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terça-feira, 30 de maio de 2017

Ciclista morre durante competição em Blumenau

Atleta chegou a ser socorrido após sofrer infarto durante prova de ciclismo, mas não resistiu.

Alexandre Victor Müller morreu em prova de ciclismo
 (Foto: Reprodução/Facebook)
Um ciclista morreu durante uma competição em Blumenau, no Vale do Itajaí, no último domingo (28).
Segundo a organização da prova de MTB, ele sofreu um infarto fulminante.

Alexandre Victor Müller passou mal durante uma das trilhas do Desafio Blumenau Mountain Bike. Ele chegou a ser socorrido por paramédicos, mas não resistiu.

A organização informou que está dando apoio aos familiares e não detalhou em qual categoria do desafio Alexandre competia. A Federação Catarinense de Ciclismo lamentou a morte do atleta em uma rede social.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Trek personaliza bicicleta para leiloar em prol da Chapecoense

A Trek lançou no última dia 19, através de sua subsidiária no Brasil, o leilão de uma bicicleta exclusiva, personalizada com a temática da Chapecoense, para ajudar na reconstrução do time catarinense e no apoio aos familiares das vítimas do acidente.

Através do Project One, que é um sistema de customização oferecido pela empresa aos clientes, a Trek customizou lindamente uma Madone 9.9, com o brasão da equipe e a icônica comemoração: “vamos, vamos Chape”. Essa bike foi desenvolvida para ser a bicicleta mais aerodinâmica do mercado e comprovou nos testes em túnel de vento e nas pistas que tem o menor arrasto gerado pela resistência do vento, ótima rigidez e velocidade, devido à tecnologia envolvida e material carbono OCLV exclusivo da empresa.

A bicicleta estará em leilão até o dia 18 de junho de 2017, no site bazarsports.com

 

 

O “novo” acessório de moda

Bolsas, sapatos, pulseiras... Há muitos acessórios que agregam estética, conforto e utilidade ao nosso cotidiano.


Imagine que um desses acessórios de moda pudesse tornar não só o seu usuário esteticamente mais interessante, como também a cidade como um todo. Quanto mais pessoas utilizam este acessório numa cidade, mais calorosa, segura e agradável esta cidade parece ser.

O acessório, em si, é bonito, mas além disso, ele torna a feição do seu usuário mais atraente, mais feliz, ao estilo “de bem com a vida”.

Este acessório, ao ser usado, incluí automaticamente um exercício físico ao seu cotidiano. Você coloca para ir ao mercado, à escola ou ao trabalho e, pluft, está se exercitando enquanto se desloca.

É um acessório de praia e de cidade; unissex, e para pessoas de todas as idades.

É um acessório tão divertido, que muitas celebridades têm sucumbido a ele. Mas não se trata de algo elitizado; pelo contrário, é o mais acessível e democrático. É utilizado em comunidades carentes, e pelas estrelas de Hollywood. Sim, ele está presente em situações tão distintas, e o melhor é que, cada um à sua maneira, usufrui deste acessório de uma maneira realmente útil.

Por fim, ele não é uma moda passageira, algo espalhafatoso que só veremos nas passarelas, nem uma tecnologia super inovadora que sabe-se lá quando estará disponível. Trata-se de um acessório de moda permanente, com toda a sua simplicidade e conveniência, utilizado há muito tempo sem nunca entrar em decadência ou se tornar obsoleto.

Uau, bicicleta, tendência à moda antiga!

Fonte: Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ciclo Vídeo: Bons de Briga VIII

Em mais um momento de tensão onde os grandes ciclistas perdem a cabeça, vemos que todos estão sujeitos a explodir quando a disputa supera o bom senso no esporte.

Lance Armstrong puxa camisa de Gilles Bouvard no Tour de France 1996

Bridgestone apresenta uma bicicleta sem ar nas rodas

A empresa lança um protótipo de rodas que não precisam de câmara de ar

Foto: Divulgação
Os fãs do ciclismo conhecem bem a desagradável experiência: um pneu furado é sempre indesejável e, dependendo da situação, pode complicar o trajeto. Até agora, o jeito tem sido consertar o estrago, mas a fabricante de pneus Bridgestone pode ter colocado um fim à inconveniência do pneu furado definitivamente. A empresa acaba de anunciar um protótipo de roda que não precisa de câmara ar, sem com isso perder um pingo em benefícios, afirma. O produto será colocado à venda em 2019.

