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sábado, 26 de julho de 2014

Ciclo Vídeo: Melhores momentos do Campeonato Brasileiro MTB XCO 2014

Aqui está o vídeo feito pelo pessoal do Bike TV, com os melhores momentos do Campeonato Brasileiro de XCO 2014!

Abraão Azevedo é heptacampeão brasileiro de MTB XCO

Bicampeão da ultramaratona Cape Epic, atleta Scott conquistou seu sétimo título da competição na Master

Foto: Divulgação SCOTT
Um dos principais nomes do mountain bike nacional, Abraão Azevedo mostra que continua em grande forma. No último domingo (20/7), o atleta Scott conquistou o seu sétimo título do Campeonato Brasileiro de Mountain Bike XCO, em prova disputada na cidade de Cotia, no interior de São Paulo.

Nesta temporada, a vitória do atleta do Centro-Oeste veio na categoria Master, voltada para atletas com idade entre 45 e 49 anos. Abraão sagrou-se duas vezes campeão brasileiro de maratona, uma vez na Elite e quatro vezes na sua atual categoria, a Master.

“Foi uma prova bastante disputada, em um circuito bastante rápido e duro. Consegui pular na ponta no início da corrida, o que foi muito importante para conseguir fazer o meu ritmo e permanecer na frente durante toda a prova”, comentou Abraão, que ficou quase 3 minutos à frente do segundo colocado, Luiz Neto.

Pedalando uma Scott Scale 700 RC, Abraão aproveitou que conseguiu a dianteira no início do percurso e teve um grande aliado além de toda sua técnica e preparo físico já conhecidos: o equipamento.

“A bike funcionou como um relógio suíço: perfeita. Estive com ela sempre na mão em todas as manobras e curvas e, além de aguentar muito bem nas descidas, é muito leve nas subidas”, comentou.

Agora, o experiente atleta bicampeão da ultramaratona Cape Epic se prepara para disputar o Campeonato Mundial Master de XCO, que acontece em Lillehammer, na Noruega, entre os dias 21 e 26 de agosto.

A Scott é considerada uma das principais marcas do ciclismo mundial. Com grande foco em engenharia, tecnologia e inovação, seus produtos são referência quando o assunto é bicicleta. No Brasil, a marca suíça é distribuída há mais de 20 anos pela IGP Sports, sempre trabalhando com marcas premium de prestígio mundial.

Fonte: Scott

Alegria sobre rodas

 Moradores de Brasília confirmam resultado de estudo norte-americano e contam como são mais felizes pedalando pela cidade

O casal Ronieli Barbosa e Uirá Lourenço, com os filhos Iuri e Cauã:
nada de carro, deslocamentos por Brasília, só de bicicleta

Foto: Tina Coelho
O que pode tornar a vida do brasiliense mais feliz? As reações a essa pergunta definitivamente variarão bastante, mas, em comum, muitos cravarão suas principais objeções em torno das dificuldades diárias do trânsito. As contestações não são exclusivas de Brasília e a resposta dada por uma dupla de pesquisadores norte-americanos vale para todos: vá de bicicleta! O vento nos cabelos, a movimentação sadia do corpo e o contato direto com as paisagens do cerrado são um conjunto de elementos associados ao uso da magrela na capital capazes de imprimir a sensação de bem-estar pouco vista nos rostos de irritados motoristas e, muitas vezes, espremidos usuários do ônibus e do metrô.

Há menos de dez anos, um crescente volume de sociólogos, filósofos e psicólogos passaram a se debruçar sobre os diversos fatores demográficos da vida urbana que podem ser associados à satisfação com a vida. Os pesquisadores Erick Guerra, da Universidade da Pensilvânia, e Eric Morris, da Universidade de Clemson, ambas nos Estados Unidos, basearam-se na American Time Use Survey, um tipo de banco de dados norte-americano que entrevistou mais de 13 mil voluntários para desvendar como o americano usa o tempo disponível. As perguntas se relacionaram ao humor durante atividades selecionadas aleatoriamente.

Quando foi considerado o tipo de transporte usado, os ciclistas tiveram efeitos mais positivos sobre o humor. Compondo o restante do ranking, os passageiros dos carros são mais felizes que seus motoristas, que, por sua vez, estão melhores que os usuários de ônibus e trens. A pesquisa foi divulgada na última edição da revista científica Transportation. Erick Guerra conta que houve um rápido crescimento no número de ciclistas, impulsionado, em especial, pelo aumento do trânsito em áreas urbanas específicas.

Professor Hartmut Gunther,
pesquisador de trânsito
O professor do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Hartmut Gunther, pesquisador de trânsito, prefere usar um trocadilho para resumir sua opinião. “O carro gasta dinheiro e guarda gordura, a bicicleta gasta gordura e guarda o dinheiro”, diz. Para ele, a pesquisa feita pelos norte-americanos lembra a dissertação de mestrado de uma ex-aluna e atualmente professora da Universidade Federal de Sergipe, Zenith Nara Delabrida. Gunther foi orientador do trabalho que analisou a imagem e o uso da bicicleta entre moradores de Taguatinga. “As coisas começam a mudar, mas a bicicleta ainda é vista como um brinquedo para crianças ou objeto de lazer para os fins de semana, ainda não como um meio de transporte”, relata.


Outros resultados alcançados pelo estudo mostram que, como meio de transporte, a bicicleta é utilizada principalmente para pequenos trajetos, sendo a principal motivação o prazer de pedalar, especialmente para os mais jovens. Dados mostraram que a praticidade é o grande forte da magrela, pois, segundo os usuários, é mais rápida e cansa menos que ir a pé. O especialista acredita que, dependendo da cidade e do contexto, é possível ter uma infraestrutura boa para o uso da bicicleta. Questões como o clima e o estado das vias são essenciais, mas também deve ser levado em consideração o conforto do usuário, como local para guardar a bicicleta ao chegar ao trabalho e um vestiário para trocar de roupa e se refrescar.

A satisfação garantida em trocar o meio de transporte usado diariamente não vem só das vozes científicas dos grandes laboratórios de pesquisa, mas também dos ciclistas que rodam pelas amplas vias candangas. O servidor público Marcelo Coelho assegura que os dois dias da semana que consegue ir de casa para o trabalho pedalando são, com certeza, mais alegres e produtivos. Ele participa de um programa na Câmara dos Deputados, onde trabalha, de incentivo ao uso da bicicleta. Ao chegar ao escritório,  ele pode fazer uso de vestiário, bicicletário e armários ideais para evitar a aparência cansada e suada durante as tarefas ao longo do dia. Segundo ele, a motivação já levou pelo menos mais dois colegas a subir nas duas rodas. “Com certeza o pessoal fica mais animado e começa a considerar. Nos dias em que venho de bicicleta até meu rendimento é diferente. Muito melhor!”, relata.

