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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ciclo Vídeo: Especialista da Shimano explica o funcionamento do câmbio eletrônico

Quem pode criticar o ciclista infrator?


De modo geral, a sociedade ainda não trata a bicicleta como um elemento do trânsito. Entretanto, não apenas a legislação e a ética desaprovam esta mentalidade: o próprio comportamento dos ciclistas comprova que eles são legítimos filhos do trânsito brasileiro.

Observando as ruas, vemos ciclistas se comportando inadequadamente: trafegando na contramão, avançando sobre pedestres, conduzindo com imprudência e se descuidando de acessórios de segurança. Não é incomum vê-los transportando crianças de forma imprópria, com carga excessiva, falando ao celular ou estacionando seus veículos em qualquer lugar.

Com efeito, agindo assim, os pedaleiros não apenas aumentam os riscos para si próprios, mas cometem infrações tipificadas no Código de Trânsito Brasileiro e também, talvez o mais ruim, são usados, de forma reducionista, como justificativa para explicar tudo que sucede a todos os ciclistas em vias públicas.

Agora é preciso perguntar: em quê o comportamento dos ciclistas difere do comportamento dos condutores dos demais tipos de veículo? Qual formação ou instruções obtiveram os ciclistas antes ou após começarem a pedalar? Partamos da admissão de que não são todos os motoristas que barbarizam no trânsito – então, o mesmo deve ser reconhecido a respeito dos ciclistas.

Os ciclistas brasileiros aprenderam a andar de bicicleta no trânsito das cidades brasileiras, portanto absorveram o comportamento do condutor brasileiro, que se caracteriza mais pela disputa por espaço (e tempo) do que pela ocupação compartilhada da via pública, mais pela imposição da força e do status dos seus cilindros do que pelo respeito e cuidado com os elementos mais vulneráveis do trânsito. Todos os usuários das vias públicas foram educados na política ainda prevalecente de oferecer infraestrutura para favorecer os veículos motorizados. O trânsito brasileiro ensina que o cidadão de carro tem mais valor do que aquele que anda a pé, de bicicleta e de ônibus.

É preciso que os ciclistas tomem mais cuidado nas ruas, obedeçam a sinalização, trafeguem no sentido do tráfego etc. – para o próprio bem deles e para contribuir com a moralização do trânsito. Mas mesmo que a totalidade dos ciclistas amanhã de manhã passe a respeitar todas as regras, isso não vai resolver o problema nem deles nem da mobilidade urbana, pois o sistema viário é desenhado para os motorizados: largura das ruas, entrada de garagens, vagas de estacionamento, sinalização, semáforos etc.; e as curtas vias ciclísticas, nas raras cidades onde elas existem, são de má qualidade e desconectadas. Portanto, em algum momento, se não quiser trafegar na contramão nem furar um sinal vermelho, o ciclista só pode contar com o teletransporte. Bicicletários? – onde? Fiscalização de trânsito? – por quem? Punição para os motoristas criminosos? – desde quando?

Os ciclistas brasileiros não mudarão seu comportamento com as fininhas e buzinadas para “ensiná-los”, também não mudarão com as péssimas, efêmeras e ocasionais, apesar de dispendiosas, campanhas de TV. Os ciclistas brasileiros mudarão seu estilo quando o trânsito brasileiro mudar, quando a mentalidade do gestor público mudar, quando houver efetiva penalização de todos os infratores, quando a educação viária tornar-se programa continuado visando o respeito aos mais frágeis.

As principais organizações e iniciativas individuais pró-ciclismo estão atentas a esta questão e possuem orientações voltadas ao comportamento seguro, legal e ético do ciclista no trânsito, como pode ser visto em seus sítios eletrônicos – mas elas não têm força para atingir toda a massa de ciclistas. Além disso, não cabe a tal segmento tapar os buracos do Estado – educar os ciclistas, fiscalizar as transgressões etc. –, e sim exigir, instrumentando-se de necessário conhecimento, que o Estado cumpra sua função.

A crítica da transgressão dos ciclistas não pode esquecer que estamos tratando também com crianças e com adultos pouco instruídos e que é preciso nomear aqueles que criaram a tragédia do trânsito brasileiro. A autocrítica dos ciclistas não pode ser feita sem a exigência das demais autocríticas: dos motoristas, que pressionam por mais e mais viadutos; dos gestores públicos, que governam para favorecer os negócios das empreiteiras e concessionárias; da mídia, que implanta o imaginário da superioridade dos motorizados.

O que é chamado de “mau comportamento” do ciclista não deixa de ser uma consequência do jeito brasileiro de tratar o trânsito e o sistema viário, o que está intimamente ligado à sua cultura. A sua crítica pode e deve ser feita, mas por aqueles que agem – naquilo que está ao alcance de cada um – para a humanização e sustentabilidade da mobilidade urbana. Ou seja, se a crítica não abordar o modelo de sociedade e não contribuir para a sua transformação, não temos mais do que meras reclamações e acusações.

Conheça a caixa de câmbio de 18 marchas da Pinion

Empresa alemã produz câmbio com engrenagens que funcionam em banho de óleo numa caixa selada

Uma nova forma de trocar marchas vem da Alemanha. A Pinion, empresa com sede na cidade de Denkendorf, produz uma caixa de câmbio que vai instalada junto ao pedivela. O sistema lembra bastante o que foi usado pela bike de downhill da Honda e que foi abandonado anos atrás.


Chamado de Pinion P1.18, o sistema tem 18 marchas bastante escalonadas comandadas por um trocador do tipo Grip Shift no punho direito. Segundo as avaliações feitas pelas revistas internacionais, as trocas são bem rápidas e o ciclista pode trocar várias marchas de uma só vez.


As engrenagens funcionam em banho de óleo dentro de uma caixa selada e, segundo o fabricante, o sistema é capaz de rodar até 60 mil quilômetros sem nenhum tipo de manutenção.

O Pinion P1.18 já está em uso por 24 marcas européias e equipam bicicletas de várias modalidades, desde mountain bikes, bikes urbanas e para cicloturismo como a Silkroad XPlorer.

Um dos grandes incovenientes entretanto é o alto peso do conjunto. Para se ter uma ideia, só a caixa de câmbio pesa 2.7kg, fora os trocadores e o pedivela. Só para efeito de comparação, um kit de câmbios XT (dianteiro e traseiro) pesa apenas 384 gramas.

Para usar o Pinion, o quadro da bike deve ser feito fabricado especificamente para essa finalidade.

Vergonha de não saber ou orgulho de aprender?

É mito que crianças aprendem mais rápido que adultos, que todo homem sabe pedalar e que é mais difícil de aprender quando adulto.


É fato: todos nós nascemos com a missão de aprender. Aprender a andar, falar, ler, escrever, dirigir, cozinhar, cuidar de plantas, usar computador, um smartphone, comportar-se, entre inúmeras atividades presentes que farão parte de toda a nossa vida. Enquanto estiver vivo, o ser humano sempre estará aprendendo algo novo por mínimo que seja este aprendizado.

Atualmente, devido à crescente diversidade da cultura humana, existem escolas e cursos para tudo o que se possa imaginar. Curso para aprender a jogar bola, curso de origami, curso de idiomas, curso de meditação, curso de canto, curso de arco e flecha, ou seja, uma infinidade de opções para quem quer aprender algo.

Se tudo o que sabemos tivemos que aprender, e não necessariamente tudo o que sabemos aprendemos quando jovem ou criança, porque as pessoas riem, ridicularizam quem ainda não sabe pedalar? Porque a respeito do aprendizado da bicicleta, as pessoas têm outro comportamento achando que todo mundo deveria aprender quando criança, que todo mundo deveria ter tido uma bicicleta quando criança, que todo mundo tem que saber pedalar?

É muito estranho. Talvez seja porque as pessoas confundem o colocar a bicicleta em movimento, com o pedalar corretamente em segurança.

