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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Como limpar sua MTB

Confira 10 passos para deixar sua bike novinha para o próximo pedal
Foto: Jochen Haar
Se acha que a limpeza’da sua bicicleta não é muito importante, pense de novo. Existem vários detalhes que deve pensar antes de deixar a sua bicicleta suja depois de um treino, basta ouvir o que o Yanick-O-Mecânico tem para nos dizer. Vejam como o mecânico chefe da’SCOTT-Sram trata da bicicleta do campeão Olímpico’, a SCOTT Spark RC 900 World Cup.

Passo 1 - Preparar a zona de lavagem

Primeiro, é muito importante encontrar uma zona adequada para limpar a bicicleta. De preferência um local com boa drenagem. Funciona melhor o uso de um stand fixo de forma a ter a bicicleta elevada. Desta forma, a sujidade nunca irá cair novamente sobre a bicicleta. Idealmente, a área de lavagem deve estar protegida do vento e da chuva. Tente garantir que tem luz suficiente para poder trabalhar. Se pensa que precisa de um jato de água, não é necessário. O uso frequente de jato de água não só empurra sujidade para dentro dos rolamentos ou retentores da suspensão como retira tempo de vida a esses componentes.

Passo 2 - Prepare o seu equipamento

Monte o seu stand ou suporte. Idealmente, um que possa girar 360º é mais cómodo porque permite girar a bicicleta enquanto a limpa. Vai precisar de um balde, de preferência um balde que permita ver os resíduos de sujidade ou óleo. Vai também precisar de duas escovas, uma mais macia e outra mais firme, e ainda uma mangueira com água fria e alguns produtos de limpeza. Se não for possível arranjar produtos específicos, um produto de limpeza como sabão líquido serve. Evite a todo o custo produtos automóveis pois são muito agressivos e contêm óleo que contaminam os discos.

Passo 3 - Enxaguar e lavar

Coloque a bicicleta no suporte e comece por enxaguar usando água fria, começando de cima para baixo, empurrando os detritos para baixo. Encha o balde com um pouco de água quente. Use a escova mais macia, e certifique-se que a escova está limpa para não riscar o quadro. Aplique o líquido de lavagem directamente na escova, usando também a água quente. Começando pela frente da bicicleta, lave com espuma de sabão todos os centímetros da bicicleta evitando passar duas vezes pelo mesmo local, para evitar sujar novamente.


Passo 4 - Pneus e transmissão

Usar uma escova mais firme e água quente, aplicar directamente líquido de limpeza e escovar de forma a retirar toda a sujidade de entre os tacos do pneu e das laterais, sem esquecer os aros. Inspecionar os pneus cuidadosamente para detectar cortes, tacos arrancados ou mesmo objectos perfurantes. Se reparar na existência de muitas bolhas num local aquando da passagem do líquido, pode haver um futuro nesse local. Passe agora para a transmissão e cassete. Retire todos os detritos que possam estar entre os carretos ou roldanas, use depois um escova mais firme para limpar mais a fundo. Dica: Não use desengordurante nesta fase, se a cassete estiver suja e o sabão não for suficiente para remover a sujidade, então será melhor retirar a cassete e limpá-la aparte. Nesse caso sim, deve usar desengordurante, visto que reduz o risco de contaminação da transmissão.

Passo 5 - Enxaguar e inspecionar

Enxaguar a bicicleta usando a mangueira e a escova macia, de cima para baixo, inspecionando a bicicleta para perceber se existe algum dano no quadro, rodas ou componentes. Rode também os pedais e as alavancas de forma a escorrer a água para que não fique na corrente. Se a corrente estiver menos esticada, a limpeza é mais profunda.

Passo 6 - Repetir

Dependendo da sujidade da bicicleta, o processo anterior pode necessitar de ser repetido até que a bicicleta esteja totalmente limpa. Retire as rodas se a bicicleta estiver muito suja. Preste especial atenção às roldanas e cremalheiras porque podem guardar mais sujidade. Este passo é importante porque a transmissão com sujidade causa mais atrito e desgasta-se com mais facilidade, o que também pode causar problemas mecânicos durante a prova. Não se esqueça de limpar bem os retentores da suspensão porque se tiverem pequenos detritos, podem causar danos dispendiosos. Recolocar rodas depois do passo completo.