Jonas Bertucci
O segredo dessa felicidade na locomoção diária é dividido por alguns defensores irredutíveis e se espalha a progressões geométricas. Presidente da ONG Rodas da Paz, criada há mais de dez anos para conscientização da violência no trânsito, o economista Jonas Bertucci acredita que os benefícios da utilização da bicicleta são incontáveis e em diversos aspectos. Ao pedalar é possível ter uma noção mais aproximada de quanto tempo será o trajeto. Porém, segundo ele, todas as vantagens individuais dependem de políticas públicas que permitam a integração das bicicletas à cidade. “Isso vai muito além de ciclovias. Quando falamos da integração das bicicletas, falamos em incentivar as pessoas a usarem menos os carros, utilizarem o transporte público e até andarem mais a pé do que de bicicleta.”

O incentivo às pedaladas pode causar uma redução geral nos custos de saúde pública. “É uma economia de recursos de saúde que já foi comprovada em países onde existe um número grande de pessoas que andam de bicicleta. No Brasil, houve um aumento de obesos, por exemplo, que poderia ser resolvido com um incentivo ao ciclismo”, defende Jonas.

Um impacto direto também é a diminuição do uso de veículos. O economista lembra que muitos problemas de saúde são derivados da poluição atmosférica e o automóvel é o seu principal poluidor. Estimativas do Ministério das Cidades mostram que o transporte individual é responsável por 80% da emissão de poluentes que são cerca de 4,9 vezes piores que aqueles utilizados no transporte coletivo. Diante desses fatores, Jonas Bertucci acredita que fica quase óbvia a relação a que chegaram os pesquisadores ao dizer que o deslocamento de bicicleta faz as pessoas mais felizes: “Mas não só isso, a cidade também fica mais feliz.”

Da ciclovia para o metrô, do metrô para o táxi, do táxi de volta às ruas. A palavra de ordem do corretor de seguros Wesley Moura é o transporte intermodal. Com a expressão, ele quer reforçar a integração da bicicleta e todas as outras formas de transporte disponíveis. “Muitas vezes até opto pela dobrável, que é mais simples de usar, se eu precisar pegar o ônibus ou um táxi”, diz.

Morador de Taguatinga, Wesley tem como regra usar outros tipos de transporte sempre que o trajeto for maior que 10 km. A regra vale até na hora de viajar para outros estados. Ele não abandona a companheira. Pedala até o aeroporto, despacha e resgata seu próprio veículo de transporte. Considera que de bicicleta é ainda mais interessante para desbravar novas regiões.

O lendário verso “Ela de moto e o Eduardo de camelo”, cantado por Renato Russo na música Eduardo e Mônica, da Legião Urbana, descreve um casal com gostos e hábitos bem diferentes. Eles se conhecem e se apaixonam nas ruas da capital. Nem tão diferente entre si é o casal Uirá Felipe Lourenço e Ronieli Barbosa da Silva, mas ela demorou um pouco para abraçar a segunda grande companheira do marido: a bicicleta. Ciclista convicto desde que enfrentava corajosamente o famoso e temido trânsito das avenidas paulistanas, Uirá trouxe para Brasília o saudável hábito de circular exclusivamente sobre duas rodas. “Até à padaria eu ía de carro. Então me deu um estalo e resolvi testar a bicicleta. Foi muito tranquilo. Vendi o carro e nunca mais comprei outro.”

Há mais de uma década, Uirá conheceu Ronieli pelas ruas da capital. “Ela foi reticente no começo, achou estranho eu não ter carro. Mas foi percebendo que dá para se virar bem.” Tão bem que o casal chamou a atenção dos vizinhos ao ver Ronieli grávida do segundo filho na garupa de Uirá, que também levava Cauã, com pouco mais de um ano, na cadeirinha presa ao guidon. “Muita gente olhava curiosa, não é comum.”

Ele considera a opção pelo automóvel um contrassenso para os moradores da capital. “São várias as condições favoráveis como o terreno plano e o clima mais seco”, completa Uirá.

De acordo com os últimos dados do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em maio de 2014, a frota de veículos alcançou 1.525.935, sendo mais de 1,1 milhão deles de automóveis particulares. Carros que invejam o tempo de qualidade que Uirá divide com os filhos na entrada e saída da escola. “É um momento em que vejo muito estresse desnecessário, os pais parando apressados e pedindo para os filhos descerem logo.” Menos os de Uirá – ele acompanha os meninos Iuri, de 5 anos, e Cauã, de 6, de bicicleta e os leva até a porta da sala de aula. Os dois deram as primeiras pedaladas aos 3 anos de idade. “Eles adoram. Paramos para ver pássaros, um gavião e até um tucano. Mesmo não havendo lugar apropriado, posso prender a bicicleta em um poste e acompanhá-los até a sala.” Tudo isso sem gritaria, estresses, congestionamento ou perigo para os pequenos.

Pedalando nas Férias: Saiba quais os benefícios de andar de bicicleta

Professor de educação física avalia vantagens de atividade para os músculos do corpo humano. Profissional indica a realização de exames médicos antes do exercício

Foto: Zé Rodrigues
 Andar de bicicleta é um exercício simples, fácil, divertido e recomendado para todas as idades. Mas, e se além de tudo isso, essa atividade pudesse trabalhar várias partes do corpo humano em uma simples pedalada de 20 minutos? E pode. De acordo com o professor de educação física, Sérgio Sardinha, a prática na bike pode trazer vários benefícios para o ciclista e trabalhar os músculos das pernas e dos braços e ombros ao mesmo tempo. É uma ótima opção para quem quer deixar o sedentarismo de lado e começar a pedalar nas férias.

Os principais benefícios da atividade física são para os músculos da parte inferior do corpo. O ciclismo trabalha oito músculos diferentes das duas pernas (veja gráfico abaixo) durante uma simples pedalada. Os mais exigidos – e aqueles que também serão mais definidos pelo exercício – são o reto-femoral, vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio que constituem o quadríceps humano, além do bíceps femoral na coxa. Para enxergar os resultados, no entanto, é preciso tornar a prática na bicicleta constante e regular.

- Se a pessoa fizer esse exercício de forma esporádica, ou seja, apenas uma vez ou outra, os resultados não serão satisfatórios. Agora se a prática for feita de maneira regular, a pedalada trará vários benefícios como tônus muscular e hipertrofia da massa do corpo humano, além de melhorar também a circulação do sangue e o trabalho do coração. Mas tudo isso requer frequência na atividade – explica Sérgio Sardinha, educador físico e fisiologista.