Qualquer pessoa é capaz de chutar uma bola. Eu mesma sei chutar, porém, há uma enorme distância entre dar um chute em uma bola e dar um chute sabendo direcionar a bola para onde se quer. Eu não tenho a mínima habilidade com bola, pois nunca me interessei em fazer um curso para aprender. Só no bairro onde moro, há mais de 10 escolas de futebol.

Com a bicicleta o processo é o mesmo. Colocar a bicicleta em movimento, equilibrar-se sobre a mesma é até relativamente fácil, porém, conseguir colocar a bicicleta na direção onde se quer,  pedalar por lugares estreitos, entre pessoas, fazer curvas fechadas, etc., requer a dinâmica do processo de aprendizado.

Na minha experiência ensinando pessoas a pedalar, posso afirmar com toda a segurança que é mito que crianças aprendem mais rápido que adultos, que todo homem sabe pedalar e que é mais difícil de aprender quando adulto. Muitos adultos aprenderam mais rápido que crianças. Ensinei muitos homens a pedalar, incluindo alguns atletas de corrida. Alguns adultos aprendem em apenas 30 minutos de aula.

A partir do momento que você está lendo este artigo, convido-o a ser um agente de mudança, propagando o conceito correto e desmistificando todos estes mitos a respeito da bicicleta. Ao invés de se espantar quando conhecer alguém que não pedala, o incentive a fazer aulas, a participar de um curso com profissionais capacitados e especializados no assunto.

Como disse anteriormente, um curso de bicicleta não necessariamente é dado para quem não sabe pedalar. Para saber se necessita de um curso, veja a lista de verificação abaixo. São técnicas simples e básicas para uma pilotagem com segurança e conforto. Se responder não a mais de cinco perguntas é recomendado que participe de algumas aulas para não passar por dificuldades constrangedoras ou por situações que possam colocar a sua integridade física em risco.

1. Consegue pedalar em linha reta por lugares estreitos?

2. Consegue fazer curvas fechadas tanto para a esquerda quanto para a direita?

3. Consegue pedalar em linha reta segurando o guidão com apenas umas das mãos?

4. Consegue fazer um ziguezague entre obstáculos cuja distância entre eles é de aproximadamente dois metros?

5. Consegue pedalar em pé e usar este recurso para subidas, descidas e/ou transposição de obstáculos?

6. Sabe trocar marcha de forma a fazer o aproveitamento das mesmas para transpor subidas ou melhorar o torque da bicicleta nos planos?

7. Consegue subir e/ou descer guias de calçada?

8. E quanto à altura do selim? Consegue pedalar sem que necessite colocar os pés no chão?

9. Consegue pedalar tranquilamente em lugares com muita gente, animais e crianças transitando?

10. Sabe quando deve utilizar o freio da frente, o freio traseiro ou ambos?

Como qualquer outro esporte ou atividade física, o andar de bicicleta deve ser levado a sério, pois é uma atividade que o coloca em movimento muito rapidamente e demanda destreza e raciocínio rápido do condutor para evitar acidentes e tirar proveito dos inúmeros benefícios que a bicicleta proporciona.


Da mesma forma com que sentiria orgulho em dizer que está fazendo aula de pilates, tênis ou natação, diga com todas as letras e com muito orgulho: Estou indo para minha aula de pilotagem de bicicleta!

Campeonato Brasileiro de Cross Country XCO tem inscrições abertas


Está chegando o evento de Mountain Bike que vai movimentar Juiz de Fora. Bikers de todos os cantos do Brasil já estão com os pés nos pedais se preparando para o Campeonato Brasileiro de Mountain Bike Cross Country (XCO) 2013, que acontece em Juiz de Fora, no Hotel Green Hill.  Os atletas vão estar divididos nas categorias Estreantes e Oficial competindo nos dias 20 e 21 de julho. As inscrições já estão abertas e são apenas 150 vagas disponíveis para os Estreantes.

A categoria Estreantes é subdividida em Open (17 a 23 anos), Cadete (24 a 35 anos), Master A (36 a 42 anos), Master B (43 a 49 anos), Over 50 (acima de 50 anos), Feminino Open (aberto para todas as idades/critério técnico) e Expert (aberto para todas as idades/critério técnico).

Os bikers que optarem por essa categoria vão entrar na pista na manhã de sábado, 20. Para eles não é necessário ser federado, no entanto a filiação na Federação Mineira de Ciclismo (FMC) é facultativa e gratuita até o fim das inscrições. Promoção válida somente para os atletas que participarem do Campeonato Brasileiro.

No domingo, 21, a pista do Green Hill é dos atletas da categoria Oficial que estão subdivididos em: Master Masculino (30 a 34 anos / 35 a 39 anos / 40 a 44 anos / 45 a 49 anos / 50 a 54 anos / 55 a 59 anos), Júnior (17 e 18 anos) Feminino e Masculino, Juvenil (15 e 16 anos) Masculino e Feminino, Infanto-Juvenil (12 a 14 anos) Masculino e Feminino, Veterano Masculino (acima de 60 anos), Sub 30 Masculino (23 a 29 anos), Elite (23 a 29 anos ou critério técnico) Masculino e Feminino, Sub 23 (19 a 22 anos) Masculino e Feminino.

Os atletas da categoria Oficial devem ser filiados a uma federação e apresentar sua licença da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) juntamente com o comprovante de depósito para retirada de seu numeral.

Este evento tem a chancela e segue os padrões da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e da Federação Mineira de Ciclismo (FMC) para competições da modalidade. O regulamento e as normas estão disponíveis nos respectivos sites.

Inscrição Categoria Estreantes: http://www.fmc.org.br/c4anywhere/eventos/brasileiro_xco_2013/filiacao_online.php

Inscrição Categoria Oficial: http://www.cbc.esp.br/inscricoes/index.php?evento=12

Serviço
 Campeonato Brasileiro de Mountain Bike Cross Country 2013
Data: 20 e 21 de Julho de 2013.
Hora: A partir das 8h.
Inscrição: R$ 82,00 para todas as categorias.
Local: Hotel Green Hill. Avenida Deusdedit Salgado, 5201 - Bairro: Salvaterra - Juiz de Fora – MG.
Telefones: (32) 3231-6622 | (32) 8885-2591
E-mails: jamillelamha@hotmail.com | atendimento@moveitsports.com.br
Site: www.moveitsports.com.br
Supervisão: Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação Mineira de Ciclismo (FMC).
Organização local: Move It Sports e No Limits.

As 22 equipes e seus eleitos para o Tour de France 2013

Centésima edição do Tour de France começa neste sábado (dia 29)
AG2R LA MONDIALE
 Jean-Christophe Peraud, Romain Bardet, Maxime Bouet, Samuel Dumoulin, Blel Kadri, Hubert Dupont, John Gadret, Sébastien Minard y Christophe Riblon

ASTANA PRO TEAM
 Jakob Fuglsang, Assan Bazayev, Janez Brajkovic, Enrico Gasparotto, Francesco Gavazzi, Andrey Kashechkin, Fredrik Kessiakoff, Alexey Lutsenko y Dmitri Muravyev

BELKIN PRO CYCLING TEAM
 Lars Boom, Laurens ten Dam, Robert Gesink, Tom Leezer, Bauke Mollema, Lars Petter Nordhaug, Bram Tankink, Sep Vanmarcke y Maarten Wynants

BMC RACING TEAM
 Cadel Evans, Tejay Van Garderen, Philippe Gilbert, Brent Bookwalter, Marcus Burghardt, Amael Moinard, Steve Morabito, Manuel Quinziato y Michael Schar.

CANNONDALE PRO CYCLING
 Peter Sagan, Moreno Moser, Maciej Bodnar, Kristijan Koren, Alessandro De Marchi, Alan Marangoni, Fabio Sabatini, Ted King y Brian Vandborg.

COFIDIS, SOLUTIONS CREDITS
 Yann Bagot, Jerome Coppel, Egoitz Garcia, Chistophe Le Mevel, Luis Ángel Mate, Rudy Molard, Dani Navarro, Rein Taaramae y Guillaume Levarlet.

