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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Saiba como escolher as coroas e o cassete ideais

Confira dicas para escolher o equipamento ideal
Quando falamos de relações de marcha, em quantidade e tamanho, entramos em um confuso território de números que esconde várias surpresas. Os ciclistas, por um lado, precisam ter aquilo que é mais adequado para suas características pessoais, para a sua modalidade e para o terreno predominante. Os engenheiros, por outro lado, precisam atender a um grande espectro de consumidores.

Anos atrás, o padrão era o tradicional 53-39 na pedivela e 11-23 no cassete. Isso, claro, já na época das oito, nove velocidades. Com a popularização do ciclismo e o desenvolvimento da tecnologia veio tanto a possibilidade de incluir mais marchas quanto a necessidade de democratizar a relação de marchas – um cassete de 10 velocidades com 25 dentes seria uma boa para quem precisa de um incentivo a mais nas subidas, mas sem precisar retirar o pinhão de 11 ou 12 dentes, certo?

Em meados dos anos 2000, as bikes de estrada com coroas triplas, ainda razoavelmente comuns entre ciclistas não-competitivos, começaram a ser substituídas nas lojas pela grande novidade da época: as pedivelas compactas 50-34 e 50-36. Pareados com cassetes de 25 e 27 dentes, permitiu que um sem-número de ciclistas encarasse as subidas que antes só os mais fortes e leves poderiam subir com 39-23. E aí vieram os cassetes de 28, 30 e, finalmente, 32 dentes. E a última novidade, as chamadas pedivelas semi-compactas de 52-36 dentes.

Mas o aumento de dentes em uma borda do cassete tem uma má consequência, muito negligenciada: o meio do cassete. Já passou por uma situação em que a marcha estava pesada demais, subiu apenas um pinhão e ficou leve demais? Faltou um intermediário? Esse salto é crítico em alguma situações e precisa ser evitado, daí a vantagem do maior número de marchas: ter uma oferta ampla de pinhões que aumentam de forma progressiva, sem “buracos”. O problema é que muitas pessoas estão se preocupando apenas com o número de marchas e o tamanho do pinhão maior, mas não dão a importância devida aos outros aspectos.

Se você olhar o catálogo (ou o site) da Shimano, Sram ou Campagnolo, encontrará uma variedade muito interessante. Cassetes que começam com 11, 12, 13 e até 14 dentes e terminam com 23 a 32 dentes. Em termos de coroas, também temos opções, com praticamente todos os números entre 50 e 56 dentes para a maior (e ainda há as de 48 e 46 dentes para ciclocross, aventura e turismo) e 34, 36, 38, 39, 42 e até 44 para a menor.

As relações de marchas que costumam vir de fábrica nas bikes em geral são versáteis e atendem a maior parte das pessoas na maior parte do tempo. Mas quando nosso estilo de ciclismo e nosso terreno não se enquadra ao da maioria, como saber o ideal para cada um? Vários fatores precisam ser levados em consideração:

Cadência: Há ciclistas que pedalam em cadências mais baixas, mais pesado, travados. São os que chamamos de smashers. Geralmente são indivíduos fortes, com bastante massa e inércia, menos ágeis (como motores a diesel) que preferem fazer mais força do que movimento.

Por outro lado, há aqueles que pedalam em cadências mais altas, mais leve e soltos. São os spinners, geralmente pessoas mais leves, de metabolismo rápido, ágeis como motores elétricos, e que preferem mais movimento do que força. Essas nuances muitas vezes são a diferença entre optar por um pedivela tradicional ou compacto, por exemplo, ainda que a velocidade real, quando comparados, seja a mesma.

Terreno: Ciclistas um pouco mais experientes que não encontram subidas com mais de 4% ou 5% nos arredores dificilmente vão dar uso a um pinhão de 32 dentes. E mesmo os ciclistas mais fortes podem não ver utilidade em uma pedivela tradicional se vivem em uma região muito acidentada. Na maioria dos casos, vale mais a pena pensar no uso predominante, mas tendo certeza que terá sempre o necessário para encarar qualquer obstáculo geográfico da sua região.

Experiência, lesões, condicionamento: Falta força, está acima do peso, o joelho dói? Então o melhor é não se preocupar com a velocidade na subida, e sim com o conforto, o domínio do terreno e a segurança de pedalar sem machucar.

Compatibilidade: Não adianta inventar. Câmbios dianteiros e traseiros têm um limite. Cassetes de mountain bikes extrapolam esse limite, combinações exageradas de coroas também.

Calculando a relação: É possível comparar o “peso” de combinações diferentes de marchas usando uma conta simples. O que é mais pesado: 50×11 ou 53×12? Basta dividir 50 por 11 e temos 4,55, enquanto 53 dividido por 12 é 4,41. Portanto, 50×11 é uma marcha mais longa, mais pesada, que 53×12. A internet tem várias calculadoras que dão a velocidade de acordo com a cadência, cadência de acordo com a velocidade, comprimento das marchas etc. Basta colocar a quantidade de dentes e o tamanho da roda, e a cadência ou velocidade-alvo.

Pensando em todos esses fatores (e alguns outros), deixo a seguir quatro exemplos com os quais deparei em tempos recentes e que ilustram como a escolha da relação de marchas ideal não é óbvia. Em caso de dúvidas ou comentários, escreva para mim em www.gabrielvargas.com.br/contato

Exemplo A – Bike de estrada
Perfil: Homem, 70 kg, atleta de mountain bike com foco em provas de maratona. Utiliza a bike de estrada para realizar treinos específicos durante a semana.