A Bridgestone apresentou uma tecnologia batizada de Air Free Concept, que dispensa o uso de ar como suporte para a roda da bicicleta. A nova roda foi desenvolvida pela unidade Bridgestone Cycle e tem como base uma série de aros que suportam o peso do veículo e que foram inspirados em um protótipo apresentado pela empresa em 2013, com o objetivo de serem usados na indústria automotiva. A principal vantagem desta tecnologia é que requer pouca manutenção por parte do usuário, já que, por não precisar de ar, não é necessário verificar a pressão e, como já apontado, elimina a possibilidade de perfurações.

A outra vantagem da Air Free é que os materiais usados são totalmente recicláveis e o impacto no mercado será tal que, de acordo com a fabricante, veremos no futuro “uma nova geração de bicicletas”. O design desta nova roda permite que os aros absorvam as irregularidades do terreno mantendo a estrutura original, sem que o usuário precise se preocupar com manutenção. O conceito da Air Free também pode ser aplicado a diferentes dimensões de rodas. Como destacado, se nada der errado, veremos as primeiras rodas no mercado dentro de dois anos. As rodas chegariam a tempo de estrear nas Olimpíadas de Tóquio, que serão realizadas em 2020; um prova de fogo que poderia testar seu desempenho real e as vantagens de sua utilização.

Fonte: El País/Brasil

Pioneiro do universo de MTB prevê que o futuro é das bikes elétricas

Foto: Divulgação
Um dos pioneiros em mountain bike, Gary Fisher, enxerga as bicicletas elétricas como a próxima grande tendência no mundo do ciclismo de montanha.

Em entrevista que deu à Bosch eBike System, Fisher garante que vê potencial nesse modelo de bike graças à possibilidade de trazer novos ciclistas que não querem se esforçar tanto para pedalar em trilhas, mas ainda assim querem sair de casa para se divertir com o esporte.

Segundo ele, “sem fazer um superesforço na hora das subidas, você fica só com a parte divertida de pedalar em meio à natureza”.

Sabemos que tudo isso faz bastante sentido em uma cidade com topografia desafiadora, como São Paulo, e agora Fisher nos prova que a magrela elétrica também é bastante útil no meio esportivo e de lazer. Afinal, a fórmula é bem simples: se pudermos evitar esforços surreais em subidas, muitos de nós vão evitar.

Fisher compara a chegada das bicicletas elétricas nas montanhas como a mountain bike chegou às cidades como meio de transporte: é quando as pessoas começaram a perceber o benefício financeiro e melhoria na saúde, mesmo com um modelo de bike menos urbano. Então, para ele, por mais que a bicicleta elétrica não pareça servir para as montanhas, há pioneiros aderindo à tendência.

Confira a entrevista completa em vídeo aqui:


Fonte: Movimento Conviva

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dicas para pedalar no frio.

Inverno chegando? Não é por isso que você vai deixar de pedalar.

Foto: Divulgação
Quem é ciclista sabe o quanto dar aquele rolê de bike é importante seja em que dia for, caso contrário, é bem capaz de ele ou ela ficar deprimido(a) se não der uma voltinha com sua magrela.

E nem os dias frios é capaz de fazer um ciclista ficar em casa embaixo das cobertas, o negócio é pedalar, faça sol ou frio… já chuva, prefiro nem comentar. (risos)

Vou tentar colocar algumas dicas para se proteger do frio enquanto você pedala muito bem acompanhado de sua magrela, e espero que te ajude quando quiser encarar o frio que anda fazendo nesses dias e que ainda nem é inverno.

Agasalhe-se muito bem. Existem roupas específicas para pedalar no frio, mas caso você esteja no vermelho, o ideal é usar casacos com gola alta para te proteger até o pescoço. Dê preferência para casacos que tenham zíper, porque se esquentar no meio do caminho fica mais fácil tirá-lo. Se você preferir, use camisetas de ciclisma com manga longa, mas coloque outra camiseta por baixo, o contato com o vento frio direto em seu peito pode causar probelas de saúde, até mesmo pneumonia, em casos mais extremos.

Outra opção é usar manguitos ou pernitos. É uma espécie de meia manga ou meia calça que cobre todo seu braço ou pernas, e se durante o pedal o clima esquentar, você pode tirá-los mesmo estando em movimento, ou seja, não precisa parar de pedalar para tirá-los. Existem várias opções e cores para sua escolha. Ah… e preço também.

Uma das coisas mais importantes quando for pedalar no frio é proteger as extremidades do seu corpo, como pés, mãos e cabeça, pois são os pontos em que tem mais contato com o vento frio da pedalada.

Recomendo luvas com dedo, desta forma protege a mão toda do frio Eu uso esse tipo de luva até em dias ensolarados, para não ficar com a marca da luva em minhas mãos, que particularmente, eu acho horrível essas marcas de sol nas mãos.

