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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Segurança sempre!

Como esporte de evidência, muitos estão aderindo ao ciclismo. Mas para que você o pratique com total segurança, vamos falar de um equipamento muito sério: o capacete.


O capacete é uma extensão do ciclista, e sem ele o menor percurso se torna um risco desnecessário, já que sua ausência deixa uma das partes mais vitais do corpo exposta. Usando o capacete, os riscos são menores, já que ele protege o impacto final da cabeça contra o que esteja pela frente, como um galho de árvore, o asfalto, ou o meio-fio. O ciclista Fernando Mayer, que mora em São Carlos, sabe bem da importância de usar o capacete. Ele pedala há 30 anos. Viajando com um grupo de pedal para Analândia, recentemente, sofreu seu primeiro acidente e se machucou gravemente. Por sorte, o acidente não foi fatal porque estava usando capacete, o que salvou sua vida.

O capacete, assim, é imprescindível. Procure sempre pelo melhor, avalie o ISO de qualidade e verifique o tamanho ideal (o capacete ideal não pode ficar apertado e muito menos folgado). Há hoje no mercado uma infinidade de boas marcas. Caso você seja um iniciante ao ciclismo, procure se orientar e não saia para o pedal sem capacete. Pedale de forma consciente e deixe sua bike de forma visível e adequada para seu perfil. Use o capacete, seja para o passeio ou para o trabalho, já que existem outras situações que podem resultar em tombos e colisões. Use capacete com cores claras, ou com detalhes refletivos que o deixam ainda mais visível no trajeto. Já que o mercado oferece diversos tipos de modelos e marcas, nada é desculpa para não usar.

Nosso amigo Fernando está se recuperando aos poucos do acidente. Pedalar é assim, cair e levantar! Mas nada se compara ao prazer de pedalar, um remédio para o estresse, para a alma. Ser saudável não é um capricho e nem é moda, é qualidade de vida.

O capacete é uma extensão do ciclista, e sem ele o menor percurso se torna um risco desnecessário, já que sua ausência deixa uma das partes mais vitais do corpo exposta. Usando o capacete, os riscos são menores, já que ele protege o impacto final da cabeça contra o que esteja pela frente, como um galho de árvore, o asfalto, ou o meio-fio. O ciclista Fernando Mayer, que mora em São Carlos, sabe bem da importância de usar o capacete. Ele pedala há 30 anos. Viajando com um grupo de pedal para Analândia, recentemente, sofreu seu primeiro acidente e se machucou gravemente. Por sorte, o acidente não foi fatal porque estava usando capacete, o que salvou sua vida.

O capacete, assim, é imprescindível. Procure sempre pelo melhor, avalie o ISO de qualidade e verifique o tamanho ideal (o capacete ideal não pode ficar apertado e muito menos folgado). Há hoje no mercado uma infinidade de boas marcas. Caso você seja um iniciante ao ciclismo, procure se orientar e não saia para o pedal sem capacete. Pedale de forma consciente e deixe sua bike de forma visível e adequada para seu perfil. Use o capacete, seja para o passeio ou para o trabalho, já que existem outras situações que podem resultar em tombos e colisões. Use capacete com cores claras, ou com detalhes refletivos que o deixam ainda mais visível no trajeto. Já que o mercado oferece diversos tipos de modelos e marcas, nada é desculpa para não usar.

Nosso amigo Fernando está se recuperando aos poucos do acidente. Pedalar é assim, cair e levantar! Mas nada se compara ao prazer de pedalar, um remédio para o estresse, para a alma. Ser saudável não é um capricho e nem é moda, é qualidade de vida.


