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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Nove mitos e verdades a respeito da bicicleta

Você que está pensando em pedalar mas está com dúvidas, iremos desvendar os mitos, os segredos da magrela pra você. Confira!


Depois que eu entrei para o “planeta dos bikers”, passei a enxergar duas comunidades distintas. Uma é a dos ciclistas que já pedalam há muito tempo e conhecem profundamente todas as informações que giram em torno da bicicleta. A outra comunidade é a dos novos adeptos ou daqueles que pedalam não mais do que cinco vezes ao ano. No grupo dos novatos e menos assíduos há muito desconhecimento a respeito de equipamentos, exercícios, tipos de bicicletas, entre outros itens. Este desconhecimento acaba criando uma série de mitos que dificultam a vida de quem está iniciando ou retomando o pedal e desestimulam aqueles que ainda estão pensando se devem ou não entrar neste planeta.

Portanto, vou tentar desmistificar alguns dos principais mitos.

Mito: Preço baixo + bicicleta boa
Verdade: Não existe bicicleta boa e baratinha. As bicicletas boas, além do quadro, têm na sua composição componentes de alta tecnologia que visam o melhor desempenho, segurança e conforto do usuário. Lembre-se que o custo de propriedade de uma bicicleta é muito baixo. O investimento inicial pode parecer alto, mas você vai usar este bem por muitos anos. Em uma conta muito básica, divida o preço da bicicleta por pelo menos cinco anos. Se você não ficar aficionado por bikes, é bem provável que irá trocá-la após cinco anos ou mais.

Mito: Bicicleta baratinha é melhor para iniciantes
Verdade: É um grande equivoco pensar em comprar uma bicicleta barata porque está iniciando no esporte. Quem está começando em geral não tem o preparo físico específico para pedalar e desconhece as técnicas. Portanto, pelo menos um item tem que ser bom para você usufruir do pedal: a bicicleta. Isso é para compensar a falta momentânea de desempenho. O seu preparo virá com o tempo e com a prática. A bicicleta ruim, não tem como melhorar, sempre será ruim. A sua falta de conhecimento e despreparo físico, atrelado a uma bicicleta ruim, vai dificultar a avaliação do seu rendimento e do nível de sua pedalada. Consequentemente, você não saberá se a falta de rendimento é por conta do despreparo ou por conta da bicicleta. O maior motivo de desistência dos iniciantes está relacionado a equipamentos inadequados.

Mito: Qualquer bicicleta serve
Verdade: Existem diversos tipos de bicicleta, uma para cada tipo de pedal. Há bicicletas de montanha, as mountain bikes; de corrida ou estrada, chamadas speed; de passeio; cicloturismo e as urbanas. Além do tipo, as bicicletas têm tamanho. Não ceda às adaptações. Muitos lojistas vendem o tamanho errado e dizem que com um pequeno ajuste a bicicleta ficará boa. Não é verdade. Inúmeras pessoas usam bicicletas muito pequenas ou muito grandes, totalmente incompatível com sua estatura. Ligue diretamente para o fabricante ou distribuidor e se informe. Só depois vá à loja com a informação do tamanho adequado à sua altura.

Mito: É difícil transportar a bicicleta 
Verdade: Com um pouco de boa vontade e conhecimento, as coisas ficam mais fáceis. Atualmente, estão disponíveis nas lojas especializadas diversos tipos de suporte para transportar da bicicleta com conforto e segurança. Transportar a bicicleta dentro do carro é fácil e possível, basta saber como remover as rodas e o modo correto de colocar o quadro dentro do porta-malas. Ainda há a parte interna do carro, no vão entre os bancos dianteiros e traseiros - neste caso recomendo o uso da mala-bike de lona.

Mito: Pedalar é desconfortável
Verdade: Pedalar pode doer um pouco somente nas primeiras vezes, principalmente os ísquios, localizados na zona inferior da pélvis (quadril). Porém, pedalar não dói e nem é desconfortável. Caso sinta dor ou desconforto, existem vários itens a serem observados, como por exemplo, o tamanho da bicicleta, ajuste da bike ao seu corpo, roupas inadequadas, problemas esqueléticos ou musculares, entre outros.

Mito: Prática esportiva e campeonatos são para atletas 
Verdade: Muitas pessoas usam a bicicleta somente para o laser, passeios pela orla da praia, em parques ou ciclovias nos finais de semana. Imaginam que a prática do ciclismo ou do mountain biking é somente para atletas. As pessoas podem e devem utilizar a bicicleta na modalidade esportiva, o que é muito divertido. Dá um novo objetivo ao uso da bike. É um excelente recurso no processo de redução de peso e condicionamento físico. O ciclismo é um esporte que facilita o desenvolvimento de laços de amizade, principalmente no mountain biking, cujo grupo de participantes tem mais chances de conversar e interagir durante a pedalada pelas trilhas. A grande massa de contingente de uma competição é composta por amadores e alguns iniciantes. A participação para uma competição demanda um preparo mínimo, portanto lhe dará objetivo e motivação para praticar frequentemente o esporte.

Mito: O mountain biking é um esporte de risco que exige demais dos praticantes
Verdade: O termo mountain biking foi criado para definir a modalidade de ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países, como Portugal, a bicicleta de mountain biking é chamada de BTT, bicicleta para todo terreno, pois este tipo de ciclismo é praticado em estradas de terra, trilhas de fazendas, trilhas em montanhas, dentro de parques e até na cidade. Apesar de ter como conceito básico a transposição de obstáculos, existem diversos níveis de prática de mountain biking. Há muitos passeios que são feitos por trilhas e estradas de terra batida, largas, sem buracos, com pouco ou quase nenhum aclive ou declive e distância curta. Portanto, fique tranquilo, o mountain biking pode não ser radical, e sim uma grande diversão para quem quer estar em contato direto com a natureza.

Mito: Estou acima do peso para pedalar e preciso emagrecer antes 
Verdade: Esta é uma fala frequente das mulheres. Um dos grandes benefícios de pedalar é o emagrecimento. Para quem precisa emagrecer, o uso da bicicleta é um método prático, divertido e prazeroso, além de proporcionar um emagrecimento eficiente e saudável.

Mito: Estou velho para começar a pedalar 
Verdade: O ciclismo é uma prática esportiva democrática e abrangente. Qualquer pessoa pode pedalar, pois não exerce impacto nas articulações, e a pessoa estabelece o próprio ritmo de acordo com suas condições físicas e objetivos do exercício em si. São raras as recomendações médicas contra prática.

Fonte:  Web Venture, por Claudia Franco

Jornalista Róger Bitencourt morre atropelado em Florianópolis

Ele pedalava na ciclo-faixa quando foi atingido por um veículo

O jornalista Róger Bitencourt, 49 anos, morreu após ser atropelado por um veículo quando andava de bicicleta, na manhã deste domingo na SC-401, em Florianópolis, próximo ao viaduto de Jurerê.

Foto: Arquivo pessoal
Vice-presidente da Associação Catarinense de Imprensa, Róger morava em Santa Catarina há 22 anos, onde atuou como professor dos Cursos de Jornalismo da Univali (Itajaí) e da Universidade Federal de Santa Catarina e foi Secretário de Estado de Comunicação. Também é sócio-fundador da Fábrica de Comunicação.

Praticante de esportes como corrida de aventura, maratona e triatlo, ele pedalava com um grupo de treino de cinco pessoas pelo acostamento da rodovia no sentido Bairro/Centro no momento da batida. Conforme Sander Demira, presidente da Acif e um dos membros da equipe, ele e o colega Jacinto Silveira iam à frente do pelotão quando foram atingidos por uma Parati de cor preta.

Segundo o relato, o veículo rodou por cerca de trezentos metros após a batida até parar completamente. Sander conta que algumas pessoas impediram que o carro prosseguisse, tirando a chave da ignição e controlando o avanço do carro até a chegada da polícia.


Segundo o cabo Cristiano Lemonie da Polícia Militar Rodoviária (PRMv), o motorista apresentava visíveis sinais de ingestão de bebida alcoólica. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e o exame de sangue e foi encaminhado para a 5ª DP da Capital. O médico que atendeu a ocorrência atestou que ele não estava embriagado.

Gustavo Raupp Schardosim, 39 anos, segue detido no local. A outra vítima, identificada como Jacinto Silveira, foi encaminhada para o Hospital Celso Ramos com escoriações e lesões pelo corpo, mas passa bem.

Bitencourt deixa esposa e uma filha. O velório será no Cemitério Jardim da Paz em Florianópolis, a partir das 18h deste domingo. Na segunda-feira pela manhã, o corpo sera encaminhado a Balneário Camboriú para cremação.

Fonte: A Notícia

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Acessórios que não podem faltar na hora de pedalar


Quando as pessoas se preparam para um passeio de bicicleta elas devem saber quais os acessórios que não podem faltar na hora de pedalar. É o que veremos nesse artigo.