Ciclista trabalha até oito músculos das pernas durante a pedalada
 (Foto: Arte/Globoesporte.com)

Em uma escala menor, os braços e ombros também são trabalhados ao andar de bicicleta. A parte superior do corpo é a que dá sustentação ao ciclista durante descidas mais íngremes e que estabiliza o veículo durante pedaladas mais fortes. Até os músculos do abdômen são exigidos durante a prática sobre a bike. De acordo com Sérgio Sardinha, esse exercício consegue definir várias partes do corpo sem que a própria pessoa perceba.

- Durante a pedalada, as vezes nem percebemos, mas estamos trabalhando braços, ombros e os chamados músculos do core, que ficam região abdominal do corpo. Essas partes são importantes para dar sustentação. Quando você precisa se equilibrar na bike, fazendo um pouquinho mais de força, por exemplo, os músculos do abdômen estão sendo exigidos. Já os braços ajudam a estabilizar sua direção na bicicleta.

Mesmo com todos esses benefícios, os ciclistas precisam tomar alguns cuidados antes de começar a pedalar. Para conseguir os resultados esperados, é recomendado o acompanhamento médico para que não haja nenhuma complicação durante a atividade. Outras dicas importantes são a hidratação constante, antes, durante e depois dos exercícios  -para evitar câimbras e melhorar o rendimento do novo atleta - e a prática de outros exercícios complementares, como a musculação para trabalhar mais a parte superior, braços, ombros e costas.

O professor Sérgio Sardinha também ressalta a importância dos alongamentos antes e depois de andar de bicicleta, principalmente da parte inferior do corpo. Ele afirma que essa simples prática prepara o corpo para a atividade e pode impedir lesões ou contusões durante o exercício.

- O alongamento é fundamental. Ele vai preparar os músculos para a atividade e depois contribuir para o relaxamento do corpo, para que o ciclista não tenha dores e possa voltar a se exercitar no dia seguinte.  Um alongamento muito recomendado é puxar as duas pernas flexionadas para trás, na altura das costas, trabalhando o quadríceps e a panturrilha que são partes muito exigidas durante a pedalada.

Pedalando nas férias

Para incentivar a prática de andar de bicicleta, o Sistema Tapajós de Comunicação promove o "Pedalando nas Férias", passeio ciclístico pelas ruas de Santarém que acontecerá no próximo domingo (27), a partir das 17h. O evento está na sua terceira edição e tem como objetivo o combate ao sedentarismo.

As inscrições estão abertas até o dia 25 e podem ser feitas na sede da TV Tapajós, localizada na Avenida Ismael Araújo, próximo a Turiano Meira, em horário comercial. A taxa de participação é de R$ 10 e o ciclista tem direito ao kit do evento, com uma camisa personalizada e um cupom para o sorteio de prêmios.

Fonte: GloboEsporte.com

Vídeo: Fabricação da nova Colnago C60. Para os apaixonados pelas italianas

Para os apaixonados pelas italianas, aqui vai um agrado para os olhos de vocês!
 Confiram a fabricação de uma nova Colnago C60.


Menos bullying e mais saúde: bike ajuda a emagrecer e fortalecer adolescentes



Dentre as principais vítimas, as minorias e os diferentes se destacam e, entre eles, estão as crianças e adolescentes em sobrepeso. Já é sabido que a obesidade é uma doença e é preciso controla-la para evitar maiores danos à saúde. O que pouco se comenta é a respeito da autoestima dos adolescentes que estão acima do peso. Segundo o professor Bruno Pereira, da academia Smart Fit da capital paulista, andar de bicicleta pode ser uma boa arma contra o bullying e pró-saúde: “a bike é um excelente exercício para os adolescentes, já que ajuda a fortalecer a musculatura dos membros inferiores sem ter impacto nas articulações ou na coluna. Por isso, pode ser usada pelos adolescentes em sobrepeso sem riscos também, desde que a atividade seja supervisionada por um profissional de educação física”.

Outra vantagem que pedalar tem, de acordo com o professor, é o lado lúdico, pois o adolescente se exercita sem perceber. “Pedalar em grupos ajuda bastante. E a família também pode se juntar à turma em parques e locais apropriados para a prática”, propõe o professor. O ambiente também é importante, pois andar de bike na rua é muito mais intenso: “tem a variedade de inclinação, o tipo de pista, as paradas repentinas, a variação climática, entre outras diferenças”.


A bike é capaz de mandar embora muitas calorias e trabalha os membros inferiores, fortalecendo, principalmente, os músculos da coxa (quadríceps e ísquios) e da perna (tríceps sural). “O mais importante é colocar esse adolescente para queimar energia e lhe trazer saúde e autoestima, afastando o bullying da sua vida. Ao se exercitar precocemente, ele terá mais chances de se tornar um adulto ativo e muito mais saudável”, diz Pereira.

Academia Smart Fit

Em 2009, o Grupo Bio Ritmo trouxe o modelo Smart Fit ao Brasil, a primeira academia a oferecer um modelo para quem deseja praticar exercícios aeróbicos e musculação com praticidade e sem burocracia. Em dezembro de 2011, se uniu a Sportcity, o maior grupo mexicano de academias, para levar a marca Smart Fit ao México, se tornando a primeira rede de academias brasileira a conquistar o mercado internacional. A marca expandiu ainda mais na América Latina e finca sua bandeira também no Chile.  A proposta deu tão certo que já são mais de 145 unidades pelo Brasil, localizadas nas mais importantes cidades do País como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Recife, Fortaleza, Natal, e Porto Alegre. Hoje o Grupo possui cerca de 196 unidades e mais de 550 mil alunos.

Fonte: www.smartfit.com.br

Antônio PVC - Superação e alegria de viver é com ele mesmo!

Transformei minha deficiência em meu diferencial e aprendi a fazer do limão uma saborosa limonada. (PVC)

Foto: Arquivo Pessoal
Antônio é carinhosamente chamado pelos amigos de “PVC”, em alusão à prótese na perna esquerda, que na verdade não é de plástico PVC. E ele faz piada dizendo que começa a sentir “cãibras” nessa prótese quando passa dos 100 km pedalados em um dia! Fala que “depila” a perna mecânica quando ela fica “cabeluda”, dando uma lição bem-humorada de como transformar o maior trauma de sua vida em alegres brincadeiras. Sua marca registrada é o sorriso largo sempre estampado em seu rosto.