Fonte: Revista Bicicleta -  Por Anadir Nogueira

A rotina alimentar dos atletas de alto rendimento

Nutricionista e atletas relatam a importância de aliar boa alimentação às atividades para melhorar o desempenho físico

Foto: © Gabi Monteiro
Quem se depara com a performance de um atleta durante treinos e competições, na maioria das vezes não imagina o que está por trás dos resultados.  Treinos diários, alimentação balanceada e hidratação constante. O cardápio de um atleta exige moderação e empenho na preparação antes, durante e depois dos exercícios. A alimentação bem dosada equilibra as necessidades energéticas, melhorando o rendimento na atividade física.

Cada modalidade esportiva possui particularidades que devem ser levadas em conta durante a elaboração de uma rotina alimentar específica, mas há questões básicas que devem ser consideradas por todos os esportistas. “Antes do treino, é importante que o atleta esteja bem hidratado, nunca treinar em jejum, e evitar o consumo de alimentos com cafeína”, explica a nutricionista Carla Maione.

Gabriela Monteiro, ciclista e empresária do ramo do esporte, explica que diferencia a dieta do cotidiano da que pratica no pré-prova “O objetivo da alimentação pré-prova é guardar o máximo de energia possível nos músculos. Portanto, aumento significativamente a quantidade de carboidratos na dieta por volta de três dias antes da competição”, explica a empresária responsável pelo Gran Fondo Rio 2019.

Em dias “normais”, Gabi busca alimentar-ser sem esquecer nenhum grupo nutricional, mas mesmo quando se trata de carboidratos, ela é cuidadosa. “Procuro ingerir os de alto índice glicêmico, e sempre tenho a mão um pacote de snacks saudáveis, como o TidBits, ou frutas como a banana. Mas é importante sempre ter um lanchinho na bolsa”.

Para a ciclista, o que ela come determina a intensidade dos treinos. “Quanto melhor eu como, melhor meu desempenho”, conclui.

Patrícia Antunes, campeã brasileira de escalada esportiva, é adepta de hábitos exemplares de alimentação desde a infância.  “Se eu pudesse, vivia só de fruta, mas na verdade amo qualquer alimento natural. Eu só tinha um pouco de dificuldade de comer proteína animal, mas depois de adulta isso mudou, principalmente sendo atleta”, comenta.

A atleta, que segue uma dieta rígida e come de cinco a seis vezes ao dia, geralmente prepara os próprios pratos. “Gosto muito de preparar minhas próprias refeições, e entre os alimentos que mais me dão energia estão a aveia, iogurtes -uso o de Kefir, eu mesma faço-, castanhas, amendoim e frutas”. Para Patrícia, os benefícios dessa escolha de vida são vários. “Me deixa mais disposta, bem humorada, disciplinada, regrada, não trás ansiedade, é tudo de bom! Além de me deixar mais preparada para os treinos e competições, e manter a forma física, claro”.

Mas assim como todos os mortais, Patrícia tem momentos em que foge dos hábitos cotidianos, mas sempre sem descuidar do corpo, e o mais importante, da saúde. “Aos finais de semana me permito ter um momento de comer uma besteirinha, acho super normal e até necessário. No dia a dia opto por receitas e produtos que saciem a vontade de comer "besteira" mas sem fugir da dieta. Geralmente recorro a chips saudáveis, sempre os que não passam por processo de fritura”, explica.

Raquel Saratt, praticante do Wellness, sabe mais do que ninguém a importância de conhecer o que ingere, pois além de atleta, também é estudante de nutrição. “ A opção por um estilo de vida diferente teve início após o nascimento do meu segundo filho, uns 6 anos atrás. Estava insatisfeita com minha aparência, era sedentária e não tinha nenhum critério para me alimentar e isso começou a me incomodar”, comenta a  esportista que hoje tem uma vida extremamente oposta, com alimentação focada  e dividida em seis refeições ao dia. “Tenho foco nos macronutrientes carboidrato e proteína, mas atenção especial aos micronutrientes também. Além disso, amo frutas, mas elas nem sempre estão presentes em minha dieta”.

