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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Dica de mestre: qual pneu escolher para cada tipo de terreno


Pra quem não me conhece, meu nome é Odair Pereira. Tenho mais de 20 anos dedicados ao mountain bike e, para mim, ter a chance de passar o conhecimento para quem curte pedalar é uma grande satisfação. Por isso, quero convidar você para minha primeira coluna no blog da IGP Sports.

Para essa coluna de estreia, separei um tema que gera muitas dúvidas: “o pneu certo para cada terreno”. O tipo de circuito, o clima da região, o estilo de pilotagem… Tudo isso influencia na escolha do pneu correta para praticar o mountain bike. Separei aqui algumas opiniões minhas que quero dividir com você. Espero que sejam úteis!

XCO no piso seco
Os pneus de MTB tem grande variedade de peso, mas isso também influi diretamente na segurança e durabilidade. Um pneu muito leve normalmente tem suas paredes, principalmente as laterais, muito finas e furam ou sofrem cortes com maior facilidade.

Nessa modalidade, a busca por pneus mais leves com um pouco mais de cravos, para uma pilotagem mais agressiva, é uma constante. Mas, às vezes, carregar alguns gramas a mais e poder usar toda a pilotagem possível nas descidas é uma boa pedida. Uma dica é usar pneus com rolagens mais baixas. Dentro desse contexto, gosto bastante do Continental Race King 2.10 e até o 2.0. Se o circuito tiver muitas pedras, outra boa opção é o usar o Nano 2.10 da WTB.

XCO com piso úmido, raízes e pedras
Nesse caso, o ideal é utilizar pneus com cravos mais altos e espaçados, com um composto mais macio. Este tipo de pneu traz mais tração e dirigibilidade ao ciclista, além de uma excelente resposta em agilidade nas curvas. Dentre os disponíveis no mercado com estas características, para mim os melhores são os Schwalbe Rocket Ron 2.2. Mas existem diversos modelos similares a ele no mercado.

Maratona com piso seco
Em maratonas, a preferência quase sempre é por pneus com cravos menores e com a rolagem mais baixa – e um pouco mais largos. Para mim, eles se adaptam aos mais variados tipos de terreno – e já se provaram muito resistente em duas ultramaratonas na minha bike. Recomendo três opções: o Continental Race King 2.2 Protection, Maxxis Cross Mark Tubelless ou o Nano da TB.

Na estrada
Eu normalmente opto pela medida 23×700 de pneu. É bom ficar ligado se a borracha do pneu é resistente também. Isso vai fazer a diferença, pois pneus mais macios tendem a furar muito nas rodovias. Tem também o 25×700. Eles já me protegeram de buracos, evitam furos e dão mais conforto nos pisos irregulares, que é o caso da estrada.

Cuidado com a calibragem
Reduzir a calibragem do pneu muitas vezes é um macete pra melhorar a tração do terreno, especialmente em trilhas. Menor pressão, mais aderência no solo. Maior a pressão, menos controle e mais velocidade (piso mais liso).

Preste atenção no clima
Pesquisar e buscar informações sobre o clima antes de sair para o pedal é importantíssimo. Dependendo do acontecer, se você não estiver com o pneu certo, pode estar se colocando em risco quando tiver uma descida ou perder a tração durante uma subida íngreme pela frente. O importante é se antecipar, entender o que vai encontrar no trajeto e, assim, chegar o mais preparado possível.

Gostou das dicas? Espero que ajude! Imagino que possam ter aparecido dúvidas no caminho, mas fiquem tranquilos. Aos poucos vamos auxiliando a encontrar as respostas.

Espero que tenham gostado das dicas.  Um abraço e boas pedaladas.

Fonte: IGP Sports / Odair Pereira

Dúvida Cruel: como escolher uma bicicleta


“Escolher uma bicicleta é mais difícil que comprar um carro!” Foi esta frase que ouvi de uma moça que me pediu para ajudá- la a escolher uma bicicleta. Esta moça pretendendo comprar uma bicicleta se deparou com um cenário difícil de ser decifrado.

Realmente, comprar uma bicicleta não é tão simples assim, principalmente com a gama de ofertas que existe no mercado. As opções são tantas que torna-se muito trabalhoso escolher, principalmente para quem está iniciando.

Para tirar o máximo de proveito possível e principalmente não jogar dinheiro fora, tornase imperativo escolher o modelo ideal ao seu perfil e experiência com a pilotagem da bicicleta.

Após passar dois dias maravilhosos no Zoom Bike Park testando bicicletas e também a minha técnica de pilotagem pelas trilhas de lá, elenquei 5 pontos (dicas) importantes para te ajudar a escolher a sua futura companheira!