EUSKALTEL EUSKADI
 Mikel Nieve, Igor Antón, Ion Izagirre, Gorka Izagirre, Rubén Pérez, Juanjo Lobato, Romain Sicard, Juanjo Oroz y Mikel Astarloza.

FDJ
 Nacer Bouhanni, Murilo Fischer, Jérémy Roy, Pierrick Fédrigo, Thibaut Pinot, Alexander Geniez, Arthur Vichot, Guillaume Bonnet y Arnold Jeannesson.

GARMIN – SHARP
 Ryder Hesjedal, Andrew Talansky, Dan Martin, Christian Vande Velde, Tom Danielson, David Millar, Ramunas Navardauskas, Jack Bauer y Rohan Dennis

KATUSHA TEAM
 Joaquim Rodriguez, Pavel Brutt, Alexander Kristoff, Aliaksandr Kuchynski, Alberto Losada, Daniel Moreno, Gatis Smukulis, Yuriy Trofimov, Eduard Vorganov.

LAMPRE-MERIDA
 Damiano Cunego, Matteo Bono, Davide Cimolai, Elia Favilli, Roberto Ferrari, Adriano Malori, Manuele Mori, Przemyslaw Niemiec y José Serpa.

LOTTO – BELISOL
 Lars Bak, Bart De Clercq, André Greipel, Adam Hansen, Greg Henderson, Jürgen Roelandts, Marcel Sieberg, Jurgen Van den Broeck y Frederik Willems.

MOVISTAR TEAM
 Alejandro Valverde, Rui Costa, Nairo Quintana, Andrey Amador, Jonathan Castroviejo, Rubén Plaza, Imanol Erviti, Iván Gutiérrez y José Joaquín Rojas.

OMEGA PHARMA – QUICK STEP
 Mark Cavendish, Sylvain Chavanel, Michal Kwiatkowski, Tony Martin, Jerome Pineau, Gert Steegmans, Niki Terpstra, Matteo Trentin, y Peter Velits.

ORICA GREENEDGE
 Stuart O’Grady, Matt Goss, Daryl Impey, Brett Lancaster, Svein Tuft, Simon Gerrans, Michael Albasini, Simon Clarke y Cameron Meyer

RADIOSHACK LEOPARD
 Andy Schleck, Jan Bakelants, Laurent Didier, Tony Gallopin, Markel Irizar, Andreas Klöden, Maxime Monfort, Jens Voigt y Haimar Zubeldia.

SOJASUN
 Anthony Delaplace, Julien El Farès, Brice Feillu, Jonathan Hivert, Cyril Lemoine, Jean-Marc Marino, Julien Simon, Maxime Mederel y Alexis Villermoz.

SKY PROCYCLING
 Christopher Froome, Edvald Boasson Hagen, Peter Kennaugh, Vasili Kiryenka, David López, Richie Porte, Ian Stannard, Geraint Thomas y Kanstantsin Siutsou.

TEAM ARGOS – SHIMANO
 Roy Curvers, Tom Dumoulin, Koen de Kort, Albert Timmer, Tom Veelers, Marcel Kittel, John Degenkolb, Johannes Fröhlinger, y Simon Geschke

TEAM EUROPCAR
 Thomas Voeckler, Pierre Rolland, Cyril Gautier, David Veilleux, Yukiya Arashiro, Davide Malacarne, Jerome Cousin, Kevin Reza, Yohann Gene.

TEAM SAXO – TINKOFF
 Alberto Contador, Michael Rogers, Roman Kreuziger, Nicolas Roche, Matteo Tosatto, Daniele Bennati, Sergio Paulinho, Jesus Hernandez, Benjamin Noval.

VACANSOLEIL – DCM
 Kris Boeckmans, Juan Antonio Flecha, Thomas De Gendt, Johnny Hoogerland, Sergey Lagutin, Wout Poels, Boy van Poppel, Danny van Poppel, y Lieuwe Westra.

Tour de France 2013: Tony Martin acusa organização de jogar com a vida dos ciclistas


Em causa está a inclusão de duas subidas no Alpe d’Huez à 18.ª etapa da Volta a França.

Tony Martin acusa organização de jogar com a vida dos ciclistasO alemão Tony Martin, campeão mundial de contrarrelógio, acusou a organização da Volta à França de estar a jogar com a vida dos ciclistas por ter incluído na 18.ª etapa duas subidas no Alpe d’Huez.

Em entrevista ao Sport Bild, o ciclista da Omega Pharma-Quick Step manifestou-se preocupado com as características desta tirada de montanha, sobretudo pelas descidas em «estradas velhas, estreitas e cheias de irregularidades».

O percurso não permite grande controlo sobre a roda dianteira. Não há barreiras protetoras e vamos passar por uma zona com um precipício de quase 40 metros. O Tour está jogar com as nossas vidas.

A dupla subida pode ser um grande espetáculo para os adeptos, mas a descida é criminosa», alertou o ciclista germânico.

A 100.ª edição da Volta a França disputa-se entre 29 de junho e 21 de julho.

sábado, 22 de junho de 2013

Dicas para trilha com raízes e areia


A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.

TRILHAS COM RAÍZES

As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.

No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.

A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.

Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.

Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor.
Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.

TRILHAS COM AREIA

As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.

Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.

A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.

O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.

A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.

Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!

Boas pedaladas!
 Abraços,
 Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )

Sibilo: Pinarello lança uma nova bike de Contra-Relógio! TOP TOP!

A Pinarello lançou durante o Giro d’Itália 2013 a Bolide, que é o TOP de linha. Agora a marca lançou mais um quadro top de linha, que é o Sibilo.


A bike é a segunda linha top da Pinarello e utiliza muitas das tecnologias da Bolide. Carbono Torayca 65hM1K. Cabeamento interno. Um BB86 para deixar a bike bastante rígida e compatível com grupos eletrônicos e mecânicos.


O quadro tem formas bastante parecidas, mas as formas da Sibilo são um pouco menos agressivas e menos alongadas. A Bolide utilizou muitos “pitacos” do time Sky em seu desenvolvimento. Já a Sibilo foi totalmente desenvolvida pela Pinarello.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Algumas dicas para comprar uma nova bicicleta


Quando entramos numa loja de bike, seja aqui no Brasil ou nos Estados Unidos, ficamos extremamente maravilhados com quantas cores, modelos, marchas, desenhos, acessórios diferentes que acabamos não pensando racionalmente, ou seja, será que ela serve para o que eu quero? Está no tamanho certo? Devo ou não devo comprar?

Para começar a responder as questões vamos para alguns detalhes mais simples e que sempre geram desconforto: Comprar aqui no Brasil ou nos Estados Unidos, já que vou viajar?

Para esta pergunta tenho respostas simples, mas que somente você saberá julgar a melhor opção. Comprar lá fora realmente é mais barato sim! Ainda mais com o dólar no preço que se encontra. Normalmente, as bikes do ano já estão todas disponíveis logo no inicio para compra, e em algumas épocas do ano como “Ação de Graças” eles fazem mega liquidações com preços incríveis.

Porém, lembre-se que algumas marcas não te darão garantia caso aconteça algo com a pintura, solda, ou algum outro defeito de fabricação. Às vezes até fazem a garantia, mas você irá pagar por isso! Não se esqueça que ainda tem que declarar a bicicleta na receita federal o que gera ainda mais taxa sobre o valor excedente. E, por fim, tem alguns espertinhos lá fora que aproveitam que você não vai mais voltar (pelo menos tão cedo) e vendem aquilo que para eles é mais vantajoso.

Que modelo comprar?
 Esta é uma questão um pouco mais fácil de responder mas é você quem decide mesmo! Primeiro porque cada um pensa de uma maneira, e nem sempre aquela pessoa que está te ajudando sabe o que você realmente deseja.