Com hábitos rígidos, raramente Raquel consegue ter um dia para comer besteira, sempre evitando a ingestão de alimentos ricos em açúcar.  “Tenho cuidado com o sódio também. Evito alimentos com corantes, conservantes. Sou uma incansável defensora da alimentação saudável, não somente pelo corpo, mas pela saúde”.

Mesmo na hora de consumir os temidos carboidratos, o controle não é amenizado. “Uso chips saudáveis como fonte de carboidrato, em um lanche por exemplo. Tenho usado o snack TidBits como “nachos” , junto com frango desfiado.  Com hommus também é legal, protéico e vegano”.

Raquel finaliza com uma dica para quem pretende ser um atleta de alto nível “Optem por alimentos naturais, não pulem refeições, fiquem de olho em alimentos calóricos e pobres em nutrientes. Diante de alimentos industrializados leiam os rótulos e façam escolhas saudáveis.  Usem o alimento ao seu favor”.

Fonte: LEAD Comunicação / Nailanna Tenório

Bicicleta seria o meio de transporte mais saudável, para o corpo e a mente

Segundo um estudo, usar a bike nos trajetos diários seria até mais positivo do que caminhar. E deixa a cabeça bem mais tranquila do que carro, ônibus...

Pesquisa revela que andar de bicicleta traz mais benefícios até que a caminhada
(Foto: Dulla/SAÚDE é Vital)
Um trabalho feito pelo Instituto de Saúde Global Barcelona (ISGlobal) sugere que a bicicleta é o meio de transporte que mais beneficia a saúde das pessoas – inclusive quando comparada à caminhada. Seu uso também aumenta o bem-estar, mantém a mente saudável e diminui a sensação de solidão.

Antes de abordar os benefícios em si, vale destacar que um diferencial dessa análise foi contemplar o uso de várias formas de locomoção de um indivíduo durante o dia. Por exemplo: talvez você precise pegar um ônibus e um trem para chegar ao seu trabalho. Ou utilizar a bicicleta e, depois, o metrô para ir até a faculdade.

Apesar de comum no dia a dia, essa interação entre diferentes meios de transporte era pouco considerada pela ciência. Dito de outra forma, os estudos anteriores costumavam comparar uma forma de se locomover com outra, isoladamente.

Segundo Ione Ávila Palencia, ambientalista e líder da pesquisa, a avaliação em conjunto desse mix foi feita para o artigo ser mais realista. “É a primeira vez que o uso de diversos meios de transporte é associado a efeitos no corpo, na mente e nas relações sociais”, afirmou, em comunicado à imprensa.

Como o estudo foi feito
Os cientistas recorreram a um banco de dados com 8 802 moradores de sete cidades europeias: Antuérpia (Bélgica), Barcelona (Espanha), Londres (Inglaterra), Örebro (Suécia), Roma (Itália), Viena (Áustria) e Zurique (Suíça). Todos responderam questionários sobre como se locomoviam e qual a percepção da própria saúde física e mental. Ao final de dois anos, 3 567 participantes voltaram a preencher os formulários.

Os meios de transporte considerados na pesquisa foram carro, moto, transporte público (ônibus, metrô etc), bicicleta, bicicleta elétrica e caminhada. Resultado: a bike foi associada às respostas mais positivas com relação à saúde. E também foi vinculada a sensação de mente sã, vitalidade e menos estresse e solidão.

Andar a pé ficou em segundo lugar na lista. Isso sinaliza como os chamados meios de transporte ativos podem contribuir para a qualidade de vida.

Por outro lado, o uso de questionários para reportar a própria saúde é uma limitação do levantamento. Às vezes, a pessoa se engana, ou não sabe que possui uma doença, ou tem o desejo de exaltar sua condição física…

De qualquer forma, os resultados mais positivos indicam ao menos que os voluntários estão se sentindo bem. E isso já é muita coisa.