Passo 7 - Enxaguar novamente

Enxaguar novamente para assegurar que nenhum produto de limpeza ficou por retirar. Este processo funciona melhor sem o jato de água porque este meio pode tirar massa dos rolamentos, cepo, caixa de direção, pivots, etc. Uma mangueira com água corrente e um balde junto com uma escova macia são mais do que suficientes.

Passo 8 - Secar a bicicleta

Retire a bicicleta do suporte. Deixe a bicicleta ao sol ou num local seco, de preferência mais quente de forma a que toda a água que ficou se evapore livremente. Use um pano macio ou mesmo toalha de papel para remover excessos de água. Se disponível, pode usar um compressor com cuidado. Depois inspecione, lave e prepare todos os elementos que foram usados na limpeza da bicicleta para futuras utilizações.

Passo 9 - Polimento

Retirar as rodas e recolocar a bicicleta no suporte. Polir o quadro usando um produto à base de silicone com uma toalha de microfibra, especialmente antevendo situações de competição em chuva ou lama. A sujidade terá mais dificuldade em agarrar ao quadro. Se estiver previsto ou estiver em locais com muito pó, então evite o polimento com silicone pois vai atrair muito pó e sujar a bicicleta. Aplique sempre o polimento com um pano macio e de microfibra e esfregue o quadro, nunca use directamente sobre o quadro pois pode afectar, por exemplo, as pastilhas de travão. Procure "bombar" a suspensão e o amortecedor para que os retentores fiquem limpos. Retire essa sujidade e lubrifique as pernas das suspensões com líquido lubrificante específico para suspensões.

Passo 10 - Arrumação

​Assim que a bicicleta estive seca, é vital lubrificar a corrente sempre eliminando os excessos com um pano. Procure também proteger os rolamentos com repelente de água para evitar que fiquem expostos a gotículas. Idealmente deve pendurar a sua bicicleta pela roda da frente, mantendo os manetes de travão acima dos pistões. Isto permite que o óleo das suspensões mantenha os retentores lubrificados para utilização eficaz imediata. Do mesmo modo, qualquer água que fique nos cabos ou nas reentrâncias dos quadros, escorra.

Assista o vídeo abaixo para entender melhor

Vídeo: Shaperideshoot / Gaëtan Rey

Fonte: SCOTT/Yanick Gyger & Nick Craig

Conheça o maior estacionamento de bikes do mundo

Foto: Divulgação
A cidade de Utrecht, na Holanda, terá o maior estacionamento de bicicletas do mundo, com capacidade para 12.500 magrelas.

O estacionamento foi inaugurado com 6.000 vagas para bikes e deve, até 2018, abrir espaço para mais 6.500. O local tem mais de 1.500 metros quadrados e fica embaixo da estação central de trem de Utrecht.

No total, a cidade holandesa é mais populada por bike do que por pessoas – são 22,5 milhões de magrelas contra 18 milhões de moradores. A cidade já investiu 110 milhões de euros (cerca de 415 milhões de reais) em estruturas cicloviárias de 2011 a 2014.

Se você acha que isso é o bastante, saiba que os holandeses não se contentam em ter apenas um estacionamento de destaque para quem pedala. Em breve, outra cidade, a The Hague, irá inaugurar um espaço para 8.500 bikes, enquanto a cidade de Delft já construiu uma estrutura com capacidade para 5.000 bicicletas.

De acordo com o jornal The Guardian, um holandês pedala em média 1.000 km por ano. Mais de um quarto do país usa a bike para seus deslocamentos diários.

Atualmente, o maior estacionamento de bicicletas fica na estação de metrô de Kasai, em Tóquio, no Japão, com 9.500 vagas.

Fonte: Movimento Conviva

Você Sabia? Atividade física turbina o cérebro em qualquer fase da vida

Mexer o corpo fortalece tanto a massa muscular quanto a cinzenta. Foi o que uma análise de oito estudos com voluntários acima de 40 anos concluiu, onde pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, entenderam que o fato de a pessoa não gastar o dia inteiro sentada já está associado a uma melhor performance em testes cognitivos (e a uma probabilidade reduzida de demência). Segundo a orientadora do levantamento, a neurocientista Teresa Liu-Ambrose, ações simples como de vez em quando levantar da cadeira para dar alguns passos e subir escadas fariam diferença nas nossas faculdades mentais. Outra conclusão dos estudos foi a de que tanto modalidades aeróbicas (caminhada, bicicleta...) quanto a musculação conferem destreza à cabeça, e que a combinação das duas traz melhores resultados.