Aqui vão elas:

1- Motivo: Pense a respeito do motivo que a levou querer comprar uma bicicleta. O motivo a fará pensar em que tipo de experiência você quer com a bicicleta. Você quer comprar uma bicicleta para passear no parque, ciclovias e praias com família e amigos? Você deseja uma bicicleta para fazer parte de grupos de pedais que costumam pedalar por estradas de terra? Você quer usar uma bicicleta para se locomover pela cidade para ir ao trabalho ou faculdade? Ou seja, o mais importante é saber que uso você fará da bicicleta.

2- Investimento: Definia um orçamento para investir em uma bicicleta. Lembrando que não existe bicicleta boa e barata, principalmente aqui no Brasil, cuja carga tributária ultrapassa a 70% do preço final do produto. E junto com a bicicleta você necessitará de diversos acessórios como capacete, óculos, luvas, ferramentas, câmera sobressalente, farol e lanternas, itens básicos que qualquer pessoa que vai usar uma bicicleta deve ter. Na hora de investir não economize demais, lembrese que pedalar não deve gerar sofrimento! Você está comprando a bicicleta para se divertir, para se locomover, para seu lazer ou para praticar um esporte. Portanto a qualidade e segurança não devem ser desprezadas na hora da compra.

Certamente você terá muito mais conforto e segurança em uma bicicleta de 3mil reais do que uma de 1mil.

3- Onde comprar e com quem falar: Se você não tem muita familiaridade ou experiência com bicicleta certamente a pesquisa por modelos de bicicleta pode se tornar uma dificuldade absurda e até desmotivadora. Na internet há tantos modelos e ofertas que facilmente nos primeiros minutos você vai se sentir perdida. Falar com amigos pode ser bom por um lado, mas por outro não, pois o que serve para sua amiga pode não servir para você, lembre-se que a compra é definida pelo tipo de uso que você fará da bicicleta e por mais apaixonada que sua amiga seja pela bicicleta que ela usa, é possível que esta bicicleta não seja adequada para você. O ideal é procurar as lojas especializadas, as bikes shop, lojas que só vendem bicicleta. Os vendedores destas lojas costumam ser verdadeiros consultores.

Converse com eles, fale a respeito do uso que você quer fazer, do quanto pretende investir, como é o seu perfil de pilotagem, qual a sua experiência. Quanto mais detalhes você der, melhor será a orientação que o vendedor irá lhe passar.

4- Não compre por impulso: A compra por impulso tende a gerar frustrações, portanto teste. Teste o máximo de bicicletas que puder. O teste lhe dará a experiência de que precisa para fazer a escolha certa. Importante! O teste não deve ser apenas um volta no quarteirão. Se for necessário alugue a bicicleta para poder testá-la durante um período. Outra forma de ver a bicicleta de perto é ficar atenta aos eventos de testes promovidos pelos fabricantes. A marca da qual sou Embaixadora costuma realizar eventos de teste com frequência. Estas oportunidades são imperdíveis, pois você poderá testar diversos modelos de bicicleta.

5- Defina o seu perfil e objetivos: Saber reconhecer-se é importante. O seu perfil como ciclista é definitivo para o tipo de bicicleta que irá usar. Por exemplo, na família de mountain bikes existem diversos modelos: para ciclistas inexperientes, para as entusiastas, para aquelas que querem apenas ir pedalar em um estradão de terra com amigos, para as que gostariam de viajar de bicicleta e até para as que desejam competir. Além disto, qual o seu objetivo, você é iniciante, mas tem pretensão de focar na prática do mountain biking para competir, mesmo que amadoramente, ou é iniciante e pretende praticar o mountain biking apenas como diversão e lazer? O seu perfil como ciclista e seus objetivos a conduzirão para a escolha de um modelo especifico de mountain bike.

Relato aqui como foi a minha experiência de pedalar por uma mesma trilha com bicicletas bem diferentes. Tive a oportunidade de testar dois modelos de mountain bike da Specialized, a Camber e a Ruze, ambos modelos femininos. O meu objetivo era perceber que tipo de experiência eu teria com cada uma das bicicletas.

A Specialized Ruze sem dúvida alguma é a bike para a ciclista que procura muita diversão e quer ousar, mas ainda não domina totalmente as técnicas de pedal por trilhas. Com a Ruze senti muita tração, mais controle e muita diversão. Não me preocupava muito com os obstáculos no traçado da trilha. Ao olhar a Ruze com os pneus muito largos e grandes imaginei que teria dificuldade nas subidas, pelo contrário, exatamente porque ela combina o sistema de rodas 6Fattie com o design hardtail (trazeira dura) ela é muito eficiente na subida, me surpreendi com a facilidade com que subi alguns trechos bastante íngremes. Com relação as descidas esta bike é pura diversão! Se você tem medo de descidas, os dias de descer segurando a bike estão por acabar, pois os pneus 6Fattie, além de largos, permitem baixa pressão o que possibilita um contato muito maior com o solo proporcionando mais tração, flutuação e controle durante todo o pedal.