Nascido de uma família humilde de quatro irmãos, filho do Sr. José, falecido há quatro meses, e Dona Teresa. Ele conta que perdeu sua perna no dia 18 de dezembro de 1989, quando tinha apenas 18 anos de idade, em um acidente de trânsito, vítima de mais um daqueles motoristas alcoolizados que causam danos irreversíveis na vida de uma pessoa e não prestam socorro à vítima. Estava de motocicleta quando foi atropelado. Foi levado para o hospital 40 minutos depois do acidente quando já tinha perdido 60% do seu sangue. A perna foi decepada presa apenas por um pouco de pele e foi reimplantada pelos médicos, mas iniciou-se um processo de infecção que os obrigou a amputá-la 24 horas depois de reimplantada. A cicatrização durou três meses.

Iniciou-se então um processo de adaptação à nova realidade. Ele teve que reaprender a fazer tudo com uma perna só. Mas devido suas condições financeiras, ele apenas usou muletas por cinco anos, até 1994, quando conseguiu adquirir a sua primeira prótese, composta em parte de material utilizado na fabricação de canos plásticos, daí o apelido de PVC.

Mas Antônio começou a dar a volta por cima em 1995, quando voltou a pedalar e a trabalhar como office-boy. Depois de casar-se em 1997, montou uma pequena fábrica de temperos e de lá tirou seu sustento até 2002. Em 2003, iniciou sua atividade como vendedor de peças, acessórios e bicicletas em uma loja de bikes em Imperatriz do Maranhão, onde trabalha até os dias atuais.

Na cidade existiam muitos ciclistas que usavam as bicicletas “barras circulares” para ir ao trabalho. Para ir além, ele decidiu começar a divulgar o esporte como diversão e se transformou em um dos precursores em sua cidade e regiões vizinhas pelo seu jeito de tratar e cativar as pessoas. Iniciou as trilhas de final de semana, noturnas e diurnas.

A falta da perna nunca o impediu de realizar cicloviagens. Ele se orgulha em deixar para trás quem tem as duas pernas e fica tirando sarro dos amigos, sempre com muita descontração.

Através dele, muitas pessoas passaram a amar o “pedal” e esse sentimento foi se multiplicando e passando para outras pessoas até chegar nas mais de cinco mil bikes atualmente trilhando pela sua cidade. Todos o conhecem e o reconhecem como um ícone do ciclismo na Região Tocantina.

Imperatriz, polo econômico regional, possui 250 mil habitantes e por lá virou febre o uso esportivo da bike. Existem quatro clubes com centenas de associados. Bike Adventure Team, MTB Imperatriz, Pai Tal e X-Bike. Esses clubes organizam trilhas, passeios noturnos, competições e cicloviagens. A cidade se transformou na capital ciclística do estado.
PVC se orgulha de ser também um dos fundadores do Bike Adventure Team há mais de seis anos, a primeira agremiação ciclística da região mais voltada para cicloviagens.

Todos gostam de pedalar com ele, porque é uma pessoa alegre, divertida e te faz pensar duas vezes antes de reclamar da vida, pois está sempre sorrindo e de alto astral. Mesmo tendo só uma perna, não existe tempo ruim pra ele! Consegue ser querido por todas as agremiações e classes sociais, dos mais humildes aos empresários e executivos mais bem-sucedidos. Ele tem na bicicleta seu lazer e meio de transporte para trabalhar e locomover-se. Costuma sempre ir de bike a jantares na casa dos amigos, compromissos à noite e visitas a clientes de dia. Sempre está com essa companheira inseparável, com semblante alegre e contando suas histórias, que são muitas!

Antônio PVC pedala normalmente três vezes por semana e viaja de bike pelo menos uma vez por mês. Parou de marcar no odômetro de sua bike os quilômetros rodados quando ultrapassou a casa dos 20 mil acumulados em trilhas e viagens. Gosta de desafios como a Serra das Andorinhas, no estado do Pará, e trilhas desafiadoras e paradisíacas como as de Carolina, que fica na Chapada das Mesas onde está sendo construído um resort na Cachoeira de Pedra Caída. Ele é apaixonado pelas duas filhas que adoram pedalar com ele, e costuma dedicar seus domingos a elas.

Seu atual desafio é conseguir uma nova prótese que custa em torno de R$ 65 mil. Recentemente foi consultado pelo especialista Dr. Nelson, da Clínica CONFORPÉS, na cidade de Sorocaba, em São Paulo, de onde planeja adquirir uma prótese mais moderna, que além de melhorar a sua mobilidade, permitirá treinar para as Paralimpíadas de 2016, o maior projeto de sua vida.

Para isso existe uma grande mobilização na sua cidade buscando arrecadar fundos para essa finalidade através do sorteio pela loteria federal de uma Bike Scott aro 29 recebida de presente de um amigo empresário, passeios ciclísticos com venda de camisetas, e busca de patrocinadores. A vontade de seus amigos é de levá-lo a um programa de televisão que consiga uma doação da prótese.


É uma missão difícil, mas ele não desanima nunca. Segura a onda, PVC!

Comentários de amigos

“PVC é um exemplo de determinação. Quando viajo de bike com ele, depois de dezenas de quilômetros pedalados, olho para ele pedalando firme, me reanimo e encontro energia para continuar, é incrível”. (Mauro Melo, economista)

“Em 10 de julho de 2011, eu completava 40 anos e decidi comemorar pedalando. Só eu o PVC. Eu pensava estar passando por algumas tempestades na vida. PVC me disse e me provou que não. Pedalamos, cantamos Legião Urbana pela Chapada das Mesas (Riachão-MA) e, não bastasse, saltamos de paraquedas, após o bichão ser colocado no colo dentro da aeronave. À noite fomos a um cover do Legião. Quando chegamos, o cara da banda parou o show e disse: ‘gente, a pessoa da qual falei, acaba de chegar. Ele é um exemplo a todos nós que reclamamos de uma unha inflamada. É campeão de pedal e, de quebra, ainda saltou de paraquedas nesta tarde. Esse cara é o PVC. Sobe aqui no palco PVC!” Levei o cabra lá, o entreguei ao roqueiro e fiquei embaixo... Sucumbindo a algumas lágrimas enquanto os dois, abraçados, cantavam para 10 mil pessoas em meio ao cerrado maranhense. Segura a onda, meu brother PVC”. (Sandro Bíscaro, Promotor de Justiça)

“Antônio é um exemplo de superação”. (Josélio Lourenço, empresário empregador de PVC)

“Meu amigo PVC é uma pessoa muito querida, com alegria de ser e viver. Fez de sua limitação física um trampolim de exemplo e garra, tornando-se um modelo de superação no ciclismo da região. A prova disso é que conseguiu unir pessoas de diferentes credos, classes sociais e culturas, para apoiar seu sonho em ter uma melhor locomoção. Apenas uma pessoa especial conseguiria tal feito”. (Luciano Honório, empresário)