Não é só uma questão de mobilidade
Normalmente, a magrela é lembrada por aliviar o trânsito das ruas cheias de carros ocupados por apenas uma ou duas pessoas. Mas, de acordo com Mark Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Desenvolvimento e Saúde da ISGlobal, é preciso olhar também para os benefícios pessoais relacionados à saúde, tanto física como mental.

“É necessária integrar planejamento urbano, mobilidade e saúde pública a fim de desenvolver políticas para promover o transporte ativo”, conclui Mark.

E no Brasil?
De acordo com um relatório de 2013 do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana, da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), apenas 4% das viagens cotidianas nas cidades brasileiras são realizadas de bicicleta. Para se ter uma ideia do quanto esse número é baixo, na Holanda ele corresponde a 34% da população.

Porém, as vias mais amigáveis para pedalar vêm se expandindo. O portal Mobilize Brasil fez um levantamento mostrando que, entre 2015 e 2017, a rede de ciclovias e ciclofaixas de 19 capitais avançou cerca de 21%, crescendo 453 quilômetros no total.

Fonte: Saúde

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Verão e Pedal: Hitratar é preciso


O verão está aí e a temperatura está cada vez mais alta, e isto requer um maior cuidado com o corpo, pois nesta época, a pessoa perde maior quantidade de água, vitaminas e minerais através do suor.
Nos praticantes de atividade física, como pedalar, essas perdas são potencialmente maiores, o que proporciona o resfriamento do corpo e evita a hipertermia.
Sabemos que nosso corpo é formado por 45 a 70% de água. Uma perda de água normal varia de 2 a 3 litros por dia para indivíduos submetidos a temperaturas climáticas e com 50% do total perdida em forma de urina. Durante exercícios intensos e em ambiente quente, esta quantidade de líquidos pode ser perdida em 1 hora.
Deve-se ter atenção com a hidratação em condições de ambiente quente, pois a desidratação pode levar ao prejuízo no desempenho do esporte, a fadiga e até a morte. acreditem, até a morte. claro que isto em situações extremas, mas é sempre bom se precaver para evitar um mal maior.

DICAS PRÁTICAS DE HIDRATAÇÃO
  •  2 horas antes do exercício: ingestão de 500 ml de líquidos: água, suco de frutas in natura ou caixinha, água de coco, isotônicos. 
  • A partir de 1 hora de exercício: 600 - 1200 ml de líquidos por hora de exercício.
  • O carboidrato (frutose, maltodextrina, dextrose) é essencial como repositor energético.
  • Concentração ideal de carboidrato para hidratação: 6 - 8%.
  • Hidratar a cada 15 - 20 minutos de exercícios.
  • Pesar antes e após a competição ou treinamento é um procedimento simples e efetivo para determinar o quanto de líquidos deve ser ingerido.
Algumas dicas de alimentação para o verão
  • Prefira a ingestão destes alimentos: frutas, verduras e legumes, pois são ótimas fontes de vitaminas, minerais, fibras e água, além de serem alimentos refrescantes.
  • Consuma à vontade folhas verdes e legumes (dê preferência aos crus). Cuidado apenas com o tempero das saladas: evite a maionese e os molhos prontos preferindo o azeite, o limão, o vinagre e os molhos leves em geral.
  • As gorduras vegetais (azeite, óleo de canola, girassol) combinam com as preparações do verão e são mais saudáveis que as gorduras de origem animal.
  • As carnes magras são as mais indicadas, pois são facilmente digeridas evitando desconfortos além de serem mais saudáveis. Opte pelas carnes brancas de aves, peixes, e cortes de carne vermelha magros. Evite a pele das carnes, a carne de porco (costelinha) e carnes vermelhas como a picanha. Quanto à forma de preparo, varie entre cozidos, grelhados e assados, evite as frituras.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

DICAS PARA PEDALAR COM SEGURANÇA...