A Specialized Camber é para a ciclista mais experiente e que está em busca de velocidade. Ela foi projeta para quem quer subir e descer rápido, ou seja, ser tão eficiente na subida quanto na descida. E como a Camber consegue isto? Devido a geometria do seu quadro que conta com uma traseira super curta de alumínio e o quadro em fibra de carbono. Esta combinação resultou em peso leve, rigidez e durabilidade. Nos dois extremos da bike, você tem suspensão muito macia com curso de 130mm sem exagerar na capacidade de absorver grandes impactos. E o que é melhor, cada componente da bike, desde o guidão ao comprimento do pedivela foi totalmente construído e customizado para mulheres. Portanto, se você é uma ciclista que anda muito e em alta velocidade, a Camber é exatamente o que você precisa.

Ao final do pedal pelas trilhas do Zoom Bike Park tive duas experiências incrivelmente maravilhosas, e ao mesmo tempo completamente diferente uma da outra. Nada como poder testar e vivenciar para poder se decidir pela compra de uma bicicleta!

Fonte: Revista Bicicleta por Claudia Franco

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

A importância da prática esportiva para a saúde do coração

Exercícios físicos ajudam a prevenir doenças cardiovasculares, fortalecem o coração e ativam a circulação sanguínea

Foto: Divulgação
A prática de atividades físicas oferece inúmeros benefícios para a saúde como aumentar o condicionamento, fortalecer a musculatura, reduzir o stress e prevenir doenças cardiovasculares. O professor titular de cardiologia na PUCPR, Dr. José Rocha Faria Neto, explica.

“Os benefícios da prática regular de atividade física são inúmeros. Além da manutenção do peso, o exercício diminui a incidência de infarto, ajuda no controle da pressão arterial e pode até ter efeitos psicológicos, já que existe a liberação de hormônios como a endorfina, responsáveis pelo bem-estar e sensação de felicidade”.

A prática de exercício físico ajuda a fortalecer os músculos, e um importante músculo que se beneficia é o coração. O fortalecimento do coração faz com que ele possa bombear o mesmo volume de sangue sem bater tantas vezes, o que diminui o desgaste do órgão e as chances de desenvolver possíveis doenças. Outras vantagens incluem benefícios no metabolismo da glicose, fortalecimento dos músculos envolvidos na respiração e melhorias na circulação do sangue.

O Dr. José Rocha explica que, apesar de seus benefícios, a prática de exercícios físicos pode apresentar riscos, caso não seja uma atividade apropriada para a condição do paciente. Pessoas com problemas cardíacos podem necessitar de um acompanhamento apropriado. “Quando se tem uma condição cardíaca é preciso consultar um médico para encontrar o tipo de exercício ou esporte mais adequado para cada caso. Muitas vezes, exames complementares são necessários para avaliarmos a intensidade adequada da atividade a ser realizada.”.

A prática frequente de atividades físicas é uma das medidas mais eficazes para prevenção de doenças cardiovasculares, principalmente se associada com uma dieta equilibrada, manutenção de peso adequado, abstenção do tabagismo e do consumo excessivo de álcool.

Foto: Revista Bicicleta por Edelman Significa

Ciclista que salvou judeus na guerra transportou até pessoas de bicicleta

Bartali ganhou três vezes o Giro d Italia e duas o Tour de France
Foto: Reprodução/Twitter
Neste mês, alguns veículos europeus noticiaram o estado de abandono e o possível fechamento do museu dedicado a Gino Bartali, uma lenda do ciclismo. Mas o alerta não foi dado apenas em nome da memória vitoriosa de um esportista. O italiano foi muito mais que isso: usou sua fama como atleta para salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

A maioria dos relatos detalha como ele fazia para transportar documentos falsos que ajudavam os judeus a fugirem, mas Bartali foi além: ele chegou a levar judeus escondidos em uma estrutura ligada a sua bicicleta.

Como já era um ciclista famoso na Itália, país onde o esporte é tradicional (abriga uma das três competições de estrada mais importantes do mundo), Bartali puxava uma espécie de vagão ligado a sua bicicleta. Aos patrulheiros, dizia que carregava seu equipamento de treino.

Foi assim que Bartali saiu da Itália e pedalou até a Suíça levando alguns judeus escondidos, sendo puxados pela força de suas pernas no pedal. "Um homem faz algumas coisas e é assim que funciona", disse o ex-ciclista, segundo relato de seu filho, Andrea. "Ele falava pouco sobre o que fez durante a guerra", emendou o filho.