Mountain Bikes - São as mais fáceis de serem encontradas, e têm de tudo quanto é preço e modelo, sendo elas com 21-24 ou 27 velocidades, com freios a disco (mecânico ou hidráulico) carbono, alumínio, os dois juntos, enfim, existem muitas opções e o mercado nacional está repleto delas. Elas “servem” para passeios, trilhas, provas de estradão, circuitos e cicloviagem. A linha Full-Suspension (suspensão atrás e na frente) fornece mais conforto e prazer na pedalada do que Hard Tail (Rabo duro- somente suspensão na frente). Muitos atletas hoje usam bike full suspension para provas de maratona e até circuitos.

Road Bikes (Bike de estrada) - Assim como as mountain bikes têm diferentes finalidades, elas podem ser usadas para provas de circuito, por terem a frente mais baixa e uma traseira mais curta e hoje é muito comum uma geometria sloping, sendo assim, mais agressiva e arisca nas saídas de curva. Nos últimos anos surgiu uma linha de Road bikes destinada ao publico de estrada que gosta de longa distância, elas contam com uma frente mais alta e não possuem uma geometria tão sloping, deixando a bike mais confortável, estável e com um ótimo passo sendo muito boas de descida e com uma dirigibilidade fácil e segura.

Triathlon - Para esta modalidade é muito difícil dizer ao certo qual seria a melhor compra, até porque a imagem de uma bike de triathlon (lindas por sinal), muitas vezes é o que o triatleta mais quer ter. Por isso, encontramos os mais variados tipos de bike, rodas, clip, guidão...

Short distance: Normalmente bikes de estrada, pois são melhores de curva e a retomada é mais rápida devido ao circuito desta prova ser bem curto e com muitas curvas, além da quilometragem curta (20km).

Olímpico: Prova um pouco mais longa (40km) e seguida de uma corrida no mesmo estilo. Muitos atletas têm usado suas bikes de triathlon, sendo assim, tem o top tube mais curto e fornecem uma postura mais aerodinâmica ao atleta. São boas de passo, mantendo a velocidade com mais facilidade e devido ao clip de guidão fornecem um descanso maior ao tronco e braços para a corrida.

Meio Iron: Definitivamente uma bike de triathlon seria uma ótima opção pois serão 90 km de pedal e uma meia maratona pela frente. Alguns usam bikes de estrada, mas para isso, bom ajuste deve ser feito para que se tente chegar numa posição bem agressiva, porém, mantendo o conforto.

Ironman: Aqui cada detalhe fará a diferença, ou seja, a união de rodas, guidão aerodinâmico com clip, boas rodas, e pernas bem treinadas darão ao atleta um bom equilíbrio entre desgaste  x  conforto  x  performance.

Ciclista que perdeu o braço na avenida Paulista vira bombeiro


O ciclista Davi dos Santos Sousa, 21 anos, que perdeu o braço em um acidente de trânsito na avenida Paulista está voltando a ter uma vida normal. O Jovem voltou a andar de bicicleta e agora se prepara para se tornar bombeiro.

Apesar da vida humilde que leva, David continua lutando para se recuperar, ele está fazendo fisioterapia para adquirir coordenação motora com o braço esquerdo e planeja se tornar bombeiro civil.

Ele começou a fazer um curso de brigadista de incêndio onde também trabalha como instrutor. Dentro de três meses David deve ser formar bombeiro civil profissional.

David também ganhou uma prótese para o braço perdido, que ainda está em fase de testes, mas deve ficar pronta em aproximadamente um mês.

O estudante Alex Kozloff Siwek, que atropelou  David. em março deste ano, permanecerá em liberdade durante as investigações. Nesta quarta-feira (5), o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a liminar já obtida pelo estudante, que substitui a sua prisão preventiva por medidas cautelares.

Aos poucos o jovem está voltando a sua rotina e realizando os seus sonhos. Porém, para a sua mãe, a maior conquista do filho foi ter perdoado quem o atropelou.

— Se ele perdoou nós também perdoamos. Mas nós queremos justiça.

Sherman Trezza e Fernanda Prieto vencem 3ª etapa do GP Ravelli

Prova foi disputada em circuito inédito em Piedade, no interior paulista

Sherman Trezza na prova em Piedade
Sherman Trezza e Fernanda Prieto foram os campeões da 3ª etapa do Circuito Caloi GP Ravelli neste domingo (16 de junho), em Piedade, interior de São Paulo.

O percurso, inédito, revelou-se um dos mais desafiadores da competição até agora. “Foi uma prova muito dura e, mais uma vez, a chuva da madrugada ajudou a castigar o circuito, que ficou ainda mais pesado.

Posso dizer que pedalei feito ‘gente grande’, essas foram as palavras do mestre Marcio Ravelli”, contou Fernanda Prieto.

Veja os resultados aqui

Conheça as dez principais inovações do ciclismo

Brasil Cycle Fair amplia estrutura para segunda edição


Realizada em um pavilhão maior, com um dia mais de atividades e já com 80% da área de exposição comercializada apenas três meses após o lançamento. Assim são dados os primeiros passos da Brasil Cycle Fair 2013, que desta forma se consagra, em sua segunda edição, como a maior feira de negócios do mercado de bicicletas da América Latina. O evento acontecerá entre os dias 7 e 10 de novembro no Expo Center Norte, em São Paulo-SP.

Firme no propósito de agregar e fomentar o mercado brasileiro, a mostra também se consolida integrando em um só espaço todos os elos da cadeia: atacadistas, fabricantes, fornecedores, importadores, imprensa, lojistas, montadoras e representantes.

Com o objetivo de ampliar a qualidade do evento, duas empresas trabalharão em conjunto na coordenação e organização da Brasil Cycle Fair 2013: MKT Bike e Promovisão.

Parceiros - A junção das duas equipes, aliada ao time da Aliança Bike, idealizadora e realizadora do evento, está integrada à filosofia de união do mercado nacional, uma das principais metas da feira de negócios. Além disso, em pesquisa realizada com os expositores em 2012, 88% tinham o desejo de uma feira única para o setor.

“Acredito e, mais do que isso, atuo para a integração e o fortalecimento do setor como um todo. São muitos anos de experiência, em diferentes frentes do mercado, que estão à disposição da Brasil Cycle Fair para, em conjunto, superarmos todas as metas”, diz a empresária Margarida de Oliveira, sócia da MKT Bike e com experiência de mais de 30 anos no segmento de bicicletas, como a organização da Bike Expo Brasil durante os últimos sete anos.

Fabrícia Botelho, vice-presidente de operações da Promovisão, compartilha da opinião de Margarida.

“Foi muito gratificante atuar na construção da Brasil Cycle Fair. Estamos prontos novamente para contribuir para o sucesso deste grande encontro de negócios, que já é o mais importante do setor na América Latina”, comentou, lembrando que a empresa participou ativamente da formatação da feira de negócios em 2012.

A formalização das parcerias com a MKT Bike e a Promovisão beneficiará os participantes da Brasil Cycle Fair 2013, que contarão com toda a bagagem e know-how de Margarida de Oliveira no mercado de bicicletas, além do suporte de uma das melhores agências especializadas em eventos do país – responsável, entre outros, pela feira da APAS (Associação Paulista de Supermercados).

Em 2013, a MKT Bike será responsável pela coordenação geral e pela comercialização de estandes, patrocínios e merchandising, enquanto a Promovisão estará encarregada da produção e da operacionalização da feira no local.               

A feira - A Brasil Cycle Fair é uma feira de negócios e acontecerá entre os dias 7 e 10 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo - SP. Do dia 7 ao dia 9 será exclusiva para profissionais do setor e no dia 10 será aberta também para público.

Ela é idealizada e organizada pela Aliança Bike, com apoio da Abradibi (Associação Brasileira dos Fabricantes, Distribuidores e Exportadores e Importadores de Bicicletas, Peças e Acessórios), coordenação da MKT Bike e produção da Promovisão.

