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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Vídeo: Veja a espetacular queda do belga Kenny De Ketele no Mundial de Pista

Ciclista caiu na prova de madison, mas recuperou-se e voltou para a disputa em Minsk

Bicicleta - Veículo do Futuro

O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa nos ensina que um veículo é “qualquer meio usado para transportar ou conduzir pessoas, animais ou coisas, de um lugar para outro”.


O tão óbvio, contudo, não é compreendido pela sociedade: a infraestrutura viária, na maioria das cidades brasileiras, chega a ser repelente a ciclistas. Nestas mesmas cidades, geralmente inexistem departamentos específicos ou técnicos habilitados com a atribuição de planejamento de soluções para ciclistas, pedestres e cadeirantes. No trânsito, os condutores motorizados, disputando entre si pelo cada vez mais abundante e, ao mesmo tempo, mais escasso asfalto, são indiferentes ou mesmo hostis aos ciclistas. São raras as empresas privadas que oferecem bicicletários para seus clientes e funcionários, e, para consagrar essa realidade, os meios de comunicação, quando tratam de mobilidade urbana, falam sempre sobre carros e seus condutores.

Mesmo uma rápida inspeção sobre o cenário da mobilidade urbana nos faz constatar: o poder público não está a serviço dos cidadãos, mas da indústria automobilística, das petrolíferas, das empreiteiras de construção civil e do estilo de vida a elas associado, com ênfase no consumo, acumulação, competição, ostentação. E os cidadãos, de qualquer modo, não se mostram preocupados com isto, absortos que estão pelo imaginário social, historicamente construído, de que já cumprem com suas obrigações de votar e de pagar impostos e de que, portanto, seus direitos e desejos individuais devem ser atendidos com túneis e vias expressas.

Por isso a bicicleta não é um veículo para transportar apenas pessoas e suas cargas, mas também, no sentido figurado, para mudar o imaginário social, as práticas administrativas, os paradigmas civilizacionais e também, indispensável, o bom senso das pessoas: a bicicleta nos conduz a compreender que, se quisermos um mundo durável e igualitário, critérios de bem-estar coletivo e de sustentabilidade ecológica devem fazer parte dos processos de tomada de decisão, seja por parte dos indivíduos, seja por parte das instituições públicas e privadas.

A bicicleta é um veículo muitíssimo eficiente em curtas e médias distâncias (até 6 ou 8 km), mas essa qualidade não pode ser plenamente (em muitos casos nem mesmo parcialmente) usufruída pelas pessoas enquanto não houverem políticas públicas adequadas para ofertar crescentemente infraestrutura segura para seu deslocamento e estacionamento, para educar sistematicamente a sociedade sobre as vantagens da bicicleta e sobre os direitos legais dos ciclistas e para fiscalizar constantemente o cumprimento da legislação de trânsito, bem como enquanto os indivíduos não renunciarem aos privilégios não universalizáveis de usar um carro para tudo.

Mas os ciclistas não podem ficar esperando que os administradores públicos resolvam, de repente, iniciar o processo de mudança. Porque quem usa a bicicleta para o esporte, para o lazer, para a aventura, para ir ao trabalho, à escola, ao mercado e para executar outros afazeres cotidianos não verá sua situação melhorar automaticamente após as eleições. A democratização da mobilidade urbana requer nada menos que o exercício democrático: a população refletindo, debatendo e deliberando coletivamente sobre as políticas públicas que, sendo executadas, tornarão a cidade mais ou menos acessível a todos os cidadãos.

Conferência da Cidade, Plano Diretor Participativo, Audiências Públicas, Ação Civil Pública, requisições formais aos poderes executivo e legislativo e a Conselhos de Direitos são algumas ferramentas disponíveis de relação direta com o Estado. Passeios ciclísticos, campanhas educativas, solicitação de melhorias às empresas privadas e cartas para a imprensa também estão ao alcance de todos os indivíduos, os quais alcançarão resultados mais eficazes e duráveis tornando-se coletivos organizados ou unindo-se aos já existentes, como Associações de Moradores, ONGs ou mesmo grupos informais.

Por toda parte, por sua própria propulsão, apesar das dificuldades, milhões de pessoas contam com a autonomia de deslocamento e com a economia de renda possibilitada pela bicicleta e, adicionalmente, contribuem para a qualidade de vida urbana. E será somente pelos próprios meios que eles conquistarão paulatinamente políticas públicas adequadas para possibilitar que mais e mais pessoas possam se beneficiar do veículo a pedal: ciclistas são veículos para chegarmos a um futuro que vale a pena.

Cicloturismo: Qual a Melhor Bicicleta para o Cicloturismo?