Benefícios para quem gosta de andar de bicicleta

 Segundo especialistas, andar de bicicleta tem uma longa lista de grandes benefícios, mas, assim como quaisquer outras atividades físicas, existem alguns riscos envolvidos. Estes riscos tornam-se ainda mais evidentes durante viagens longas de bike quando os ciclistas começam a colocar a sua segurança e conforto em perigo.

Se a pessoa estiver se preparando para uma próxima viagem longa de bicicleta não pode esquecer os acessórios que não podem faltar na hora de pedalar. Então dê uma olhada nesta lista de verificação para garantir que você não deixou quaisquer ferramentas ou acessórios de extrema importância para trás. Além disso, adquira uma bicicleta de boa qualidade, para ter uma melhor experiência de ciclismo.

Acessórios da segurança básica

Quando se trata de acessórios de ciclismo, nada é tão importante quanto o equipamento de segurança. Isso começa com o capacete de ciclismo, um acessório vital. A chave para encontrar um capacete de bicicleta perfeito é um que tenha um ajuste confortável, um interior acolchoado, alça de pescoço também acolchoada, e aberturas para manter a cabeça sempre fresca.

Antes de sair pedalando na sua bicicleta, você também deve ter um conjunto extra de baterias para as luzes traseiras e da frente. Verifique também se todos os refletores estão em bom estado, se que não estão rachados ou torcidos.

Use sempre uma roupa confortável

O tipo de roupa que a pessoa vai precisar depende do tipo de passeio que ela irá fazer. Aquele ciclista que está indo fazer um passeio nas ruas e calçadas próximas, obviamente, vai investir em roupas diferentes do que aqueles que estão pensando em uma viagem que seja muito longa.

Não importa que tipo de roupa que a pessoa escolher, é importante ir com peças de cores fortes e tecidos, que façam a pele respirarem mais facilmente. Os ciclistas mais avançados na hora de pedalar vão escolher tecidos que ficam mais justos no corpo, tais como Lycra que colocam eficiência acima de conforto.

Observar os Kits de reparação

Outro acessório que não pode faltar na hora de pedalar, que todo ciclista sério deve ter é um kit de reparação colocado em um saco em sua bicicleta em todos os momentos, mas eles também devem saber como realizar todos os reparos básicos se estiverem na beira da estrada.

No mínimo, um kit de reparação deve ter uma bomba, tubos extras, acessórios de pneus, e uma ferramenta com muitos recursos para se encaixar parafusos e porcas nas rodas da bicicleta. Para as grandes reparações, estes kits devem ter tudo que um ciclista que gosta de pedalar precisa ter para que ele possa consertar a bicicleta o mais rápido possível.

Alimentos e Água

A maioria dos ciclistas deve manter, pelo menos, um pouco de água com eles, não importando quão longa ou curta a sua viagem vai ser, porém, se for uma longa viagem pedalando sua bicicleta, isso vai exigir um pouco mais de planejamento quando se tratar de levar comida e da hidratação do corpo.

 Comer de antemão é importante, mas não demora muito para o corpo queimar as gorduras através de toda a energia que o corpo humano irá precisar. O tipo de todos os produtos alimentares que a pessoa deve levar na hora de pedalar deve ser de fácil digestão com o máximo de nutrição. Muitos ciclistas na hora de pedalar sua bicicleta escolhem líquidos energéticos, nozes mistas e bebidas esportivas com potássio e sódio.

Dicas para acessórios que não podem faltar na hora de pedalar em viagens na estrada

Ninguém deve pegar a estrada para um passeio sério sem primeiro criar uma lista de verificação abrangente, garantindo são o mais adequado para o que eles pretendem fazer. Se você já tem uma bicicleta ou acabou de comprar uma, deve considerar que tipos de acessórios não podem faltar na hora de pedalar.

Alguns deles são essenciais, como um capacete, equipamento de segurança básico ou um kit de reparação. Outros só devem ser considerados se a pessoa tiver um bom orçamento para gastar dado por algum patrocinador, se for um atleta profissional do ciclismo, ou se estiver ganhando o suficiente para justificar toda essa utilização desses acessórios.

Ciclo turismo carregado com acessórios que não podem faltar na hora de pedalar.

A segurança deve ser a primeira consideração ao se considerar pedalar de bicicleta, o que pode, portanto, requerer equipar-se com acessórios que protejam você e, que seja claramente visível para os motoristas. Um capacete e uma roupa fluorescente já é um bom começo.

Conforto é outra razão para equipar sua bicicleta. Se você é ciclista profissional, e está em uma turnê, é muito mais confortável colocar seu equipamento em cestos colaterais do que carregá-lo nas costas.

Da mesma forma, luvas de bicicleta, calças e assentos confortáveis que sejam adequadas para percorrerem um longo caminho para tornar o passeio mais suportável, mesmo que sejam apenas algumas quadras para ir ao trabalho e voltar para casa.

O senso comum é outro fator muito importante na hora de pedalar sua bicicleta. Não há nada pior do que ficar preso ao lado da estrada algumas milhas antes de chegar em casa, com um pneu furado e sem meios de corrigir o problema. Isso poderia custar ao ciclista uma longa caminhada para achar telefone pedir ajuda, ou mesmo tentar voltar a pé para casa.

 Se a pessoa estiver usando a bicicleta para ir ao trabalho ou escola, ela precisa ter certeza de que vai chegar a tempo. Os acessórios que não podem faltar na hora de pedalar, são os seguintes: Você deve levar câmaras de ar, um kit de reparação, bomba de bicicleta e outro equipamento básico de reparo para cada passeio.

 Um telefone celular e um pouco de dinheiro certamente também não devem ser esquecidos, pois, em caso de problemas com a bicicleta, eles podem ser muito úteis.

Será que a pessoa pode usar qualquer acessório para pedalar com a bicicleta?

A resposta a esta pergunta é não. Novos acessórios estão saindo a todo o momento, e não são necessariamente projetados para caber em modelos mais antigos. Se a pessoa estiver comprando uma bomba para encher pneu, selin de silicone, pedais ou qualquer outro item que irá anexar a sua bicicleta é sempre bom que seja o melhor. A maioria das lojas de bicicletas costumam fazer a instalação para a pessoa, e em muitos casos sem nenhum custo extra.

Dicas para escolher acessórios que são indispensáveis na hora de pedalar

Para escolher acessórios que não podem faltar na hora de pedalar, a maioria das lojas de bicicletas tem uma grande variedade de estilos dentro de um determinado tipo de acessório. Normalmente, os itens mais caros são de uma qualidade superior, mas nem sempre, alguns podem estar à venda, mas são do estoque e são antigos.

Peça conselho às pessoas de vendas de bicicletas ou outros a ciclistas. Os comentários online e em revistas podem lhe dar um feedback mais comparativo.

As versões mais baratas de a maioria dos acessórios se desgastam mais rápido, por isso vale mais a pena investir em algo melhor que pode durar mais tempo como itens importantes, tais como bombas de encher pneu de bicicleta.

Que acessórios na hora de pedalar a pessoa deve comprar

A segurança deve ser a primeira coisa a ser considerada em sua lista na hora de escolher os acessórios para comprar. Abaixo estão alguns itens comuns para bicicletas, mas só a pessoa pode determinar o que é necessário para o tipo de ciclismo está fazendo. É provavelmente melhor começar com o básico e comprar as coisas adicionais à medida que você precisar delas.

A escolha das roupas

Uma roupa que seja bem visível ou luminosa é muito importante, especialmente se a pessoa estiver pedalando sua bicicletaem condições de baixa luminosidade (alvorada, anoitecer, noite, chuva) ou no trânsito intenso das grandes cidades. As cores brilhantes, luminosas como laranja ou amarelo, vai dar uma chance maior da pessoa de ser vista. É possível comprar equipamentos de segurança em pontos diferentes, incluindo lojas de bicicletas e de departamento.

A variedade de roupas disponíveis para o ciclista é surpreendente e, por vezes, bastante especializada. Enquanto a pessoa pode precisar de um tipo específico sob o sol, camisas específicas para pedalar de bicicleta com uma bolsa de transporte para o alimento, um telefone ou outro equipamento são muito úteis, e o material utilizado como capacete deve facilitar a visão do ciclista. Da mesma forma, os shorts de lycra proporcionam muito conforto na bicicleta como fazem as luvas para evitar atrito e desgaste.

Considerações finais

Os acessórios que não podem faltar na hora de pedalar sua bicicleta, vão depender de seu orçamento e o clima onde você vive. Se você estiver pedalando sua bike apenas para virar a esquina então pode comprar um tênis normal.

Mas se você estiver indo para passeios mais longos deve considerar sapatos especializados de ciclismo, pois eles fornecem constante contato com a bicicleta que lhe permite transferir mais do seu esforço quando estiver subindo em colinas ou em planos mais altos.

Fonte: Revista Bicicleta. Por Julio Borges da Silva

Você sabia que é possível desbravar Porto de Galinhas de bicicleta?

