 20 anos, no máximo, para a prática de cicloturismo. Carbono também não é recomendado.
Bagageiro: o quadro deve possuir esferas para o encaixe do bagageiro atrás e à frente. Prefira os feito com nylon, alumínio e duralumínio. Os de plástico, endurecem e quebram no frio. erro enferruja. O cicloturista tem reservas quanto ao uso de bagageiros atrelados. Entre os contratempos, diz que você o puxa em vez de carregá-lo e que são mais pneus a terem chance de serem furados. Em geral, são usados em viagens mais longas, com duração de vários meses a anos.
Freio: você praticamente não o utiliza durante uma cicloviagem. Formiga considera que freio a disco é desnecessário, citando como contratempos a sua massa e a constância de sua manutenção.
Selim: prefira bancos mais largos com molas. Mulheres devem dar preferência a selim com gel e homens, aos modelos vazados. Modelos com os quais o ciclista está mais acostumado também podem ser boas opções. “Cada um sabe a bunda que tem”, diz.
Canote: alumínio.
Guidão: aquele com o qual você se sentir mais adequado. Bar end e guidão circular ajudam a variar posições das mãos, aliviando desconfortos. Guidão de mountain bikes costumam te projetar à frente da bicicleta.
Pedivela: quanto maior, melhor o rendimento.
Sapatilha: ajuda no pedalar, mas ocasiona problemas nas outras atividades envolvidas no cicloturismo, como trilhas e simples caminhadas. Ocasiona, ainda, o problema de se ter que levar um calçado a mais. Tênis e pedaleira são boas pedidas para essa questão.
Roupa: depende da viagem. No verão, ele chega a usar apenas duas bermudas e três camisetas. No inverno, já carregou 55kg, sendo autossuficiente num deserto, situação na qual conseguiu tomar apenas 4 banhos em 32 dias.
Barraca: recomenda a marca de Curitiba Manaslu, que, para 1 a 2 pessoas, tem apenas 2kg.
Fogareiro: MSR. Teste a aprenda a usá-lo antes de viajar.
Ferramentas: além das mais conhecidas, como kit remendo, chaves allen, leve raios extras, chave de raio, pedaços de corrente e extrator de corrente. Como kit de manutenção de corrente, coroa e cassete, querosene, óleo lubrificante e pincel. Passe o querosene com pincel para limpeza, retire com água e passe uma gota de óleo por elo.
Ciclocomputador: para iniciantes é muito legal e útil.
Pneu: varia conforme o tipo de piso de sua viagem. Em geral, Formiga usa um semi-slick 2,0 com banda protetora para evitar furos.
Além disso, ele recomenda sempre usar capacete, o mais vazados possível, óculos-de-sol, que protegem contra mosquito e luvas. Existem modelos de luvas mais aderentes para o frio.
“Quem quer ser cicloturista não pode ter pressa”. Para ele, o caminho, o meio é o que torna a atividade tão agradável.
Alimentação
O cicloturista acostuma-se com a alimentação durante a viagem. Para cerca de um mês, Adriano recomenda massa de miojo, que utiliza pouca água e pouco gás. Durante o dia, capuccino com água de manhã e bolachas e granolas durante a tarde. No deserto, sendo autossuficiente, levava consigo 11L de água.
Quando foi para o Atacama, que é um deserto alto e frio, tomava apenas cerca de 1L por dia. Próximo aos Andes, além de tudo, obteve bastante água de degelo.
Dependendo do local, leva consigo um purificador portátil e clor-in.
Carboidrato em gel pode ser usado como suplemento e sempre deve ser ingerido junto com água, para evitar náuseas e vômitos.
Segundo Formiga, cãibras refletem um estado de desidratação, indicando a falta de sódio e não de potássio. Banana ajuda, mas sozinha não evita a fadiga muscular.
Adversidades
Fã de estradas de chão, que costumam ter paisagens mais bonitas e menor movimento, Formiga evita pedalar a noite, por questão tanto de segurança quanto de aproveitar o visual da paisagem, peculiar a quem viaja de bicicleta. Em caso de adversidade climática, brinca: “Chuva!? Se eu não tenho local para me abrigar, toco o barco!”.
Ele reclama da dificuldade de encontrar, no país, roupa adequada ao cicloturista. Segundo ele, é extremamente mais fácil encontrar fora do Brasil roupas feitas com gore-tex, por exemplo, que alia conforto a proteção contra chuva, por exemplo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pedalada rumo ás Barreiras

Estamos postando as fotos do passei que fizemos rumo a Vila das Barreiras na Paraiba com um pouco de atraso, mas aos poucos vamos deixando tudo no seu lugar.  

O importante é postar um passeio antes de realizar um próximo, e falar nisso, estaremos fazendo outra viagem em breve e vocês são nossos convidados.

 Postaremos 50 fotos e depois mais 50 até completar as 150 que foram tiradas no passei que fizemos.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Mais uma sequencia de 50 fotos de fazer inveja pra quem não foi.




Logo teremos mais 50 fotos deste passeio, aguardem!