Falando pouco ou não, a forma como arriscou sua vida para salvar judeus se tornou conhecida. De acordo com levantamento do jornal Corriere della Sera, Bartali ajudou a salvar cerca de 800 judeus.

Sua estratégia mais comum de contribuição era transportar sob o banco de sua bicicleta documentos que serviam para a falsificação de documentos de judeus. Certa vez, segundo o jornal italiano, Bartali foi advertido por autoridades nazistas de que não deveria frequentar mais alguns lugares.

O italiano, então, escondeu sua família e seguiu com sua missão de "carteiro ilegal". Bartali morreu em 2000, aos 85 anos. Ele ganhou três vezes o Giro d'Italia e duas o Tour de France.

Uma de suas netas, Lisa, hoje faz um apelo para que o museu dedicado a seu pai, num pequeno vilarejo da Toscana, receba ajuda para não fechar. Até hoje, segundo ela, inúmeros judeus enviam cartas reconhecendo a importância de Bartali e o definindo como um herói.

Fonte:  Esporte UOL

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Ciclo Vídeo: Bons de Briga V

E as desavenças não param no mundo do ciclismo.

Voltamos agora ao ano de 1997 onde Tom Steels joga garrafinha em Frederic Moncassin no Tour de France.


7 Erros que você pode está cometendo ao pedalar!


Quem escolhe o ciclismo como atividade física, deve ficar atento, não só na escolha dos equipamentos, mas também aos cuidados básicos para que a prática do esporte continue trazendo benefícios e ainda que se evite as temidas lesões. Leandro Zuidarxis, coaching do Studio 220, espaço destinado aos adeptos do ciclismo aponta os sete erros mais cometidos pelos ciclistas que acabaram de entrar para a modalidade e como evita-los. Confira:

Encaixe da Bike
Avalie se a bicicleta utilizada é adequada para o seu biótipo. Caso contrário, isso pode acarretar em sintomas desagradáveis como dores lombares ou até mesmo em lesões. Uma forma de se evitar o problema é fazer um Bike Fit, ou seja, uma avaliação sobre a personalização das partes da bike que serão adaptadas conforme as medidas de braço, perna, etc;

Kit de Ferramentas e Reparos
A sensação de liberdade e de autonomia que o ato de pedalar nos dá é realmente maravilhosa! Até que um pneu fure ou o câmbio desregule na melhor hora do percurso... Ter em mãos um kit de ferramentas, além de um pouco de conhecimento sobre o funcionamento da bicicleta, permite que o praticante realize pequenos reparos;

Cuidados com a Bike
Conhecer o equipamento e estar atento aos eventuais barulhos ou a algo que possa incomodar as pedaladas é muito importante. Manter sempre a bicicleta revisada é a melhor forma de se evitar problemas mecânicos que possam comprometer o treino;

Câmbio a favor
O câmbio é seu melhor recurso para economizar energia! Saber trocar a marcha no momento certo é fundamental! Analisando a troca de marchas de um carro podemos dizer que, com uma bicicleta, acontece da mesma forma. É necessário aumentarmos o RPM antes de mudarmos a marcha;

Abastecer o suficiente
A estratégia nutricional é de extrema importância para a prática do ciclismo, uma vez que, sem combustível, dificilmente conseguiremos cumprir as propostas de treino. Conhecer e planejar o tempo e o percurso a serem percorridos, auxiliará a programar a hidratação e a ter uma alimentação mais adequada;

Grandes Objetivos
Desejar percorrer grandes distâncias e vencer desafios é um impulso para os praticantes de ciclismo. Mas atenção! Muitas vezes menos é mais;

Como chegar
Andar em pelotão, além de agradável e emocionante, é também uma estratégia do esporte. Como fazer parte de um pelotão? Quando não conhecemos o grupo, o melhor é observar para entender o que chamamos de “pace line”. Mantenha uma distância segura e adequada para não atrapalhar o grupo. Em alguns casos só é possível entrar no pelotão com a permissão dos organizadores e líderes.

Fonte: Studio 220 - Por: Leandro Zuidarxis,

A prática de atividades é essencial para o tratamento de doenças respiratórias

Especialista indica que a prática de esportes seja incorporada ao tratamento de pacientes com asma e DPOC para reabilitação pulmonar e aumento da qualidade de vida


A realização de exercícios físicos é benéfica para fortalecer a musculatura, aumentar a resistência física, proporcionar melhora na postura corporal e é importante no tratamento de doenças crônicas como depressão, diabetes e asma. De acordo com Dr. Clystenes Odyr Soares Silva, pneumologista professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a prática de atividades físicas regulares traz inúmeras vantagens: “Diversos estudos mostram que a vida sedentária não é boa e que a pessoa que se exercita é mais saudável, vive mais, adoece menos e tem uma melhor qualidade de vida”.