Foto: Divulgação
Já pensou em desbravar o paraíso Porto de Galinhas em cima de uma bicicleta? O passeio ciclístico com paisagem pra lá de exuberante, como piscinas naturais, mangues, belas praias e cachoeiras aguardam os viajantes que desejam experimentar a sensação de fazer um belo passeio sentindo o vento no rosto e nos cabelos, além da companhia do sol.

“É uma atividade que pode ser praticada por toda a família. O destino conta com empresas especializadas que cuidam das reservas e manutenção das bicicletas e equipamentos, evitando assim que os visitantes enfrentem burocracias”, comenta Otaviano Maroja, presidente do conselho do Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau (Porto de Galinhas CVB).

Para o passeio, o quinto balneário mais visitado do Brasil disponibiliza três ciclovias e trilhas específicas para ciclistas. Entre as sugestões, está o percurso de 3 km entre o centro de Porto de Galinhas e a praia de Maracaípe. Mas, se quiser ir um pouco mais adiante e pedalar 9 km, a dica é ir até o distrito de Nossa Senhora do Ó ou ao morro de Outeiro, de onde é possível observar toda a baía de Maracaípe.

Uma atração e indispensável em Nossa Senhora do Ó, é o baobá, maior árvore da região com um tronco de 4,5 metros de diâmetro, com 400 anos. Natural de Madagascar (África) é impossível de abraçar, mas com certeza é um dos cenários mais instigantes do destino.

Uma das empresas especializadas locais, a Loocabike, acompanha os passeios e oferece guia, carro de apoio, capacete e diversos tipos de magrelas (amadoras e profissionais). Preços para passeio de uma hora estão a partir de R$ 20 para bicicleta infantil e de R$ 30 para bicicleta adulto.

O Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau iniciou atividades em dezembro de 2014. É uma associação privada sem fins lucrativos, congregando atualmente mais de 50 associados, que representam todos os segmentos ligados à atividade turística. Seus objetivos são a ampliação do número de visitantes e o aumento do tempo de estada no destino, por meio de ações de promoção, capacitação profissional, captação, geração e incremento de eventos de lazer e de negócios. Para isto, a entidade trabalha para integrar setores da sociedade em parcerias público-privadas, contribuindo para dinamizar o mercado de consumo e o desenvolvimento econômico local. Quinto destino de lazer mais visitado do país e o primeiro do Estado de Pernambuco, o balneário foi, por dez anos consecutivos, reconhecido pelos leitores da revista Viagem & Turismo como a melhor praia do Brasil.

Fonte: Embarque na Viagem

Descubra por que pedalar na terceira idade faz bem à saúde

Foco na segurança é importante ao pedalar para potencializar os benefícios do exercício.

Andar de bicicleta traz uma série de benefícios para a saúde na terceira idade.
Foto: Shutterstock
Se você quer desfrutar com diversão dos momentos de lazer conquistados após anos de trabalho,rolex replica descubra os benefícios de pedalar. Andar de bicicleta é uma ótima maneira de manter a saúde em dia. Esse é um exercício que une a prevenção de doenças ao alívio do estresse, já que evita o trânsito diário das grandes cidades.

Pedalar vem se tornando cada vez mais comum não só por jovens que procuram adrenalina e um esporte em meio à natureza. A prática é também uma das preferidas dos idosos que optam pela atividade como um meio de cuidar do corpo e da mente.

Benefícios de pedalar na terceira idade

Os exercícios com bicicleta para idosos exigem um certo cuidado. Antes de começar a pedalar, é recomendável realizar uma visita ao médico e fazer uma avaliação do seu histórico de saúde. É importante acompanhar como o seu corpo reage ao estímulo físico.

A pedalada diária pode gerar benefícios em longo prazo, principalmente no equilíbrio que a bicicleta exige. Os riscos de doenças cardiovasculares e de aumento das taxas de gordura corporal diminuem.

Para o idoso, a força que o exercício aeróbico exige do idoso é importante para seu condicionamento. Nessa fase da vida, existe um pico da perda progressiva de massa muscular, o que resulta à redução de força do idoso. Essa força que é exigida ao pedalar previne e ajuda no tratamento da osteoporose.

A pedalada também melhora a condição cardiovascular, diminui a fadiga e libera na corrente sanguínea endorfina. Isso traz ao idoso uma sensação de bem-estar, combatendo a depressão e melhorando a qualidade de vida. Tudo isso ainda retarda o envelhecimento e faz o indivíduo se sentir até 20 anos mais jovem.

Dicas para pedalar com saúde

Alguns cuidados devem ser tomados ao sair para pedalar. Confira cinco dicas:

Evite se machucar

Pessoas idosas devem ter mais cuidado com quedas e fraturas. Por serem mais sensíveis, as lesões podem trazer mais danos à saúde.

Tenha atenção ao que vestir

Roupas leves, acessórios para proteção (capacete, luvas, joelheiras), óculos e tênis confortável são essenciais, tanto para a segurança quanto para o bem-estar do idoso durante a pedalada.

Alimente-se antes

Antes de sair de casa, recomenda-se uma refeição leve e estar bem hidratado, sem esquecer de levar consigo uma garrafinha de água para tomar durante o percurso.

Proteja-se do sol

Protetor solar também é importante, pois a pele dos idosos é mais sensível e exige maior cuidado ao pedalar.

Interaja com pessoas queridas

Convide amigos ou familiares para lhe acompanhar. Será um ótimo momento de socialização e caso algum imprevisto, você não vai sozinho.

Fonte:  Vivo Mais Saudável

domingo, 27 de dezembro de 2015

Pedal com Prazer

Está começando a pedalar agora? O ideal é começar o pedal de 15 a 20 minutos, três vezes por semana, e ir aumentando aos poucos.


Procure estar bem, com tênis e roupas confortáveis, não deixem de conferir se o guidão da bike está alto, porque assim é possível evitar esforços da coluna. A postura deve manter o tronco na vertical, sem forçá-lo e o banco deve estar regulado na altura da extensão das pernas.
Não se esqueça que o sedentarismo, é um fator de risco para o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, em especial a arteriosclerose e a hipertensão arterial. Se movimentar funciona como efeito preventivo para vários problemas cardiovasculares.

O que as pessoas que pedalam tem em comum?

Todas dizem que o prazer está diretamente ligado a esse esporte. Então, uma das coisas mais importantes para a prática, é conseguir se concentrar nisso, encontrar o prazer e assim, fazer com que ele passe longe de ser uma obrigação.

Procure uma hora no seu dia, 3 horas na sua semana, e aproveite os finais de semana para praticar.
Você encontrará benefícios que jamais imaginou!

Conheça as 10 maiores vantagens de andar de bike:

- Combate estresse e depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo a incidência de ansiedade, angústia e depressão.

- Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, e favorecem o emagrecimento.

- Proporciona alegria e uma boa noite de sono: A liberação das endorfinas aumenta também os níveis de serotonina (o chamado hormônio da felicidade), gerando o relaxamento, fatores essenciais para um sono saudável.

- Reduz colesterol e triglicérides: Com a prática constante do ciclismo, ocorre consumo das gorduras e diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), além dos triglicerídeos.

- Evita o infarto: Ocorre também diminuição da glicemia, controlando o diabetes, que é fator de risco para a formação da placa aterosclerótica, que leva a angina e ao infarto agudo do miocárdio.

- Diminui a pressão arterial: Pedalar tonifica os vasos sanguíneos e faz com que eles relaxem mais facilmente, contribuindo com a diminuição da pressão arterial.

- Aumenta a imunidade: com a melhora na contração cardíaca, o sistema imune fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos, ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias.

- Melhora a Respiração: O esforço das pedaladas aumenta a frequência cardíaca, melhorando oxigenação dos pulmões e dos tecidos.

- Garante boa forma e fôlego de atleta: A prática recorrente do ciclismo tonifica os músculos das pernas, além de aumentar o desempenho aeróbico e cardiovascular.

E aí? Se animou?

Antes de iniciar qualquer tipo de exercícios, é recomendável procurar um médico para obter maiores informações.

Fonte: Polário

Vídeo: 50 maneiras de pedalar sem as mãos


Quer conhecer 50 maneiras diferentes - e divertidas - de pedalar sem as mãos? Então, dê o play! Mas atenção: pedalar sem as mãos pode ser perigoso e causar acidentes. Tenha cuidado...


Fonte: Por Martin Brooks

10 Coisas que seu mecânico de bikes gostaria que você fizesse

O mecânico Rob, da Elite Racing Cycles, mostra 10 coisas simples que você pode fazer para facilitar tanto para o mecânico quanto para o ciclista. E ainda manter a sua bike bem cuidada!

Foto: Brooke Tully
1 – Limpe sua bike regularmente. Limpe o quadro. Limpe a corrente com uma estopa, remova o lubrificante velho e lubrifique-a novamente. Não é demorado.

2 – Quando lavar sua bike, use detergente neutro ou limpadores de carro. Eles possuem menos sal, ácidos e detergentes.