Muitas vezes, achamos desnecessário o uso de equipamentos de segurança quando pegamos a bike e vamos ali na esquina ou em algum trajeto curto, portanto é bom saber que muitos acidentes, são causados nestes pequenos pedais onde estamos "desligados" e por se tratar de algo curto, não damos a devida atenção.


É sempre bom sair com todos os equipamentos de segurança e principalmente ter atenção no trajeto, seja ele longo ou curto. um descuido pode ser lamentável e trazer graves consequências.

Trazemos a seguir, algumas dicas para você pedalar com mais tranquilidade.

» Nunca entre com velocidade em cruzamentos, esquinas ou saídas de garagem.
» Nunca force uma situação com motocicleta, carro, ônibus ou caminhão.
» Não faça manobras bruscas ou ziguezague. Isso surpreende os outros e causa insegurança.
» Preocupe-se mais com o que vem pela frente. Não fique olhando para trás.
» Ouça o trânsito. Enquanto estiver pedalando, não use iPod ou fones de ouvido.
» Estabeleça contato visual com motoristas e pedestres, veja o que eles vão fazer.
» Sinalize antecipadamente suas intenções. Seja suave nas manobras.
» Com chuva, a visibilidade de todos fica prejudicada. Diminua a velocidade.
» Nas descidas, evite deixar a bicicleta correr demais.
» Pedestres têm prioridade sobre os ciclistas e, às vezes, mudam de direção rapidamente. Use a campainha quando necessário.
» Quem está de patins ou skate continua pedestre. Respeite-os.
» Em trânsito lento, não fique próximo ao carro da frente. Assim, você terá espaço para frear ou fazer uma manobra. Além disso, não respira a fumaça do escapamento.
» Conheça os limites e as possibilidades de sua bicicleta.
» Virar à esquerda é uma das situações mais perigosas para o ciclista. Muita atenção nessa hora!
» Ônibus e caminhões têm grandes pontos cegos. Tome precauções e guarde distância.


TODO CUIDADO É POUCO...
» Cuidado nos cruzamentos, porque grande parte dos acidentes acontece nessas áreas.
» Cuidado com tampas de bueiro ou pisos escorregadios.
» Cuidado com cães e gatos, que têm comportamentos imprevisíveis.
» Cuidado com portas de carros que podem se abrir.
» Cuidado com buracos e obstáculos.

Art.59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

Sense Versa Road Gravel: A bicicleta que é uma obra de arte

Sense Versa Road Gravel vence prêmio de design do Museu da Casa Brasileira. Modelo também conquista categoria de transporte do Brasil Design Award

Foto: Divulgação
O visitante que entrar no Museu da Casa Brasileira, localizado em São Paulo, até 10 de fevereiro de 2019, terá uma surpresa inusitada. Em um de seus corredores, uma bicicleta laranja e preta pendurada no teto divide as atenções com móveis e luminárias. Trata-se da Sense Versa Road Gravel que, com suas linhas arredondadas do quadro, guidão curvo e pneus diferenciados, conquistou o 1º Lugar Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira, na categoria transportes.

Para o CEO da Sense Bike, Henrique Ribeiro, a conquista do prêmio vem comprovar a atenção empregada no desenvolvimento de cada um dos 86 modelos que são produzidos na fábrica nacional. “Além do design diferenciado, a concepção da Versa leva aproximadamente 15 dias, pois é pensada e trabalhada de forma a entregar um material de qualidade, desempenho e durabilidade para o ciclista”, completa.

Concorrendo com outros 663 trabalhos, a Versa também veio atender a um pedido do ciclista brasileiro. Trata-se da primeira Gravel (cascalho em inglês) produzida em Manaus. Uma bicicleta modelo estrada que permite ao ciclista alcançar excelente desempenho em diversos terrenos, tanto na terra como no asfalto. Isso só é possível graças ao quadro diferenciado com ângulos mais adequados à versatilidade e pneus mais largos, com cravos extremamente baixos.