É difícil precisar quando surgiu o cicloturismo, afinal seu conceito ainda não é pacífico. Para mim, ele surgiu junto com as primeiras bicicletas, quando em 1818, o barão alemão Karl Friederich Von Drais, inventor de uma das precursoras da bicicleta, moveu-se com seu artefato conhecido como “draisiana” de Beaun a Dijon, na França (pouco mais de 50 km). A draisiana ainda não tinha pedais, mas já tinha dirigibilidade, e significou uma grande evolução se comparada com o antecessor, o celerífero, propiciando a locomoção em uma distância já bem razoável.B

As bicicletas de cicloturismo também evoluíram durante a história, e geralmente derivaram dos modelos que existiam na época desta ou daquela viagem. Como constante, temos sempre um quadro longo com um grande ângulo de caster (proporcionado pela maior inclinação do garfo), que lhe confere estabilidade. O quadro deve possuir vários pontos para fixação de bagageiros e caramalholas, e manter a postura do cicloturista tanto quanto possível ereta, apropriada à apreciação da paisagem, ou seja, muito parecida com aquelas velhas bikes de nossos avós.

Para grandes viagens, o melhor material é o cromo-molibdênio: uma liga muito forte utilizada em ponta de escavadeira e na produção de armas de fogo. Com ele, os tubos podem ser bem finos e quase tão leves como os de alumínio, com a vantagem de serem facilmente soldados em caso de quebra.

Sou de um tempo em que a gente simplesmente ganhava a bicicleta que costumava ser do irmão mais velho, entretanto, sempre tive como ideal uma bicicleta feita sob medida. Imaginava que poderia tomar as medidas de todas as partes de meu corpo, depois fazer incríveis cálculos matemáticos e obter as medidas de um quadro ideal para mim.

Acredito que tudo isto não faça parte da realidade da maioria absoluta das pessoas, especialmente em nosso país, onde não é fácil encontrar uma bicicleta de cromo-molibdênio. Na volta ao mundo utilizei uma assim, mas desde então tenho utilizado boas bicicletas de alumínio sem nenhum problema.

Quando busco um quadro com vários pontos para fixação, é sempre mais fácil encontrar esta característica em bicicletas de menor valor agregado, o que mais uma vez é uma vantagem, afinal, a melhor bicicleta é aquela que nunca vai me dar medo de viajar com ela.

Com toda a diversidade do moderno capitalismo globalizado, quando chego a uma loja boa e especializada, mesmo as marcas mais famosas só oferecem quadros a cada duas polegadas (16, 18 ou 20), quando deveria ser a cada meia polegada. Ao observarmos bem o que isto significa, vemos que este tamanho se refere, praticamente, à barra onde está o canote de selim (tubo de selim), o que não muda muito a geometria da bicicleta como um todo.

Na verdade, bicicletas específicas de cicloturismo são raras em todo o mundo, e justamente por isto, acabam deixando de ser as melhores para cicloturismo.

Atualmente, a maioria dos cicloturistas utilizam bicicletas de montanha tendo em vista sua resistência, diversidade de oferta e facilidade para encontrar peças de reposição por todo o mundo.

Trocando algumas peças como o selim, canote de selim, mesa de guidão, guidão ou simplesmente levantando o bar-end, podemos conseguir a postura ideal para o nosso próprio estilo de pedalada; o mais difícil é achar uma bicicleta de montanha com quadro mais longo e estável. Mas para que?
A maior parte dos cicloturistas com quem converso pretende fazer viagens por caminhos de terra, que combina muito mais com um quadro de montanha que com um quadro clássico de cicloturismo.

Isto pode parecer bastante empírico, pouco técnico, talvez fosse melhor apresentar uma fórmula matemática para achar seu quadro ideal, mas eu não acredito nisto. Quando li o livro Programa de Treinamento do Lance Armstrong percebi que eu estava certo. Com todos os recursos e patrocínios, Lance menciona que teve que experimentar inúmeros guidões antes de escolher qual iria utilizar na competição. Ou seja, não há formulas, o certo é experimentar e decidir com sensibilidade.

Talvez a melhor bicicleta para começar a fazer cicloturismo seja aquela que você tem aí em casa:

- Mas ela é muito pesada.
Ótimo, assim já saberá o que é pedalar com peso.

- Mas ela está quebrada.
Ótimo, ela vai te ensinar como arrumar uma bicicleta; é importante saber isto para viajar.

- Mas ela está velha.
Ótimo, ela vai te ensinar a durabilidade das peças e que peças deve trocar primeiro; isto é muito importante para saber planejar e estar prevenido antes de atravessar uma região desolada.

O melhor de tudo é que com ela você já pode usar e aproveitar os benefícios de andar de bicicleta, ao mesmo tempo em que adquire experiência sobre o que é realmente vital em uma viagem de cicloturismo.

Menino de 9 anos leva irmão que tem paralisia para competições de triatlo

Conner nunca desistiu de realizar o grande sonho dos poucos anos de vida dele: se divertir junto com o irmão, que sofre de paralisia cerebral. Eles encararam o desafio de enfrentar um campeonato de triatlo para crianças.

Foto: Reprodução
“Se você não parar de tentar e realmente se esforçar para alcançar o que quer e não desanimar na primeira vez que der errado você vai chegar lá”, diz Conner.


Um conselho que ele sempre seguiu. Conner nunca desistiu de realizar o grande sonho dos poucos anos de vida dele: se divertir junto com o irmão, que sofre de paralisia cerebral.