Um equipamente que jamais deve faltar para o ciclista é um par de óculos. Os óculos protegem seus olhos contra possíveis pedrinhas que podem voar em direção aos seus olhos, além de insetos e plantas. Sem conta que com os óculos você ainda tem uma visão ainda melhor das ruas, veículos e pedestres. No frio eu costumo usar óculos com lentes na cor vermelha ou amarela, desta forma diminui os reflexos causados pelo sol baixo dessa época do ano. Use óculos leves e que não possuem pontos cegos, atrapalhando sua visão quando estiver que movimentar a sua cabeça e verificar possíveis veículos vindo em sua direção antes que você possa fazer uma manobra ou ultrapassagem.

O ideal é manter-se aquecido, pois o clima já é frio, mas a velocidade de sua bike provoca um contato com o vento ainda mais frio, e por isso, o corpo demora muito para aquecer. Em algunas casos isso não acontece. Teve um inverno que fui pedalar no parque Villa Lobos pela manhã, e mesmo com 60km rodados o meu corpo não esquentou. Temos que lembrar que mesmo no frio, mas praticando atividade física, o nosso corpo transpira, e esse suor em contato com o frio, pode te trazer dores musculares, resfriados ou coisa mais séria, por isso, mantenha-se sempre bem agasalhado.

Outra parte do corpo que eu acho necessário proteger são os ouvidos. Já tive dor de ouvido por pedalar no frio. Uma opção é colocar algodão nos ouvidos ao pedalar ou usar protetores de ouvido que você pode encontrar nas lojas de artigos esportivos.

Não podendo adquirir um desses, use também uma bandana que possa cobrir seus ouvidos protegendo-os do frio e do vento gelado.

Mas nunca, seja no frio, calor, chuva, sol… deixe de usar o capacete. Ele é ideal para qualquer ocasião. Recentemente, o namorado de uma de minhas alunas foi pedalar na ciclovia do Rio Pinheiros sem capacete, e acabou levando um tombo e ralou toda a testa. Se ele tivesse de capacete, o tombo provavelmente seria inevitável, mas o ralado na testa, sim.

Agasalhe-se bem, use o capacete e aproveite bem o frio para pedalar.

Para proteger a pele do rosto, use um creme facial ou mesmo um protetor solar, a fim de não ressecar ainda mais a pele. Ou use protetor facial, esses que motoqueiros costumam usar no frio. Eu não consigo, porque preciso respirar, e tampar o nariz para mim não dá… hehehe

Ah… não esqueça de beber muito líquido. Hidratar-se é tão fundamental no frio quanto no calor.

Boas pedaladas!

Fonte: Biocicleta

Cicloturismo: Sozinho ou acompanhado?

Sou um adepto do cicloturismo há 10 anos. Conheci o esporte através da internet e artigos de um viajante que rodou o mundo de bicicleta. Na época achei aquilo uma aventura maluca, mas fascinante.

Foto: Divulgação
Depois de alguns meses de pesquisa, realizei minha primeira viagem percorrendo todo o litoral de São Paulo. Dos doze dias de viagem, os dois primeiros foram em companhia de um amigo que apoiou os meus primeiros cem quilômetros quilômetros e as adaptações de uma viagem de bicicleta.

Um ano depois a ideia de continuar a viajar de bicicleta era uma válvula de escape para o stress do dia a dia, e segui mais uma vez sozinho de Cananéia até Florianópolis.

Uma cicloviagem sozinho é um encontro único com você, é a descoberta dos limites do seu corpo. Enquanto alguns fazem Ioga, meditam para se encontrar com o seu “eu”, eu me encontrava e descobria as limitações do meu corpo em cada subida, em cada problema que tinha que resolver sozinho. Chorar, rir e conversar com a bicicleta fazem parte do dia a dia dos viajantes solitários. Você planeja cada dia de acordo com sua disposição.

Recentemente tive a experiência de fazer o Circuito Costa Verde e Mar em Santa Catarina junto com duas estreantes cicloturistas, minha namorada e sua irmã, que após ouvir tanto as minhas histórias se convenceram a me acompanhar neste novo roteiro.

A minha primeira preocupação foi da estreia das duas, queria que elas realmente sentissem o mesmo prazer que sinto nas viagens, que tudo saísse perfeito. Fizemos um ritmo único para sempre ter alguém por perto. Mas uma viagem de cicloturismo tem que ter seus perrengues, senão você não tem um grande feito para contar, além dos 300 km pedalados.