3 – Você não entende de mecânica de bicicletas? ENTÃO NÃO MECHA NA SUA BICICLETA! Em alguns ajustes e operações, você pode acabar causando mais estrago ainda. É incrível a quantidade de peças e quadros que quebram devido a alguma manutenção caseira.

4 – Não aperte demais canotes de selim de carbono, quadros de carbono – nada que seja de carbono, essas peças podem quebrar, e pior ainda, podem trincar o quadro.

5 – Se você gera muito suor pedalando, há uma chance maior de que seu quadro e cabos serem afetados. Se você suar muito mesmo, o recomendável é que você limpe sua bicicleta depois de cada pedalada.

6 – Calibre seus pneus pelo menos uma vez por semana.

7 – Correntes se desgastam, e usualmente precisam ser trocadas. Isso varia muito conforme o uso que se faz dela e estilo de pedal do ciclista, então verifique a corrente com seu mecânico periodicamente.

8 – Se você está pedalando com clima ruim ou úmido, sua bike precisa de mais atenção, já que a chuva pode se misturar com a sujeira e ter um efeito abrasivo nas pastilhas e nos discos.  Se você pedalou na chuva, passe uma água nela para remover sujeiras e depois lubrifique-a bem.

9 – Quando eu digo lubrificante, é importante cuidar para não exagerar.

10 – Sempre que estiver em dúvida, é melhor contatar seu mecânico e não fazer nada sozinho. A garantia das bikes costuma ser válida apenas em certas situações. É muito melhor estar garantido do que arrependido.

Fonte:Revista Bicicleta por Brooke Tully

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal pra todos e boas Pedaladas!!

Nós que fazemos o Ciclo Mania desejamos a todos Ciclistas ou não ciclistas um ótimo Natal com muitas pedalas e toda felicidade!

É com imensa alegria que nos despedimos de 2015. Um ano difícil para muitos, e para outros, com muitas conquistas, porém, nós amantes da bike, passamos por ele de forma tranquila, porque quando a coisa apertava, pegávamos nossa companheira e saíamos por aí para tirar o estresse, e quando tudo estava bem, ela acompanhou a nossa alegria de perto.


Até Papai Noel se rendeu ao MTB..



E que venha 2016!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Aos 80 anos, André Nunes bate recorde da hora e faz história

O recordista Andre Ramos com Hernandes Quadri Jr. e Adir Romeo
André Nunes da Silveira, paranaense de 80 anos, estabeleceu um novo recorde da hora no Velódromo de Maringá (PR) nesta quinta-feira (17 de dezembro). O ciclista pedalou 60 minutos sem interrupção, percorrendo 31.500 metros, totalizando 126 voltas e marcando 31.712km/h de média. André se tornou o primeiro brasileiro a estabelecer a marca na categoria Veterano, destinada para atletas com mais de 60 anos, um feito inédito e histórico para o ciclismo nacional.

A comemoração com a conquista
“Estou muito feliz. Foram nove meses de treinamento e uma preparação bem específica, que felizmente renderam o resultado esperado. Sou apaixonado pelo ciclismo e pratico desde 1950, quando iniciei na modalidade, e a partir deste momento a bicicleta se tornou minha grande companheira de aventuras. É uma sensação muito boa ter concluído esse desafio, ainda mais no meu estado com o apoio da família e da torcida. Espero que isso seja um incentivo a todos os praticantes. Nada é impossível, basta trabalhar duro e curtir o que se faz”, disse o ciclista, colecionador de muitas histórias e vitórias.

André Nunes ainda nos treinamentos em Maringá
Para alcançar o feito, André foi acompanhado desde março pelos professores Iverson Ladewig e Otávio Tavares. Otávio é  triatleta e personal trainer, atuando em diversas áreas e competições, enquanto Iverson é professor Associado da UFPR, lotado no departamento de Educação Física e envolvido no ciclismo há mais de 40 anos, exercendo diversas funções, entre elas, Técnico da Seleção Brasileira de Ciclismo de Pista entre os anos de 2001 e 2004 e mais recentemente, atuando como Comissário Internacional de ciclismo (árbitro) da União Ciclista Internacional (UCI), com sede em Aigle, na Suíça.

“O senhor André é um grande amante da modalidade e sem dúvida alguma tornou-se um exemplo para todos pela dedicação, disciplina, persistência e superação. Ele já era considerado uma das lendas do ciclismo paranaense e agora sua façanha certamente servirá de motivação para vários outros atletas espalhados pelo Brasil, independente da sua categoria. Isso será um grande incentivo para buscar novas marcas, metas e quem sabe novos recordes para o ciclismo brasileiro”, comentou Iverson Ladewig.

Com informações da CBC

Qual o salário de um campeão do ciclismo? E do seu gregário?

Froome e Sagan no Tour de France 2015 Foto: ASO
No pelotão Pro um ciclista disputa pelo menos 80 dias de corridas e fica mais de 200 dias por ano fora de casa. Tudo isso tem seu preço e, entre os tops dos tops, o valor fica em torno dos 4 milhões de euros por temporada (cerca de R$ 17 milhões).

Uma agência britânica de atletas revelou à imprensa alguns dos valores de contratos e prêmios do pelotão Pro. No topo dos mais bem pagos do World Tour está o novo campeão mundial, Peter Sagan (Tinkoff), cujo contrato seria o de maior valor. Mas os principais campeões do momento, como Chris Froome (Sky), Alberto Contador (Tinkoff) e Vincenzo Nibali (Astana), com salários um pouco abaixo dos 4 milhões de euros por ano, estão bem próximos.

Vale lembrar que os salários dos ciclistas representam de 75% a 80% do orçamento de grandes equipes, como BMC Racing, Etixx-QuickStep, Astana, Katusha, Movistar, Sky e Tinkoff. Conquistar um salário top depende de resultados, negociação e estar na equipe certa na hora exata. Chris Froome, bicampeão do Tour de France, por exemplo, começou na Sky com um salário de 80 mil libras (cerca de R$ 450 mil) por ano. Na época que embalou Sir Bradley Wiggins, no Tour de 2012, já recebia 700 mil libras (R$ 4 milhões).

No pelotão, porém, uma vitória ou um belo salto no ranking UCI, ou os dois, de preferência, ajudam aqueles em novas negociações. Quando o irlandês Daniel Martin venceu a Liege-Bastogne-Liege em 2013, seu salário aumentou em cerca de R$ 5 milhões.

Segundo o escritório que agencia atletas na Grã-Bretanha revelou para a imprensa britânica, os chamados “domestiques”, os gregários responsáveis por apoiar o líder da equipe, recebem salários entre 140 mil a 420 mil libras por ano (de R$ 826 mil a R$ 2,4 milhões). E que, na terra da rainha, um novato receberá no mínimo 25 mil libras (R$ 147 mil) em seu primeiro contrato anual.

Apesar de os valores serem astronômicos se comparados com o Brasil, quando um bom salário de um ciclista não passa de R$ 10 mil por mês, segundo apurou a reportagem do Bikemagazine, o que os ciclistas Pro recebem está bem distante do que atletas de outros esportes conseguem negociar. Basta conferir a lista dos atletas mais bem pagos do mundo publicada pela revista Forbes (veja aqui).

Fote: BikeMagazine

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Receita para fazer um isotônico caseiro

Aprenda uma receita fácil para fazer um isotônico caseiro e repor os sais minerais perdidos durante o exercício


Você sabe a importância de manter-se hidratado para não ter problemas como cãibras, desidratação e perda de rendimento durante o exercício. No verão, com as temperaturas altas, esse cuidado ainda é mais importante. Que tal aprender a fazer um isotônico caseiro para repor os nutrientes perdidos e encarar o treino sem medo de suar a camisa?

A água faz muito bem o papel de hidratar. Mas quando a atividade física ultrapassa uma hora de duração, você precisa ter cuidado com a reposição de nutrientes perdidos com o suor e os isotônicos são uma boa pedida para isso. Sem esse cuidado, você pode perder o rendimento, sentir cãibras, desregular a temperatura corporal, diminuir a resposta muscular e desidratar.

Os isotônicos são bebidas esportivas ricas em carboidratos e sais minerais (sódio e potássio), com formulação semelhante ao plasma humano, que ajudam a repor os nutrientes perdidos durante o exercício. A adição do sódio nas bebidas esportivas ainda favorece a absorção de água e carboidrato pelo intestino. Além disso, por conter glicose, o isotônico é fonte de energia para a musculatura.

Veja uma receita fácil para preparar um isotônico caseiro:

Receita

● 1 litro de água filtrada bem gelada
● 1 limão (preferencialmente tahiti ou galego)
● 1/2 xícara de açúcar mascavo ou light (60 g)
● 1 pitada pequena de sal refinado (1 g)

Bata no liquidificador para misturar tudo muito bem.
Está pronto!

(Fontes: Roberta Thawana, nutricionista da Auraclara Centro Integrado de Bem-Estar, Lucelio Araujo, pesquisador da fisiologia da hidratação da Nutraer)

Por camilabrogliato

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Porque você gasta tanto dinheiro em “apenas uma bicicleta”?