Cayden tem sete anos. Quando tinha quatro meses, os pais perceberam que algo estava errado com o bebê, que sofria várias convulsões. Ao levarem ao médico, ouviram o diagnóstico: “Foi difícil de acreditar que era verdade, que ele não poderia falar ou andar”,

“O médico nos disse que ele iria precisar de cuidados 24 horas por dia, que nunca poderia viver sozinho. Nós ficamos em choque”, diz a mãe Jenny.

“Toda mãe quando está grávida, imagina como vai ser o filho, que cor de cabelo vai ter, se vai esportista, se vai ser intelectual. E Conner sonhava em brincar com o irmão mais novo. Quando descobrimos que Cayden não poderia falar ou andar foi devastador, ficamos de luto por um bom tempo. A gente achava que Cayden nunca teria uma conexão com o irmão”, conta Jenny.

Depois de ver o anúncio de um campeonato de triátlon para crianças, Conner teve uma ideia: por que não competir junto com Cayden? Para isso eles teriam que pedalar, correr e nadar juntos. Ideia maluca?

“Minha mãe disse que precisava ver se era possível, ela disse que não sabia se realmente daria certo’, explica o menino Conner.

“Eu não quis dizer não nem sim, porque não queria prometer algo que talvez não pudesse ser possível”, explica a mãe.

A família resolveu topar o desafio. E a primeira grande barreira foi encontrar um equipamento que pudesse adaptar a bicicleta de Conner às necessidades especiais do irmão. Com a ajuda de amigos, os pais dos meninos encontraram este carrinho especial que pode ser encaixado na parte de trás da bicicleta.

Os irmãos participaram da primeira competição em junho de 2011. Na prova de natação, Conner puxou Cayden num bote inflável. Depois, pedalou cinco quilômetros levando o carrinho com o irmão acoplado à bicicleta. E mais um quilômetro correndo. Cayden no carrinho, e ele empurrando.

Os dois cruzaram a linha de chegada em 43 minutos e dez segundos. Chegaram em último lugar, com sentimento de vitória. “Sem Cayden eu não teria feito isso e ele não conseguiria fazer o que fez sem minha ajuda, para mim nós dois vencemos”, diz Conner.

“É difícil explicar o que eu senti vendo os dois juntos. Todos os pais adoram ver seus filhos jogando futebol, como parceiros. E essa foi a primeira vez que a nossa família pôde fazer algo junto”, diz Jenny.

A primeira vez de muitas outras. Os meninos não pararam mais de competir. Já foram catorze triatlos. E os equipamentos foram aperfeiçoados.

Jenny mostra, orgulhosa, as medalhas de participação que os filhos ganharam. “Tudo isso nos mudou para melhor, abriu os nossos olhos, isso fez a gente perceber que está tudo bem, não há problema em ser diferente, seja na cor da pele, ou se você está numa cadeira de rodas, se pode falar ou não, nada disso importa, todos nós devemos ser tratados da mesma maneira. Você só tem que entender que há diferenças”, diz Jenny.

A história dos irmãos Long emocionou os Estados Unidos. No ano passado, eles foram eleitos os atletas mirins do ano, por uma das revistas de esportes mais respeitadas do mundo

Perguntei a Conner se, em algum momento, ele não pensou em competir sozinho para tentar ganhar. “Claro que seria super legal ganhar, em qualquer esporte seria muito legal, mas nem sempre é isso que importa”, diz o menino.

Conner diz que o que ele gosta é do desafio, de se divertir e de ver sempre o irmão feliz. “Cayden sempre tem um sorriso no rosto, apesar dele ser especial e ter muitos desafios e problemas, ele sempre está sorrindo”, diz Conner. Também, com um irmão desse!

Fonte: Fantástico

Shimano anuncia na Bradesco Esportes FM para promover o ciclismo consciente.

Principal marca fabricante de componentes para bicicletas irá veicular boletins na rádio durante o ano de 2013

A Shimano, líder mundial em componentes de bike com mais de 90 anos de história, fechou um ano de campanha na Rádio Bradesco Esportes FM. A decisão de anunciar no veículo vai de encontro com a nova meta da marca japonesa para o Brasil: promover o ciclismo consciente em mídias que falam com um público diversificado e que incentivam a prática de esporte.

Durante o ano de 2013 serão veiculados dois boletins diários de um minuto com o tema “Pedal consciente com Shimano”. Estes boletins abordarão dicas para pedalar na cidade, orientações de como começar a pedalar, informações úteis para quem pedala aos fins de semana, entre outros assuntos. A Shimano também terá quatro inserções diárias de 30 segundos de propaganda durante a programação da Rádio Bradesco Esportes FM.

Com o escritório latino americano operando no Brasil há pouco mais de quatro anos, essa é a primeira vez que a marca irá anunciar para um público mais abrangente. Até então o foco da Shimano era firmar ainda mais a marca para o próprio mercado de bike. “Este é um novo passo para uma comunicação da Shimano com os consumidores finais. Faz parte de um plano para 2016 que é promover o ciclismo para pessoas de todas as idades”, conta Alexandre Okazaki, gerente de Marketing da Shimano Latin América.

Além de promover o ciclismo como meio alternativo de transporte e bem-estar, a marca japonesa apoia e patrocina diversos atletas nacionais e equipes de ciclismo, como a equipe de São José dos Campos.