Numa tempestade de chuvas e trovoadas, faltando 10 quilômetros para chegar ao destino do dia, que elas descobriram que deveriam desfrutar do lado bom e também saber lidar com toda a situação que a natureza nos proporcionava. Após uma noite regada com salmão ao molho de maracujá, agora nosso jantar era fandangos com bolacha e banana. Era o momento me ame ou me deixe!

Eu também tive minhas descobertas. Viajando acompanhado você desfruta do prazer de brindar um momento e também tem mais de uma cabeça para pensar como resolver um problema. Você utiliza menos o tripé e o automático da máquina fotográfica, suas histórias sempre terão um detalhe a mais, pois terá mais que um testemunho, as músicas antes cantadas sozinho, vai rolar um coro no refrão, seus brindes não são feitos somente com a garrafa!

Ah! O que elas acharam da experiência da viagem?

Estamos programando a próxima!

E você?

Já teve as duas experiências?

Fonte: Biocicleta

Febre chinesa das bicicletas compartilhadas sem uso de estações chega a outros países

Bicicletas compartilhadas estão por todos os lugares nas cidades chinesas
Foto: Wikimedia Commons
Há uma revolução ocorrendo na mobilidade urbana neste momento e não é guiada por veículos motorizados. Pelo contrário, é capaz de desestimular o uso do carro e não é poluente. Baseada em aplicativos móveis e com raízes na cultura do compartilhamento, a novidade simplifica um serviço nem sempre eficiente e coloca o transporte ativo sob os holofotes: está chegando uma nova era das bicicletas compartilhadas. Sem estação, estacionadas em qualquer lugar e liberadas por smartphone, elas se tornaram uma febre recente na China.

Os serviços convencionais de bikes compartilhadas, comuns em muitas cidades brasileiras, tem alguns problemas recorrentes: estações às vezes vazias, às vezes cheias (o que impede a devolução), distantes umas das outras e, geralmente, presentes apenas nas regiões mais centrais (e rentáveis). Com a vantagem de ter bicicletas muito baratas à disposição e uma população altamente adepta a novidades tecnológicas, startups chinesas perceberam a oportunidade para criar um sistema sem estações, gerido pelos próprios usuários, e inundaram cidades como Pequim e Xangai de bicicletas. O crescimento é tão rápido que está gerando imagens como essa:


A Ofo, por exemplo, uma das maiores empresas que emergiu dessa tendência, diz ter mais de um milhão de bicicletas espalhadas por cidades chinesas e divide o mercado com a Mobike e a Bluegogo. As magrelas não precisam ser presas a estações, bicicletários, postes ou algo parecido. Há um sistema com uma tranca que simplesmente bloqueia a roda traseira da bicicleta, que pode ser literalmente abandonada em qualquer lugar da cidade em que a viagem terminar. Os valores, cobrados por tempo de uso, são irrisórios.

Esperança de solução para o chamado último quilômetro entre uma estação de transporte e o destino final das pessoas, esse tipo de sistema também tem seus problemas, como a imagem acima revela. Inundar as cidades de bicicletas não é necessariamente positivo. Muito se fala que, mais do que oferecer uma alternativa sustentável de transporte, o que essas empresas estão fazendo é publicidade. Janette Sadik-Khan, ex-secretaria de Transportes de Nova York, que hoje atua cooperando com diversas cidades pelo mundo, é uma das pessoas que faz essa critica. “Essas companhias parecem estar usando (as bikes) mais como veículos de marketing e usando as ruas para ganhos privados”, disse Janette ao Techcrunch. Ela destaca que sistemas de sucesso, como o Citibike em Nova York, por exemplo, são planejados em conjunto com as cidades.

Essa é justamente a abordagem da Social Bicycles, ou SoBi, criada justamente por um ex-funcionário de Sadik-Khan, em Nova York. Por ter trabalhado no departamento de trânsito da cidade, Ryan Rzepecki diz saber o quão importante é fazer parcerias com as administrações dos municípios. Com uma abordagem menos agressiva, a Sobi tem mais de mil bicicletas em cidades como Santa Monica, Portland e outras.

No sistema da SoBi, há incentivos para que as bicicletas sejam reunidas em locais específicos, o que facilita para os usuários e busca reduzir problemas de estacionamento em locais inadequados. O aplicativo demarca áreas específicas para a devolução. Caso contrário, uma taxa extra é cobrada. E, se o usuário estacionar em um lugar sugerido pelo sistema, ganha créditos.