“PVC é um grande guerreiro. Ele ensina pra gente que nossas dificuldades são pequenas, pois as dele são bem maiores e o cara tá sempre de bem com a vida”. (Eraldo Moura, empresário e Presidente do SINDICOMA)

“PVC é uma pessoa que aconselho a conhecer. Sempre está motivado e motivando a todos para o pedal e para vida. Pedalar com ele é certeza de muitos risos”! (Dr. Iran Peixoto, fisioterapeuta e empresário)

Fonte:  Revista Bicicleta por Mauro Melo Albuquerque

Gordinho sensação de 162kg vira exemplo ao concluir prova de ciclismo

Assis aumentou 100kg em quatro anos devido ao sedentarismo. Ao conhecer as bikes, empresário se transforma em atleta e peso não é obstáculo: Esporte é minha válvula

Assis recebe aplausos do público ao completar 18km
Foto: Josiel Martins
Na linha de chegada do Parnabike, etapa do Campeonato Piauiense de Ciclismo de Mountain Bike, uma cena ficou guardada na memória do empresário Assis Júnior: os aplausos dos espectadores. Pesando 162kg, o atleta conseguiu completar o percurso da categoria turismo, voltada a competidores para a prática do ecoturismo. Foram 18km de trilha, mas que para Assis representaram muito mais. A sua disposição rendeu o título de “gordinho sensação” da competição.

Assis, ao lado do seu professor de ciclismo,
 comemora resultado, Foto: Josiel Martins
Adepto da prática do ciclismo há apenas três meses, Assis conheceu a modalidade após participar de um pedal noturno, evento esportivo que percorre pelas ruas de Teresina, Piauí. Gostou da magrela bicicleta e nunca mais a largou. O objetivo era encontrar uma alternativa no esporte para o aumento do peso. Em quatro anos, foram 100kg a mais devido ao sedentarismo, fruto da vida corrida do mundo dos negócios.

- Era uma vida louca, de muita agitação. O ciclismo foi uma válvula do esporte para isso – resume.

A primeira competição de Assis foi em União, interior do Piauí. Surpreso com a quinta colocação, resolveu se arriscar em uma nova empreitada, desta vez em Parnaíba, litoral do estado. Aos 33 anos de idade, ele narra como foram os sufocantes quilômetros da competição.

- Foi uma trilha muito difícil, 18km que pareciam 40km, 60km... Os trechos de areia exigiram bem mais, porém não desisti. Continuei, apesar do cansaço – lembra.

Os 162kg não pesam para Assis. A rotina do empresário tem exercícios na academia e, claro, não poderia faltar a paixão pelo ciclismo: ele percorre 40km, distância entre as cidades de Altos e Teresina. Exemplo que agora tem metas: ser o "rei" da categoria turismo no estado.

- O ciclismo me deu uma paz. A galera que participa das competições me dão uma tranquilidade e calma. Para se ter uma ideia, nunca mais tive um pico de pressão. Mesmo não tendo condições físicas ideais, faço isso para superar. É desgastante, mas tranquilo. É doído, mas algo sobrenatural, com muitos benefícios. Agora é buscar ser o melhor a cada dia.

Superação: sozinho, Assis durante as trilhas do campeonato:
 "Trechos de areia foram complicados" (Foto: Josiel Martins)
Fonte: GloboEsporte.com
Por: Josiel Martins

terça-feira, 22 de julho de 2014

Friday Fun: elas gostam de saias e elas querem pedalar.


Meninas que gostam de usar saias ou vestidos e andar de bicicleta, de preferência ao mesmo tempo, essa é pra vocês.

Uma solução vinda da Escócia provou que as duas coisas podem, sim, andar juntas. E tudo de que você precisa é uma moeda e um elástico de cabelos.

Johanna Holtan é a mentora dessa ideia e criadora do Penny in yo’ Pants, nome dado ao vídeo que já teve mais de dois milhões de visualizações no Vimeo.


Uma solução simples para que saias e bicicletas, tão amadas por tantas meninas, não sejam excludentes. E além da boa ideia para facilitar a vida de muita gente o projeto também tem um cunho social. Para prevenir que o tecido seja danificado, o grupo está desenvolvendo um modelo diferente que, quando lançado, terá parte da verba das vendas doada ao Afghanistan Women’s National Cycling Team (Liga de Mulheres Ciclistas do Afeganistão).

Vai testar a ideia? Você pode compartilhar a experiência.

Fonte: TheCityFixBrasil

Novas bicicletas públicas de Copenhague têm até tablets

Para ciclistas-turistas, é possível ver dicas de pontos de interesse, restaurantes e serviços no gadget


A vocação de Copenhague para o ciclismo parece não ter fim. A novidade agora da cidade dinamarquesa - que tem mais bicicletas (650 mil) do que habitantes (550 mil) e carros (125 mil) - é um sistema de bikes públicas elétricas com tablets embutidos. Batizado de GoBike, o projeto inaugurou recentemente suas 20 primeiras estações.

Os tablets, que contam com cabos escondidos no guidão para evitar roubos e vandalismo, têm função de computador de bordo. Neles, o passageiro pode escolher se utilizará a bicicleta na função manual ou elétrica; conferir os horários de trens e metrôs; reservar uma segunda bicicleta para outra pessoa; e calcular as rotas mais rápidas entre os destinos.

Para os ciclistas-turistas, além de ser possível escolher a função em inglês (mais universal que o dinamarquês), há dicas de pontos de interesse, restaurantes e serviços.


Por enquanto, não houve registros de roubos dos tablets nem das bicicletas, problema que tem sido um tanto recorrente aqui no Brasil.

Até o final do verão europeu, a cidade espera aprovar a expansão do programa, chegando a 1.860 bicicletas no final do ano.O programa é financiado pela empresa que controla os trens do país, a Danske Statsbaner (DSB), e as prefeituras de Copenhague e da vizinha Frederiksberg. Assinatura mensal

As bicicletas são feitas de alumínio. O banco é ajustado com um sistema de pressão a gás e, uma vez que o assento é adaptado, o guidão se ajusta automaticamente para garantir a ergonomia. Os pneus são à prova de rupturas e duram até 15 mil quilômetros. O aluguel da bicicleta sai por 25 coroas dinamarquesas (quase R$ 10) por hora.

No caso da assinatura mensal, o valor cai para 6 coroas ou R$ 2,45.Andreas Røhl, que coordena a gerência de Mobilidade e Espaço Urbano, afirmou que as bicicletas são voltadas a não-residentes: turistas e moradores do subúrbio, que não levam suas bikes na jornada até Copenhague. Daí a importância da ligação com os trens.

De Autoria de: Eco Desenvolvimento

Fonte: Notícias Terra

Patchnride - ferramenta que conserta pneu furado em menos de 60 segundos!