Já te perguntaram isso?

Está rolando pno Whatsapp um texto bem interessante e nós do Ciclo Mania, resolvemos publicar ele aqui para vocês.

Este texto mostra muito bem o sentimento que todos nós amantes da bike temos em relação a nossa querida magrela.


“De vez em quando as pessoas me dizem: “é apenas uma bicicleta”, ou “isso é muito dinheiro para apenas uma bicicleta”.

Eles não entendem a distância feita, o tempo gasto, ou os custos feitos para “apenas uma bicicleta”. Alguns dos meus melhores momentos foram trazidos por “apenas uma bicicleta”. Muitas horas se passsaram e a minha única companhia era “apenas uma bicicleta”, mas não me senti desprezado.

Alguns dos meus momentos mais tristes foram por causa de “apenas uma bicicleta”, e naqueles dias sombrios, o toque gentil de “apenas uma bicicleta” me deu conforto e motivo para superar o sofrimento. Aqueles que pensam que é “apenas uma bicicleta” provavelmente também usam frases como: “apenas um amigo”, “apenas uma pessoa”, ou “apenas mais um dia”. “Apenas uma bicicleta” trás a minha vida o verdadeiro sentimento da AMIZADE, CONFIANÇA e ALEGRIA. “Só uma bicicleta”.

Por causa de “apenas uma bicicleta”, eu levanto cedo, vou pedalar e olho com mais amor para o futuro, as lembranças do passado e a pura alegria do presente. “Apenas uma bicicleta”, traz o que há de bom em mim e dissolve maus pensamentos longe de mim e as preocupações do dia. Espero que um dia os outros tenham a oportunidade de entender que não é “apenas uma bicicleta”, mas a única coisa que me dá a humanidade e me impede de ser “apenas um rapaz”.

Então da próxima vez que você ouvir a frase “apenas uma bicicleta”, sorria. Você é um dos poucos que compreende a felicidade.

Bem assim!”

(autor desconhecido)

Cadu Polazzo dá dicas para aproveitar férias sem prejudicar os treinos

Cadu Polazzo, técnico da seleção brasileira de mountain bike
Foto: Álvaro Perazzoli/Agência Laborazoli
Depois de uma temporada com diferentes competições de alto nível físico e técnico, finalmente é chegada a hora de atletas amadores e profissionais descansarem merecidamente dos campeonatos e provas que participaram no decorrer de 2015. Mas e os treinos?

Como aproveitar as festas e descansar das disputas de alto nível sem perder o preparo físico conquistado com muito suor durante o ano? Qual é o segredo de chegar preparado no início da próxima temporada? Cadu Polazzo – treinador da Seleção Brasileira de Mountain Bike e Mestre em Fisiologia do Exercício e Treinamento Esportivo – dá a receita. Veja abaixo:

Perfil de cada atleta

“Antes de pensarmos nas dicas é importante destacar que existem dois perfis diferentes que são mais comuns entre os atletas. O primeiro normalmente é o profissional, que segue treinando mesmo nas datas próximas de Natal e Ano Novo e até se dedica mais aos treinos por ter mais tempo livre. O segundo normalmente é o amador, que para nos dias 24 e 25 de dezembro e 31 de dezembro e 1º de janeiro, e prefere usar o período para descansar ou aproveitar as férias e a família. Isso é o mais comum”.

Excessos e pouco sono. O que fazer no dia?

“Alimentos pesados e noites mal dormidas podem afetar diretamente no ritmo do atleta durante o treino. A minha sugestão é moderação. Evite exageros. Porém, se tiver exagerado assim mesmo, quando voltar aos treinamentos não adianta ser afobado ou ter pressa em querer se recuperar. Comece com uma carga leve e aos poucos suba o nível. Dessa maneira o atleta evita desgastes maiores mais pra frente”.


É preciso acordar cedo no dia seguinte?

“A recomendação é tomar cuidado com o dia seguinte às festas de fim de ano. Normalmente nesse período o atleta dormiu menos e comeu mais do que o normal. A minha sugestão é deixar para acordar um pouco mais tarde e hidratar-se bastante. O ideal é começar a se hidratar de duas a quatro horas antes do treinamento”.

Evite a pausa total

“A pausa total não é a mais indicada nas férias. Porém, se mesmo assim optar por ela, é importante ter a consciência de retomar os treinos devagar para evitar lesões. Para fazer um comparativo, se uma pessoa para por 14 dias, ela pode levar até 1 mês para retomar o ritmo que estava”.

Para descansar não precisa ficar parado, ...

"Aproveite as férias para fazer uma atividade diferente e alivie o stress dos treinamentos. Caminhada, corrida, voleibol, natação são esportes que podem ajudar a manter a forma física e ainda divertir o atleta no período de descanso”.

... mas esse período é muito importante

“Esse período é fundamental para recarregar as energias, ver os familiares e festejar o ano que passou. Acho que todos devem participar, desde que seja com moderação. O importante é a atenção com a alimentação, buscar atividades prazerosas para tirar o stress e voltar aos poucos – num ritmo leve e seguro – para garantir o melhor resultado”.

Cadu Polazzo é preparador físico e Mestre em Fisiologia do Exercício e Treinamento Esportivo. Atualmente, técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike e é o treinador de diversos atletas da Elite brasileira do MTB, como o atleta olímpico Rubens Donizete, Isabella Lacerda, Sofia Subtil, Luiz Henrique Cocuzzi e José Gabriel de Almeida.

Fonte: Seppia

Specialized lança no Brasil edições limitadas das bikes Tarmac e Roubaix

Enquanto a Tarmac terá disponível cinco novas bikes, a Roubaix contará com duas unidades


Um presente de natal especial para os ciclistas apaixonados por exclusividade. A Specialized traz para o Brasil nesta semana duas linhas de bicicletas de estrada em edição limitada, dos modelos Tarmac e Roubaix. Desenhadas na sede da Specialized em Morgan Hill, no norte da Califórnia (EUA), as duas versões das bikes foram apelidadas de Power Twins (Gêmeas do Poder) e custarão R$ 49.999,00 ao consumidor final. Estão sendo colocadas à venda cinco unidades da Tarmac Power e apenas duas Roubaix Power.

Os interessados em adquirir esses modelos exclusivos, "Limited Edition" das bikes Tarmac e Roubaix, devem entrar em contato com um dos Revendedores Autorizados Specialized - http://www.specialized.com/br/pt-br/dealer-locator - e assim requisitarem que a loja entre em contato diretamente com a Specialized Brasil para desta forma oficializar o pedido.


A Tarmac Disc Specialized Edition com o medidor de potência Quarq Elsa é o sonho de bicicleta de qualquer atleta, permitindo a medição de quantos watts você está debitando para alcançar todo o seu potencial. Em conjunto com a tecnologia Rider-First Engineered™, que assegura a excelência da performance ao longo de toda a grade de tamanhos, e com a incrível potência da frenagem a disco hidráulico, o ciclista garante aquilo que necessita para começar a destruir todas as subidas e descidas no seu caminho.

Suavidade é Velocidade. Quanto mais confortável e descansado o ciclista estiver na quarta hora do seu pedal, melhor vai desempenhar até ao fim da sua pedalada. Como suspensões num carro de F1, as inserções Zertz no quadro da Roubaix SL4 dissipam a vibração e impactos da estrada, mantendo máxima conexão com o asfalto. Em simultâneo, o quadro em carbono FACT 10r entrega uma rigidez sem precedentes, otimizando toda a potência passada para a bike em qualquer situação do seu sprint. A Roubaix Specialized Edition vem equipada com o medidor de potência Quarq ELSA para o motivar a entregar mais potência e a treinar diariamente para evoluir o seu máximo.

Tarmac Power - Cinco unidades
- Tarmac Disc Power SE METWHT/SIL/CARB/BLU 52 (Duas unidades)
- Tarmac Disc Power SE METWHT/SIL/CARB/BLU 54 (Duas unidades)
- Tarmac Disc Power SE METWHT/SIL/CARB/BLU 56 (Uma unidade)

Roubaix Power - Duas unidades
- Roubaix SL4 Disc Power SE CEN METWHT/SIL/CARB/BLU 54
- Roubaix SL4 Disc Power SE CEN METWHT/SIL/CARB/BLU 56

Mais informações:
Site: www.specialized.com.br
Facebook: www.facebook.com/specializedbr
Instagram: @specializedbr

Fonte: specializedbr porGustavo Coelho / Doro Jr.
Foto: Divulgação / Specialized

Não Espere Emagrecer para Pedalar


Como uma pessoa com sobrepeso pode desejar pedalar em uma bicicleta, aparentemente frágil, com pneus finos? Saiba que independentemente do seu tamanho, o seu lugar é também sobre uma bicicleta. Se você gosta de pedalar não deixe a sua mente enganar seu corpo deixando-o de fora de uma atividade tão divertida e saudável! Excesso de peso e ser um ciclista não é uma contradição. A prática do ciclismo não exige um corpo magro, apenas o ajuda a ir mais rápido, mas não é necessário ter um corpo de atleta para andar de bicicleta. Com alguns ajustes na bicicleta e principalmente mudança de sua postura mental você estará pronto(a) a pedalar.