Ainda é comum acreditar que pessoas acometidas por doenças respiratórias devem evitar realizar esforço físico e que a prática de esportes seja perigosa. Porém, Dr. Clystenes esclarece que os exercícios são indicados: “Tudo depende da condição de saúde do paciente, mas na maioria dos casos as atividades físicas são indicadas como parte do tratamento para melhorar o condicionamento físico e a capacidade respiratória. A prática de exercícios físicos pode ser uma grande aliada para diminuir os riscos de complicações, crises e internações de pacientes com doenças respiratórias”.

Confira abaixo as dicas e recomendações do especialista para incluir atividades físicas no cuidado com as doenças respiratórias crônicas.

Asma
A asma caracteriza-se pela inflamação crônica dos brônquios de causa alérgica e leva à falta de ar e chiado no peito. É uma doença crônica, comumente diagnosticada na infância, mas que pode afetar pessoas de todas as idades, culturas e localizações geográficas. Quando tratada adequadamente, os sintomas da asma podem ser controlados e não ocasionam impactos na rotina do paciente. Porém, é comum que os asmáticos considerem que a doença está sob controle, ainda que sintam limitações ao realizar atividades no dia a dia.

Essa percepção equivocada leva frequentemente ao tratamento inadequado da doença, que pode se agravar e causar crises de falta de ar, internação e até mesmo o óbito. Dados recentes do DATASUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil) mostram que três pessoas com idades entre 5 e 64 anos morrem a cada dia por asma no Brasil, somando mais de 2 mil óbitos entre 2009 e 2013. Dr. Clystenes explica: “A pessoa com asma controlada não deve perceber nenhuma limitação e pode realizar quaisquer atividades que uma pessoa que não tem asma, sem dificuldades. Para isso, é imprescindível acompanhamento médico e tratamento medicamentoso com broncodilatadores de uso contínuo”.

A prática de exercícios físicos também pode auxiliar no controle da asma, mas é necessária atenção quanto às condições da prática esportiva. É importante considerar o local a realizar a atividade, pois poluentes e mudanças de temperatura podem ser gatilhos para crises. Veja as dicas do especialista sobre os principais cuidados:

Na cidade: “Em grandes cidades, por exemplo, não é recomendado realizar exercícios em avenidas movimentadas onde há grandes índices de poluição”.

Ao ar livre: “Em parques e praças, há maior qualidade do ar, mas a preocupação é com a temperatura. Evite se expor a altas temperaturas, principalmente nos meses de verão e em horários entre 10h e 14h”.

Na academia: “É o local mais indicado, pois é possível ter mais controle sobre o ambiente. Atente para o ar condicionado com temperaturas muito baixas, que diminuem a umidade”.

Mas como saber se asma está controlada?
Segundo o GINA (Global Initiative for Asthma), é possível saber que a asma não está controlada caso a pessoa tenha sentido um dos itens listados abaixo nas últimas quatro semanas:
  • Sintomas diurnos mais de duas vezes por semana;
  • Qualquer despertar noturno causado pela doença;
  • Uso de medicamentos para alívio da falta de ar mais de duas vezes por semana;
  • Se a asma estiver limitando as suas atividades cotidianas.
DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)
Causada principalmente pelo tabagismo, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, ou DPOC, é o termo usado para denominar o conjunto de duas doenças que causam a obstrução crônica das vias aéreas dentro dos pulmões: a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. A bronquite é a inflamação dos brônquios e bronquíolos e o enfisema se caracteriza pela destruição do pulmão e surgimento de bolhas, com aprisionamento de ar nas cavidades, o que dificulta a respiração e leva ao cansaço ou falta de ar. A DPOC é diagnosticada quando o paciente apresenta a sobreposição das duas doenças e pode causar tosse, chiado no peito, falta de energia, falta de ar e dificuldade para realizar atividades diáriasiii.

Dados do Ministério da Saúde estimam que a DPOC afete mais de 7 milhões de pessoas no Brasil e seja responsável pela morte de 40 mil brasileiros todos os anos. Segundo Dr. Clystenes, isso acontece porque os sintomas da doença são frequentemente negligenciados “É comum que as pessoas confundam os sintomas da DPOC, como tosse e cansaço, com sinais comuns do envelhecimento e por isso demorem a procurar atendimento médico”.