Será mesmo o fim do pedal arruinado pelo pneu furado?

O Patchnride é muito mais fácil e mais rápido do que uma reparação regular plana e já está sendo comercializado por 25 dólares + $5 de taxa de transporte para o EUA ou + $20 para o exterior. www.patchnride.com





Originalmente publicada em: http://goo.gl/ovD6F2​
Fonte: Blog de Beatriz Frias

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ciclista atropelado e bicicleta arremessada em telhado de casa

Em Torrinha, no interior de São Paulo, um ciclista de 25 anos foi atingido em cheio por um carro em um cruzamento no Centro da cidade. A força do impacto foi tão grande que o jovem foi arremessado a vários metros de distância. A bicicleta que ele usava "decolou" e atingiu o telhado da residência onde foram registradas as imagens.


O rapaz sofreu fraturas múltiplas e foi levado à Santa Casa de Torrinha. Devido à gravidade das lesões, ele foi transferido para um hospital em Jaú, onde está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Lance Armstrong pode voltar à direção da fundação Livestrong

Após todo o escândalo de doping e obrigado a renunciar o cargo de diretor da fundação Livestrong, criada pelo prórpio Lance Armstrong, tenta mais uma vez se limpar ou ao menos minimizar sua imagem frente à opinião pública. Ex-ciclista e 7x Campeão do Tour de France, concedeu entrevista para a resvista Esquire e comenta que sua vida esportiva se resume a corridas matinais e partidas de golfes.


Em um trecho da entrevista, Armstrong relata que uma de suas maiores frustrações foi ter sido obrigado a renunciar ao cargo de embaixador da Fundação Livestrong, fundada por ele para ajudar os portadores de câncer (doença que quase lhe tirou a vida). ”Eu passei 15 anos construindo isso e investi sete ou oito milhões de dólares de meu próprio bolso e nunca imaginei que seria liderada por covardes”. disse Armstrong quando fizeram o pedido formal de sua renuncia da fundação, visto que o escândalo de doping estava causando uma enorme pressão da mídia e queda nas doações.

Segundo, Richardson, repórter que entrevistou Lance, conta que o CEO da Fundação, Doug Ulman, afirmou que seria ótimo ter Armstrong novamente se ele decidisse trabalhar trabalhar em prol da Fundação.

“Se ele se levantar pela manhã e decidir que será um líder para comunidade do câncer e é o que ele quer fazer pelo resto da vida, certamente, a comunidade do câncer e a Fundação Livestrong iriam recebê-lo de volta”, disse Ulman.

Confira na íntegra: http://3zone.com/armstrong-de-volta-a-livestrong/

Bolsa estanque para a bicicleta


A reconhecida marca de Bolsas á prova de água continua a inovar com as novas bolsas vocacionadas para colocar no guiador da bicicleta, na moto ou na barra junto ao leme do seu barco.

A mais recente novidade da Aquapac, as novas bolsas para telemóvel e/ou GPS. Com um sistema de encaixe na retaguarda que se fixa na perfeição num suporte vocacionado e previamente colocado no guiador ou na barra do seu barco.
Permite a obtenção de excelentes imagens através do material acrílico, seja leitura da sua aplicação de cartografia seja filmar enquanto está em andamento.
O sistema Klick Fast permite o encaixe perfeito. O elemento macho nas costas da bolsa é colocado de forma muito simples, prática, segura e eficaz no respetivo suporte. Em menos de um minuto pode colocar este suporte não necessitando de qualquer ferramenta apenas os seus dedos e a bolsa fica perfeitamente segura. Para retirar a bolsa basta rodar a bolsa para cima e fazê-la deslizar para fora.

Confira o Vídeo:



Fonte: Nautica Press

Aplicativo ajuda ciclistas a encontrarem ciclovias em cidades do país

Aplicativo identifica ruas e avenidas no Brasil que possuem ciclovias
Utilizar a bicicleta como meio de transporte para pequenas e grandes distâncias é algo normal em países da Europa. O hábito está chegando ao Brasil, mas ainda são muitos os obstáculos, como a grande quantidade de vias inclinadas existentes em Belo Horizonte. Para tentar ajudar os adeptos da bike, há agora um aplicativo de celular para indicar as ruas e avenidas que possuem ciclofaixas.
O movimento Bicicletando foi o responsável por desenvolver o aplicativo, que tem o mesmo nome do grupo. O dispositivo informa, também, os quilômetros percorridos e a quantidade de carbono que deixou de ser emitido durante o trajeto escolhido.
“O serviço precisa ampliar a conscientização dos benefícios à saúde e ao meio ambiente, com um novo estilo de vida. Os carbonos viram uma ‘moeda’ de acumulação para troca de prêmios e, no futuro, também de alguns serviços. O importante é promover a bicicleta e a segurança em conduzi-las no trânsito urbano”, declara  Perla Topper, fundadora do movimento.
O aplicativo conta com a participação e apoio de ciclistas de todo o país para informar as vias cicláveis, os grupos de ciclismo, as rotas indicativas dos usuários e informações regionais. Ele pode ser baixado gratuitamente na Apple Store.
Acompanhe mais informações no site do movimento:http://www.bicicletando.com.br.
Originalmente publicada em: http://goo.gl/CnRGFe
De Autoria de: Redação O Tempo 

A cidade é melhor quando andamos de bicicleta

Foto: Euripedes Junior
Em todo o território dos Estados Unidos ainda há menos de 322 km de ciclovias protegidas – mas tem muita gente trabalhando para mudar isso.

A People For Bikes é uma ONG estadunidense que trabalha para melhorar a infraestrutura cicloviária nas cidades dos Estados Unidos e a qualidade das pedaladas de quem usa as magrelas, seja como meio de transporte, seja como o lazer do final de semana. Por quê? Porque quando andamos de bicicleta fazemos bem a nós mesmos e a nossas cidades.

O grupo trabalha de forma colaborativa com ciclistas, empresários, lideranças comunitárias e governantes com o objetivo de criar um ambiente cada vez mais seguro e adequado para a bicicleta nas cidades dos Estados Unidos. Desde 2012, o projeto Green Lane já trabalhou com a implementação de ciclovias protegidas em Austin (Texas), Chicago (Illinois), Memphis (Tennessee), Portland (Oregon), San Francisco (Califórnia) e Washington DC.  Para os próximos dois anos, outras seis cidades serão contempladas: Atlanta (Georgia), Boston (Massachusets), Denver (Colorado), Indianapolis (Indiana), Pittsburgh (Pensilvânia) e Seattle (Washington).

