Subscribe:

Parceiros

.


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Como manter-se treinando?

A fórmula mágica

Foto: Iagodina / Depositphotos
Você começa a praticar esporte de longa distância e a sentir os prazeres de conquistar mais e mais quilômetros. Encanta-se com os próprios feitos que jamais pensou alcançar: correr 30 km? Pedalar por 4 h? E ainda ser capaz de andar e respirar? Inimaginável! Você almeja fazer uma prova, aquela que sempre rondou a sua mente. Treina pra ela cuidando de todos os detalhes. Faz a prova. Emoção impagável. Tem a certeza de que nasceu pra isso.

Na semana seguinte, vem a clássica depressão pós-prova. Você estuda o tema e aguarda ansiosamente que a depressão passe. Enquanto isso, aproveita as “férias” e faz outras coisas, come tudo o que se privou, encosta a bike. Passadas algumas semanas, você começa a querer voltar a treinar, já encheu o saco da esbórnia. E, cheio de gás, começa a querer retomar a rotina. Eis o início do seu primeiro inferno com o esporte. Parabéns!

Você volta a correr e acha horrível. Não consegue saber como é que você pode destreinar tanto. Começa a amaldiçoar as férias que teve. Não entende como um dia você mesmo foi capaz de ficar 4 h na bike, se agora qualquer 30 min já acabam com a sua paciência. Tudo é um saco. É difícil acordar, horrível correr, chato nadar, impensável lidar com tanta tralha do pedal. Você não se reconhece. Não entende como foi que um dia fez o que fez.

Numa busca desenfreada pela explicação, entra no conflito existencial: será que eu sou o da esbórnia ou o da disciplina? Acha que estava neurótico demais, chato demais, Caxias demais. Mas no fundo pensa que gostaria de estar naquele momento como estava antes de entrar nestas “férias”. Fase chata. Tenta largar o esporte. Não consegue. Tenta voltar. Acha horroroso. Crise.

Agora, tente responder: por que você faz esporte de Endurance? Se você fosse responder de bate-pronto o que mais gosta no esporte, você diria:
  • Sou fascinado por competir
  • Minha paixão é lidar com a solidão
  • Gosto do contato com a natureza
  • Curto os equipamentos e técnicas
  • Vibro com a melhoria da performance
  • Sinto que cuido da minha saúde
  • Gosto de superar desafios
  • Adoro treinar com a galera
  • Quero descobrir novos locais
  • Curto treinar por treinar
Acho que podemos encontrar uma boa gama de motivos pelos quais as pessoas treinam. Quem é focado em competição não consegue entender quem gosta de treinar por treinar. Quem gosta de treinar com a galera não consegue entender como alguém pode gostar de passar horas sozinho. Sabe o que eu descobri e estou cada vez mais convencida? Que temos que ter a melhor capacidade de adaptação ao cenário vigente na nossa vida. E aqui os assuntos se encontram...

Que chance tem de alguém que é extremamente competitivo se sentir motivadão numa fase em que está trabalhando mais do que o normal, com dificuldade de comer corretamente, dormindo pouco, com a rotina atrapalhada? Vai fazer o quê? Parar de treinar? O que fazer com alguém que adora treinar sozinho numa fase em que não consegue se mover pra fora de casa? Desistir? Comer pipoca?

Eis que chegou a hora da revelação da minha fórmula mágica: use a motivação mais adequada ao momento em que você está. Não adianta dar murro em ponta de faca. Se você adora ter contato com a natureza, mas está sendo forçado a fazer treinos indoor, que tal encontrar o prazer de lidar com seus próprios pensamentos? Se você é extremamente competitivo, mas está fora de forma, acima do peso, destreinado ou sem tempo para treinar, que tal descobrir o prazer de olhar para o nascer do sol, que você sempre passa sem sequer notar?

Por experiência própria, insistir na tentativa de buscar sua motivação mais motivadora numa fase inadequada, fará você perder ao invés de ganhar forças. Busque aumentar seu leque de motivações. Experimente treinar em equipe se treinar só está chato. Largue seu ciclocomputador se você está mais lento do que gostaria e isso o faz mal. Inscreva-se em uma baita prova se isso o fizer sair do marasmo. Cancele sua prova se ela está fazendo você treinar menos. Se você fará uma prova e não está tão treinado quanto gostaria, experimente fazer acompanhando um amigo iniciante.

Esporte combina com alto-astral, sorriso, bem-estar, prazer, união, conquista, realização, superação, inclusão. Se está trazendo estresse, preocupação, ansiedade, tristeza ou mau humor, há algo muito errado. Isto não quer dizer que você vai sair da cama às 4 h da manhã berrando “Iuuuuuuuuuuuuuuupi! Vou treinar!”, mas se isso está deixando você incomodado, mal, não está bom. Descubra novos porquês! Aumente seu portfólio de razões para investir tantas horas da vida.

Preserve-se! Mantenha o seu bem-estar e a sua serenidade. A sobrevivência e a permanência no esporte tem muito mais relação com a sua capacidade de adaptação à sua realidade que com a quantidade de troféus que você tem na sua estante. Seize the day!

Fonte: Revista Bicicleta por Aline Carvalho

Brasil Ride tem maior premiação em dinheiro do ciclismo nacional

Sexta edição da principal ultramaratona de MTB das Américas terá ainda, de forma inédita, premiação igual para homens e mulheres das elites e registrados na UCI

Foto: Fabio Piva / Brasil Ride
Principal ultramaratona de MTB das Américas, a Brasil Ride, realizada de 17 a 25 de outubro em Mucugê e Rio de Contas, na Chapada Diamantina, Bahia, segue cumprindo o seu objetivo de fomentar o esporte no País. Além de trazer para solo brasileiro os melhores mountain bikers do mundo, o que dá a oportunidade aos ciclistas nacionais de elevarem seu nível técnico, a prova tem ainda outro incentivo aos inscritos: uma premiação recorde em dinheiro no ciclismo do Brasil, com mais de R$ 68.000,00 divididos entre classificação geral e por etapas.

Um das novidades deste ano é que, pela primeira vez, homens e mulheres nas elites e registrados na UCI (União Ciclística Internacional) receberão a mesma quantia em premiações por etapas e nos resultados gerais, previstas pelo regulamento (16.4). "É a maior premiação em dinheiro em um evento de ciclismo no Brasil, divididos entre premiação geral e por etapas, entre atletas UCI e amadores. Vale ainda lembrar que nas sete etapas ocorrem premiações com mais de cem produtos oferecidos pelos patrocinadores, não calculados nesses 68 mil reais", destaca Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

"Estamos no segundo ano de UCI e já somos classe S1 no ranking mundial, o que nos dá um verdadeiro selo de qualidade e eficiência do trabalho que estamos fazendo em relação ao mountain bike nacional. Não só temos uma competição considerada lá fora, como um dos melhores eventos do mundo e no circuito mundial temos uma pontuação de forte impacto", avalia Mario Roma, que destaca o fato de, além da premiação, os atletas das elites também somarem 120 pontos nos rankings mundial e olímpico de Cross Country (XC), o que é fundamental nesta final de corrida para definir que disputará a Olimpíada do Rio.