A receita gerada pelo evento será revertida em ações em prol do mercado brasileiro de bicicletas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Ciclofarsas e ciclorriscos do Brasil

Foto: Pi-Lens
Assim como ninguém chama uma pinguela de ponte nem uma viela de avenida, não podemos permitir que se difundam denominações erradas a respeito das vias ciclísticas, principalmente porque algumas vezes tais denominações são propositalmente enganosas. Por maior esforço que façam os prefeitos nos seus discursos, por ignorância ou má-fé, um risquinho pintado na beira do asfalto não é uma ciclovia.

O mais duro ao ouvir uma impropriedade dessas é saber que a via ciclística levou um bom tempo sendo pensada, projetada, contratada e executada, tramitando por vários departamentos técnicos da administração pública e de empresas de engenharia. Passou pelas mãos de técnicos com conhecimento de sistema viário, de legislação e de operacionalização de trânsito e mesmo assim, quando pronta, lá vai o prefeito inaugurar, ou apenas seu departamento de comunicação divulgar uma deformidade como se fosse uma maravilha da segurança e do respeito à dignidade do ciclista.

O Código de Trânsito Brasileiro é bastante claro: ciclovia é uma “pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum” (por mureta, canteiro ou similar), e ciclofaixa é “parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica” (com pintura, tachões reflexivos etc). Infelizmente, o detalhamento ainda não está regulamentado, mas as orientações do Ministério das Cidades são claras (ilustradas por tabelas) e respaldadas por técnicos especialistas: ciclofaixas podem ser instaladas apenas em vias com pequeno fluxo de veículos motorizados (unidades/hora) e com baixa velocidade máxima permitida (km/hora); nas vias públicas onde há grande fluxo de veículos motorizados circulando em velocidades letais, é necessária a instalação de ciclovias.

Portanto, mesmo que seja tecnicamente boa, uma ciclofaixa converte-se em uma ciclofarsa se instalada em uma avenida de tráfego denso e rápido. É uma fraude para os ciclistas que dela farão uso, pois estes não contarão com a segurança necessária para pedalar despreocupadamente; é um logro para a sociedade em geral, que, por desconhecimento, ficará com a impressão de que a nova estrutura é uma grande contribuição para a cidade.

Além disso, tanto ciclovias como ciclofaixas precisam ter largura suficiente, sinalização clara e abundante, pavimento plano, iluminação e drenagem adequadas e tratamento especial nos cruzamentos com as vias de motorizados. Está tudo lá no “Caderno de Referência para elaboração de Plano de Mobilidade por Bicicleta nas Cidades”.

Uma via ciclística exclusiva deve ser segura para todas as pessoas e não apenas para jovens hábeis e destemidos. Uma ciclovia ou ciclofaixa estreita, mal sinalizada e com obstáculos (postes, lixeiras, bueiros etc.) torna-se um ciclorrisco, uma verdadeira armadilha, principalmente para crianças, idosos e pessoas com pouca experiência. Pesquisas comprovam que mais de 50% das pessoas estariam dispostas a usar a bicicleta como meio de transporte se houvesse segurança (o que é chamado de “demanda reprimida”), mas muitas ciclovias e ciclofaixas são tão mal feitas que não conseguem ser atraentes para elas.

As vias públicas explicitamente compartilhadas com ciclistas (apesar de que, legalmente, todas as vias públicas o são), tal como as recentes ciclorrotas de São Paulo, também precisam garantir segurança para os pedaladores, mas desta vez com a redução da velocidade dos motorizados, farta sinalização vertical e horizontal, eliminação de faixas de estacionamento e constante fiscalização dos agentes de trânsito. Não se pode recomendar aos ciclistas que sigam determinada rota se na prática ela é tão hostil a eles quanto as demais vias públicas.

Outro problema crônico nas administrações públicas municipais, e que não incentiva o cidadão a comprar uma bicicleta, é a ausência de uma política cicloviária autêntica, o que resulta na construção de vias ciclísticas frequentemente curtas, instaladas em locais menos prioritários e, mais frequentemente ainda, isoladas e desconectadas. Sem responsáveis nomeados, sem planejamento de expansão a médio e longo prazo, sem estruturas adicionais de integração intermodal e sem a participação da sociedade, os ciclistas não têm como confiar que as ciclofaixas ou ciclovias de má qualidade sejam aprimoradas futuramente.

Portanto, o debate sobre a nomenclatura cicloviária não meramente de caráter conceitual e abstrato, é um debate fundamentado na realidade da malha cicloviária das cidades brasileiras, que está longe de atingir uma qualidade média. Chamar a atenção sobre o uso inadequado da terminologia não é uma questão de purismo linguístico, não é uma perseguição aos escorregões semânticos dos jornais ao reproduzirem as declarações dos secretários de obras, é uma questão de esclarecimento social e de precaução contra os embustes – especialmente em período eleitoral! É uma questão de não comprar gato por lebre, sobretudo quando quem paga a conta é o cidadão, seja com seus impostos, seja com seus ossos.

Entre casar ou comprar uma bicicleta, eles preferiram as duas opções

Somente neste caso a outra é bem-vinda. A fulana magrela fortalece a relação, aproxima os seres, cria cumplicidade e diverte os casais 


Foto: Monkeybusinessimages;
Atualmente, o desencontro de horários, o estresse do dia a dia, o acúmulo de trabalho, muitas responsabilidades, muito tempo no trânsito para aqueles que moram nos grandes centros, entre outros fatores, prejudicam sobremaneira a qualidade de vida e de convivência afetiva de milhões de casais.

Alguns se veem muito pouco, a convivência e comunicação muitas vezes dá-se por e-mails, torpedos e a distância vai crescendo. Expectativas são frustradas e o sentimento de culpa cada vez maior atormenta a vida em comum. Casais deixam de compartilhar e viver momentos preciosos da vida porque geralmente estão absorvidos pelas demandas e pressões familiares e profissionais.

Uma grande oportunidade para sair deste círculo vicioso é a adoção de uma prática esportiva em conjunto. Dar o primeiro passo pode parecer algo intransponível, mas é totalmente possível a partir do momento em que há planejamento e principalmente o desejo de realizar algo diferente, prazeroso, que quebre a rotina diária de infinitas responsabilidades e que traga uma dose de aventura e prazer a dois.

É importante estabelecer um objetivo. Por exemplo: participar de uma cicloviagem, de um passeio ciclístico ou até de uma competição. Além disto, o companheirismo, o desejo em comum e incentivo mútuo deve ser o mote da nova fase, para que ambos mantenham a motivação para se levantar da cama, pegar a magrela e sair pedalando em direção ao objetivo.

Sabemos que a prática de exercícios físicos traz benefícios hormonais, físicos e emocionais. Quando realizada com o parceiro aumenta ainda mais o prazer, a alegria, o relaxamento e a cumplicidade.

Para que o projeto dê certo, é importante que o casal compartilhe dos mesmos objetivos, como gostar de cuidar da aparência, da saúde física e emocional. Perceber que a atividade física deve ser encarada como uma excelente oportunidade para o fortalecimento da relação, desenvolvimento e conhecimento mútuo.

Eu e Marcello Ruivo nos conhecemos por causa da magrela. Estava ministrando uma palestra a respeito do projeto Ciclofemini. No final da palestra conversamos e o gosto mútuo pelo pedal ficou mais que evidente. Começamos a namorar e de lá para cá o nosso relacionamento se fortalece cada vez mais. No silêncio das pedaladas pelas trilhas a energia gerada entre nós dois dispensa quaisquer palavras, a cumplicidade cresce a cada quilômetro conquistado. Percebemos que pedalar juntos é um momento de grande riqueza, de autoconhecimento e conhecimento mútuo. Já estávamos todos os finais de semana fazendo passeios pelas trilhas, mas a nossa grande descoberta como parceiros de pedal foi quando resolvemos participar da primeira competição. Foi mágico, lideramos a competição o tempo todo, só nos últimos minutos acabei me cansando muito com o ritmo e mesmo assim conseguimos o pódio em terceiro lugar. Quando cruzamos a linha de chegada percebemos que o futuro dali para frente seria muito diferente, um futuro de vivência harmoniosa no giro dos pedais. Hoje, formamos a dupla Duorum Gaia e nosso objetivo é participar do Brasil Ride em setembro de 2012. No final de cada treino, mais que pernas fortalecidas, é a nossa relação que ganha fôlego e energia.