Segundo o Gold – Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – um programa mundial que atua com objetivo de sistematizar, padronizar e orientar o diagnóstico e tratamento da DPOC, existem cinco perguntas básicas que ajudam o profissional de saúde a identificar pacientes que podem ter a doença:
  • Possui mais de 40 anos
  • Fumante ou ex-fumante
  • Tosse frequente
  • Expectoração ou “catarro” constante
  • Cansaço ou dificuldade para respirar, como subir escadas ou caminhar
A DPOC é uma doença sem cura, mas existem tratamentos avançados que são capazes de controlar os sintomas. “Aliar o uso contínuo de broncodilatadores inalatórios com a prática de esportes é importante para garantir uma melhor qualidade de vida aos pacientes, pois diminui os riscos de exacerbações”, explica Dr. Clystenes. “Por ser uma doença mais grave e que atinge pessoas com mais idade, exige um acompanhamento médico mais próximo. O profissional deve realizar uma avaliação cardiorrespiratória, por meio do exame de ergoespirometria, e ponderar se o paciente necessita de oxigenação complementar durante os exercícios”, complementa o especialista.

Sejam esportes aeróbicos, aquáticos, de alto ou baixo impacto, em equipe ou individuais, a recomendação é não levar uma vida sedentária. “O sedentarismo está atrelado a diversas doenças e o paciente não pode deixar que condições crônicas sejam justificativas para não realizar atividade física. Com tratamento adequado e conhecendo suas limitações, a prática de atividade física é essencial para manter e aumentar a qualidade de vida”, reafirma o Dr. Clystenes.

Fonte: Revista Bicicleta por Edelman Significa

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Monitor eletrônico de amortecedores: o revolucionário lançamento da SRAM


A SRAM, através de sua marca satélite Quark, que é o seu braço tecnológico, anunciou o lançamento oficial do ShockWiz, um sistema de monitoramento que se conecta aos amortecedores dianteiros e traseiros e permite analisar o estilo de pilotagem e características do terreno. Com base nisso, ele calcula qual é a melhor configuração para o rendimento máximo da suspensão.


O acessório possui uma bateria de longa duração, e é indicado para todos os perfis de usuário, de iniciantes a profissionais, para otimizar os ajustes nas suspensões e potencializar a performance do ciclista.

Sensores localizados no interior do ShockWiz realizam a telemetria do amortecedor, e ao ser conectado à válvula de ar, passa a analisar a pressão da câmara de ar em uma frequência de 100 vezes por minuto. Esses dados são transmitidos via Bluetooth para um aplicativo no smartphone, que interpreta e sugere os ajustes necessários.
O ShockWiz é compatível com todos os amortecedores a ar, exceto os modelos com câmara de ar variável e com as suspensões “inteligentes” do tipo Terralogic, Brain e iCTD.

Ainda não há informações sobre a comercialização e preço do acessório no Brasil. No mercado norte-americano, o preço é de 399 dólares.


Fonte: Revista Bicicleta
Foto: Divulgação

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

As 14 cidades onde fazer exercício faz mais mal do que bem

Existem, pelo menos, 14 cidades onde o ar se tornou tão poluído que realizar exercício ao ar livre se tornou mais prejudicial do que benéfico. Venha ver quais são.
Ao respirarmos este ar poluído, aumentamos as hipóteses de
 desenvolver infeções como a pneumonia ou alguns tipos de cancro
Foto: Divulgação
Existem, pelo menos, 14 cidades onde o ar se tornou tão poluído que realizar exercício ao ar livre se tornou mais prejudicial do que benéfico para a saúde. O estado do ar, em alguns locais, ficou tão perigoso que apenas 30 minutos de ciclismo fazem mais mal do que bem, conta o The Guardian. Nestes locais, é melhor não praticar qualquer ginástica nenhuma do que que fazê-lo na rua.

Em cidades como Allahabad, na Índia, ou Zabol, no Irão, os resultados causados pela inalação de partículas de poluição podem superar os benefícios que o ciclismo traz à saúde em apenas 30 minutos. Já em Riyadh, na Arábia Saudita, os níveis destas partículas começam a ser prejudiciais ao fim de 45 minutos a pedalar. Em Delhi, na Índia, ou na cidade chinesa de Xingtai, os residentes passam esta linha de perigo depois de uma hora por dia a pedalar. Os pesquisadores chamam a esta ‘linha’ o ‘ponto de equilíbrio’. Para além do ciclismo, os investigadores afirmam também que o jogging lento tem as mesmas consequências.

“Se as pessoas passam deste ponto de equilíbrio, estão a fazer mais mal do que bem à sua saúde”, afirmou Audrey de Nazelle, professora no Center for Environmental Policy e uma das autoras do relatório. O estudo mediu os efeitos destas atividades desportivas na saúde consoante a poluição do ar através dos níveis médios anuais de PM 2.5 – partículas minúsculas de poluição que podem incorporar-se nos pulmões. Este tipo de poluição pode surgir de forma natural, como tempestades de poeiras ou incêndios florestais, como ter origem na poluição de motores ou fábricas.

Ao respirarmos este ar poluído, aumentamos as hipóteses de desenvolver infeções como a pneumonia, doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e alguns tipos de cancro, segundo o Global Burden of Disease.