Disputada sempre em duplas, a Brasil Ride terá sete categorias: Open, Feminino, Mista, Máster (nenhum atleta com menos de 40 anos), Grand Master (nenhum atleta com menos de 50 anos), Nelore (acima de 90 kg) e Corporativa (categoria com três integrantes). Contará ainda com as Jersey (camisas) especiais para melhor equipe de homens e mulheres do continente Americano.

Etapas da Brasil Ride 2015

1ª Etapa: 18 de outubro - 13h
  • 20 km de prólogo com largada e chegada em Mucugê 
  • Detalhe: formato de contrarrelógio
2ª Etapa: 19 de outubro - 6h
  • 147 km entre Mucugê e Rio de Contas 
  • Detalhe: 3.355m acumulados de ascensão
3ª Etapa: 20 de outubro - 10h
  • 34,5 km em Rio de Contas
  • Detalhe: Circuito de cross country com 5 voltas de 6,9 km
4ª Etapa: 21 de outubro - 8h
  • 84,7 km em Rio de Contas
  • Detalhe: 2.156m acumulados de ascensão
5ª Etapa: 22 de outubro - 7h
  • 94,7 km em Rio de Contas
  • Detalhe: 1.881m acumulados de ascensão
6ª Etapa: 23 de outubro - 6h
  • 143,4 km entre Rio de Contas e Mucugê
  • Detalhe: 2.854m acumulados de ascensão
7ª Etapa: 24 de outubro - 9h
  • 72,1 km em Mucugê
  • Detalhe: prova final definindo-se os campeões
O Brasil Ride 2015 é uma realização da SUDESB, Bahiatursa, Governo da Bahia e Ministério do Esporte
  • Patrocínio: Shimano, Trek e Caixa
  • Co-Patrocínio: Thule, Pearl Izumi e Oakley.
  • Apoios: Continental Pneus, Red Bull, GU, Muc-Off, Prefeitura de Rio de Contas
  • Supervisão: UCI (União Ciclística Internacional), CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) e FBC (Federação Baiana de Ciclismo)
  • Organização: REC, Roma Comunicação e Prefeitura de Mucugê.


Mais informações:


Fonte: Brasil Ride

Carro, bicicleta ou transporte público: saiba calcular quando cada um vale mais a pena

Na hora de escolher qual a melhor forma de se deslocar entre casa e trabalho, é preciso analisar todos os custos de cada opção de transporte. Quem utiliza o carro, por exemplo, gasta cerca de R$ 27 todos os dias para percorrer 15 quilômetros

Foto: Arte ZH / Arte ZH
O portal zh.clicrbs.com.br postou uma matéria com o tema: Carro, bicicleta ou transporte público: saiba calcular quando cada um vale mais a pena!

Seis em cada 10 famílias gaúchas têm carro próprio, e, pelas ruas, o que se percebe é uma aspiração de quem ainda não é motorizado de dar adeus às paradas de ônibus. Deixando de lado o indiscutível conforto e um eventual ganho de tempo em razão da autonomia do automóvel, financeiramente você sabe qual é a melhor opção?

Em geral, pouca gente consegue analisar custo a custo cada forma de transporte.

– Se somarmos todos os gastos que se tem para manter um carro, como impostos, seguro, manutenção, estacionamento e o combustível, o custo diário equivale a quase R$ 27. Deslocar-se de ônibus ou lotação costuma sair bem mais barato – defende o educador financeiro Adriano Severo.

Muita gente, quando compara o que gastaria com passagens, avalia apenas o gasto com combustível. Em Porto Alegre, a distância média percorrida da casa para o trabalho e vice-versa é de 15 quilômetros, o que daria cerca R$ 4,50 por dia de combustível. Duas passagens de coletivo saem por R$ 6,50 no total. É esse cálculo errado que dá a quem escolhe o carro a percepção de que está lucrando em relação a quem optou pelo ônibus.

– Quando se põe todos os custos na ponta do lápis, a gente se surpreende com o que gasta no carro. É tanto que em dois anos é possível comprar um zero quilômetro – diz Alfredo Meneghetti Neto, educador financeiro e professor de Economia da PUCRS.

Segurança também tem de ser levada em conta

Se o motorista ainda está pagando o financiamento do carro, o custo para manter o automóvel vai às alturas. Mas voltando ao início da discussão: qual o preço do conforto e da sensação de segurança de não dar mole em uma parada de ônibus à noite? Muitos usuários de transporte público reclamam que, em Porto Alegre, é limitada a quantidade de corredores de ônibus, que, seguidamente, pegam o mesmo engarrafamento dos automóveis e das lotações. Além disso, a Capital não têm um sistema de preços de passagens proporcional à distância de deslocamento. Um sujeito que anda duas quadras de ônibus paga o mesmo de quem percorre 20 quilômetros. O que poderia ser uma opção, os táxis valem a pena para deslocamentos curtos, de menos de 4 quilômetros – mas que também podem ser feitos de bicicleta, por exemplo.

O QUE VALE A PENA?

Em média, usar o carro custa de R$ 27 a R$ 36 por dia (para quem percorre cerca de 15 quilômetros) considerando combustível, manutenção, seguro, IPVA e estacionamento. Saiba como fazer o cálculo para escolher a melhor opção de transporte:
transporte público
Se o gasto diário de toda a família com ônibus, lotação ou táxi ficar abaixo do custo com carro, financeiramente o transporte público será mais vantajoso.
carro
Se o custo for maior (por exemplo, um casal e um filho pegarem lotações, com gasto de R$ 29 por dia), compartilhar um carro é melhor para o bolso.
táxi
Quem mora a até 4 quilômetros do trabalho, tem opção de ir e voltar de táxi diariamente, com gasto total de R$ 27,90 na bandeira 1.
ônibus
O ônibus é vantajoso quando o passageiro mora a mais de 11 quilômetros do trabalho, pois o gasto com gasolina (que aumenta nos engarrafamentos) ultrapassa do valor das passagens.
bicicleta
Percorrer distâncias curtas de casa até o trabalho usando a bicicleta além de ser um bom negócio para a organização financeira, fará um bem danado para a saúde física.

Fonte: Erik Farina | zh.clicrbs.com.br

Dilma interrompe pedalada para falar com ciclista que se machucou

Andar de bicicleta pelas ruas próximas ao Palácio é rotina da presidente. Nesta manhã, ela parou ao ver ciclista que caiu na via ao desviar de cão.


A presidente Dilma Rousseff interrompeu a pedalada que fazia no início da manhã desta quarta-feira (16) em Brasília para conversar com um ciclista que havia caído na rua. O homem perdeu o equilíbrio ao desviar de um cachorro. A presidente ficou ao lado dele até a chegada do SAMU e dos bombeiros.

Dilma tem saído para pedalar quase todas as manhãs pelas ruas próximas ao Palácio da Alvorada, residência oficial. A presidente vai acompanhada de seguranças, que a seguem também de bicicleta.