Mas essas vantagens não são só para pessoas acima de 40 anos. Em 2003, a educadora física Hanna Karen Moreira Antunes, hoje coordenadora do Curso de Educação Física da Universidade Federal de São Paulo, avaliou o desempenho cognitivo de vários adolescentes.

“Os que se exercitavam bastante no ambiente escolar alcançavam as maiores pontuações”, lembra. Mais recentemente, Andrea Deslandes, profissional de educação física e coordenadora do Laboratório de Neurociência do Exercício da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, começou a verificar o impacto de aulas de capoeira na performance de crianças de 6 a 12 anos. De lá pra cá, ela e seus colegas de laboratório revelaram que o contato com essa arte marcial tipicamente brasileira contribuiu para notas mais altas na escola. “Os estudos mostram vantagens da infância à terceira idade“, assegura a expert carioca. Falando de aulas de ginástica, a neurologista da Universidade de São Paulo, Sônia Brucki, também atesta: “Elas fazem aumentar a quantidade de células nervosas no cérebro“. Além disso, essas unidades passam a receber um aporte sanguíneo extra e ganham ramificações para se comunicarem com eficácia. São mudanças que ajudam a explicar o fato de o sedentarismo ser o terceiro maior fator de risco passível de intervenção para demências, atrás apenas do nível educacional baixo e do tabagismo.



Também é importante salientar os benefícios comportamentais das modalidades esportivas. Disciplina, concentração, resiliência e trabalho em equipe estão entre os valores que auxiliam a sobrepujar desafios mentais. “Só não vale achar que uma corrida substitui a leitura”, brinca Hanna Karen. Não há recorde mundial que garanta, sem um bocado de estudo, uma cabeça realmente ativa.

Fonte: Revista Bicicleta

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Long Life Group - Vencendo desafio a cada prova.

Equipe Long Life Group
Santa Cruz do Capibaribe é um celeiro de atletas que sempre vem se destacando a nível estadual e nacional em vários tipos de esportes, a exemplo do Motocross com o saudoso Júlio Cézar que abriu a porta para uma gama de bons pilotos, temos no MTB vários nomes de ponta que seguem os passos do inesquecível Beto Leão, que trouxe tantas vitórias para nossa cidade, e deixou um legado onde hoje, são muitos os atletas que se destacam neste esporte, nas competições por onde passam. Temos atletas no Judô, Bicicross e inúmeros esportes. No Atletismo, por exemplo, não é de hoje que vemos nossa cidade sendo destaques em corridas de alto nível com boas colocações.

Pra falar dos atletismos especificamente, poderíamos destacar dois tipos de provas, como a prova velocidade que requer força e explosão, e também de resistência, que são aquelas provas onde o atleta tem que está muito bem preparado para superar seus limites, vencendo as dezenas e até centenas de quilômetros a serem percorridos.

E por falar  neste tipo de prova, destacamos um grupo de atletas aqui de  Santa Cruz que está se especializando em longas distâncias e que neste final de semana irão participar da ‘Ultramaratona da Serra’.  Competição realizada no próximo sábado (25/11) e que terá um total de 100km a serem percorridos entre as cidade de João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba.

Serão várias categorias em que eles irão participar a exemplo da solo, dupla, quinteto e decateto (masculino e feminino), com a participação de atletas de todas as regiões do Brasil, sobretudo do Norte e Nordeste.

Os LLG, como são conhecidos, sendo a abreviatura de ‘Long Life Group" viajam na sexta-feira para concentração na capital paraibana e iniciam a competição na manhã do dia seguinte.

Este grupo é formado por amigos santa-cruzenses apaixonados pelo esportes e que a cada dia se superam nos treinamentos onde ficam no anonimato lutando em busca do seu máximo, para que nas provas possam colher os melhores resultados..


Se você se interessou pela matéria e quer fazer parte do grupo, fiquem a vontade, pois o grupo é aberto a todos que queiram praticar o esporte no município.

E se acha uma loucura, alguém correr 100km, tente completar o seu primeiro quilômetro, ai você verá que nada é impossível quando se tem foco e determinação, e depois dos primeiros 1000 metros, muitos outros virão.

Nós que fazemos o Ciclo Mania estaremos na torcida desejando a todos que façam uma boa prova.