Confira o primeiro spot

Gravidez e bicicleta - Será uma boa combinação?

Foto: Lev Dolgatshjov
Você ama andar de bicicleta, porém, a notícia da gravidez chegou com milhões de questionamentos e certamente um deles é: poderei continuar andando com a minha bike?

O dilema: Vou ficar nove meses sem fazer um pedal, sem fazer um treino ou passeio? Parece ser tão injusto ter que abdicar de algo que deveria ser tão saudável!

A boa notícia é que você não precisará abandonar o seu esporte preferido e, além disto, pode se beneficiar imensamente se continuar a pedalar durante a gravidez. Nem todas as grávidas poderão pedalar até o final da gravidez, mas muito provavelmente poderão pedalar por um bom tempo.

Como é o caso com a maioria dos exercícios durante a gravidez, o ciclismo deve ser feito com moderação. Se a saúde geral é boa e não está sofrendo de pressão alta, diabetes ou outras complicações consideradas de alto risco, então, não haverá muitas restrições para ficar longe de sua bici.

Andar de bicicleta enquanto grávida é uma maneira maravilhosa para manter-se em forma e ficar dentro do peso adequado. Converse com seu médico para certificar-se de que não há problemas a considerar e preste atenção aos sinais de seu corpo relacionados a possíveis exageros. Obviamente, há diversas questões que devem ser levadas em consideração.

Em primeiro lugar, tenha em mente que seu corpo está completamente alterado. É mais do que necessário ser cautelosa e é imprescindível ter a liberação do médico para a prática.

Durante a gravidez, é necessário ter um adicional de 300 calorias em média, todos os dias. Com a prática do ciclismo, mesmo em uma curta distância, necessitará de pelo menos 500 calorias.

Andar de bicicleta é um exercício aeróbio de baixo impacto, mas precisará redobrar os cuidados, porque a partir do quarto mês de gestação, seu centro de gravidade vai começar a mudar, causando problemas de equilíbrio. Por conseguinte, desde o início, evite percursos com curvas e quando pedalar em grupo evite ficar muito perto de outros ciclistas. Cuidado para não cair! Mas se isto acontecer, consulte seu médico imediatamente.

Se você nunca andou de bicicleta, não é recomendado iniciar justo durante a gravidez, pois andar de bicicleta requer muito equilíbrio, fator que falta nas grávidas principalmente no período de gestação mais avançada.

Para continuar a pedalar durante a gravidez, seja precavida e inteligente. Dê preferência para pisos pavimentados, com pouca irregularidade. Prefira os terrenos planos sem subidas ou descidas íngremes. A sua prática deve prevalecer o giro constante, o trabalho aeróbico, e não de força ou destreza.

Mantenha-se hidratada sempre, mesmo em giro, pois o seu corpo demanda muito mais água durante o período de gestação. A hidratação é importante para manter o nível de oxitocina equilibrado, pois se ficar alto, pode causar contrações.

Outra recomendação é o uso do monitor de frequência cardíaca durante o pedal. Se sua taxa de pulso exceder 140 batidas por minuto, pare de pedalar imediatamente. Também interrompa o pedal se começar a sentir muita falta de ar, pois isso é sinal de cansaço. Não trabalhe aquém da capacidade respiratória.

O guidão e a altura do selim devem ser reposicionados para evitar pressão ou maior peso sobre a pélvis e também sobre as costas. Procure por roupas confortáveis e adequadas à sua nova silhueta. Fique atenta aos pés, que normalmente ficam inchados: use sapatilhas ou tênis mais confortáveis.

Uma opção interessante é usar uma bicicleta reclinada que reduz muito a pressão sobre a pélvis. Mas caso não se sinta segura de sair por aí pedalando, há também a opção do uso da bicicleta no rolo fixo de treino ou então a prática do ciclismo indoor.

Treinamento de ciclismo indoor para mulheres grávidas O ciclismo indoor é um treino cardiovascular intenso. Com algumas adaptações para as grávidas, esta prática irá ajudá-la muito durante o período de gestação.

Cardiovascular
No ciclismo indoor, seu coração e as taxas de respiração aumentam, oxigenando todo o seu organismo. O American Council on Exercise e o ACOG - American Congress of Obstetricians and Gynecologists, recomendam 30 minutos de exercício cardiovascular diário. Para quem nunca praticou exercícios, recomendam iniciar com 5 ou 10 minutos e ir aumentando o tempo gradativamente.

O ganho de peso durante a gravidez demanda de seu coração um maior trabalho. O ciclismo indoor é benéfico porque é um exercício de não-incidência, aliviando a sensação de peso durante o treino. Exercite-se em uma intensidade moderada. A medida certa é conseguir pedalar e conversar ao mesmo tempo sem ficar ofegante ou cansada.

Refrigeração
Durante a gravidez, a temperatura do corpo fica ligeiramente elevada. Ao exercitar-se, a temperatura aumentará. As salas de ciclismo indoor não climatizadas podem gerar desconforto, portanto, escolha uma bicicleta mais próxima possível do ventilador. Além disto, hidrate-se, beba água durante todo o período de exercício. A água ajuda a arrefecer o seu corpo e manterá seus músculos hidratados. Se começar a ficar super aquecida, diminua o ritmo da pedalada.