Nesta quarta, enquanto ela estava ao lado do homem que se acidentou, outros ciclistas se aproximaram e ficaram ao lado da presidente. Eles chegaram a conversar com ela e pediram a liberação do autódromo de Brasília para que as pessoas possam andar de bicicleta.

Fonte:  g1.globo.com

1.307 km aos 65 anos em 12 dias

Joci Jorge Gugelmin, 65 anos, realizou uma viagem de Balneário Camboriú – SC a Maracaju – MS, pedalando 1.307 km em 12 dias.


Joci Jorge Gugelmin, 65 anos, é cicloturista há mais de 15 anos. Ele conheceu alguns moradores de Maracaju – MS algum tempo atrás que veraneavam em Balneário Camboriú – SC. Eles desafiaram Joci a ir até a cidade deles pedalando, para participar da tradicional Festa da Linguiça que lá ocorre.



“Este ano eu aceitei o desafio”, diz Joci, “e em 17 de abril de 2015 dei a largada, sozinho, de Balneário Camboriú, chegando em Maracaju em 28 de abril. Foram 1.307 km passando por Joinville (SC), Curitiba, Tibagi, Mauá da Serra, Maringá, Umuarama e Guaíra, no Paraná e depois Naviraí, Dourados e Maracaju, no Mato Grosso do Sul. Estas foram as cidades em que eu repousei durante a viagem, pois viajava só de dia. Nenhum pneu furado (coloquei selante nas câmaras), apenas uma chuva próximo a Ponta Grossa e só tempo seco e quente. Fui recebido com festa, já que a expectativa era grande porque era difícil o trajeto. Ao mesmo tempo em que divulguei a festa daquela cidade também acabei divulgando o estado de Santa Catarina e Balneário Camboriú e isto me deixou gratificado”.


Fonte:Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner
Fotos: Arquivo pessoal

O caminho é o meio...


A vida moderna perverteu o sentido de viajar.  O uso do carro, aquele que "te leva rapidamente a qualquer lugar", tirou das pessoas a capacidade de observar o MEIO.

O MEIO aqui é a cidade, as vilas e pequenas comunidades, as paisagens, o mundo enfim.  Passamos tão rápido alucinados com o CHEGAR, que deixamos de enxergar as pessoas.  Aquele que pedala não é um "ser humano indo ao trabalho", mais um "ciclista atrapalhando o meu caminho", pensam alguns!  O chegar é o que importa. E cada vez mais rápido, porque não temos tempo para a contemplação, coisa de preguiçoso, gente que não tem o que fazer.

Como criar, como fazer o bem, como ser lembrado por nossas boas ações, se só temos tempo para CHEGAR.  O ir é uma perda de tempo, o passar não existe além da obrigação necessária.  O que se quer é chegar.  Se a viagem pudesse ser instantânea, ainda ia ter quem quisesse apenas estar no lugar quando fosse preciso, pulando de um "teletransportador" a outro.  Pressa. Uma vida sem viver, só acumular momentos e materialidades.

0 caminho é o meio para se atingir um fim.  O caminho é o meio-termo entre o objetivo e a contemplação.  O caminho é o meio, a moderação em tudo.  O caminho é o meio mesmo quando extremos são necessários e passageiros.  O caminho é o meio sempre.   E só o meio é o caminho.

Repense se tudo que você acha inestimável, se tudo que precisar ser feito ou visto rapidamente, vale tanto a pena assim. Usar parte do tempo para observar o meio, analisar o caminho, pensar sobre ele, pode resolver mais do que o desenfreado desespero para se alcançar o fim, a meta, o objetivo.  Da vida você só vai levar a vida que você leva, e a vida que você leva está passando na janela do seu carro tão depressa quanto você estiver indo e sem tempo para ver.  Use uma bicicleta, ande, passeie mais, conheça seus vizinhos, descubra sua vizinhança.

Porque o caminho é o meio...

Fonte: pedalandoeolhando - Por: Rogério Leite

Bicicletas que salvam vidas no Afeganistão

Pedalar para mudar o mundo. Com esta premissa estreia nesta semana na Europa (ainda sem data para o Brasil) o documentário "Afghan Cycles" (Bicicletas afegãs, em tradução livre), que conta a história da primeira equipe de ciclismo feminino no Afeganistão.

Veja uma prévia do documentário no link:


http://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/14/videos/1442251089_706003.html




Da mão da diretora de cinema Sarah Menzies, o documentário conta a história de quatro mulheres a quem pedalar ajudou a sobreviver em um país onde ser mulher continua sendo perigoso. No Afeganistão, faz pouco tempo que as mulheres podem subir em bicicleta e seu uso continua sendo controverso entre os setores mais conservadores.

Fonte: El País

Pedalar vicia, diz a ex-jogadora de vôlei Fernanda Venturini

Fernanda Venturini e o marido, Bernardinho - Arquivo pessoal
A L’Étape Brasil acontecerá no dia 25 de outubro, em Cunha, município paulista localizado a 230 quilômetros de São Paulo. No percurso, a ex-jogadora estará acompanhada do marido, o técnico da Seleção Brasileira de Vôlei, Bernardo Rezende, o Bernardinho, que também é ciclista amador.

Em entrevista ao site Coração & Vida, a ex-jogadora falou sobre o surgimento da paixão pelo pedal e deu dicas para quem pretende iniciar no esporte. A seguir, a íntegra da conversa com Fernanda:

Coração & Vida – Como foi para você trocar o vôlei pelo ciclismo?

Fernanda – Não foi exatamente uma troca. Parei de jogar há três anos por causa das lesões que herdei do vôlei. Acho que é por causa delas que não sinto saudades das quadras. Quando deixei o vôlei, precisava fazer alguma atividade física. Como o Bernardo começou a pedalar e adorou, resolvi acompanhá-lo. É uma atividade que a gente faz junto e com os amigos. Gostei tanto que não parei mais. Agora, sou só torcedora de vôlei.

C&V – Quando você jogava já andava de bicicleta?

Fernanda – Andava muito pouco porque jogador profissional tem que se preservar para os jogos. Não podia pedalar como faço hoje porque, no ciclismo, há sempre o risco de queda. Qualquer acidente poderia comprometer a minha performance em quadra. Só investi no pedal quando parei definitivamente de jogar.

C&V- Dizem que pedalar vicia.

Fernanda – É verdade. Hoje, sou viciada no pedal, apesar das sequelas do vôlei que trago no corpo. Fiquei com problemas nos dois joelhos e no pescoço. As heranças do esporte me impedem de pedalar todo dia.

C&V – O que você tem nos joelhos e no pescoço?

Fernanda – Tenho condromalacia nível 4 [erosão ou perda completa da cartilagem articular, com exposição do osso subcondral, comum em jogadores, ciclistas e corredores] nos dois joelhos que me impedem de correr. Como pedalar ajuda a coxa ficar mais forte, é bom para os joelhos. No pescoço, tenho uma hérnia cervical. Ela surgiu por causa das mil de bolas que levantei para frente e para trás nas quase três décadas que joguei vôlei profissionalmente. Também fiz uma operação para a retirada de joanetes há dois anos, que me deixou com sequelas nos pés.