 Mais informações, (81) 9.9644-6420.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Conheça os segredos dos cinco países com maior longevidade

O Ciclista francês Robert Marchand, de 105 anos -
Pedala uma hora, no velódromo de Saint-Quentin en Yvelines
Foto: © Thibault Camus
Para viver mais e melhor, é preciso se cuidar bem. Ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos são dois itens essenciais para qualquer idade, mas principalmente para os idosos.

Cada país, contudo, tem sua cultura e segredos próprios de vida longa. O portal BBC fez um levantamento mostrando os cinco países do mundo que têm os maiores índices de longevidade. Confira, abaixo, quais são os segredos de cada população.

País: Japão

Expectativa de vida: 83 anos
O segredo: Acredita-se que a dieta local, rica em tofu, batatas e uma pequena quantidade de peixes, seja responsável pela longevidade dos japoneses. Na região de Okinawa, a população vive ainda mais: lá vivem 400 pessoas com mais de 100 anos de idade e o local é, por isso, bastante estudado. Outro fator atribuído à longevidade no Japão é a convivência nas comunidades locais, onde há círculos sociais de idosos.

País: Espanha

Expectativa de vida: 82,8 anos
O segredo: A dieta mediterrânea, seguida pelos espanhóis, é famosa como uma das mais saudáveis do mundo. Composta essencialmente de vegetais, azeite de oliva e um toque de vinho, é a principal contribuição para a vida longa da população. Outros segredos são a “siesta”, aquele cochilo tirado depois do almoço, e as caminhadas ou pedaladas, preferidas pelos espanhóis para a locomoção.

País: Cingapura

Expectativa de vida: 83,1 anos
O segredo: Se exercitar ao ar livre nos diversos parques públicos da cidade é hábito da maior parte dos moradores do país. Como muitos estudos comprovam, a prática de exercícios físicos é fator essencial para a longevidade.

País: Suíça

Expectativa de vida: 81 anos
O segredo: O queijo suíço é um dos mais famosos do mundo e é também um dos segredos da vida longa dos suíços, de acordo com alguns estudos. O país também oferece um sistema de saúde com alta qualidade, além de ser seguro – e, por isso, permitir que seus moradores se sintam bem.

País: Coreia do Sul

Expectativa de vida: 90 anos (estimada)
O segredo: Apesar de ainda não ter oficialmente chegado a uma longevidade tão excepcional, os coreanos caminham para isso. Sua alimentação, rica em fibras e em alimentos fermentados, é um dos segredos para a saúde no país. Um forte senso de comunidade e tradições também são fatores decisivos quando se fala em longevidade, além da qualidade de vida ser garantida por um bom sistema de saúde e pela economia em crescimento.

Fonte: Movimento Conviva

7 passos para aprender a andar de bicicleta

Se você nunca pedalou e tem esse desejo, essas dicas são para você.

Foto: iStock by Getty Images
Desde 2012, a grupo Bike Anjo, presente em várias cidades brasileiras, realiza oficinas gratuitas para quem quer aprender a andar de bicicleta. Os ciclistas ou “anjos” têm diversas dicas para os iniciantes e algumas deles você pode conferir abaixo. Se você nunca pedalou e tem esse desejo, essas dicas são para você.

Passo 1 – Escolha uma bicicleta confortável: busque uma bicicleta que dê para você encostar com os dois pés no chão. Duas formas de medir isso é ficando em pé no cano superior da bicicleta e ver se ela não pega no “cavalo” e colocando o cotovelo na frente do banco (também conhecido como selim) e a ponta da mão deve encostar na mesa, a peça que segura o guidão. Se não tem bicicleta, pegue emprestada temporariamente do vizinho, do parente ou mesmo vá para um local onde tenha empréstimo/aluguel de bicicleta.

Passo 2 – Encontre o espaço ideal: procure uma praça, parque ou mesmo rua que seja bem tranquila, com pouco fluxo de veículos, bicicletas ou pedestres. Procure um espaço bem largo para não se preocupar com curvas, obstáculos, entre outros. Ah, e seria ótimo se tivesse uma leve descidinha (nada muito exagerado!) para te dar um empurrãozinho na hora de ganhar velocidade.

Passo 3 – Antes de qualquer coisa, saiba como funciona o freio: mantenha sempre dois dedos no freio e não aperte com força. Pra quem for ensinar a pedalar, tente manter a pessoa relaxada (uma piadinha cai sempre bem nessas horas!