Veja a seguir algumas dicas para que você não espere mais para subir em uma bicicleta: 

1 - Mudar a sua mentalidade: Não espere até ser magro (a) para pedalar. É possível que você espere demais e nunca tenha a oportunidade. Não deixe que seu tamanho o impeça de participar. Cada passeio ou treino é uma oportunidade de explorar os limites do meu corpo e da mente. Durante a pedalada trabalhe as suas inseguranças e constrangimentos. Distraia a mente e foque no objetivo mesmo que seja apenas uma volta pelo seu bairro.

2 - Use a Bicicleta correta: As bicicletas tem tamanho (PP,P, M, G, XG) de acordo com a estatura da pessoa. Esteja com a bicicleta correta e procure um especialista para fazer o ajuste (Body Geometry Fit) da bicicleta a seu corpo.

Por: Claudia Franco

Inscrições para 1º lote do Le Étape Brasil começaram dia 12 de dezembro


No dia 12 de dezembro, o L´Étape Brasil by Le Tour de France teve início a venda do primeiro lote para todos os ciclistas que desejam participar da prova, que ocorre em Cunha de 16 a 18 de setembro.

O valor da inscrição será de R$ 760,00, com quantidade limitada. Como grande novidade em 2016, o L'Étape Brasil traz a opção de meio percurso, e o atleta pode optar no momento da inscrição. Este novo modelo faz parte de um projeto longo prazo e beneficia também o fã, que pode se preparar para o evento, disputar o meio percurso e posteriormente disputar a prova toda.

Com 1.800 ciclistas, a estreia da prova em 2015 teve 97,8% de aceitação e, para o próximo ano, o objetivo é melhorar ainda mais a experiência do ciclista pré e durante a prova, mantendo a qualidade e padrão dos eventos internacionais.

Os atletas e fãs inscritos terão acesso ao Clube do Tour, com uma série de vantagens e outros serviços como concierge online, receptivo no aeroporto, descontos, entre outros.

Fonte: www.esportealternativo.com.br

Você é um ciclista para a vida toda? Faça o teste e descubra!


Você é um ciclista para a vida toda? Leia estes dez sinais e responda por si mesmo!
Esperamos que sim!!!!
1-) Você sabe como chegar de bicicleta naquele local, mas não sabe dirigir até lá;
2-) Você se pega pensando que tudo seria mais simples se pudesse usar suas “roupas de ciclismo” no trabalho;
3-) Tecnicamente, e principalmente na cidade de São Paulo, você adora quando chove! Mas secretamente, você odeia a chuva, a não ser que seja um dia de folga…
4-) Você mantém um par de “pneus de reserva” em sua garagem, novos ou não! Afinal, um dia você pode precisar…
5-) Quando seus convidados riem de você devido ao número de bicicletas que você mantém dentro de casa, você confessa que isto acontece porquê não tem mais espaço na garagem…
6-) Falando em quantidade de bicicletas, você adora sua bike dobrável, assim como não vive sem sua speed. Uma mountain bike não dá pra ficar sem…Uma bicicleta urbana é indispensável pro rolê…E, apesar de todas estas bikes, está sempre pensando em qual vai ser a próxima….Já pensou andar com uma “low rider”????
7-) Seus destinos de férias sempre envolvem um rolê de bike!
8-) Seu corte de cabelo é feito para funcionar bem com o capacete…
9-) Você jura que alguns “géis energéticos” são gostosos…
10-) Você diz que pedala quando está se sentindo bem. Mas quando se sente mal, pedalar te faz sentir bem…
Então você simplesmente pedala!
Fonte: www.euvoudebike.com

Reportagem sobre ciclismo urbano vence prêmio da Confederação Nacional do Transporte

Produção da GloboNews abordou a bicicleta como meio de transporte, destacando sua integração com outros modais



A reportagem “Bicicletas 1 e 2”, exibida no programa Cidades e Soluções, da GloboNews, foi a vencedora do Grande Prêmio CNT de Jornalismo 2015. A motivação inicial do trabalho jornalístico desenvolvido por André Trigueiro e sua equipe foi olhar atentamente para o atual debate em torno do uso da bicicleta como meio de transporte urbano.

A reportagem abordou a mobilidade, as ciclovias, a integração com outros modais, a segurança dos ciclistas, os serviços de apoio, a polêmica em São Paulo e os argumentos de especialistas. Além disso, a experiência dos usuários com a bicicleta em outras localidades do mundo, como no caso da Holanda, também foi compartilhada.

Foram apresentados ainda os dados econômicos do setor. Estima-se que, atualmente, existam 70 milhões de bicicletas no Brasil, sendo 10% importadas, 20% produzidas na Zona Franca de Manaus e as demais no restante do país. Bem como, a problemática da falta de uma política fiscal que estimule o uso da bicicleta no país.

“Nos últimos anos, muitas questões foram levantadas pela sociedade e o debate ganhou novos contornos e protagonistas. Por isso, percebemos a importância de trazer estas informações para o público”, explica Trigueiro.

A reportagem

O jornalista acredita que um dos aspectos que se destacou na sua reportagem foi o cuidado em equilibrar as opiniões acerca do tópico principal com a participação de especialistas. “Trouxemos fontes com muita experiência, como, por exemplo, a excelente contribuição de Zé Lobo, fundador da ONG Transporte Ativo”, acrescenta.

Outro ponto que Trigueiro ressalta foi a participação do cinegrafista Sebastião Miotto, na parte da narrativa visual da reportagem. “Ele fez um ótimo controle da imagem quando filmava minha entrevista com Zé Lobo. A filmagem da nossa conversa foi produzida enquanto estávamos sobre as bicicletas em movimento, o que exigiu muita habilidade profissional”, elogia.

Para ele, a escolha da bicicleta como o tema vencedor deste concurso revela a importância que esta cultura está ganhando. “Acredito que é preciso otimizar a mobilidade urbana, criar opções. E é neste contexto que a bicicleta tem mais utilidade: na integração com o transporte público, quando se pode usá-la para percursos menores com o apoio de outros meios”, conclui.

Além de editor-chefe do programa Cidades e Soluções, Trigueiro é autor dos livros "Mundo Sustentável - Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação" (Ed. Globo, 2005) e “Mundo Sustentável 2 – Novos Rumos para um Planeta em Crise" (Ed. Globo, 2012). Pós-graduado em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, onde hoje leciona a disciplina “Geopolítica Ambiental”, ele também é professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ.

Clique abaixo, para assistir as reportagens:

  • Cidades e Soluções: O uso das bicicletas como meio de transporte (parte 1)
  • Cidades e Soluções: O uso das bicicletas como meio de transporte (parte 2)

  • Fonte: www.mobilize.org.br

    Ciclista quer bater o record mais difícil do ciclismo: pedalar 121 mil km em um ano

    Em 1939, Tommy Godwin pedalou 120.805 km em um nao. Agora, o ciclista amador e mecânico de bikes Bruce Berkeley quer estabelecer um novo recorde: 121 mil km.

    Isso dá uma média de aproximadamente 330 km por dia. Berkeley é um ciclista de longas distâncias que ano passado pedalou em média 140km por dia.

    Ele decidiu fazer isso após passar por alguns problema com alcoolismo, depressão e mortes na família. Então quis fazer algo que os outro consideram impossível.


    Fonte: www.youtube.com

    quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

    Pedalar para o trabalho – a resolução de ano novo mais legal de todas


    Existem diversas resoluções de ano novo que podemos fazer. Algumas das mais comuns são:

    Vou fazer exercício todo dia.
    Vou começar a levantar cedo este ano.
    Vou perder peso este ano.
    Mas…

    No momento em que você diz “minha resolução de ano novo é:” as pessoas olham pra você com a expectativa de uma piada. Porque todo mundo espera que resoluções de ano novo não sejam mantidas.

    Pedalar para o trabalho é uma resolução que pode ser diferente. E aqui vão 6 razões:

    1) Você pode manter esta promessa

    99,9% das resoluções de ano novo são quebradas. Mas esta pode ser diferente. Encontrar aquela horinha a mais pela manhã pra ir malhar é por si só um grande sacrifício para muitos. Mas assim que você começar a ir de bike para o trabalho você não precisa de grandes planos. É parte da sua rotina diária e portanto é mais fácil de manter a promessa.

    2) Você pode começar imediatamente

    Começar a pedalar é fácil. Pegue um modelo básico, empreste, compre ou alugue e no dia seguinte já pode ir pro trabalho. Se a distância for muito grande, isso poe ser um problema para os novatos, mas com uma ou duas semanas de prática você entra no ritmo.