C&V – Para fazer ciclismo é preciso fazer check-up todo ano?

Fernanda – Todo mundo, atleta ou não, precisa cuidar da saúde. Por isso, Bernardo e eu vamos anualmente a São Paulo para check-up no hospital Sírio-Libanês.

C&V – Quantas vezes por semana você pedala?

Fernanda – Pedalo três vezes por semanas, de duas a três horas por dia. Já faço um pedal quase profissional com bicicleta de carbono, que é mais cara.  Posso dizer hoje que pedalo forte nas subidas dos morros no Rio. Um dos meus passeios favoritos é o caminho inclinado até o Cristo Redentor.

C&V – É melhor pedalar sozinha ou acompanhada?

Fernanda – É melhor pedalar sempre em grupo por várias razões, seja na cidade ou fora dela. O principal motivo é segurança. Fica mais difícil assaltar em grupo de ciclistas. Caso fure um pneu ou a gente caia, é bom ter alguém que possa nos ajudar.  Quando estamos acompanhados, aproveitamos as paradas para bater papo. Nas pedaladas leves, conseguimos conversar. O pedal é bom para fazer novos amigos.

C&V – Você pretende se transformar numa ciclista profissional?

Fernanda – Esse não é meu objetivo porque não tenho mais saúde para me tornar uma profissional. Já participei de uma prova na Itália, mas pedal é puro hobby. Meu próximo desafio no pedal vai ser concluir os mais de 100 quilômetros da L’Étape Brasil, em outubro. Bernardo e eu estaremos lá. Estou tendo que fazer um tratamento intensivo com choques para combater as dores nos pés, consequência de uma cirurgia para retirada de joanetes realizada há dois anos.

C&V – Quais as principais ações para o ciclista ter seu espaço respeitado?

Fernanda – O próprio ciclista tem que respeitar ciclovias e áreas reservadas para bicicletas. É preciso evitar andar na contramão e, quando não tiver jeito, tomar um cuidado extra com o pedestre. Afinal, ele não está preocupado com o ciclista que vem na contramão.

C&V – Que outros cuidados o ciclista de cidade precisa tomar?

Fernanda – É preciso ficar, pelo menos, um metro e meio de distância dos carros. Temos um trânsito louco nas grandes cidades e os nossos motoristas ainda não estão educados para dividir as ruas com ciclistas. Se não cooperarmos uns com os outros, vai levar mais tempo para que o ciclismo passe a fazer parte do nosso dia a dia.

C&V – Você já sofreu algum tipo de acidente praticando o esporte?

Fernanda – Graças a Deus, nunca levei nenhum tombo. Mas o Bernardo já luxou o braço porque foi “atropelado” por pedestre em plena ciclovia. Muita gente não olha na hora de atravessar uma ciclovia, o que é um erro. Em uma trombada, pedestre e ciclista podem se machucar feio. Agora, como pedalamos rápido, o risco de acidente está sempre presente. Muita gente já se machucou bastante, apesar de estar usando equipamentos de segurança. Tenho uma amiga que levou um tombo feio porque choveu. Ela escorregou, caiu e quebrou bacia e cotovelo. Outra companheira de pedal caiu quando passou num buraco e levou dezenas de pontos no rosto.

C&V – Que tipo de preparo físico o ciclismo exige? Quais músculos precisam ser fortalecidos?

Fernanda – Alongo pernas, panturrilhas e costas. Faço musculação para fortalecer os músculos das coxas, que são os mais exigidos durante as pedaladas. O ciclismo ajuda tanto a manter a forma como a entrar em forma. Já vi muita gente emagrecer depois que começou com o pedal. É mais fácil pedalar sem uma barriga grande.

C&V – Que tipo de alimentação é mais indicada antes do pedal?

Fernanda – Nada muito especial. Como pedalo sempre pela manhã, tomo um café reforçado com carboidratos, proteínas e frutas.

C&V – Que dicas que você poderia dar para quem pretende aderir ao ciclismo em cidades movimentadas como São Paulo e Rio?

Fernanda – Inicialmente, procure um professor ou amigo para acompanhá-lo. Para ganhar preparo físico para o esporte, faça aulas de spinning na academia durante algum tempo. Nunca pedale sozinho à noite e evite passar por locais que são considerados de risco para roubo. Os bandidos não poupam ninguém e podem ser muito cruéis com o ciclista solitário. Em maio, o médico Jaime Gold morreu depois de ter sido brutalmente esfaqueado enquanto pedalava na ciclovia da Lagoa Rodrigues de Freitas, no Rio.

C&V – Como escolher capacete, roupa e tênis ideais para o ciclismo? Bermuda acolchoada é mesmo importante?

Fernanda – Procure uma loja especializada, onde você vai encontrar capacete, luvas e roupas para iniciar no ciclismo. Bermuda acolchoada é importante porque os bancos da maioria das bicicletas são bem duros. Outro item indispensável é um relógio que monitora os batimentos cardíacos. É importante ter esse tipo de acompanhamento do coração.

Revisão técnica

  • Prof. Dr. Max Grinberg
  • Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
  • Autor do blog Bioamigo
Fonte: coracaoevida.com.br

Chega de assédios nas ruas - Mais respeito, por favor!

Quem nunca se sentiu invadida ou intimidada com uma cantada barata enquanto caminhava ou pedalava pela rua? Quem nunca sentiu o estômago embrulhar ao ouvir um “ô delícia” ou “ah, se eu te pego”? Apesar dessa última ser letra de música, isso passa longe de cantada: é assédio, meu amigo!

Foto: Lokisurina / Depositphotos
Você sabia que há pessoas que têm receio de andar ou pedalar pelas ruas por medo de serem assediadas? Pessoas que trocam a roupa que tinham escolhido para sair de casa (eu me incluo nisso, infelizmente) por medo de chamar a atenção para assédios? E isso vale para homens e mulheres.

Apesar dos assédios serem frequentes em qualquer lugar e de que ninguém está livre disso, o fato de estar em cima de uma bicicleta agrava esta situação. Levante a mão quem nunca ouviu a clássica: “como eu queria ser o banquinho da sua bicicleta”…  Argh! Nojo!

Infelizmente, essa situação é um dos grandes fatores que desestimulam o público feminino a pedalar. A rua é de todos, e todos temos direito de usufruir dos espaços públicos sem sermos importunados.

E não importa a roupa que eu esteja usando, se é calça colada, saia ou short, independente do comprimento, ninguém tem o direito de me intimidar com palavras de teor sexual, gestos ou olhares, de jeito nenhum. Meu corpo não está a serviço ou ao bel prazer de ninguém!

Portanto, gostaria de dizer aos tarados de calçada (porque homem que se preza tem educação e sabe dar valor a uma mulher), que não estou em cima de uma bicicleta para exibir meu corpo e receber assobios e buzinadas. Eu estou em cima de uma bicicleta pelo simples fato desse ser o meio de transporte que eu escolhi, que me faz bem, que funciona para minha vida, e nada lhe dá o direito de me assediar. Desculpa, mas dispenso seu “elogio”.