“Desde o início, sabíamos que a Versa representava um projeto especial. Para conseguir unir versatilidade e performance, era necessário desenvolver componentes de qualidade superior que também contribuíssem para a estética da bicicleta. Ao adicionar cores marcantes ao design forte, conseguimos alcançar a harmonia entre a forma e a identidade visual do produto. Ela chama a atenção por onde passa”, comenta Gabriel Delfino, Supervisor de Design da Sense Bike.

Mais prêmios: comprovando o seu diferencial em design, a Versa Road Gravel também foi um dos produtos que subiu mais alto no pódio da categoria de transporte do Brasil Design Award, prêmio que visa reconhecer e destacar a capacidade criativa e inovadora do design na economia nacional. Foram mais de 600 projetos inscritos, avaliados pelo júri de 138 especialistas.

Fonte: GWA Comunicação Integrada/Paulo Mathias

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Unno Aora, um dos quadros de carbono de produção mais leves do mercado

Pesando apenas 686g sem tinta, quadro possui construção em carbono e geometria moderna

O título de quadro de bicicleta mais leve do mercado é disputado por centenas de fabricantes, por isso afirmar que um modelo é o mais leve é sempre uma armadilha. Dito isso, do alto de seus 790g, o Aore, feita pela espanhola Unno, é um dos maiores concorrentes ao título.


Para chegar a esta marca, o modelo aposta em detalhes como pouca pintura mas retém características fundamentais como uma gancheira de alumínio, eixo passante e passagens para cabos. Trata-se de um quadro para o mundo real que, sem a pintura, atinge a marca dos 686g.


O modelo é feito a mão em Barcelona em um processo que cria o quadro como uma peça única, sem emendas ou partes que juntam-se depois. Com a produção extremamente complexa e limitada, o Aore está disponível em apenas um tamanho - algo entre o M e o G, mas com números bastante modernos.



Com 441mm de alcance, trata-se de uma bike com a frente longa, com a caixa de direção ficando com um relaxado ângulo de 67 graus. A traseira têm apenas 418mm de chain-stay real, com o tubo do selim angulado em 74 graus para melhorar a posição nas subidas. Apesar de ser uma bike para XC, a traseira aceita pneus de até 2.4'' de largura.



Como era de se esperar, a caixa de direção é cônica com o espaçamento no padrão boost (148mm). O central é PF92 e o cabeamento totalmente interno, com montagem para câmbio dianteiro não prevista no projeto. Apesar disso, existe a passagem de cabo para canotes retráteis com 31.6mm de diâmetro.

Mais informações no site da Unno.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Inmetro publica regulamento sobre qualidade para pneus de bicicletas

Foto: Divulgação
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União (DOU) o Regulamento Técnico da Qualidade para Pneus de Bicicletas de Uso Adulto, determinando os requisitos, de cumprimento obrigatório, referentes à segurança do produto.

O regulamento define que "todo pneu de bicicleta de uso adulto, abrangido pelo regulamento ora aprovado, deverá ser fabricado, importado, distribuído e comercializado de forma a não oferecer riscos que comprometam a segurança do usuário, independentemente do atendimento integral aos requisitos estabelecidos".

Os fornecedores de pneus de bicicletas de uso adulto deverão atender a todos as regras do regulamento, que está disponível no site do Inmetro, no endereço.

Fonte: Hoje em Dia

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Ciclismo como uma forma de combate à obesidade

A obesidade vem crescendo de forma rápida em todo o mundo, sendo considerado por alguns como a nova epidemia mundial. Uma alimentação baseada em alimentos industrializados e um estilo de vida sedentário são as maiores causas desse problema.

Foto: Divulgação
 A obesidade vem crescendo de forma rápida em todo o mundo, sendo considerado por alguns como a nova epidemia mundial. Uma alimentação baseada em alimentos industrializados e um estilo de vida sedentário são as maiores causas desse problema.

Para fugir da obesidade é importante combinar uma alimentação saudável com a prática de atividades físicas, com destaque para o ciclismo por sua facilidade e acessibilidade.