    3) Você pode medir o seu progresso

    Pesquisadores afirmam que se você vê o progresso por seus esforços você pode ver a recompensa e tem mais chances de continuar. E, como um ciclista, você com certeza pode medir seu progresso . Existem vários apps para acompanhar sua atividade diária ou você pode simplesmente anotar os dias que você pedala e calcular facilmente quantos quilômetros e calorias você gastou.Acredite ou não, depois de um mês quando você for olhar pra trás, você sempre ficará surpreso com seu desempenho.

    4) Existem muitas pessoas para apoiar você

    Numa cidade como Curitiba existem diversos grupos de ciclistas e pedaladas todos os dias da semana, você nunca está sozinho. Você sempre encontra alguém que já pedala ou está começando. Acompanhado é mais divertido. A Cicloiguaçu terá o maior prazer em ajudá-lo.

    5) Você é uma inspiração para os seus colegas


    Assim que começar a pedalr para o trabalho, você vai notar a admiração e respeito dos seus colegas pela sua atitude. E a tendência é que você inspire outros. É comum que as pessoas venham lhe perguntar sobre a sua experiência. Mais pessoas vão se interessar ao ver você.

    6) É bom para você e para o meio ambiente

    Não precisa falar muito sobre isso. Você entra em forma da maneira mais econômica possível e ainda é uma atitude bastante sustentável.

    Então o que você está esperando para começar.

    Vamos lá!

    Fonte:City Cycling
    Fotos: Bbike40

    Este curto filme foi feito com 2 bicicletas estáticas e1800 fotos de longa exposição

    Un Petit Tour Dans Paris é um pequeno filme de 1 minuto e meio, realizado pelo francês Maxime Baudin. “Numa Paris esplêndida e romântica, enquanto todos iam muito rápido, um jovem anda de bicicleta. Mas um simples passeio vai ganhar toda uma nova dimensão”, lê-se na sinopse.

    O trabalho de Maxime conquistou a atenção do site PetaPixel, que, curioso, dirigiu-lhe algumas questões. As gravações duraram 2 dias em Paris; foram produzidas 1800 fotos RAW com uma Canon 7D para criar os frames em stop motion.

    Cada exposição foi um 2,5 segundos de longa exposição, uma vez que Baudin queria mostrar o mundo à volta dos seus actores o mais desfocado possível com movimento e actividade. “Usei a longa exposição para desmaterializar as pessoas em torno das personagens”, disse o realizador francês. “Deste modo, existem dois períodos na mesma imagem.”

    De acordo com o PetaPixel, Baudin teve a ideia para o filme depois de ver uma bicicleta de exercício inutilizada no seu apartamento. Depois de fazer algumas fotos de teste, percebeu que o resultado era mesmo o que queria. Fez o storyboard, detalhando exactamente o número de frames para cada sessão e que acção ou expressão acontecia naquele preciso instante.

    Os atores, Rebecca Tetens e Tifenn Veysseyre, tinham de fazer movimentos detalhados e, em seguida, ficar perfeitamente imóvel durante todas as exposições. Baudin usou giz branco para marcar no chão, com uma linha, as posições das bicicletas e das expressões dos actores em cada sessão fotográfica.

    O resultado é absolutamente incrível.


    Fonte: shifter.pt

    Infraestrutura ciclística - Porque quem não anda de bicicleta devia apoiar


    Em 1950, a população brasileira era de 52 milhões, e a maioria vivia na zona rural. A estimativa do IBGE é que, em 2013, a população brasileira ultrapassou 200 milhões, com cerca de 85% residindo na área urbana. Este é o resultado do êxodo rural que exigiu cada vez mais planejamento urbano. A estratégia inicial, nas décadas de 1960 e 1970, foi investir vultuosamente em alargamentos de ruas, vias expressas e acessos rodoviários nas cidades, contribuindo grandemente para a formação da cultura do automóvel. A prática persistiu nas décadas posteriores, gerando e agravando problemas de congestionamento e acessibilidade. O modelo continua em voga até hoje, apesar de ser incoerente com a nova realidade do cenário urbano.

    É aceitável que, no século passado, o setor responsável pelo planejamento das cidades priorizasse o carro e nem suspeitasse de que isso era um erro. Entretanto, há muito tempo que outros países já passaram por este ciclo de aprendizagem, sofreram com a invasão automobilística e perceberam que deviam apostar em soluções e alternativas. Não era necessário chegar à calamidade que se instaura na mobilidade urbana brasileira, bastava uma visão de futuro para aprender com os erros dos outros.

    O movimento ciclístico no Brasil, que felizmente é crescente, mostra que uma parcela da população tem esta visão de futuro, está um passo à frente da maioria e aposta na bicicleta como um meio de transporte no cotidiano. Mas a verdade é que nem todos compartilham desta preferência. Seja por limitações físicas, outros obstáculos ou pela simples escolha de não fazer da pedalada um hábito, algumas pessoas simplesmente não querem andar de bicicleta. Para muitos – pelo menos, por enquanto – é inimaginável trocar o carro pela bicicleta.

    Muitas vezes, nós insistimos em como convencer mais pessoas a pedalar, e esta é uma missão importante. Mas há outra questão relevante: como convencer as pessoas que não pedalam a apoiar também o investimento em infraestrutura ciclística? A ONG People For Bikes elencou cinco pontos que ciclistas podem usar a seu favor:

    1 - A infraestrutura ciclística cria mais espaço na estrada para os carros


    Se analisarmos as cidades amigáveis à bicicleta, perceberemos que como a maioria da sua população anda de bicicleta, o tráfego de carros é melhor. A ausência de milhares de carros a mais nas ruas, substituídos pelas magrelas por boa parte da população, diminui o congestionamento e a poluição da cidade.


    2 - A infraestrutura ciclística cria empregos


    Construir ciclovias, elaborar ciclofaixas, bike box e implantar outros mobiliários urbanos pensados para ciclistas cria mais empregos que a construção de rodovias. Os negócios e empregos gerados refletem na economia local, como lojas e fábricas, e incrementam a demanda por serviços de urbanistas, engenheiros de tráfego, contadores etc.


    3 - As rotas para bicicletas, bem projetadas, tornam o caminho mais seguro para todos


    Quando Nova Iorque implantou ciclovias protegidas na 9ª Avenida, em Manhattan, esperava-se que as pistas tornassem o deslocamento em bicicleta mais seguro. O que, de fato, aconteceu, foi que o trajeto se tornou mais seguro para todos, com redução de 56% nas lesões por acidentes de trânsito. Dados semelhantes podem ser obtidos em outros lugares do mundo, provando que quando o caminho está preparado para receber os ciclistas de maneira segura, ele é, na verdade, seguro para todos os seus usuários.

    4 - A atividade física contribui para uma comunidade mais produtiva


    Ser ativo melhora a capacidade de concentração e produção, e ajuda a afastar a depressão e ansiedade. A bicicleta é uma maneira fácil e prática de incorporar a atividade física na vida diária. Isto reduz os custos de saúde pública, torna a mão de obra das empresas mais produtivas e aumenta a qualidade de vida de todos. Até mesmo as crianças se beneficiam e têm um desempenho escolar melhor, quando são ativas e andam de bicicleta.

    5 - A infraestrutura ciclística é mais barata


    Se analisarmos as cidades amigáveis à bicicleta, perceberemos que como a maioria da sua população anda de bicicleta, o tráfego de carros é melhor. A ausência de milhares de carros a mais nas ruas, substituídos pelas magrelas por boa parte da população, diminui o congestionamento e a poluição da cidade.

    Qualidade de vida para todos

    Outro fator importante que pesa para que ciclistas e não ciclistas apoiem a implantação de infraestrutura cicloviária é a qualidade de vida, intimamente relacionada à mobilidade urbana. O jornal mexicano La Jornada exemplifica com o caso da Cidade do México. Em 2010, a esquecida região em que se encontra o Monumento à Revolução ganhou infraestrutura ciclística. Logo, alguns comércios foram abertos e o local que era considerado de risco se converteu em um espaço público convidativo à convivência dos cidadãos. Leia-se, de todos os cidadãos, e não apenas dos ciclistas.

    Se a infraestrutura ciclística pode combater a segregação urbana, por seu caráter inclusivo, devolve aos cidadãos o direito de ocupar a cidade dignamente. Qualidade de vida também significa inclusão social, que atribui ao espaço urbano o caráter público, em contrapartida à apropriação individual que se traduza em privilégios de acesso a serviços básicos, cultura e lazer.

    Ciclistas e não-ciclistas ganham em qualidade de vida quando a cidade aceita uma estrutura de mobilidade socialmente efetiva. Quando o poder público prioriza a mobilidade individual motorizada, ao invés de gerir um transporte coletivo de qualidade e incentivar modais alternativos, como a bicicleta, está na verdade acentuando as diferenças entre as classes sociais, ao invés de compensá-las. Além disso, esta situação prejudica a qualidade de vida urbana por não atender ao princípio de sustentabilidade, em seu tripé ambiental, social e econômico.