Veja, em baixo quais as 14 cidades que facilmente passam os níveis recomendados de poluição e quanto tempo de ciclismo são necessários para que se ultrapasse o ‘tal ponto de equilíbrio‘, de acordo com a tabela do The Guardian.


Ao analisarmos esta tabela, verificamos que a maioria das cidades se localizam na China, Índia e Arábia Saudita, sendo que o tempo a pedalar variam entre os 30 e 60 minutos até ser ultrapassado o ‘ponto de equilíbrio’. No que diz respeito às microgramas de partículas PM 2.5, o nível considerado ‘normal’ é de 35 microgramas. A primeira cidade da lista apresenta 217 microgramas.

Fonte: Observador

Existe um jeito certo de cair; e não é preciso ser um judoca para aprender

Foto: Kathy Osborn/The New York Times
Raro é o indivíduo que nunca tropeçou num bicho de estimação ou buraco na calçada, caiu da bicicleta, ou escorregou na rua. Alguns se machucam enquanto outros saem ilesos – geralmente afirmando que é porque sabem como cair.

Segundo um soldado paraquedista, um dublê, um fisioterapeuta e um professor de artes marciais, existe mesmo um "jeito certo" de cair, e ele pode poupá-lo de muita dor se você souber como se faz.

Embora geralmente associadas a idosos, as quedas acontecem em qualquer idade e são a causa mais comum de lesões em visitas aos prontos-socorros dos Estados Unidos. A Agência de Pesquisa e Qualidade em Serviços de Saúde estima que mais de 30% das visitas a um pronto-socorro, cerca de 7,9 milhões por ano, são motivadas por tombos.

"Enquanto fisioterapeutas, falamos muito sobre prevenir quedas, mas não falamos no que fazer quando se cai. O tombo é quase inevitável, então é preciso saber o que fazer", diz Jéssica Schwartz, fisioterapeuta nova-iorquina que treina atletas e pessoas com próteses nos membros a cair sem se machucar.

Protegendo a cabeça

Segundo ela, a coisa mais importante a se lembrar é proteger a cabeça. Então, se você estiver caindo, gire de lado e encolha a cabeça.

"Você já viu aqueles desenhos animados com escorregões e quedas em que os personagens caem com tudo de costas ou de cara? Não faça isso", diz Jéssica.

"Você vai bater a cabeça como um coco e terminar com uma concussão", e o movimento inverso, ou repique, da cabeça após o impacto "dará a impressão de uma chicotada". Além disso, cair direto de frente ou de costas aumenta o risco de lesionar a coluna vertebral e os órgãos vitais.

De acordo com a fisioterapeuta, também se deve evitar cair com as mãos estendidas. Se isso acontecer, toda a força do impacto vai se concentrar nelas, aumentando o risco de quebrar o punho.

Além disso, também não se deve cair de joelho, para não quebrar a rótula, nem fazer aquela manobra em que se "pedala" com os pés para recuperar o equilíbrio, o que pode levar a ossos quebrados nos pés e tornozelos.

Fazendo corpo mole

Em vez disso, caso esteja caindo, os especialistas dizem que se devem dobrar cotovelos e joelhos e tentar absorver o impacto com as partes mais carnudas do corpo, como a lateral da coxa, nádegas e ombro.

"Tente bater com o músculo, não com o osso", diz Kevin Inouye, dublê e professor assistente de interpretação, movimento e combate encenado da Universidade de Wyoming. "O instinto será tentar se segurar com as mãos, joelhos e pés, mas eles são duros e não perdoam na hora do tombo."

O segredo é não lutar contra a queda, mas rolar junto, como os paraquedistas fazem. "A ideia é orientar o corpo para o chão, para que quando ocorra o impacto, exista um processo em várias etapas de bater e mudar o peso do corpo para reduzir o baque", afirma o primeiro-sargento Chuck Davidson, treinador-chefe da Escola Avançada do Exército em Fort Bragg, Carolina do Norte.

O objetivo dos paraquedistas é cair de lateral na direção do vento que os carrega – sem qualquer resistência à força da queda. Quando os apoios dos pés mal tocam o chão, eles imediatamente distribuem o impacto em uma sequência rápida subindo pela panturrilha, coxa e traseiro.

Eles rolam sobre o músculo latíssimo do dorso, o grande músculo que se estende lateralmente pela lateral das costas, e jogam os pés para cima, mudando o peso, para terminar deitados de costas com as pernas dobradas diante deles.

O procedimento é impressionantemente similar a como os praticantes de artes marciais aprendem a cair quando, por exemplo, são jogados sobre o ombro de uma pessoa ou as pernas são forçadas a se dobrar.