Passo 4 – Remada: coloque o selim baixo o suficiente para você conseguir colocar os dois pés no chão. Aí peça para ir “remando” com os pés, tentando mantê-los cada vez mais fora do chão, se equilibrando na bike. Uma meta boa é tentar com duas empurradas tirar os pés totalmente do chão e contar até cinco. Com isso você já aprendeu a se equilibrar!

Passo 5 –  Dando a arrancada: coloque o pedal em 45 graus pra frente (sugerindo sempre começar com o mesmo pé) e dê o impulso não só empurrando o pedal com o pé pra baixo, mas empurrando também com o corpo pra frente para ganhar velocidade.

Obs. 1: Caso esteja difícil, volte pro exercício anterior da remada e quando estiver com os pés no ar procure os pedais pra começar a pedalar.

Obs. 2: Se você está com dificuldade de manter o giro dos pedais, peça para alguém (um Bike Anjo/amigo ) ficar de frente pra você prendendo a roda dianteira e segurando o guidão e com a bicicleta parada você vai ficar girando o pedal para trás até relaxar as pernas e perceber um ritmo contínuo no giro dos pedais.

Obs. 3: Observe que é a cintura e as pernas que vão dar o suporte para se equilibrar, então pratique um pouco mexer a cintura e as pernas para perceber como altera o equilíbrio em cima da bicicleta.

Passo 6 – Ganhe velocidade: você ganha mais equilíbrio se conseguir mais velocidade (não precisa ser ultra rápido, mas o suficiente pra manter a bicicleta sempre em linha reta). Para quem for ensinar a pedalar, mostre ao iniciante que não precisa ficar com medo de ir mais rápido.

Passo 7 e o MAIS IMPORTANTE: não exagere na dose. Se cansou, dê uma pausa para uma água e alongue as pernas e braços. Você provavelmente vai sentir um pouquinho de dores no dia seguinte, mas é só continuar praticando que vai passar rapidinho. Ah, o bumbum também pode doer, mas também é só uma questão de costume.

O Bike Anjo participou da Semana Move, evento anual do Sesc que estimula as pessoas a se movimentarem. Para isso, uma semana inteira é dedicada aos mais diversos tipos de exercícios e atividades físicas – quem é mais sedentário tem a oportunidade de conhecer e escolher aquilo que lhe mais agrada para praticar.

Fonte: Ciclo Vivo

terça-feira, 14 de novembro de 2017

MTB 12 Horas 2017: "gringo" chega para conquistar o título

Ciclista estrangeiro Kelly Magelky da equipe MTB90 deseja fazer história no Brasil

Kelly Magelky: 7 vitórias em provas de 100 milhas (160Km)
Foto: Divulgação
A 21ª edição do MTB 12 Horas, que será realizada no dia 18 de novembro, nos arredores do Hotel Quality Serrazul, em Itupeva (SP), promete ser a mais acirrada dos últimos tempos. A equipe MTB90confirmou a presença do ciclista norte-americano Kelly Magelky, de 38 anos, que deseja fazer história no Brasil com a conquista do título na categoria solo.

"Será minha primeira visita ao Brasil. Sempre quis conhecer o país e nada melhor do que levar minha bike para pedalar por 12 horas seguidas" - conta Kelly que vive nas montanhas de Denver (Colorado).

Considerado um dos maiores especialistas em provas de MTB de longa duração da atualidade, Kelly Magelky chega ao Brasil com um portifólio de peso, como de Campeão Nacional Americano de 24 horas Solo; Medalha de prata no Campeonato Mundial de 24 horas Solo; e vencedor de 7 corridas de 100 milhas (160km).

"Me sinto muito preparado. Há 2 semanas, venci o circuito norte-americano de MTB 24 horas. Meu foco foi manter-me saudável e focado para correr no Brasil. Sei que haverá muitos ciclistas rápidos no pelotão, por isso pretendo largar forte e colocar meu ritmo. Gosto da ideia de ser um percurso mais curto (6,5km) do que geralmente participo, com isso posso contar com maior apoio do meu time. Estou muito motivado"  - acrescenta Kelly que recebeu o convite para representar a nova potência do cenário nacional, MTB90.


Seguindo os passos da lenda do MTB

A equipe MTB90 será representada por seis atletas no MTB 12 Horas 2017. Além do estrangeiro Kelly Magelky, o ciclista revelação Ulisses Nunes é a aposta do time na categoria solo.