Outro exemplo de casal que pedala junto vem de Paula Miguel e José Carlos Alves, ambos corretores de seguro. Ele a inscreveu em um curso para aprender a pedalar, exatamente para poderem pedalar em família, já que têm um filho de seis anos e ele já pedalava com o pai. “Andar de bicicleta em família ajuda na cumplicidade do casal e um dos benefícios é o fortalecimento da união. Andar de bicicleta é uma experiência única, que todos deveriam passar pelo menos uma vez na vida, se puder andar com a família ou amigos melhor ainda!”, comenta Paula.

Luciana Amaral, historiadora, também teve a ajuda do marido, Fausto Mascia, professor universitário. Ele, que pedalava desde criança, tinha o desejo de que sua mulher o acompanhasse nos passeios. Hoje, os dois andam pela cidade nos passeios noturnos, conhecem lugares novos pedalando e também praticam uma atividade física juntos. Luciana recomenda: “vai pedalar, é muito gostoso aprender. Não é tão difícil, tenho 46 anos e aprendi. Fiquei muito emocionada porque todos dizem que essas coisas a gente aprende só quando criança. Mentira! Vai pedalar com o marido, porque futebol não dá para jogar junto, mas pedalar sim”.

Rosemary França Gonzales, técnica contábil, e Aparecido Joaquim Mendes, movimentador de materiais, pedalam juntos há seis anos, muito tempo de cumplicidade e companheirismo. Rosemary comenta que “pedalar junto só fortalece a relação do casal, pois não temos o problema de ter que sair correndo da trilha, como muitos amigos fazem. Até brincamos com eles que a 'maionese está azedando', pois as esposas ligam e ficam esperando, já que também têm seus horários e compromissos. Fazemos nossos pedais tranquilos, como marido, mulher e muito mais - como parceiros de bike, um incentivando o outro na hora da canseira”.

“O nosso projeto é difundir a bike como meio de transporte alternativo incentivando as pessoas”, comenta Aparecido, “pois aqui em Sorocaba temos 75 quilômetros de uma linda ciclovia que nos leva a toda a cidade. Mantemos um grupo, o Team C20 Bikers, que pedala todos os sábados. Nossos passeios são tranquilos, dizemos que é daqueles que dá para tirar muitas fotos. Fazemos todo ano uma cicloviagem longa nas férias”.

Segundo Rosemary, “é difícil explicar essa relação casal e bike. No nosso caso, aumentou o companheirismo e a solidariedade de apoiarmos um ao outro, como em casos de cicloviagens dificílimas em que um dá força ao outro e juntos conseguimos conquistar nosso sonho. Isso começa desde quando começamos a traçar nosso objetivo no papel até quando estamos lá e completamos o percurso. Ficamos muito mais unidos e felizes pela vitória do casal. Existe uma mágica ou química na prática do esporte que só sente quem faz. Praticando junto tudo fica completo”.

“Gostaríamos de deixar nosso conselho para que todo casal deixe o carro na garagem, pegue sua bike e saia para um pedal diferente, para sentir a força interior e também sentir o exterior: as belezas e riquezas naturais. Só fazendo para explicar e sentir o que o pedal nos traz de benefícios físico, mental e emocional. Por isso que somos tão felizes, marido e mulher amantes e parceiros na bike sempre”, finaliza Aparecido.

Fernando e Sinara, ambos empresários, pedalam juntos há sete meses. “Estávamos preocupados com a saúde e o bem-estar e à procura de uma atividade em conjunto que fosse saudável, prazerosa e que estivéssemos  em contato com a natureza. Resolvemos tirar a bicicleta da garagem, pois só ela poderia nos proporcionar estes benefícios. Além disso, os pedais em conjunto tem nos dado motivação mútua, companheirismo, segurança e diversão”, comenta Sinara. Fernando concorda e aconselha que “os casais jamais percam essa oportunidade única na vida, ou seja, manter a saúde física, mental e conjugal. A bicicleta aproxima os casais por causa do interesse em comum e da satisfação em dividir momentos prazerosos”.

Sinara diz que “há momentos na vida que nos fazem renascer e avistar novos horizontes, e esta nova e empolgante fase na nossa história se chama bicicleta! Torcemos para que estes momentos durem longos e longos anos. Por isso, recomendo a todos, perseverem, ousem, superem, pois é algo extremamente gratificante”.

“A prática do esporte e de uma atividade física em conjunto faz uma pausa na rotina e coloca o casal em sintonia para um objetivo em comum. Qualquer atividade pré-programada de interesse em comum pelo casal que demanda ajuda mútua tenderá a uni-los. O esporte em conjunto agrupa todos os itens de importância para preservar e fortalecer o relacionamento”, conclui Dra. Adriana de Araújo, psicóloga, especialista em programação neurolinguística, hipnose e autora de vários livros.

Fonte: Revista Bicicleta

Vídeo: Queda feia do ciclista Vernon Taylor da GT Factory Racing na Copa do Mundo de Downhill

Apesar dos gritos de dor do ciclista. Saiu a notícia de que ele está bem e não sofreu ferimentos graves.

Liberdade nas ruas? Só se for de bicicleta


Ganhar um carro, pegar estrada e sair por aí atrás do volante compõem um cenário ideal rumo à liberdade. Certo? Errado. Até bem pouco tempo atrás, essa frase faria mais sentido. Nos anos 1990, o sonho de todo jovem era comprar o seu carro e ser livre. Porém, parece que não é essa a tal liberdade que a geração de hoje busca quando o assunto é mobilidade. Antes, o automóvel era visto como um símbolo de independência. Com o passar dos anos e o surgimento de vários agravantes, como o trânsito, a violência, as doenças respiratórias e a falta de espaço nas ruas, o carro não faz mais parte dos sonhos da grande maioria dos jovens de 2013.

Recentemente, a General Motors (GM) encomendou uma pesquisa para a MTV Scratch, canal de pesquisa e relacionamento com jovens, da emissora norte-americana, para tentar entender esse mercado e criar estratégias para reconquistar o público jovem. Mas, parece que essa tendência não é fácil de reverter.

Parece mesmo que os jovens mudaram. Segundo a pesquisa, essa geração chamada de “Millennials” (a famosa Geração Y) valoriza a vida saudável e o esporte; são jovens entre 18 e 24 anos que acreditam na sustentabilidade e buscam construir um mundo melhor por meio de atitudes positivas. Dessa forma, jovens trocando carros por bikes,e as ruas sendo tomadas por ciclistas é algo cada vez mais comum.

No Brasil, a onda dos bikers parece uma tendência que veio pra ficar. Em São Paulo, as ciclofaixas que são liberadas aos domingos e feriados, têm ficado lotadas de paulistanos que só precisavam de uma desculpa para tirar as bikes da garagem. O empresário e atleta Lucas Laurentys não larga a bike por nada “vou para qualquer lugar num raio de 15 km de bike, sempre que posso evito pegar o carro; pedalo para o treino, médico e trabalho. Ir de carro significa mais trânsito, muita demora e menos diversão”.

As cidades e o governo vêm se adaptando também a aqueles que realmente se locomovem por meio da magrela como um meio de transporte, mas o caminho ainda é longo. Hoje é lei: qualquer novo empreendimento imobiliário deve ter um bicicletário para os moradores. Mas acidentes entre ciclistas e motoristas ainda são constantes nos noticiários e faz-se necessário levantar a bandeira do respeito e da tolerância no trânsito, mais do que nunca.

Gee Atherton perseguido por um falcão peregrino

Mark Cavendish disse que quer vestir a Camisa Amarela no Tour de France

Mark Cavendish disse que quer vencer a primeira etapa do Tour de France e ter a oportunidade de usar a Malliot Jaune (Camisa Amarela) no Tour de France.