Na página do grupo, ainda é possível encontrar um extenso banco de dados com estatísticas que comprovam os benefícios da bicicleta para a economia, meio ambiente, saúde e segurança viária, além dos ganhos gerados com o investimento em ciclovias seguras e facilidades para os ciclistas.

Fundada em 1999 com o nome de Bikes Belong, a organização já investiu mais de US$ 30 milhões em melhorias para os ciclistas e levantou mais de US$ 654 milhões em fundos federais, estaduais e privados, além de contribuir com diversas iniciativas, como a League of American Bicyclists, Safe Routes to School National Partnership e International Mountain Bicycling Association. Por meio desses esforços, de acordo com o grupo, o investimento federal em infraestrutura para os ciclistas quadruplicou desde que a ONG começou a atuar.

Fonte:  TheCityFixBrasil

Não vai ter gol de bicicleta na copa

Foto: Sergey Peterman / Shutterstock.com
Este é um ano propício para avaliarmos as prioridades nacionais. As eleições e a copa nos revelam muito sobre quais são os interesses e os valores dos governantes, da iniciativa privada e da população. Tratarei das eleições em artigo vindouro, e aqui me ocuparei apenas da copa.

Para começar, não esqueçamos que a copa é da Fifa, e não do Brasil. Tanto para a turma do #nãovaitercopa quanto para a turma do #vaitercopa, está escrito, entre aspas: “Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 - Trade Mark”, título completado pela epígrafe “Juntos somos um só - Trade Mark”. Portanto, trata-se de um negócio, de um evento privado, de propriedade de um grupo multinacional, realizado às expensas de um dado país sede – no caso presente, o nosso.

Se dá lucro ou se há legado benéfico, as opiniões e informações, daqui e de sedes anteriores, são, no mínimo, díspares.

De onde vem o dinheiro pra copa é uma questão secundária. Sabemos que nem todos os gastos com a copa estão sendo pagos pelo governo federal, pois os governos estaduais e municipais também botaram a mão no bolso. E boa parte dos investimentos privados foram realizados com empréstimos do BNDES – confiamos que serão devidamente pagos.

O que interessa é o que mudará, na vida das pessoas, a realização da copa no país dito do futebol.

Nos interessa aqui neste espaço literário entender os impactos da copa para a mobilidade. Mas quem desejar informações seguras e certas sobre os projetos e obras, mesmo em plena era da internet, não conseguirá se satisfazer antes de trabalhar um monte com os dados que estão pulverizados. Procure o leitor uma totalização, uma sistematização e uma estatística, e não irá encontrar. Não conseguirá descobrir nem tudo o que foi projetado, nem o que já foi feito e o que ainda está para ser feito. Será preciso visitar vários sítios na internet e acessar, neles, os projetos de cada cidade, para tentar fazer as contas.

O sítio do Senado Federal é uma exceção, mas ainda assim com informações genéricas e resumidas. Ele deixa transparecer, contudo, que o atraso é generalizado e que os custos previstos para os estádios foram, quase todos eles, excedidos depois que começaram a sair do papel.

E, uma vez que nos interessamos, mais especificamente, pelos impactos da copa sobre a mobilidade ciclística, ficamos mais especificamente decepcionados ainda. Se considerarmos a população beneficiada, as obras de mobilidade se focam, principalmente, em... Mobilidade aérea! Os aeroportos, por onde trafegam os membros da ponta da pirâmide social, abocanharão nada menos do que 26% dos gastos. E quando descemos à terra, os investimentos em mobilidade urbana se concentram em ampliações rodoviárias, estimulando ainda mais o congestionamento, digo, o tráfego de carros, e em sistemas de transporte coletivo como VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) e BRTs (Bus Rapid Transit), nos quais, como apêndice, constam, sabe-se lá quantas, ciclovias.

É deprimente que tivéssemos que esperar pela visita em massa de estrangeiros aficionados por futebol para que houvessem investimentos vultuosos, ainda assim em algumas cidades eleitas, em transporte público de massa. E é desesperador constatar que nem isso está sendo feito a contento.

Não, ainda não será dessa vez que teremos algumas cidades melhoradas, tornadas exemplos, em termos de mobilidade urbana. E como não haverá, nunca, uma visita em massa de turistas com interesses além do entretenimento, da competição e do consumo, deveremos buscar outros meios de suprir essa deficiência.

Tanto os visitantes quanto os orgulhosos anfitriões comungam do mesmo sentimento: a idolatria por jovens milionários fúteis, cuja principal, senão única, habilidade social está ali dentro daquelas quatro linhas brancas.

Estes, se um dia, no passado, tomaram ônibus ou pedalaram para seus treinos, hoje se distinguem, simbolicamente, da massa que os veneram, com bólides de dois lugares.

Não estou fazendo coro com os oposicionistas, entrincheirados apenas pela disputa eleitoral deste ano. Estou apenas e tão somente afirmando que perdemos – nós, a sociedade civil pró-democratização do espaço público – a oportunidade de pautar uma transformação autêntica da mobilidade urbana. Não apenas alguns curtos corredores de ônibus mais modernos, mas um sistema baseado na priorização do transporte público e da mobilidade ativa.

Este seria um gol de bicicleta: demanda e controle social de investimentos públicos em favor do bem público. Mas, ao invés disso, fizemos, enquanto país, um gol contra. Sejamos realistas: depois da copa, essas poucas cidades continuarão lugares ruins de se viver: poluídas, segregadoras e ainda mais endividadas.
Fonte: Revista Bicicleta por André Geraldo Soares

Tour de France faz questão de nos lembrar que o homem não é máquina

As 10 primeiras etapas do Tour de France fizeram questão de nos lembrar que o ciclismo é de carne e osso, apesar do mundo dominado por fibra de carbono e metais nobres que o cerca. Os grandes favoritos foram surpreendidos não pelos adversários, mas sim pelo seu próprio corpo, que não sucumbiu a quedas, lesões, fraturas e dores insuportáveis.

Contador abandona Tour após queda na 10ª etapa
Do pelotão de estrelas, Chris Froome (Sky), justamente o campeão do ano passado, foi o 1º a sair. Não resistiu ao piso molhado antes mesmo dos temidos pavés da 5ª etapa. Em dois dias, caiu três vezes e sofreu fratura no pulso. A dor foi tanta que não seguiu em frente.

Agora, Alberto Contador (Saxo-Tinkoff) também caiu na 10ª etapa, quebrou a tíbia, passou por cirurgia e, provavelmente, encerrou a temporada, pois a equipe de médicos diz que a Vuelta não deve ser considerada devido ao tempo de recuperação.