Benefícios
 Além de melhorar o seu sistema cardiovascular, o ciclismo indoor pode ajudar a reduzir o risco de diabetes gestacional e hipertensão arterial. De acordo com a "Medicina esportiva", praticando o ciclismo, em média, cinco horas por semana em um ritmo moderado, poderá reduzir o risco de complicações durante o período de gestação.

Consulte o Médico
A primeira providência é ter a liberação médica para a prática e, se possível, que o seu médico defina um programa de treino sob medida para a sua necessidade e condicionamento.

Jaqueline Mourão, a super atleta grávida!
Para colocar à prova todas estas teorias que pesquisamos, entrevistamos a atleta da Scott, Jaqueline Mourão. Jaqueline é uma atleta de alta performance e nos disse que o seu período de gestação foi bem mais fácil do que imaginava. “Claro que para uma atleta de rendimento, pensar em gravidez é algo que preocupa, pois nosso corpo é nossa ferramenta de trabalho e eu tinha várias dúvidas, como se conseguiria engravidar mesmo com um percentual de gordura corporal tão baixo, se poderia continuar a praticar esporte, se conseguiria voltar ao mesmo nível de performance após a gravidez, entre outras”, comenta Jaqueline.

Ela afirma que esporte e gravidez são totalmente compatíveis e que, com um acompanhamento médico correto, não há comprometimento da saúde do bebê ou da mãe.

A partir de 9 meses de idade, o bebê já poderá acompanhar a mamãe ciclista em suas atividades, utilizando cadeirinhas próprias para esta finalidade.

 Pedalando com o seu bebê As cadeirinhas são vendidas em lojas de departamentos, grandes magazines e em lojas especializadas em bicicleta. Constatamos que em nenhum lugar os pais são orientados com relação a serem bons condutores de bicicleta para poderem conduzir as suas bikes equipadas com cadeirinhas e suas crianças. É imperativo ter ciência da importância de terem boa destreza, equilíbrio e controle da bicicleta, pois uma queda pode causar sérios traumas físicos e emocionais à criança e aos condutores.

Os manuais das cadeirinhas trazem as instruções de segurança, porém, se você não tem boa destreza e controle da bicicleta, é melhor treinar antes e certificar-se que está apta para a “aventura”.

As cadeirinhas não possuem certificação pelo Inmetro, pois o órgão ainda não tem uma norma pré-estipulada para este tipo de produto. Por isto, procure por produtos que seguem as recomendações de produção de acordo com normas ISO 9001, incluindo teste de peso e também produtos que sigam padrões internacionais previstos na norma EN-14344.

Quanto à idade mínima e máxima para a criança ser transportada na cadeirinha de bicicleta, há uma regra relacionada ao peso da criança e idade aproximada. A partir de nove meses a um ano, quando a criança já está firme para sentar-se sozinha, estipulou-se como sendo a idade mínina. Quanto à idade máxima, o peso suportado varia entre as marcas disponíveis. Encontra-se cadeirinhas para crianças de 15 kg até 25 kg, o que corresponde a uma criança de aproximadamente cinco anos.

As cadeirinhas podem ser fixadas na parte da frente da bicicleta, para o transporte de crianças menores, ficando à vista do condutor, enquanto a traseira é própria para crianças maiores, necessitando de um bagageiro para sua instalação.

Observe que a cadeirinha não é apropriada para toda bicicleta. Por isto, quando for comprar a cadeirinha, leve a bicicleta junto para poder analisar se o encaixe será correto. Não faça adaptações, lembre-se que a segurança de sua criança é prioridade.

Assim como a bicicleta, a cadeirinha deve estar em perfeitas condições de uso para poder ser utilizada. É fundamental atentar-se às seguintes instruções de uso e conservação:
  • Conserve-a em local abrigado da luz solar para evitar queimaduras por exposição à temperatura.
  • Limpe-a com água e sabão neutro e não utilize produtos químicos. Deve-se evitar o choque para aumentar a durabilidade do produto.
  • Ao transportar a bicicleta no carro em suportes, remova a cadeirinha. Vibrações podem causar danos, ceder ou liberar ligações com a bicicleta, o que pode desencadear um acidente ou perda de peças.
  • Quando não estiver em uso, recomenda-se a remoção das cadeirinhas.
  • Ao menor sinal de fadiga de qualquer peça das cadeirinhas, recomendamos a suspensão da utilização e a consulta a um especialista ou ao fabricante.[
  • A instalação das cadeirinhas reduz a capacidade de manobra da bicicleta. Recomendamos que os condutores verifiquem se suas bicicletas funcionam corretamente com as cadeirinhas montadas e se há alguma dificuldade de locomoção com o uso delas.
Benefícios do uso das cadeirinhas
 A cadeirinha é uma forma de aproximar desde muito cedo a criança da bicicleta.

É uma forma de gerar um ciclista naturalmente, que no futuro poderá ter a bicicleta como principal instrumento de transporte ou ser um motorista mais consciente com relação à importância social da bicicleta.
Mais do que um produto ou acessório, a cadeirinha é um instrumento eficaz na perfeita sintonia entre pais, filhos e a bicicleta.