Este é um assunto delicado, e entramos na questão do que pode ser considerado assédio e o que é paquera. Acreditamos que o que diferencia é a abertura que se dá para tal ação acontecer, assim como o tom que se usa. E elogio de admiração pela atitude de estar na bicicleta é algo bastante comum, mas sabemos quando se trata disso. O limite é imposto de acordo com cada um, e pode ser bem variável de acordo com a cultura e fatores sociais também. O importante é saber que o limite de um termina quando começa o do outro.

Elogio é bom e todo mundo gosta, agora, um cuidado precisa ser tomado na hora da abordagem para saber se a pessoa a ser elogiada está aberta a isso, se não vai ocorrer uma invasão de espaço. Afinal, tem quem passe pela frente de uma obra e se não ouvir um fiu fiu já fica deprimida e corre pro salão de beleza. Vai entender...

Bom, voltando ao assunto bicicleta, assédios podem resultar em acidente. Quando estamos nos equilibrando sobre duas rodas, uma distração pode ser fatal. Sendo assim, uma simples frase gritada no seu ouvido pode gerar um desequilíbrio e consequentemente um tombo, que pode ter leves ou graves consequências. Assim como uma aproximação repentina, ou um contato físico (sim, conheço mulheres que já passaram por isso, e é lamentável) pode também levar a ciclista para o chão e ser atropelada pelo próprio carro que se aproximou dela. Acredite, isso é muito fácil de acontecer. Também já li relato de quem retrucou e em seguida o indivíduo a atropelou propositalmente por isso.

Fica aqui então o nosso pedido por respeito e um recado para os meninos: antes de mexer com alguma mulher na rua, lembre-se de que ela não vai gostar, nem vai dar o telefone dela para você e muito menos cria a chance de uma aproximação entre vocês. E outra coisa, quando sentir vontade de gritar obscenidades a uma mulher, imagine que essa tal mulher poderia ser sua mãe, sua irmã, namorada ou filha. Fica a dica.

Fonte: Revista Bicicleta por Aline M. Mafra e Michele M. Mafra / Bela na Bike

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Imigrantes sírios chegam à Noruega de bicicleta pelo Ártico

A polícia tem um depósito com cerca de 40 bicicletas na fronteira, acrescentou Moellebakken

Por: Stine Jacobsen e Alister Doyle

OSLO (Reuters) - Alguns refugiados sírios encontraram uma maneira mais barata e segura, embora muito mais prolongada, de chegar à Europa do que cruzar o mar Mediterrâneo: subir ao Círculo Polar Ártico e entrar na Noruega a partir da Rússia, algumas vezes até mesmo de bicicleta.

Enquanto as atenções do mundo estão voltadas aos imigrantes que se amontoam em trens na Hungria ou em frágeis embarcações rumo à Grécia ou Itália, a polícia norueguesa disse que cerca de 170 refugiados, a maioria síria, já cruzaram a passagem fronteiriça de Storskog, no extremo norte da Noruega, neste ano, em comparação a apenas cerca de uma dúzia em todo ano de 2014.

As relações próximas entre Moscou e Damasco significam que é relativamente mais fácil para sírios conseguirem visto para a Rússia. De lá, eles seguem para a Noruega, um dos países mais ricos do mundo e membro da zona Schengen, de livre movimentação de pessoas na Europa, embora não faça parte da União Europeia.

"Acredito que é a única via legal para a Europa", disse Elijah Hansen, de 26 anos, um estudante sírio que chegou à Noruega em março, após pagar 1.600 dólares pela viagem, incluindo um voo de Beirute (Líbano) a Moscou, a viagem de 36 horas de trem entre Moscou e o porto de Murmansk, no Ártico, e por fim uma carona de carro até a fronteira.

Desesperado para evitar o serviço militar na guerra civil da Síria, Hansen disse que teria sido mais caro viajar através da Turquia e depois arriscar uma travessia de barco do Mediterrâneo até a Grécia, rota na qual muitos refugiados se afogaram.

"Independentemente do que poderia ter acontecido, foi ainda melhor do que morrer nas mãos do Estado Islâmico ou ser morto em alguma zona de guerra na Síria", disse Hansen, que adotou o nome norueguês depois de sua chegada. Ele disse que seu nome original é Ali Alsalim.

A lei russa proíbe que qualquer pessoa caminhe para a fronteira e é ilegal sob a lei norueguesa dar carona a pessoas sem documentos adequados, o que levou alguns refugiados a fazer o trecho final de bicicleta.

"O ciclismo (na fronteira) é permitido sob as regras russas", disse o chefe da polícia na cidade norueguesa de Kirkenes, Hans Moellebakken. "A maioria (que cruza a fronteira) são indivíduos, mas há algumas famílias."

Pedalar: Exercite seu cérebro

Foto: Jpgon / Depositphotos
Não são apenas os músculos das pernas que o ciclismo tonifica. Pedalar pode lhe deixar com melhor velocidade de raciocínio, memória e sensação de felicidade! É isto que alguns estudos recentes sugerem.

O cérebro é composto por massa cinzenta, que é o centro de comando do seu corpo, onde as sinapses acontecem, e massa branca, que é o centro de comunicação e que usa axônios para conectar as diferentes partes da massa cinzenta. Um estudo recente realizado na Holanda mostra que o ciclismo melhora a integridade da densidade da matéria branca, acelerando as conexões no cérebro. Outro estudo constatou que os participantes que pedalaram 12 semanas tiveram um aumento no fator neurotrófico derivado do cérebro, proteína que atua no controle do estresse, humor e memória, o que explica o fato de pessoas que pedalam terem baixos níveis de depressão e ansiedade.

Há pesquisas que mostram, ainda, um aumento no hipocampo provocado pela prática de exercícios aeróbicos. Pesquisadores da Universidade de Illinois demostraram que o hipocampo dos participantes aumentou 2% depois de seis meses de pedaladas diárias, melhorando as habilidades de memorização em 15%, a resolução de problemas em 20%, maior capacidade de atenção e concentração. Motivos de sobra para começar/continuar a pedalar, bora?

Fonte: Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner

O quê Atletas e o Desenvolvimento Tecnológico nos Ensinam

Foto: Divulgação
Quando faço a introdução da aula do curso Pedal Aprendiz é comum que alunos mais ansiosos me digam com muita veemência “eu não quero virar atleta, nem tenho idade para isto, apenas quero aprender a pedalar para passear pela ciclofaixa”.

Claro que mais de 95% das pessoas que procuram as minhas aulas não tem o objetivo inicial de virar atleta, mesmo que amador, mas tento mostrar a todas elas o que podemos e devemos aprender com os atletas e com a indústria que desenvolve equipamentos esportivos.

Como inserir uma atividade física na agenda

1 - Planejamento: Sem planejamento a vida pode virar um caos e muitas das atividades podem ficar comprometidas ou até fora da programação com alterações constantes da agenda. Organize as atividades levando em consideração tempo de deslocamento até o local onde a atividade será realizada. Tempo para se preparar, etc. Seja realista, afinal o dia tem poucas horas disponíveis de fato.