    O planejamento urbano não pode continuar priorizando o automóvel, nem devemos viver a ilusão de que a bicicleta é solução para tudo. O urbanista dinamarquês Jan Gehl certa vez declarou que “é preciso que as pessoas exijam as coisas certas. Se você, por exemplo, perguntar a uma criança o que ela quer de natal, ela vai responder uma lista de coisas que já conhece. Uma criança nunca pediria algo de que nunca ouviu falar.

    O mesmo vale para as demandas das pessoas em relação às cidades. É fundamental que haja informação sobre como uma cidade pode ser melhor para que a sociedade exija as coisas certas”. Uma cidade melhor para todos precisa oferecer a oportunidade de cada um se locomover como preferir, e que cada um tenha informação e consciência para saber fazer a escolha certa.

    Fonte: Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner

    terça-feira, 1 de dezembro de 2015

    Pedale e economize 24 trilhões para o mundo!

    Foto: Arnaldo vitorino do blog BBIKE40
    No início de novembro, o ITDP que tem no Brasil como um dos gestores nosso querido amigo Thiago Benicchio, publicou um relatório intitulado “A Global High Shift Cycling Scenario” que elencou enormes benefícios globais que trariam mudanças drásticas para melhor, caso mais pessoas trocassem seus deslocamentos de carro pela mobilidade por bicicleta.

    Atualmente, menos de 7% dos deslocamentos mundiais são feitos por bicicletas. Os pesquisadores avaliaram o que aconteceria se um total de 23 % dos trajetos mundiais passassem a ser  feitos por bicicletas, ou mesmo e-bikes (bicicletas elétricas), até o ano de 2050.

    Eles explicam ainda que, na maioria dos países,  quase 35 % dos trajetos realizados são de menos de cinco quilômetros entre sua origem e destino, sendo que 50 % estão a menos de 10 km!

    Quando você pensa em “pedalar” estas distâncias ao invés de “dirigir”, não parece uma quilometragem muito alta para se percorrer em bicicletas, principalmente, como apontam os autores, se você estiver usando uma e-bike para a maioria de suas viagens . E isto não é pedir demais, não é? Sem mencionar o benefício para sua saúde física e mental individual!

    O relatório ainda traz o seguinte número: Se esta troca fosse realizada (de 7% para 23% de aumento nos deslocamentos de bicicleta) a sociedade economizaria 24 trilhões de dólares (!!!!!) cumulativos entre o ano de 2015 e 2050, e diminuiria em 11 pontos percentuais a quantidade de emissão de CO2 proveniente do transporte urbano. Isto são mais de 300 megatoneladas de CO2, de acordo com o ITDP!!!!

    Então se você ainda precisa de algum motivo para repensar seus deslocamentos por carro, aqui vão alguns:

    - Você vai economizar dinheiro!

    - Vai proteger seu planeta!

    - E vai tornar-se mais saudável e feliz!

    Fonte: www.euvoudebike.com

    Pneus: Quantas libras preciso colocar?


    Uma dúvida frequente entre os ciclistas que estão começando, é sobre a pressão dos pneus. A calibragem do pneu depende de muitos fatores, como modalidade, tipo de terreno, tipo do pneu e peso do ciclista. Quando são usados pouco inflados, a área de atrito aumenta, amortece melhor os impactos, mas também pode furar com mais facilidade. Em contrapartida, quando são usados mais inflados, os pneus se tornam mais resistentes a furos, atrito menor com o solo, porém fica mais escorregadio.

    Nas mountain bikes é comum usarmos entre 35 e 65 PSI, mas existem exceções como no caso de usar um pneu slick (pneus lisos usados para pedalar em terrenos menos irregulares, como o asfalto) que podem chegar a pouco mais de 80 PSI em uma MTB.

    Nas Road bikes (speeds), a maioria usam pneus entre 20mm e 28mm de largura, nesse caso é aconselhável que se use uma calibragem maior, o pneu possui uma camada bem fina e com a calibragem baixa se torna muito mais vulnerável a furos. Usa-se entre 85 e 120 PSI, salvo quando for pneus tubulares que chegam a suportar 200 PSI.

    Nos últimos anos o uso das bicicletas urbanas, dobráveis ou não, tem aumentado significativamente. No geral, as bicicletas dobrábeis utilizam rodas 20″ ou 16″, diferente das 26″ tradicionais.

    A maior parte das bicicletas são concebidas para rodar na cidade – embora também haja muitas das específicas para montanhas, mas estas levam uma relação diferente de pressão – assim sofrerão menos irregularidades do terreno; também, na cidade é mais fácil que você passe por vidros e outros elementos que podem perfurar o pneu da bicicleta, o que é mais difícil quanto maior for a pressão.

    Ao utilizar rodas menores o avanço pode ser mais complicado. Para minimizar esse efeito, os fabricantes ajustam a relação de câmbios ao tamanho das rodas, para que não se note muita diferença ao pedalar sobre uma bicicleta dobrável. Mas os fabricantes também recomendam colocar uma pressão alta nos pneus, já que uma roda com pressão baixa alteraria a força da fricção para maior e seria mais difícil pedalar. Em bicicletas de cidade a pressão deve estar entre 45 e 120 PSI ( dependendo da indicação do pneu ) – diferente dos 35 a 65 PSI (2.5 a 4.5 bares) de uma bicicleta MTB tradicional.

    Schwalbe, marca especialista em pneus, oferece em seu site da Web uma tabela orientativa de pressões em função a largura da roda (quanto mais estreita a roda, maior a pressão, como é o caso das bicicletas urbanas e speeds).

    A melhor maneira para determinar a pressão para colocar nas rodas é ver a indicação na lateral de cada pneu. Para escolher entre a pressão mínima e a máxima você deve colocar em conta o seu peso (as pressões na tabela schwalbe são calculadas para pesos médios de uns 75kg), se vai levar carga, e o tipo de condução que prefere, lembrando sempre que uma maior pressão te transmitirá mais as vibrações e irregularidades da estrada, mas te oferece mais resistência a furos e facilitará bastante o avanço.

    Uma dúvida frequente entre os ciclistas que estão começando, é sobre a pressão dos pneus. A calibragem do pneu depende de muitos fatores, como modalidade, tipo de terreno, tipo do pneu e peso do ciclista. Quando são usados pouco inflados, a área de atrito aumenta, amortece melhor os impactos, mas também pode furar com mais facilidade. Em contrapartida, quando são usados mais inflados, os pneus se tornam mais resistentes a furos, atrito menor com o solo, porém fica mais escorregadio.

    Nas mountain bikes é comum usarmos entre 35 e 65 PSI, mas existem exceções como no caso de usar um pneu slick (pneus lisos usados para pedalar em terrenos menos irregulares, como o asfalto) que podem chegar a pouco mais de 80 PSI em uma MTB.

    Nas Road bikes (speeds), a maioria usam pneus entre 20mm e 28mm de largura, nesse caso é aconselhável que se use uma calibragem maior, o pneu possui uma camada bem fina e com a calibragem baixa se torna muito mais vulnerável a furos. Usa-se entre 85 e 120 PSI, salvo quando for pneus tubulares que chegam a suportar 200 PSI.

    Nos últimos anos o uso das bicicletas urbanas, dobráveis ou não, tem aumentado significativamente. No geral, as bicicletas dobrábeis utilizam rodas 20″ ou 16″, diferente das 26″ tradicionais.

    A maior parte das bicicletas são concebidas para rodar na cidade – embora também haja muitas das específicas para montanhas, mas estas levam uma relação diferente de pressão – assim sofrerão menos irregularidades do terreno; também, na cidade é mais fácil que você passe por vidros e outros elementos que podem perfurar o pneu da bicicleta, o que é mais difícil quanto maior for a pressão.

    Ao utilizar rodas menores o avanço pode ser mais complicado. Para minimizar esse efeito, os fabricantes ajustam a relação de câmbios ao tamanho das rodas, para que não se note muita diferença ao pedalar sobre uma bicicleta dobrável. Mas os fabricantes também recomendam colocar uma pressão alta nos pneus, já que uma roda com pressão baixa alteraria a força da fricção para maior e seria mais difícil pedalar. Em bicicletas de cidade a pressão deve estar entre 45 e 120 PSI ( dependendo da indicação do pneu ) – diferente dos 35 a 65 PSI (2.5 a 4.5 bares) de uma bicicleta MTB tradicional.

    Schwalbe, marca especialista em pneus, oferece em seu site da Web uma tabela orientativa de pressões em função a largura da roda (quanto mais estreita a roda, maior a pressão, como é o caso das bicicletas urbanas e speeds).

    A melhor maneira para determinar a pressão para colocar nas rodas é ver a indicação na lateral de cada pneu. Para escolher entre a pressão mínima e a máxima você deve colocar em conta o seu peso (as pressões na tabela schwalbe são calculadas para pesos médios de uns 75kg), se vai levar carga, e o tipo de condução que prefere, lembrando sempre que uma maior pressão te transmitirá mais as vibrações e irregularidades da estrada, mas te oferece mais resistência a furos e facilitará bastante o avanço.


    Fonte: www.ciadopedal.com.br