As cadeirinhas popularizaram-se mais depois de várias celebridades terem sido fotografadas por paparazzis. De certa forma, isso oferece um aval de aprovação de uso. Outro ponto forte na popularização de uso do produto é a escolha de algumas prefeituras e instituições para o uso das cadeirinhas como forma de prevenção de acidentes.

Em Igrejinha - RS, por exemplo, um sindicato de trabalhadores forneceu cadeirinhas aos seus associados, como forma de prevenção a acidentes de transporte, depois que constataram que muitos dos trabalhadores utilizavam bicicletas para transportar seus filhos para as creches e escolas antes do horário de trabalho e por vezes ocorriam acidentes, justamente pela falta de cadeirinhas. Além disso, foi uma forma de incentivar o uso de bicicletas.

Em Ribeirão Preto - SP, cadeirinhas são disponibilizadas aos ciclistas que utilizam a ciclofaixa da cidade aos domingos.


Entrevista com Jaqueline Mourão

Jaqueline Mourão Pedalando na gravidez
Você pedalou enquanto grávida? Até que mês?
Jaqueline: Pedalei até o último dia da minha gestação! Esta foto foi tirada na minha última semana de gestação. Adaptamos a bike para o final, levantando o guidão para ficar mais confortável com a barriga e tiramos mais pressão dos pneus.

Teve acompanhamento médico?
Jaqueline: Fui acompanhada tanto no Brasil (início da minha gestação, até o terceiro mês) quanto no Canadá (os outros seis meses).

Que tipo de pedal praticava?
Jaqueline: Cortamos a intensidade, pedalamos em intensidade Z1 e Z2 abaixo do limiar anaeróbio.

Quais foram os benefícios?
Jaqueline: Eu me senti muito bem com a possibilidade de poder continuar a praticar esportes. Foi muito bom, tanto para mim quanto para o bebê. Existem várias pesquisas que comprovam os benefícios de uma gravidez fisicamente ativa. No dia que não pedalava, eu me sentia inchada, sem disposição e com menos energia, sentia mais enjoo também durante os primeiros meses, quando não pedalava.

Quais recomendações você dá para as ciclistas que engravidam?
Jaqueline: Se estiver tudo bem com a sua gravidez e o médico liberar, preste atenção na sua alimentação e muita hidratação durante o pedal. Escolha terrenos em que se sinta à vontade (se não se sente segura em trilhas, faça mais estradões). E acima de tudo, fique atenta aos sinais que seu corpo possa estar dando e tire todas as suas dúvidas com seu médico!

Eu dei a sorte de ter uma médica no Canadá que trabalhou com muitas atletas e então tinha experiência e tirava todas as minhas dúvidas. Eu senti que todas as vezes que eu começava a pedalar, nos primeiros 10 minutos, eu me sentia muito ofegante, mesmo com a frequência cardíaca ainda bem baixa. Depois, eu estabilizava e voltava a respirar normalmente. Minha médica disse que isso é normal, é uma adaptação do corpo visando fornecer o máximo de oxigênio para o feto, que por sinal está bem protegido lá dentro. Era interessante que até mesmo ele controlava a intensidade do treino. Mesmo se eu quisesse, eu não conseguia passar da minha zona de intensidade 2

Fonte: Revista Bicicleta


Andar de bicicleta emagrece e faz bem à saúde

Andar de bicicleta é uma forma divertida de queimar calorias.
Foto: Thinkstockphotos

Andar de bicicleta é uma forma divertida de queimar calorias. Mas, além de ajudar no processo de emagrecimento, realizar essa atividade com frequência também traz outros benefícios. Confira alguns modelos de treino e descubra o que a magrela pode fazer pelo seu corpo.

Para ativar a circulação
 · Seu treino deve ser: básico, feito num terreno plano e mantendo o ritmo das pedaladas.
· Por que: aumenta as batidas do coração e exercita a capacidade respiratória.
· Calorias gastas por hora: 400

Para emagrecer
 · Seu treino deve ser: intenso, alternando pedaladas fortes e leves em subidas e descidas.
· Por que: trabalha o máximo do seu esforço e aumenta a frequência cardíaca, o que acelera a queima de gordura.
· Calorias gastas por hora: 580

Para ganhar fôlego
 · Seu treino deve ser: misto, dividido em terrenos planos e morros, com pedaladas leves e moderadas.
· Por que: mesclar o ritmo dos pedais favorece a resistência física e a capacidade de recuperação após o esforço.
· Calorias gastas por hora: 480

Bicicleta representa autonomia para a terceira idade

Foto: Thinkstockphotos

É fácil perceber o quanto a bicicleta pode contribuir para que os idosos mantenham-se ativos e participativos. A explicação está, principalmente, em dois fatores. O primeiro deles é a socialização. Ao pedalar, o idoso assume uma nova postura diante da vida. Ao invés de tornar-se mais sedentário e retraído, ele passa a sair, passear, e nessas idas e vindas, conhece pessoas, faz amizades, socializa-se. O segundo fator está relacionado aos benefícios físicos. Os benefícios à saúde de adultos idosos resultantes da prática do exercício, em especial o ciclismo, são os seguintes: redução da mortalidade em geral, aumento da estabilidade postural, aumento da cognição, menor incapacidade funcional, melhoria da autoimagem, melhoria do sono, aumento do bem-estar psicológico e incentivo para promover outras mudanças no estilo de vida.