Esse tipo de incentivo a um uso mais organizado e respeitoso com as cidades ainda começa a decolar nos apps chineses, que em geral iniciaram seus serviços sem consultar o planejamento das cidades onde atuam. A cidade de Pequim, por exemplo, já reagiu. O governo municipal afirmou que vai debater regras de estacionamento, controle e manutenção das magrelas até junho e que espera a cooperação das empresas. Diante das críticas de que apenas despejam bicicletas nas cidades, sem fazer manutenção e ocupando espaços importantes, as startups começaram a incluir recompensas para os usuários que contribuem com o sistema, denunciam problemas ou devolvem a bicicleta em um local mais adequado.

A dúvida que fica é como as cidades americanas e europeias vão adotar ou transformar esse modelo. A Mobike já deu as caras em Singapura e há boatos de que está se movimentando para o Reino Unido. A Bluegogo iniciou, de forma controversa, a operação em São Francisco. A Ofo está chegando a Cambridge.

Assim como foi com o Uber, as empresas chinesas estão fazendo investimentos importantes e contam com grandes investidores. De uma forma ou de outra, a novidade irá transformar os sistemas de bicicletas compartilhadas pelo mundo. O fato de facilitar a vida dos usuários, estimulando o transporte ativo, sem dúvida é positivo para as cidades. Pode até ser uma forma de incentivar as gestões municipais a investir em infraestrutura cicloviária. Mas atuar quase clandestinamente, inundando os espaços urbanos, sem contato com o planejamento urbano das cidades e com bikes muitas vezes sem manutenção, torna-se um risco para todos. A morte de um menino de 11 anos em uma dessas bicicletas suscitou debates jurídicos.

Se o Uber tinha grandes opositores, como os taxistas e os operadores de transporte coletivo, as novas bicicletas compartilhadas ainda não têm inimigos fortes, embora o lado negativo do serviço já tenha começado a aparecer. Como qualquer solução inovadora, deve ser vista como oportunidade, desde que seja em benefício da coletividade.

Fonte: The City Fix

sexta-feira, 5 de maio de 2017

VI Desafio da Galera ONDE É O PEDAL? : IX MTB DO TRABALHADOR

O 6º¨ Desafio da galera ONDE É O PEDAL? Foi em casa, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe no IX MTB DO TRABALHADOR que aconteceu na última segunda feira de 01 de maio e que contou com atletas de vários estados do nordeste. A equipe contou com sete representantes, sendo que dois não conseguiram terminar a prova por problemas técnicos, mas os outros cintos atletas da TURMA ONDE É O PEDAL? conseguiram finalizar muito bem conquistando pódios nas diversas categoria.

 A corrida se deu início as 11:00 horas da manhã com um clima gostoso onde o sol deu uma trégua facilitando a vida dos atletas. Mesmo com o tempo favorável, a corrida foi dura com muita superação para aqueles que com garra foram até o final conquistando se não uma vitória na corrida, mas conquistaram uma vitória pessoal. O que não deixa de ser  importante.

Trazemos para que vocês possam sentir um gostinho do que foi a corrida, algumas imagens feitas pelo nosso amigo da Turma ONDE É O PEDAL? Jânio que esteve fazendo o registro da corrida em alguns pontos estratégicos.

Começando com as imagens antes da corrida onde a galera estava naquela espectativa grande.

 

Jânio e Sueide representantes da Turma ONDE É O PEDAL?
Equipe ONDE É O PEDAL? se preparando pra o que vem pela frente..

 



Agora é pra valer!


E olha quem encontrei... eu!
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

Imagens do pódio, lugar mais desejado dos competidores e que poucos conseguiram alcançar.



 


 

 



Agora é só comemorar e ser feliz...


Depois de mais um desafio superado, nós que fazemos a Galera ONDE É O PEDAL?, agradecemos a Deus pela saúde, disposição e oportunidade de mais uma vez estarmos juntos com alegria e determinação.

Agradecemos também aos nosso incentivadores que são eles:

# JL CONSTRUÇÃO 
# BLOG NILSON PEREIRA
# JOGGOFI 
# ADOLFO AUTO PEÇAS 
# BLOG CICLO MANIA
# CIA. SPORTS 
# PLANET PEDAL 
# ONDE É O PEDAL?
# AMILBIKE 
# IRAN BIKES
# PLANET PEDAL

Continuamos esta postagem com a permissão de Gessiel Lira que sempre está presente nos eventos esportivos e deu mais um show de imagens que disponibilizamos algumas delas para vocês


 


 



 

 

 


 

 

 

 




Queríamos agradecer também ao grande incentivador deste esporte que é José Alexandre pelas belas imagens quer traremos a seguir.

 


 

 

 


 


 


 



  

É isso ai pessoal, Vamos treinar para que nas próximas possamos fazer bonito.