A Camisa Amarela é o grande sonho de todo ciclista. Apesar de que, ser um “dono” da Camisa Amarela definitivo (vencendo um Tour de France) é um sonho impossível para os sprinters, em alguns casos, eles tem a chance de ser portadores temporários da Malliot Jaune.

Foto: Roberto Bettini
Mark Cavendish nunca teve a honra de usar essa Camisa. A primeira etapa do Tour desse ano acontecerá em Corsica e Cavendish disse para o jornal Sporza que ele está confiante para vencer a etapa.

Cavendish terá que superar os fortes adversários Marcel Kittel (Argos-Shimano) e André Greipel (Lotto Belisol). Mas ele parece não estar muito preocupado. “Eu não tenho medo de ninguém. É irrelevante quem está lá. Tem alguns caras fortes no pelotão, mas se você se preocupa com os adversários, você perde o foco no objetivo principal, que é cruzar a linha em primeiro” disse Cavendish.

Topografia não é desculpa

Ciclistas experientes afirmam que a maioria das bicicletas tem sistema que suporta ruas íngremes


Na década de 40, o compositor mineiro Rômulo Paes já alertava que faz parte de Belo Horizonte “subir Bahia e descer Floresta”. A poesia que deu fama de cidade das ladeiras à capital não intimida ciclistas, que têm se equilibrado em duas rodas e provado que a topografia não impede as pedaladas. A Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) concorda que as ruas íngremes não são empecilho e revela ter tido um aumento de ciclistas nos últimos cinco anos. Porém, não existem ações para monitorar ou estimular o uso da bicicleta.

Cansado de congestionamentos e riscos na avenida Cristiano Machado, há dois anos, o funcionário público Aylton Coelho, 59, encara, de bicicleta, um percurso de 30 km (ida e volta) para o trabalho, duas vezes por semana. O trajeto é feito do Minas Shopping, na região Nordeste, à Cidade Administrativa, na Norte. “Ninguém me estimulou, decidi andar de bike por conta própria. O problema é pegar a Cristiano Machado, porque já fui fechado uma vez por um ônibus. Então, desvio pelo bairro e acabo subindo ladeiras. Mas, mesmo assim, a bicicleta aguenta bem”.

O atleta José Elias, 30, tem mais de 20 anos de experiência em ciclismo e, para ele, os problemas estão longe das ladeiras. Ao pedalar 12 km por dia do centro até a Pampulha, ele se queixa da falta de estrutura. “A maioria das bicicletas tem equipamento de marchas e pode aguentar ladeiras. Temos poucas ciclovias e elas ligam nada a lugar nenhum. Podiam ter estruturas no centro e ligações de ciclovias com o metrô”.

Investimentos. Há nove anos, 30 mil viagens eram realizadas de bicicleta na capital, segundo dado mais recente da BHTrans. Porém, de lá para cá, não foram realizados estudos na cidade sobre o crescimento dos ciclistas. “O que conseguimos ver são pessoas andando mais de bicicleta no trânsito. Essa demanda cresceu de forma relevante, principalmente nos últimos cinco anos. Só não sabemos quanto”, disse o analista de gerência de educação para mobilidade da BHTrans, Ronaro Ferreira.

Dicas para fazer trilhas de bike com segurança


1. Para fazer uma trilha em segurança e garantir o seu divertimento, não esqueça de levar: câmera de ar reserva, espátulas, bomba, chave de corrente e Chaves allen de 5mm à 7mm que são as mais comuns em eventuais apertos. Parece muito, mas é possível você levar tudo isso em uma bolsinha acoplada ao seu banco ou em um camel back, que são muito recomendados.


2. Verifique semanalmente o aperto dos parafusos da mesa e guidão de sua bike, pois a força que é exercida sobre eles pode solta-los com freqüência.

3. Procure deixar os manetes de freio, shifters, manoplas, a posição do guidão e o tamanho da mesa sempre a sua vontade pois são eles que vão obedecer a sua ordem de freiar a bike, a troca de marchas e vão proporcionar um maior conforto em sua pilotagem. O ideal é que eles estejam ajustados de acordo com a sua forma de pilotagem, pois é muito importante que braços e as mãos fiquem firmes e bem posicionados.

4. Respeite a natureza, não jogue lixo na trilha. Lembre-se que ao sujar a trilha dificilmente alguém recolhera esse lixo.

5. Se possível pedale acompanhado por outros bikers.

6. Use sempre o capacete e a luva, pois eles irão te proteger de um eventual tombo. Para a prática do downhill, é recomendado o uso de um capacete fechado que proteja a face. Também é bom não esquecer as joelheiras, cotoveleiras e uma luva integrada. Os tombos no downhill são mais freqüentes Tente não ultrapassar o seu limite!

7. É recomendado o uso de óculos de proteção, pois em alta velocidade é importante ter boa visão da situação e proteger seus olhos. Uma simples poeira nos olhos pode causar um grande risco a sua segurança. Há diversos tipos de óculos para esportes outdoor, com diversos objetivos de lentes.

8. O aquecimento é muito importante antes de entrar na trilha. Aqueça pelo menos cinco minutos antes de pedalar. Como aquecer? Pedale sobre a sua bicicleta girando levemente as pernas em uma marcha leve. Sinta sua respiração. Acorde os músculos e comece a sentir seu corpo já que ele será o seu motor na bicicleta.

9. Divirta-se! Não pense que biking é um esporte sofredor. Procure explorar seu divertimento com a bicicleta, praticando em trilhas boas, com amigos e sem pressão nenhuma. Biking é uma terapia usada por muitas pessoas no mundo Que não compete somente se diverte!

10. Verifique a previsão do tempo antes de ir para a trilha. Se for chover ou fazer frio vá preparado levando uma capa de chuva portátil ou melhor agasalhado.

11. Lubrifique sua corrente sempre antes de uma trilha. Com o desgaste, a corrente pode precisar de uma reposição de óleo. Procure colocar óleo não muito grosso (pastoso).

12. Ao perder-se de um grupo durante uma trilha procure voltar para o ultimo lugar que esteve antes de se perder. Espere alguns minutos se ninguém aparecer tente voltar para o começo da trilha e ir ao ponto de encontro do grupo.

13. Ao explorar uma trilha ainda não conhecida procure dispor de tempo e tente fotografar visualmente bifurcações ou lugares de fácil memorização.

Empresa lança serviço de Bike Fit dentro de um túnel de vento

A tecnologia não para de se desenvolver no ciclismo e a empresa A2 Wind Tunnel acaba de lançar um serviço que oferece para o ciclista fazer um bike fit dentro de um túnel de vento.


Com isso, o ciclista pode ver em tempo real a diferença que o seu posicionamento em sua bicicleta afeta a sua aerodinâmica. A A2 é um empresa que fica em Mooresville, North Carolina e tem um grande histórico de trabalhos na indústria automotiva, mas já vem trabalhando com ciclismo ha alguns anos.

Além do trabalho com desenvolvimento de produtos, a empresa aluga o seu túnel de vento para ciclistas que quisessem testar sua aerodinâmica. Para melhorar esse serviço, a empresa fez uma parceria com a Retül, empresa que desenvolveu a tecnologia de Bike Fit 3D, além de instalar câmeras HD, para filmar a sessão.


Com isso, o ciclista terá uma noção completa da diferença real que o bike fiz fez em sua posição e na sua performance. Os preços para a sessão ainda não foram definidos. Mas para se ter uma noção, para alugar o túnel de vento por 4 horas, se paga USD250. Para mais de quatro horas, USD500… Então o preço será daí para cima!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

3º Mountain Bike da Trilha Eco - Fotos

Mountain Bike Trilha Eco de Gravatá Reuniu Vários Ciclistas em Gravatá


No último Domingo (09-06), aconteceu a Mountain Bike Trilha Eco de Gravatá, com saída do Centro de Informações Turísticas de Gravatá e teve vários Ciclistas que percorreram cerca de 30 km até a chegada.