Especialistas afirmam que quando o idoso decide voltar a fazer atividades físicas são trabalhadas três áreas principais: força, equilíbrio e coordenação motora. Embora, rotineiramente, a ênfase seja mais o exercício aeróbio, o treinamento de força desempenha papel importantíssimo no programa de condicionamento físico no idoso. A idade avançada está associada à perda progressiva de massa muscular, também chamada de sarcopenia, que resulta na redução da força muscular, que por sua vez leva a um declínio na capacidade funcional. A força muscular em indivíduos sedentários diminui aproximadamente 15% por década no período entre os 50 e 70 anos e cerca de 30% por década a partir dos 70 anos. O treinamento de força é extremamente decisivo na prevenção e no tratamento da osteoporose, pois o aumento da massa muscular resulta em um correspondente aumento da massa óssea.

O exercício melhora o consumo máximo de oxigênio, aumentando a frequência cardíaca máxima, o volume sistólico (quantidade de sangue que será bombeado pelo coração em uma contração) e o débito cardíaco (quantidade de sangue bombeado pelo coração por minuto). Também melhora a força e resistência muscular, assim como a flexibilidade articular.

Além do mais, praticar atividade física retarda os efeitos do envelhecimento. Para cada efeito (encolhimento de estatura, enfraquecimento dos ossos, flexibilidade, etc), há um exercício em específico que pode ser indicado por um profissional. Trabalhos científicos comprovam que indivíduos em boa forma física e nutricional podem ser até 10 a 20 anos mais jovens em sua idade biológica do que sua idade cronológica. E nessa busca incessante pela juventude, o exercício parece ser o recurso mais eficiente contra o envelhecimento. É a melhor garantia para a longevidade com qualidade de vida.

Fonte: Revista Bicicleta

Mito da bike 29 - Qual o tamanho ideal para você?

Cansei de ver atletas e entusiastas montados em bikes 29 com tamanhos errados. Sinto uma dor na coluna só de ver.

Foto: Pedro Cury
O motivo deste artigo é mais um alerta do que a indicação perfeita de um quadro. 

O que vem acontecendo aqui no Brasil é algo abusivamente errado. Falta de informação é a principal causa disso. Por exemplo: sempre tem aquele que se acha especialista em bike fit. Mas para isso, ele deveria estudar anatomia ou fazer um curso especializado antes de dar "informações" ou tentar ajustar a bike mais detalhadamente para um ciclista. O que serve para você, muito dificilmente servirá para outro. Principalmente nas rodas gigantes, completamente diferentes das 26”.


Teoria Básica da Troca de Quadro: 26x29


Não tem nenhum mistério, mas muitos usuários ainda têm dúvidas de quando vão fazer a migração e trocar de bicicleta. Se você tem uma bike 26 que o tamanho do quadro é 18”, logicamente você vai usar o mesmo para uma bike 29. Não é porque a roda é maior três polegadas (em alguns casos, a diferença não chega a isso) que o ciclista precisa diminuir o tamanho. Mas no final das contas, pode surgir uma pequena possibilidade do quadro ser menor ou maior, sim, e o usuário usar outra medida. Parece confuso e contraditório, mas o uso de um tamanho de quadro maior na bike 29 do que no da 26 pode ser melhor para certos ciclistas.

Não são todos os fabricantes que fazem todas as medidas iguais. Cada um tem o seu segredo e combinação (apresentação), mas ainda tem fabricante fazendo bikes 29” erradamente. Muitos ainda usam moldes e geometrias de 26, que comprometem em todos os aspectos: rendimento, dores no corpo etc.


História das Bikes 29 em Relação aos Quadros


Quando as bikes 29 surgiram há mais de 15 anos, através dos famosos frames builers (especialistas ou criadores de quadros “caseiros”), a demanda era mínima. Aos poucos foram crescendo os adeptos e as produções, surgindo as primeiras montadoras e marcas específicas. Muitos destes quadros tinham as construções corretas pelo simples fato de seguirem o padrão de uma mountain bike tradicional: medições e reforços de acordo com a tubulação e espessura.

Muitos gastos e dor de cabeça até chegar na geometria correta fizeram parte do trabalho dos criadores e formadores de opinião. O famoso off set do garfo foi o principal deles. Depois, o centro de gravidade (e já tem marca famosa publicando balela). Medição entre eixos, angulação do seat tube, top tube e angulação da caixa de direção etc. Pronto, os diversos erros foram corrigidos, embora alguns fabricantes ainda não acharam a geometria perfeita. Enfim, a bike 29” não nasceu por agora.

Com o boom das bikes 29”, as famosas marcas de aro 26” não se deram ao luxo de pesquisar, medir e fazer testes com seus protótipos. Muitas delas só fizeram alongar o famoso JIG (gabarito de criação, montagem e soldagem de quadro). Resultado: tudo errado. Mas mesmo assim, as bikes 29” invadiram o mercado.