"Eu diria que os princípios que seguimos são: aceitar que está caindo e ir junto, rolar o corpo, não ficar duro, e distribuir a energia, para absorver a queda na maior área possível", explica Paul Schreiner, professor faixa preta de jiu-jitsu da Academia Marcelo Garcia, em Nova York.

Embora as quedas em artes marciais costumem ter um aspecto ginástico, com cambalhotas belas e elegantes, tudo se resume à questão de espalhar a força do impacto.

"Pode existir um componente estético, mas o que ele faz é salvar o corpo", afirma Schreiner. "Se você não absorver o tombo num lugar só, poderá se levantar com dor, mas caminhando."

Caindo como bêbado

Por mais difícil que pareça aquele momento em que o chão se aproxima – contas médicas e incapacidade relampejando na mente –, os especialistas dizem que é importante relaxar enquanto se cai.

Existe uma probabilidade menor de se machucar caso você relaxe a musculatura e solte o ar. A rigidez é sua inimiga, enquanto a flexibilidade é sua amiga.

"Por mais injusto que pareça, é por isso que os bêbados" costumam ser as pessoas que "não se machucam nas batidas de carro", diz Inouye. "Eles estão relaxados e simplesmente absorvem o impacto."

Sem dúvida, você terá maior capacidade de relaxar, girar de lado, se encolher e rolar se estiver em boa forma física.

"Se tiver uma sala cheia de jogadores de futebol e trabalhadores de informática e você sair derrubando todos, pode apostar que os jogadores são os que menos vão se machucar por causa da força superior, agilidade e coordenação", diz Erik Moen, fisioterapeuta de Kenmore, em Washington.

Mas isso não quer dizer que é preciso ser um atleta de elite ou soldado paraquedista para cair do "jeito certo".

As crianças pequenas são possivelmente os que caem melhor porque ainda não têm medo ou vergonha, então levam o tombo e rolam sem tensão, não tentando se recompor.

Um fisioterapeuta pode ser útil em avaliar suas fraquezas e prescrever exercícios para fazer em casa para melhor a força e agilidade – por exemplo, pular de lado a lado e subir e descer de plataformas – para que você tenha maior capacidade de ação durante uma queda e maior probabilidade de reduzir o risco de tombos.

Fonte: Notícias UOL

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Ciclo Vídeo: Bons de Briga IV

Continuamos a seqüência de momentos nada tanto esportivos nas pistas pelo mundo a fora.

Gianluca Brambilla troca socos em movimento com Ivan Rovny na Vuelta 2014


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Onde é o Pedal? 2° GP BR 408 de Ciclismo

O segundo desafio da Turma ONDE É O PEDAL?,  do ano foi na cidade do Recife. Mais precisamente na BR 408, onde aconteceu o 2° GP BR 408 de Ciclismo.

A turma não mediu esforços e foi lá mostrar a raça da galera de Santa Cruz Capibaribe que sempre se destacam nas conpetições, sejam MTB ou SPEED.

A atleta que representa muito bem a turma ONDE É O PEDAL?, Sueide Oliveira correu de MTB contra as fortes adversárias que estavam de SPEED. Foram dez participantes na categoria feminina e dentres elas apenas sueide estava com pneu de mtb enquanto as outras estavam com penu speed dando uma larga vantagem na corrida, pois percorrer toda a prova no asfalto com esta diferença de pneu é muito mais difícil.

Mesmo assim Sueide mostrou toda raça, força e determinação conseguindo chegar em quarto lugar subindo mais uma vez ao pódio sendo superada apenas nos últimos metros da prova, após percorrer todo percurso com vento na cara servindo de escudo para as concorrentes que no tiro final e mais descansadas superou nossa atleta.

Coisas de corrida que serve de experiência e nos preparam para as proximas que virão.

Entre outros representantes de nossa cidade, Guel Ramos chegou em terceiro na sua categoria e Beto chegou em primeiro no MTB e na Elite SPEED junto com a turma de Santa Cruz do Capibaribe

Vejam algumas fotos


 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


 


 


 


 

 

 





  

 



com a ajuda de Deus , iremos em frente com a galera ONDE É O PEDAL?.  Nosso objetivo é incentivar a prática do ciclismo, seja ele em que categoria for. divulgar Santa Cruz do Capibaribe e fazer novas e boas amizades. curtindo a natureza e melhorando a saúde que é o nosso bem mais precioso;

Se você quiser nos acompanhar, fazendo parte do grupo, e também nos apoiar, fiquem a vontade e nos procurem entrando em contato no 996449035 (Zap)

Agradecemos primeiramente a Deus e aos nossos apoiadores que sempre estão nos incentivando e dando forças para continuar nesta tragetória de incentivo ao esporte que tanto cresce em nossa cidade e região.

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Fotos: Rafael Marinho - For Bike PE e Jânio - Onde é o pedal?