Tiago Machado lamenta a queda e espera atendimento na 10ª etapa do Tour
Outro ciclista que chamou a atenção por sua história foi o português Tiago Machado (Net-App-Endura), que roubou as atenções e, na edição desta terça-feira (15 de julho) do jornal L’Equipe, é tratado pelo título “Heroico Machado”. O ciclista viveu um dia de horror na 10ª etapa. Largou na 3ª colocação na geral, cheio de otimismo, mas pouco depois caiu, foi visto cambaleando e sendo atendido na ambulância. Mas, enquanto era medicado, sentiu que podia continuar e voltou para a estrada.

Machado lutou muito para cumprir os 161,5 quilômetros do percurso e cruzou a chegada em último, a 43min06 do vencedor, Vincenzo Nibali (Astana). “Não deixei de acreditar pois enquanto há vida há esperança. O que me fez seguir?! Não foi o sonho de chegar a Paris mas sim dar a certeza aos meus pais, irmãos, amigos de que se eu ia em cima da minha bicicleta estava tudo bem. Passar na zona de abastecimento e ver a minha massagista a chorar ainda me deu mais forças para continuar”, escreveu o ciclista em sua página no Facebook.

O português Tiago Machado visto cambaleante após sofrer uma
 queda dura na 10ª etapa
O português, inclusive, que havia sido registrado como desistente, passou por uma “repescagem”, uma forma da organização do Tour de France recompensar o seu esforço.

“Finalmente vi a meta e o tempo que ia a perder e como nunca fui mau a matemática soube na hora que não havia conseguido. Não contive a emoção e chorei. Não de dor, mas de frustração juntamente com quem me esperou por mais de 40 minutos na meta. Agradeço à organização do Tour a oportunidade de me deixar seguir em prova, aos meus companheiros que lutaram comigo, ao diretor que nunca me abandonou, a massagista que não me abandonou nem um minuto, a todos que me deixaram palavras de carinho, a minha família e amigos”, conclui o ciclista, que está na 47ª posição na geral, a 44min12s de Nibali.

Fonte: Bikemagazine por  Dani Prandi /
Fotos de divulgação / ASO

Ciclo Vídeo: Contador se despede, agradece fãs e deixa Vuelta na dúvida

Depois de um tombo numa das etapas do tour, o contador se despede do evento

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Tour de Fance 2014 ao Vivo Aqui!

Agora é a vez de você acompanhar o Tour de Fance aqui no Ciclo Mania nas 8 opções que trazemos para que todos possam assistir ao vivo todas as etapas do Tour de France 2014.


A transmissão ao vivo do Tour de Fance 2014 acontece do dia 05 de Julho ao dia 27, normalmente entre ás 10:00h 10:30h da manhã. 


É recomendado que você feche os banners de publicidade através dos "Xs" que aparecem em destaques na cor vermelha em cada banner.


Se na hora que você abrir o site estiver outra programação que não seja o Tour, tente outras das opções disponíveis que com certeza você encontrará o que deseja.

Tour de France 2014: Detalhes, mapa e altimetria de todas as etapas

Tour de France começou no sábado, dia 05 de julho e aqui vão os detalhes de cada uma das 21 etapas com dois dias de descanso que as 22 equipes vão encarar nesse ano.
Tour_2014

Etapa 01

  • Leeds ->Harrogate (Reino Unido)
  • 191km
  • 05/07 – SÁBADO
Altimetria
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Mapa
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Etapa 02

  • York -> Sheffield (Reino Unido)
  • 198km
  • 06/07 – DOMINGO
Altimetria
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Mapa
Etapa_02_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 03

  • Cambridge -> Londres (Reino Unido)
  • 159km
  • 07/07 – SEGUNDA
Altimetria
Etapa_03_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_03_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 04

  • Le Touquet – Paris – Plage -> Lille
  • 164km
  • 08/07 – TERÇA
Altimetria
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Mapa
Etapa_04_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 05

  • Ypres (Bélgica) -> Arenberg Porte du Hainaut
  • 156km
  • 09/07 – QUARTA
Altimetria
Etapa_05_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_05_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 06

  • Arras -> Reims
  • 194km
  • 10/07 – QUINTA
Altimetria
Etapa_06_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_06_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 07

  • Epernay -> Nancy
  • 233km
  • 11/07 – SEXTA
Altimetria
Etapa_07_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_07_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 08

  • Tomblaine -> Gerardmer La Mauselaine
  • 161km
  • 12/07 – SÁBADO
Altimetria
Etapa_08_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_08_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 09

  • Gérarmer -> Mulhouse
  • 166km
  • 13/07 – DOMINGO
Altimetria
Etapa_09_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_09_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 10

  • Mulhouse -> La Planche des Belles Filles
  • 161km
  • 14/07 – SEGUNDA
  • Alta montanha
Altimetria
Etapa_10_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_10_Tour_de_France_2014_mapa

DIA DE DESCANSO – 15/07

Etapa 11

  • Besançon -> Oyonnax
  • 186km
  • 16/07 – QUARTA
Altimetria
Etapa_11_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_11_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 12

  • Bourg-en-Bresse -> Saint-Etienne
  • 183km
  • 17/07 – QUINTA
Altimetria
Etapa_12_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_12_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 13

  • Saint-Etienne -> Chamrousse
  • 200km
  • 18/07 – SEXTA
Altimetria
Etapa_13_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_13_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 14

  • Grenoble -> Risoul
  • 177km
  • 19/07 – SÁBADO
  • Alta montanha
Altimetria
Etapa_14_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_14_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 15

  • Tallard -> Nîmes
  • 222km
  • 20/07 – DOMINGO
Altimetria
Etapa_15_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
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DIA DE DESCANSO – 21/07

Etapa 16

  • Carcassonne -> Bagnéres-de-Luchon
  • 237km
  • 22/07 – TERÇA
  • Alta montanha
Altimetria
Etapa_16_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_16_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 17

  • Saint-Gaurdens -> Pla d’Adet
  • 125km
  • 23/07 – QUARTA
  • Alta montanha
Altimetria
Etapa_17_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_17_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 18

  • Pau -> Hautacam
  • 145km
  • 24/07 – QUINTA
  • Alta montanha
Altimetria
Etapa_18_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_18_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 19

  • Maubourguet -> Bergerac
  • 208km
  • 25/07 – SEXTA
Altimetria
Etapa_19_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_19_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 20

  • Bergerac -> Périgueux
  • 54km
  • 26/07
  • Contra-Relógio Individual
Altimetria
Etapa_20_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa
Etapa_20_Tour_de_France_2014_mapa

Etapa 21

  • Evry -> Chamos Elysées
  • 136km
  • 27/07

Altimetria
Etapa_21_Tour_de_France_2014_altimetria
Mapa


Etapa_21_Tour_de_France_2014_mapa

Fonte: PraQuemPedala