Apenas com o alongamento atrás (seat stay e chain stay), estas bikes se transformaram em mutantes, fazendo com que os primeiros usuários – cobaias – tivessem uma experiência um pouco negativa em relação às mesmas. Por isso, até hoje os comentários ruins ficam na mente dos ciclistas. Pobres estes que ainda não pedalaram numa verdadeira 29”.


Problemas


Com o famoso “empurra-empurra” nas vendas, muitos ciclistas vêm usando bikes menores, ocasionando uma mesa maior ou canote super elevado. Resultado desta combinação? Tem que pedalar muito para saber.
Alongando apenas os tubos traseiros, as marcas não faziam as medições de forças aplicadas e variação das espessuras corretamente. Isso sem citar as outras partes que um quadro possui. “Oras bolas”, a pressão e força de uma roda 29” é muito maior que uma bike 26”. Eis a resposta das trincas e quadros empenados (torcidos). Simples!

Mas o problema vai além! A distribuição errada do peso do ciclista sobre a bike causou diversas queixas de que a bike 29” não subia bem, não era boa em singletracks, era uma bike mais pesada para pedalar, não rendia etc. Tudo isso já foi desmentido e não precisa falar mais das qualidades das rodas gigantes.

Isso não é uma denúncia. É apenas um fato. Afinal, nenhum fabricante queria ficar atrás, por isso houve uma peregrinação prematura para as rodas gigantes por parte de muitas marcas conceituadas. Tenho que ressaltar que algumas delas atrasaram sua produção em série. Estas fizeram bem e seguraram até o momento certo da nova tendência explodir. Mas mesmo assim, ainda ficam fazendo quadros muito aquém dos famosos frame builders, os que estudam e quebram a cabeça para chegar na “geometria fantasia” de uma verdadeira bike 29”.

Garoto de 10 anos é dono de empresa de reciclagem!


Vanis Buckholz tem 10 anos e começou a empreender há três. O garoto de Corona Del Mar, na Califórnia, fundou a“My Recycler” aos 7 anos, inspirado pelo Dia da Terra em sua escola.

Depois de uma aula sobre reciclagem, Vanis adotou a prática em sua própria casa. Mais tarde ele fez o mesmo por seus amigos e vizinhos. Com seu patinete e depois com sua bicicleta, o menino percorria a cidade recolhendo lixo em praias, ruas e parques.

Para continuar o projeto, os pais de Vanis sugeriram que parte do lucro obtido com a reciclagem de materiais fosse destinado a uma instituição de caridade com a qual ele se identificasse. Desde então, 25% do lucro da My Recycler vão para o projeto Hope Alliance, uma entidade para crianças e famílias sem-teto em Orange County, também na Califórnia.

Depois de três anos, Vanis usa um cartão de trabalho desenhado por ele mesmo e uma caminhonete para coletar os recicláveis. Ele já foi chamado pelo prefeito de Newport Beach para falar sobre seu negócio e continua espalhando que “alguém tem de fazer o trabalho sujo”. 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Pedal Ciclo Mania: Sítio Oitís de Taquaritinga

Final de semana chega com aquele calor danado, mas isso não é motivo pra gente ficar em casa vendo o tempo passar á toa com o bumbum num sofá. Por isso pegamos nossas bikers e saímos por aí procurando caminhos, estradas e trilhas diferentes para que o dia de domingo passe de uma forma saudável e muito agradável, ao lado de amigos companheiros que sempre estão conosco nas estradas da vida em busca de aventuras.

Desta vez saímos em cinco que foram: Maxuel, Thiago, Dênis, Diógenes e eu. Nós saímos no sentido da Vila Augusto em direção a Pão de Açúcar passando por Vila do Socorro ( Picada) com destino ao Sítio Oiti em Taquaritinga do Norte

 
 
 
 
 

Vimos a cima as fotos tiradas durante a ida até chegar em nosso ponto que é um sítio nos Oitis e de lá percorremos por trilhas e subidas ingrimes com belas paisagens e cachorros brabos que estavam pelo caminho nos dando força para subir as serras em questão. que veremos nas fotos a seguir.


Peguei no flagra!!
Frutas frescas, água limpa e sombras nos acompanharam em alguns momentos, noutros era o sol e a poeira na cara e por vezes aquela garoa gostosa. Tudo isso sem falar na paisagem magnífica onde em certos pontos avistava-mos  as cidades de Toritama,Santa Cruz e Vertentes. São nessas horas que percebemos o quanto somos pequenos diante da grandiosidade de Deus que nos presenteiam com tanta bênção e beleza.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Também cruzamos com pessoas simples e receptivas, engraçadas e curiosas que deu um brilho especial ao passeio.

E como não poderia ser diferente, tudo acabou em peixe assado em Mateus Vieira que


Chegando na "peixada" encontramos com Lula e cristiano que por compromissos pessoais não puderam nos acompanhar por todo trajeto, mas que mesmo assim não deixaram de curtir um dia diferente al lado de suas magrelas.

 
 

E assim chegamos ao final de mais um Pedal Ciclo Mania esperando uma próxima e breve oportunidade de estar-mos juntos novamente com saúde e alegria.

É isso aí pessoal, até a próxima e você é nosso convidado.