O aumento do poder aquisitivo deixa muitos brasileiros mais perto da obesidade. Isso ocorre devido ao maior acesso a alimentos muito calóricos e pouco nutritivos, além do aumento da compra dos veículos automotores que diminui as já tão curtas caminhadas diárias para cumprir compromissos rotineiros. Não é raro ver pessoas jovens que já sentem o peso desse estilo de vida e tentam buscar mais momentos de lazer e bem-estar e acabam se apaixonando pelo ciclismo.


Ciclismo no combate à obesidade
A obesidade surge quando o consumo de calorias é maior do que a sua queima, ou seja, alimentação rica em calorias misturada com sedentarismo. Hipertensão, problemas cardiovasculares e diabetes são apenas alguns dos riscos do sobrepeso. Além do número na balança é importante observar como o peso está distribuído pelo corpo, visto que o acúmulo de gordura do abdômen é um grande sinal de risco de doenças associadas à obesidade.

Seja para tratar ou para prevenir a obesidade, é preciso se alimentar de forma saudável e incluir a prática de atividade física na rotina. O ciclismo é um grande aliado nesse momento. Pedalar é uma atividade indicada para pessoas de todas as idades e é indicado no combate à obesidade, pois atua no metabolismo aeróbico, quando a gordura é utilizada como fonte de energia após um certo tempo de exercício.

Além disso, pedalar é uma ótima forma de ter mais contato com a natureza, pegar sol e fazer novas amizades. A prática apresenta baixo impacto nas articulações, protegendo joelhos e coluna. Basta observar a postura, escolher uma bike adequada para sua altura e peso e um tênis de qualidade que a atividade física será segura e benéfica. Para maior segurança, procure ajuda de profissionais qualificados e mantenha os seus exames de saúde sempre em dia.

Procure incluir o ciclismo na sua rotina pelo menos três vezes por semana. Para criar o hábito de pedalar, defina metas que você com certeza pode alcançar e, com o tempo, aumente seus desafios de acordo com a evolução do seu organismo. Defina dias e horários que não vão colidir com outros compromissos, dessa forma, você evita deixar o ciclismo para depois. É melhor começar com meia hora por dia e manter a frequência do que se propor a pedalar durante duas horas, mas só conseguir fazer isso uma vez por mês.

O que esperar do ciclismo
Redução dos triglicerídeos, ou seja, menores chances de desenvolver problemas cardiovasculares melhora no equilíbrio e no condicionamento físico redução do peso corporal mais qualidade de sono redução da pressão arterial mais qualidade de vida e aumento da autoestima


Fonte: Dino

Casal sai de bicicleta de Valinhos e, 3 mil km depois, nem pensa em voltar: Melhor coisa que eu fiz

Renato Casacio e Natália Mourão partiram em agosto de 2017, percorreram quatro estados brasileiros e não têm previsão de volta.

Casal do interior paulista deixa rotina para viver aventura de bicicleta pelo Brasil.
Foto: © Renato Casacio/Arquivo pessoal
Quantas vezes você imaginou largar tudo e viajar? O casal Renato Casacio, de 33 anos, e Natália Mourão, 27, decidiu realizar este sonho e vive a aventura há um ano. Munidos de bicicletas, a dupla partiu de Valinhos (SP) em agosto de 2017 e, 3 mil quilômetros depois, se aproxima da Chapada dos Veadeiros (GO).


Sem planos de onde chegar ou quando voltar, o casal acumula aventuras e histórias pelos quatro estados que já visitou: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.

45 km por dia
O casal conta que pedala em média 45 km por dia, mas a dupla chegou a ficar até três dias direto na estrada. Entre os desafios, diz que arranjar lugar para passar a noite e acampar foi o mais desgastante.

Apesar das dificuldades, os dois afirmam que a experiência vale a pena, principalmente pelos "lugares incríveis e pessoas maravilhosas" que cruzaram pelo caminho.