2 - Disciplina: Não adianta fazer as atividades em uma semana e faltar o restante do mês. Faça um esforço. Os primeiros dias serão mais difíceis, mas depois a rotina se estabelecerá se você persistir.

3 - Dedicação: A paixão pela atividade é que faz com que os atletas tenham sucesso. Dedique-se com paixão a atividade que escolher. Fazer o que gosta é sempre mais fácil e prazeroso.

4 - Persistência: Não desista. Tenha em mente o seu propósito. Lembre-se do por que e para quê resolveu fazer uma atividade física.

O que Pensar quando for comprar seu Equipamento

É comum pessoas que vão iniciar uma atividade física que requer o uso de um equipamento pensarem de imediato: Não sou atleta profissional, porque vou comprar esta bicicleta tão sofisticada? Dizem isto, mesmo diante de modelos mais simples.

Muito da tecnologia usada de nossos carros atuais são testadas e usadas no automobilismo, principalmente nos carros de fórmula 1. Atualmente um tênis de corrida possui todo tipo tecnologia (de amortecimento, de estabilidade, de absorção de suor). As roupas são feitas com tecidos “inteligentes” e a modelagem é fashion. Para se guiar por trilhas e percursos há os GPS e outras traquitanas que fornecem mil informações.

Com relação as bicicletas somam-se aí mais de 20 anos de desenvolvimento em tecnologia e equipamentos que darão ao ciclista mais conforto, segurança e desempenho.

Ouço de muitas pessoas que me pedem orientação quando da compra de uma bicicleta a seguinte frase: “Quando era criança não tinha nenhuma destas sofisticações, preciso de tudo isto mesmo”?

Sempre respondo com outra pergunta. Você precisa mesmo da camiseta dry fit? Do tênis com amortecimento? Do air bag ou freio a disco do seu carro? Do GPS ou Wase no celular?

Não deixamos de comprar um carro porque não somos um piloto de corrida. Não deixamos de comprar um bom tênis porque não somos um corredor profissional. Não deixamos de comprar aquela panela incrível porque não somos chefes de cozinha ou maquiagem caríssima porque não somos modelo.

Quando for comprar sua bicicleta não pense na bicicleta que existia há 20 anos, e sim no quanto a indústria evoluiu para que você possa ter o mesmo conforto de um atleta profissional, e assim terá uma experiência maravilhosa em cima de uma boa bike.

Fonte: ciclofemini.com.br por - Claudia Franco

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Beto vence 90km no Brasileiro de mountain bike após atropelar jumento

Pernambucano conta com uma “mão na roda” dos amigos que fazem uma vaquinha para disputar competição no Piauí. Aposta termina com título nacional na Master A2

José Alberto recebe ajuda de amigos de cidade
 vizinha para competir
 (Foto: Emanuele Madeira)
Quando se está em uma prova de ciclismo é bem importante não quebrar a corrente, mas para o campeão brasileiro da categoria Master A1, o pernambucano José Alberto, isso foi bem mais importante do que o sentido literal da palavra. Sem patrocínio, o atleta que trabalha em uma confecção, só chegou ao Piauí para o Campeonato Brasileiro de Mountain Bike de Maratona, realizado em Picos, no último domingo, porque os amigos da cidade deram uma força, que foi bem recompensada com o título nacional.

Uma rotina nada fácil para quem tem de levantar às 4h para ir pedalar todos os dias, entrar no trabalho às 8h, cumprir todo o expediente até às 18h, chegar em casa e ter pique para brincar com os três filhos. Além disso, resolver os assuntos da casa junto da mulher e finalmente relaxar para recomeçar tudo no dia seguinte. Ninguém disse que seria fácil, mas também não menos gratificante.

- Foi uma prova muito dura, muito plano com vento forte, muita areia, o sol não influenciou tanto porque eu estou acostumado com o sol. Chegar aqui foi um pouco difícil, da minha cidade não veio ninguém e contei com a ajuda de alguns amigos da cidade de Lajeiro – contou.

Foi assim, na base da vaquinha, corrente, mão amiga, que José Alberto conseguiu levar um titulo brasileiro de volta para Pernambuco. A insistência vem do gostar. A bicicleta é própria, mas não está 100%. Durante a prova, o incidente mais inusitado talvez tenha acontecido com o pernambucano que bateu em um jumento no meio da estrada, mas sem gravidade.

José Alberto gaguejou na hora de dizer o nome dos novos amigos
(Foto: Emanuele Madeira)
- As dificuldades aumentam, estou sem patrocínio, e tenho de trabalhar para manter a bike e a família – completou.

Nos agradecimentos, nada mais justo que dedicar toda a gratidão de um título ao Bruno, ao Riva, Johnny e Márcio, os amigos da cidade vizinha que deram suporte para que o confeccionista pudesse se tornar também campeão brasileiro.

Fonte: G1
Por: Emanuele Madeira
Picos, PI

Modelo gaúcha sofre acidente de bicicleta em São Paulo; e está em estado grave

Mariana Livinalli Rodriguez sofreu acidente com ônibus na Av. Faria Lima.

Modelo Mariana Livinalli sofreu acidente grave na Faria Lima
(Foto: Reprodução/Facebook)
A modelo gaúcha Mariana Livinalli Rodriguez, de 25 anos, se envolveu em um acidente com um ônibus quando andava de bicicleta na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, no início da tarde desta terça-feira (1º). Ela foi encaminhada para o Hospital das Clínicas, onde está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que a ocorrência aconteceu no cruzamento da Rua Chopin Tavares de Lima com a Faria Lima. A ciclovia da Faria Lima cruza esta rua, onde há um semáforo.
Acidente foi no cruzamento da Avenida Faria Lima com Rua Chopin Tavares de Lima
 (Foto: Andreia Barros/Arquivo pessoal)
Em nota, a CET afirma: "Lamentamos o acidente e aguardamos investigação da Polícia para esclarecer as circunstâncias. Informações preliminares da CET são de que o acidente ocorreu ontem (1º), às 12h13, envolvendo ônibus e bicicleta, na esquina da Avenida Brigadeiro Faria Lima com a Rua Chopin Tavares de Lima. Para os ônibus que trafegam na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Itaim/Pinheiros, é permitida a conversão à esquerda para a Rua Chopin Tavares de Lima.

Esse cruzamento é controlado por semáforo, com um foco específico para conversão de ônibus à esquerda e outro específico para ciclistas. A ciclovia fica no canteiro central da Av. Brigadeiro Faria Lima".

Bicicleta ficou quase debaixo do ônibus (Foto:
Karina Jesus Bezerra/Arquivo pessoal)
A leitora e estudante de jornalismo Andreia Barros estava saindo do dentista quando houve o acidente. Segundo ela, a ciclista estava fora da ciclovia e cruzou a avenida quando o semáforo estava fechado para bicicletas e pedestres. Andreia enviou a foto ao G1.

Já segundo a estudante de direito e assistente jurídica Karina de Jesus Bezerra, que testemunhou para a polícia o acidente, a modelo vinha pela ciclovia e estava sem capacete. Karina disse ao G1 que estava no ônibus sentada atrás do banco do motorista e viu quando o semáforo abriu para o ônibus atravessar a Faria Lima.