  

 

Os Ciclistas pedalaram rumo a Estrada Velha de Chã Grande, passando  pela Fazenda Serrana e outras Propriedades, passando pelo Centro da Cidade até retornar por volta das 12:00hs  ao local da partida.

 

 

 As Organizadoras do Evento disponibilizaram um café da manhã com frutas, um carro fornecendo água, outro carro dando apoio para as Pessoas que não quiseram percorrer toda a rota pedalando.


Os Guarda Municipal de Gravatá também estava presente controlando e ajudando o Trânsito para os Ciclistas durante o percurso.


Fonte: blogdomatuto

Mobilidade Saudável - servidora pública deixa o carro e opta pela bicicleta no dia a dia

Chris Froome diz que vai focar em vencer o Tour de France pelos próximos seis ou sete anos

Foi o que disse o capitão da equipe Sky para o Tour de France 2013. Após vencer o Critérium Dauphiné. Froome esta muito confiante em relação ao Tour.


Ano passado Chris Froome foi um peça fundamental na vitória de Bradley Wiggins no Tour de France. Muitos achavam que ele teria condições de vencer Wiggins, se não fosse gregário.

Esse ano ele terá a chance de provar as suas qualidades na maior competição de ciclismo do mundo. Ele venceu semana passada o Critérium Dauphiné com muita superioridade. E mostrou que está com as pernas muito fortes, inclusive dispensou o seu maior rival, Alberto Contador, durante a competição.

“Eu tenho os meus objetivos”, disse o ciclista para o jornal The Times “pessoalmente o que eu quero fazer, é dedicar minha carreira ao Tour de France, não somente esse ano, mas pelos próximos seis ou sete anos. Eu sou motivado por esse objetivo e não pela fama”.

Será que Froome será o próximo Lance Armstrong…? Mas sem os escândalos… de preferência!

Luva iluminada ajuda na segurança da pedalada noturna

Os ciclistas urbanos precisam ter cuidado redobrado para pedalar à noite. Para ajudar na segurança surgiram diversos acessórios e já existe até a bike que brilha no escuro. Um estudante de engenharia mecânica pensou em algo simples, mas eficaz: uma luva iluminada para sinalização noturna.


No claro ou no escuro, o ciclista deve sinalizar com as mãos a direção que pretende virar. Neste caso, as mãos funcionam como uma seta de um veículo. Entretanto, dependendo da claridade do local fica difícil ver a mão do ciclista. Com a luva batizada de YouTurn esse problema é solucionado.

O protótipo foi criado pelo estudante de engenharia mecânica, Jack O'Neal, da Universidade Estadual de Portland, nos Estados Unidos. O YouTurn utiliza uma tecnologia que lê a posição da mão do piloto em três dimensões e ativa um dos dois padrões de luz designados, com rapidez e precisão, comunicando a intenção do piloto para os motoristas que estiverem próximos.

A luva iluminada funciona automaticamente apenas com o movimento do corpo, não sendo necessário ativar nenhum botão. O protótipo ficou disponível em uma plataforma de financiamento de projetos criativos, no Kickstarter, mas não alcançou o valor necessário para que o projeto fosse levado adiante.

Methanol 29 FS: Belíssima Mountain Bike da Bianchi para 2014

A Bianchi está lançando belíssimas máquinas para 2014. Ontem falamos sobre a Oltre XR2 Disc e hoje vamos falar sobre a MTB Methanol. Que também ficou lindíssima.

Essa maravilhosa MTB full suspension, com uma suspensão traseira de 100mm, montada em um sistema de duplo pivot com rolamentos, que prometem menor complacência lateral e maior durabilidade da suspensão.

Foto – Robin Wilmott/Future Publishing
Ela vem com o eixo traseiro 12×142 da Shimano, uma Caixa de centre com 73mm PF30, rotores com 160mm e o quadro pesa 1.970g, no tamanho 19. De acordo com a Bianchi, apesar do quadro ser meio pesado, ele é rígido quase como uma Hard Tail… (é o que eles dizem).

Ela vem com as seguintes opções de grupos e com as seguintes denominações: 29.1 (SRAM XX), 29.2 (XTR/XT) e 29.3 (SRAM X9) modelos vem nos tamanhos 17, 19 e 21, e pode ser vendida somente o quadro

Ciclista cai e é atropelado por pelotão na Crystal Cup

Veja como foi o acidente ocorrido domingo (10 de junho) em Alington, Virginia, EUA

 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

3º Mountain Bike da Trilha Eco será realizado no dia 9 de junho em Gravatá

Para quem curte turismo de aventura o Receptivo “Trilha Eco” em parceria com a Secretaria de Turismo através da Prefeitura de Gravatá vão estar realizando no dia 9 de junho, a 3ª edição do Mountain Bike Trilha Eco, com saída prevista, as 9h da manhã, e concentração em frente ao Centro de Informações Turísticas de Gravatá, onde será servido um café da manhã.

O percurso de aventura será 30km pelas estradas da Zona Rural, em meio as belezas remanescente da Mata Atlântica e Brejo de altitude, com passagens pela estrada Velha de Chã Grande,  Rio Ipojuca, Fazenda Serrana,  Spa Oasis e volta ao centro de informações turísticas.  O Evento contará com a equipe do Trilha Eco e um carro de apoio, além dos bombeiros civis farão a segurança do percurso.

Quem estiver interessado em adquirir os kits do passeio de aventura Mountain Bike é só entrar em contato com a coordenação do evento. Maiores informações  pelo: (81) 97213549 ou 89193828

Confira o material de divulgação:


Brasil Ride Warm Up: Vitória de Hugo Prado Neto e Dani Genovesi

Etapa de “aquecimento” da ultramaratona Brasil Ride foi disputada em Botucatu, no interior de São Paulo


Largada da competição no centro de Botucatu, no interior de São Paulo
O mineiro Hugo Prado Neto e a carioca Dani Genovesi foram os campeões da etapa de “aquecimento” da Brasil Ride Warm Up, realizada em Botucatu, no interior de São Paulo, neste domingo (2 de junho).

“Já esperava uma prova muito dura pela distância e trajeto com muita subida e, depois que começou a chover, vi que era importante usar a experiência de sempre me manter à frente. As trilhas eram bem técnicas, decidi apertar o passo e ainda fui seguido por outros atletas, mas no final percebi que vinha sozinho e consegui conquistar esta grande vitória”, comenta Hugo Prado Neto (Focus/OCE), que completou com o tempo de 4 horas, 27 minutos e 17 segundos.

Dani Genovesi nas trilhas da Brasil Ride Warm Up em Botucatu
Rafael Mesquita “Catalão”, que percorreu os últimos 7 km do percurso a pé após quebrar a corrente, foi o segundo colocado. Em terceiro lugar ficou João Paulo Firmino, seguido por Abraão Azevedo e Reinaldo Pereira da Costa.

A prova contou com participantes de diversos Estados, que desafiaram os percursos de mountain bike maratona (XCM) com 54km e 100km na região do Pólo Cuesta, formada por cidades como Botucatu e Pardinho. “Cuesta” é uma palavra de origem mexicana que significa ‘degrau’, uma característica do relevo escarpado, formando uma espécie de degraus “paredões” na geografia, que eleva-se a mil metros de altura.

Bikers enfrentaram os percursos de mountain bike maratona com 54km e 100km
Daniela Genovesi (RC Bikes), campeã do circuito mundial de ultramaratona de ciclismo e campeã da Brasil Ride 2012, diz que a vitória foi muito especial. “Estava desde março sem pedalar uma mountain bike, pois estava me preparando para uma etapa de ultraciclismo na Itália.” Sabrina Gobbo (RC Bikes) fez a dobradinha da equipe no pódio, seguida por Margarida da Costa, Cristiane Castro e Laura Dias, nas primeiras cinco colocações, respectivamente.

Veja vídeo do passeio realizado um dia antes da prova


Fotos Alexandre Cappi / Divulgação

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