Já na busca pelo bicampeonato geral da competição, a MTB90 terá o quarteto formado pelo lendário Tinker Juarez, Lukas Kaufmann, Bob Nogueira e Hugo Prado Neto, campeões do MTB 12 Horas 2015 e vice-campeões em 2016.

"Conheço o Tinker Juarez muito bem. Ele sempre foi meu herói desde que comecei a competir e, quando me tornei profissional, começamos a correr juntos e nos tornamos amigos. Já tivemos batalhas épicas em provas de 24 horas. O Tinker consegue pedalar veloz por muito tempo, sem parecer que está sofrendo" - comenta Kelly, que assim como os demais atletas da equipe, admiram o veterano Tinker Juarez, e desta vez, estarão todos vestindo a mesma camisa da MTB90.

Aos 56 anos, Tinker Juarez é um exemplo de longevidade nos pedais. Esta será a terceira vez que Tinker competirá em equipe. O atleta norte-americano comprova que é uma lenda do esporte e ídolo no Brasil, colecionando quatro títulos solo no MTB 12 Horas do Brasil (2003, 2005, 2008 e 2014), duas participações olímpicas (Jogos de Atlanta 1996 e Sydney 2000), entre outros títulos mundiais e nacionais.

Transmissão ao vivo

A equipe MTB90 inova dentro e fora das pistas. Por isso, acompanhe a transmissão AO VIVO do MTB 12 Horas 2017 pelo página do Facebook da MTB90 a partir das 11:30 horas do sábado, dia 18 de novembro!

Com uma infraestrutura inédita no país, com estúdio de transmissão, repórter de campo, comentaristas e um espaço diferenciado, a MTB90 vai revelar o melhor do esporte nacional para você assistir ao conforto da sua tela do smartphone ou computador.

FIQUE LIGADO!

Facebook.com/MTB90

Instagram.com/mountainbike90

Youtube.com/MTB90

O que é ciclismo?


Muito além de madrugar todos os dias, especialmente fins de semana,
De seguir uma rotina focado na bicicleta,
Das dietas,
Dos contratempos durante os pedais,
De sofrer em treinos no limite do corpo e ainda sorrir depois disso...
Ciclismo não é só um esporte,
É um estilo de vida,
É sempre buscar evoluir,
Ele molda seu caráter através de toda disciplina e imprevistos diários,
Aprendemos a dar mais valor à vida através de todo esforço dispendido.
Mas o que queria mesmo é por em palavras aquele sentimento,
Aquele de quando estamos no limite em uma montanha,
Aquele quando estamos em uma passada veloz mas ainda assim confortável,
Onde olhamos um segundo para baixo e vemos as pernas no ritmo dos batimentos,
Ouvimos nosso ofegar e o coração como um tambor no peito,
Mas ao mesmo tempo sentimos que o tempo parou, nós e bicicleta viramos um só, e com isso vem aquela sensação inexplicável de prazer.
É, isso sim é o ciclismo!

Por: Felipe Molina

Estudo explica paixão de homens de meia idade pelo ciclismo


Uma pesquisa da Universidade East London, com estudo publicado no Journal Qualitative Research in Sport, Exercise and Health, examinou mais a fundo o que leva homens de meia idade a pedalar, e mostrou que a causa tem mais a ver com saúde física e mental do que com crise de meia idade. Ao entrevistar um grupo de ciclistas homens entre 35 e 50 anos que pedalavam rotineiramente por estradas afastadas do centro, os pesquisadores concluíram que atividades físicas realizadas em ambientes naturais causam efeitos psicológicos muito mais positivos do que seus equivalentes realizados em ambientes internos. Para o estudo, os pesquisadores fizeram análises psicológicas profundas em 11 indivíduos classificados como ciclistas recreacionais sérios, que pedalam há pelo menos 2 anos com mais de uma hora semanal de pedal "na natureza".


Segundo os pesquisadores, os ciclistas puderam ser divididos em três grupos principais: domínio e prazeres descomplicados (desafios com subidas duras e percursos longos), meu lugar de fuga e rejuvenescimento (os que pedalam para recarregar as energias observando as belas paisagens) e, por último, sozinho mas conectado (os que pedalam em grupo onde não existe pressão para conversar, mas com possibilidades de contato social frequentes).

Para os pesquisadores, a pesquisa refuta a ideia que muitos têm de ciclistas de meia idade, geralmente associados a homens que tentam de todas as formas negar a passagem do tempo.

Fonte: Revista Bicicleta