E foi em um desses encontros que o casal ganhou um terceiro elemento na viagem: o gato Caju.

O gato Caju já viajou por mais de 1 mil km com o casal.
Foto: Renato Casacio/Arquivo pessoal
Na saída de Rondonópolis (MT), no começo deste ano, o casal recolheu o filhotinho assustado e o incorporou na aventura. O bichano já rodou mais de 1 mil km com eles.

"Escutamos um miado vindo do canavial. Era um filhotinho assustado correndo em nossa direção. Colocamos ele dentro da capa do violão e resolvemos levá-lo. Agora, ele tem um lugar apropriado para viajar e é como se fosse da família", conta Natália.

E o dinheiro?
Uma viagem desse porte exige logística e, claro, dinheiro. E a saída para a questão financeira foi engenhosa. Músico, Renato leva uma carreta com instrumentos musicais e, nas paradas, garante o financiamento da aventura tocando em bares e restaurantes.

Além disso, para diminuir gastos, os viajantes carregam uma estrutura para preparar a comida. Barraca é a solução para as noites de sono, mas nas cidades em que ficam mais tempo, o casal aluga um lugar para ficar.

Estradas ruins
O primeiro destino do casal foi a Chapada dos Guimarães (MT). Por lá, a dupla permaneceu três meses. A escolha pelo Mato Grosso veio pelo interesse em conhecer o estado. A experiência foi marcada por estradas ruins, sem acostamento e com muitos caminhões.

"Nesse sentido, foi desgastante e estressante", lembra o músico.

Outro ponto que chamou a atenção foi a destruição do Cerrado, não só no Mato Grosso, mas no oeste de Goiás.

"É muito triste ver as fazendas dominando tudo, muitos bichos mortos, riachos assoreados. A situação esta muito séria mesmo. Como a conscientização ambiental passa longe dessas regiões, faz tempo que não vemos cidades que tenham coleta seletiva de lixo", diz Renato.

Dificuldades e beleza
Em três dias diretos na estrada, entre as cidades de Cassilândia (MS) e Chapadão do Sul (MS), Renato e Natália pedalaram num trecho precário, sem acostamento e com tráfego intenso.

Eles contam que, no segundo dia, foram surpreendidos por um pneu furado, chuva intensa e, ainda, nos últimos 10 km do trajeto, se depararam com um baita subida.

Cachoeira dos Araras encantou os ciclistas duranyte a viagem.
Foto: Renato Casacio/Arquivo pessoal
"Saímos de 400 m para 700 m de altitude".
Após a dificuldade, assim que chegaram no Chapadão, eles conheceram um rapaz chamado Altair. Além de pagar uma refeição aos viajantes, o novo amigo comprou dois pneus novos para Natália e fez manutenção completa nas duas bicicletas.

A dupla define os períodos de chuva como os mais complicados. Durante a travessia de Costa Rica (MS) a Alcinópolis (MS), percorram 90 km de distância em estrada deserta, com trechos de terra e muita chuva.

O músico ainda recorda a recepção acolhedora de uma família que administra a fazenda onde fica a cachoeira. Lá, recebeu um quarto para dormir. "Foi um ponto de apoio maravilhoso".

O casal
Professor de música, Renato trabalhou em uma escola de Valinhos entre os anos de 2008 e 2017, e, nos períodos de férias, costumava conhecer o Brasil com sua bike. Visitou Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o litoral paulista.

Engenheira ambiental de formação, Natália conheceu Renato quando o músico se apresentou em Bauru (SP), onde morava com a mãe. Estão juntos desde então.

O músico já tinha a viagem planejada quando conheceu a esposa. Natália nunca tinha pedalado antes, mas "abraçou a ideia com coragem", conta Renato. Eles contam que fizeram um treinamento de poucos dias e pegaram a estrada.

Fonte: G1