"Como é um cruzamento, o ônibus estava atravessando, e ela não reparou. Ela bateu na lanterna do lado esquerdo da frente do ônibus", disse.

Karina disse que ligou para a polícia e o resgate chegou rápido. "A moça estava inconsciente." Ela afirmou ainda que o motorista e o cobrador do ônibus ficaram muito abalados. "O motorista chorou."
Modelo veio para SP há dois anos

Mariana é de Soledade, no Rio Grande do Sul, onde mora sua família. A mãe, o pai e a irmã vieram nesta terça para acompanhar a modelo. Adriana Livinalli, mãe de Mariana, disse que ela mora há dois anos em São Paulo, no bairro de Pinheiros. “Ela sempre andava de bicicleta”, contou. A mãe da modelo disse que ela fraturou a cabeça, foi operada e está em coma induzido.

Página de Mariana Rodriguez no site da agência de modelos Joy
 (Foto: Reprodução/Joy Model Management)
Mariana começou a trabalhar como modelo por volta de 15 anos. Com 17, se mudou para a Ásia. Ela é modelo da agência JOY Model Management. Entre outros trabalhos, foi duas vezes capa da revista Women's Health, fez editoriais das revistas Boa Forma, Nova, fez campanha para a C&A, e, recentemente, para a Monange.

Fonte: G1 por, Paula Paiva Paulo

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Corratec apresenta a Corones Ultegra, seu novo modelo de estradeira de alta performance

Speed top de linha da grife alemã chega ao mercado para atrair ciclistas exigentes que buscam resultados na estrada ou conforto no lazer

Com visual que chama a atenção, embora discreta em relação ao desempenho proposto, a Corones Ultegra, novo modelo de estradeira da alemã Corratec, desembarca por aqui para atrair ciclistas que gostam de bikes com arrancadas ágeis e muita velocidade.

A speed, entre as top de linha da marca, foi construída a partir de um quadro de alumínio, garfo de carbono e transmissão Shimano Ultegra de 22 velocidades, prometendo desempenho já na largada.

Feita sobretudo para proporcionar alta velocidade, a bicicleta traz recursos tecnológicos exclusivos da marca, entre eles, a geometria e as medidas do quadro pelo sistema Pro Size. Segundo a engenharia da Corratec, neste sistema o tamanho correto do quadro é determinado pelo comprimento do tubo superior ao invés da altura do tubo do selim, presente na maioria das bikes de outras marcas. Em resumo, isso resulta em cinco tamanhos diferentes do modelo que se adequam ao corpo do atleta favorecendo a aceleração e agilidade nas arrancadas.

A experiência de pedalar a Corones Ultegra deve agradar aos amantes de estradeiras em todos os sentidos. A máquina, criada para ser objeto de desejo de muita gente, promete desempenho em qualquer condição. Seu conjunto, de acordo com a Corratec, proporciona emoção nas pedaladas fortes, no conforto do quadro, nos recursos que impulsionam a bike e na segurança transmitida, mesmo quando pedalando em velocidades extremas. Outros componentes que integram as qualidades da Corones são as rodas ZZYZX e o sistema de freios e transmissão Ultegra 6800, que dão confiança ao ciclista em qualquer situação.

Embora tenha sido projetada para ser veloz, a Corones Ultegra se destaca também pela sua polivalência de uso, característica presente na maioria dos modelos da Corratec, ou seja, você pode, além de buscar performance, competividade e velocidade, usar o modelo nos seus momentos de lazer com muito conforto, mesmo nas ciclovias que se multiplicam pelas cidades brasileiras.



Serviço:

Bicicleta Corones Ultegra

  • Fabricante: Corratec
  • À venda nas lojas especializadas
  • Preço sugerido: R$ 11.799,00


  • Mais informações e revendas:
    Fonte: Corratec

    Grupo Shimano Metrea sugere futuro de 1 velocidade

    Foto: Divulgação
    A Shimano apresentou uma linha nova no seu stand na feira Eurobike. Atualmente em estágio de conceito, o Metrea é desenhado para uso em bikes urbanas e apresenta desenho futurista com estilo futurista, mas ainda familiar.

    Híbridas e outras bikes urbanas de preço médio a alto costumam usar componentes de bikes de estrada, mas também alguns componentes de transmissão de mountain bikes – e parece que a mira da Shimano é mudar isso.

    Montado em uma bike de exposição estava uma transmissão Metrea 1x11 completa com um incomum sistema de alavanca de freio/câmbio para uso em guidões que lembram chifres de um touro, além de um par de freios a disco hidráulicos com montagem planas.

    A coroa parece familiar para quem conhece as últimas gerações de componentes Shimano e tanto versões com 1 ou 2 coroas existem. Se olhar de perto você vai notar um protetor de corrente integrado – útil para manter uma corrente lubrificada longe de roupas.

    O trocador de marchas em si é bem incomum – parecendo uma versão mecânica do Shimano DT-9071 Di2, usado em contrarrelógio.

    Um trocador para guidão reto e alavanca de freio também estava no display. O trocador usado com o dedo polegar pareceu similar ao novo Shimano XT.

    Se o Metrea vai ser produzido ou não, é interessante ver a Shimano experimentando coroa única para estrada. Similarmente, o desenho das novas alavancas fez a gente coçar a cabeça.


    Fonte:  Oli Woodman

    Trek lança no Brasil nova luva para MTB

    Bontrager Classique Full Finger é confeccionada em couro e possui a tecnologia Swipe


    A Trek, líder global no design e fabricação de bicicletas e produtos relacionados ao esporte, apresenta a luva Bontrager Classique Full Finger, produzida em couro Pittards® WR100X, resistente a água e ao suor e extremamente macio ao toque. Ideal para corridas de MTB que exigem acessórios mais resistentes e confortáveis.


    Além disso, possui tecnologia Swipe nas pontas dos dedos permitindo o ciclista utilizar smartphones ou outros aparelhos com tela sensível ao toque sem tirá-las das mãos. Feita com gel e espuma memorizadora que fornecem mais durabilidade, reduzem a pressão sob os nervos das mãos, e ajudam a eliminar o desconforto e dormência ocasionada por longas pedaladas. Disponível nas cores preto e branco, o preço sugerido é de R$ 299,00.

    Para saber mais sobre a Trek, acesse: 

    Sobre a Trek:
    Buscando atender um consumidor mais exigente e conectado às constantes inovações do mercado internacional, a Trek tem o compromisso de manter sempre viva a alma inovadora presente em várias gerações desde a criação da marca em 1976, apostando sempre no ciclismo como o esporte do futuro e opção mais adequada para meio de transporte.

    Fonte:  MktMix Assessoria de Comunicação

    Será que sua água está realmente te hidratando?


    Aqui no Brasil as temperaturas começam a subir. E com isto, nossa tendência é aumentar o consumo de água durante nossas pedaladas.

    Mas antes que você faça isso, é bom saber algumas coisas sobre como o seu corpo realmente absorve os fluidos. De saída, sabemos hoje que hidratação  e absorção de fluidos não são a mesma coisa. Ou seja, beber uma tonelada de água não significa necessariamente que você será capaz de usar tudo isso, explica Stacy Sims, PhD, fundadora da “Osmo Nutrition”.

    Para atingir um estado bem hidratado, você realmente precisa absorver os fluidos que você está consumindo. E estar hidratado significa que você tem todos os seus “compartimentos de água do corpo” em um equilíbrio relativamente uniforme, diz ela. “Absorção de fluidos é exatamente beber algo na quantidade que vai completar os fluidos necessários em diferentes compartimentos.” Caso contrário, você está apenas dando-se mais razões para fazer xixi!

    Você precisa de mais do que apenas água!

    Ao considerar a água em seu corpo, pense nisso: Embora seja verdade que somos feitos principalmente de água, nada desta água é H2O puro. Assim, para a sua bebida para ser facilmente absorvida no intestino e se espalhar para as células mais necessitadas, ele precisa ter a combinação certa de água e eletrólitos. “Você precisa principalmente de algum sódio e um pouco de glicose em uma bebida”, diz Sims. “Um pouco de açúcar  com eletrólitos melhora muito a  absorção do fluido pelo estômago, dividindo melhor este flíuido entre as células que mais necessitam de hidratação no momento, de modo a atenuar problemas de desidratação.”

    Beber suas calorias pode estar prejudicando seu passeio e seu intestino

    Só porque você não deve apenas beber água pura não significa que você deve optar por bebidas esportivas altamente calóricas. Estas bebidas açucaradas depositam-se em seu estômago, tirando água de outros espaços do seu corpo – essencialmente desidratando-o no processo. “Você nunca deve olhar para a sua bebida como uma fonte de calorias, porque então ela não vai hidratar você. E ainda seu corpo vai acabar puxando água de outros lugares para diluí-la “, diz Sims.

    As mulheres podem precisar de uma mistura de bebida diferente dos homens

    Sims é bem conhecida por dizer: “As mulheres não são pequenos homens.” Ela baseia muito de sua pesquisa e desenvolvimento de produtos neste conceito, especificamente quando se trata de necessidades das mulheres para bebidas esportivas.

    “As mulheres não podem absorver tanta frutose como os homens, por isso bebidas esportivas que contêm frutose tendem a contribuir para um stress gastro-intestinal bem como a desidratação nas mulheres. É como despejar um monte de carboidratos em seu corpo “, diz ela. A frutose fica nos intestinos até que você possa ativá-la.

    Se você é uma ciclista comprando uma bebida esportiva, passe longe daquelas ricos em frutose.

    Tempere o seu passeio com uma pitada de sal!

    Se você adora comida salgada, você vai adorar próximo conselho: Beba água com uma pitada de sal do mar durante todo o dia, especialmente antes de uma pedalada, para preparar para a máxima absorção de líquidos durante seu pedal.

    Durante o exercício, o seu corpo está ocupado enviando sangue para os músculos, ao invés de gastar energia movendo-se através dos intestinos para digestão. No entanto, durante o repouso, o fluxo sanguíneo não acontece exatamente da mesma maneira. Portanto, há glicose suficiente no estômago e intestinos para ajudar no trasnporte de água, contanto que haja também sódio suficiente.

    “Se você beber água com um pouco de sal enquanto não se exercitar, ele realmente facilita a absorção desta”, diz Sims , ” porque neste caso seu corpo não tem que “puxar” sódio de outros lugares para o intestino como objetivo de facilitar esta absorção. Ele já está bem ali.

    Beber a mais pode ser tão ruim quanto beber a menos!

    Beber a mais é um problema para os pedalantes, tanto em termos de estado de hidratação quanto, se você estiver usando uma bebida açucarada, de ganho de peso.

    “Novos atletas que passaram por programas de treinamento muitas vezes se hidratam em excesso tentando melhorar o desempenho”, diz Sims. “Isso é porque ele tem sido incutida a idéia neles de beber 250mls de água a cada 15 minutos, independentemente do que eles estão fazendo ou de quem eles são.” A idéia de que os atletas devem beber uma quantidade X de líquido por hora é um erro, mas infelizmente ….

    Não há nenhuma fórmula perfeita para o quanto a beber !

    Não há cálculo simples para determinar exatamente o quanto você precisa beber em um pedal. Seu sexo, peso, índice de transpiração, e nível de condicionamento físico são todos fatores relevantes a serem levados em consideração. Temos também as condições climáticas em que você está pedalando (quente, frio, úmido ou seco) e do tipo de pedal que você está fazendo.

    Beber a quantidade certa é um jogo de tentativa e erro, mas consultar um especialista, como um nutricionista esportivo ou mesmo o seu treinador, pode ajudar a chegar mais perto de aperfeiçoar o estado de hidratação!

    Fonte: www.euvoudebike.com

    Freios a água! Brake Force One H2O deixa o óleo mineral de lado


    A Brake Force One redesenhou completamente seus freios hidráulicos únicos para usar água ao invés de óleo mineral. As pinças continuam usando seu sistema de duas etapas para prover uma resposta praticamente instantânea. Continua sendo um sistema fechado, também, porque é um sistema de alavanca de alto volume que pode lidar com qualquer expansão.7

    Eles dizem que a água deixa o freio mais resistente ao calor porque a água tem uma velocidade de transferência de calor cinco vezes mais alta, duas vezes mais capacidade de acumular calor e menos expansível do que óleo mineral. A água é também menos compressível, o que faz com que muitos pilotos de trial usem freios com água. É também ambientalmente amigável.

    Isso leva à pergunta: por que todo mundo simplesmente não usa água? “Todo mundo simplesmente importou a tecnologia dos carros”, disseram eles, o que significa que um repensar estava a caminho.


    Eles fizeram de tudo para esquentar a água do sistema o máximo possível, descendo 1500 metros na vertical com os freios constantemente acionados, e não conseguiram passar dos 90° C. No mesmo teste, o óleo mineral começou a perder força aos 800m, mas os freios a água se mostraram consistentes durante todo o trajeto. Eles dizem que não há jeito de conseguir energia suficiente para aquecer o sistema a ponto de fazer a água ferver e causar danos.

    Os testes com água começaram a mais de um ano, e a nova pinça entrou para os testes aproximadamente 8 meses atrás. A nova pinça é muito mais rígida, então há mais força na ponta dos dedos e fica mais fácil modular. Nós testamos um em um estacionamento e os freios agem imediatamente. Apenas algumas paradas e eu comecei a gostar do freio, mas eles são muitos mais fortes e mais abruptos do que os SRAM, Magura MT8 ou os Shimano Race/Trail que nós já tínhamos pilotado.


    O peso é de 188g para o freio dianteiro sem o rotor, colocando-o facilmente como um dos freios mais leves do mercado.

    É barato agora, apenas 594 euros, comparando com 780 euros da versão normal. A versão normal continua em produção por mais 12 meses até ser descontinuada, mas continuará recebendo assistência do serviço da garantia. A água é o futuro

    Fonte: www.bikerumor.com