Terreno predominante: circuito urbano, estrada com ondulações e falsos planos. Serras ocasionais.

Relação de marchas inicial: 10 velocidades, 53×39 – 11×27

Este é um atleta com bastante resistência, porém não muito reativo, e pedala quase sempre sentado. É capaz de sustentar 4W/kg com cadência média de 85 rpm em um contrarrelógio de 30 minutos no plano, e mantém a mesma cadência nas subidas mais longas e pedala ainda mais travado em pé. Ou seja, é razoavelmente um smasher. Além disso, é um ciclista que lida bem com os saltos entre os pinhões maiores do cassete (21, 24 e 27 dentes) nas subidas longas. Em vista das características das provas de mountain bike maratona que ele participa, as cadências mantidas e as relações de marchas mais utilizadas em situações críticas não demandaram mudanças nem nas coroas nem no cassete.

Exemplo B – Bike de estrada
Perfil: Homem, 82 kg, ciclista recreativo que participa de eventos esportivos de estrada ocasionalmente.

Terreno predominante: Estrada com ondulações, falsos planos, serras ocasionais.

Relação de marchas inicial: 11 velocidades, 52×39 – 12×28

Mais pesado e um pouco menos potente que o ciclista A, nosso exemplo B tem características bem diferentes. No princípio do treinamento, mantinha 80 rpm nos planos, mas após um período com bastante trabalho de cadência, passou a sentir-se confortável entre 86 e 89 rpm no plano. A surpresa veio após um teste de performance em que ele sustentou 95 rpm em uma subida longa de 4% de inclinação. Ou seja, ele pedala muito mais solto nas subidas no que no plano, e é surpreendentemente um bom escalador, dado a sua relação peso/potência.

Com a possibilidade de trocar apenas o cassete, mas com as amplas possibilidades de um bloco de 11 velocidades, optamos por um 11×32, que dá um belo “extra” nas combinações mais curtas (mais leves). O ideal nesse caso, porém, seria substituir também o pedivela para um modelo semi-compacto 52×36. Essa relação manteria a oferta de opções longas para a sua faixa de cadência nos planos, mas também oferece várias combinações leves o suficientes para girar mais nas subidas entre 4% e 6%.

Exemplo C – Bike de estrada e triathlon
Perfil: Mulher, 51 kg, triatleta que participa de todas as modalidades do triathlon e eventos esportivos de estrada recorrentemente.

Terreno predominante: Estradas planas, falsos planos, subidas curtas e duras e serras.

Relação de marchas inicial: 11v, 50×34 – 11×28

Tínhamos duas bicicletas neste caso: uma bike de estrada convencional e uma bike de triathlon, ambas com a relação de marchas descrita acima. A ciclista é leve, ágil, mas com pouca força. Contudo, sua cadência alta resultava em uma potência (estimada) relativamente “razoável para boa”, logo abaixo dos 3W/kg no limiar. Suficiente para encarar com firmeza as serras mais duras dos eventos de estrada mais famosos do Brasil, mas sem margem para erros na relação de marchas.

A bike de estrada era a principal bike de treinos, e também a bike para eventos de estrada e para as provas de short-triathlon, por ser mais ágil nas arrancadas e mais rápida nas curvas dos circuitos mais curtos e travados dessa modalidade. A bike de triathlon ficava reservada para treinos específicos e provas de triathlon olímpico e Ironman.

Na bike de estrada, substituímos o cassete por um 11×32, para garantir uma cadência entre 80 e 85 rpm mesmo em subidas de 7%. Na bike de triathlon, as alterações foram maiores: aproveitamos o desgaste do pedivela para experimentar uma coroa menor de 36 dentes e colocamos um cassete 12×25. O bloco 11×28 (11-12-13-14-15-17-19-21-23-25-28) não possuía os pinhões de 16 e 18 dentes, e os pinhões de 11 e 28 dentes eram pouco utilizados.

A opção 12×25 (12-13-14-15-16-17-18-19-21-23-25), por outro lado, não tem saltos entre os 12 e 19 dentes. Ciclistas menos potentes e que giram mais, especialmente em situações de terreno plano, são mais sensíveis aos saltos na relação de marcha, e precisamos evitar a situação em que “uma marcha é leve demais, e a seguinte já é pesada demais”.

Exemplo D – Bike de TT/triathlon
Perfil: Homem, 78 kg, triatleta que participa de todas as modalidades do triathlon e provas de ciclismo contrarrelógio recorrentemente.

Terreno predominante: Estradas planas, falsos planos

Relação de marchas inicial: 10v, 52×39 – 11×28

Aqui temos um ex-ciclista muito forte, da velha-escola, totalmente smasher. Se o nosso amigo do exemplo B mantinha 80 rpm em pedais leves no plano, nosso caso C mantém essa mesma cadência em provas de contrarrelógio, o que soa bastante doloroso. E, curiosamente, ele utilizava uma pedivela de 52 dentes na coroa maior. Resultado: eu o vi cumprir um contrarrelógio a 44 km/h com uma cadência média de 82 rpm, o tempo todo em 52×12. Após um período insistindo em trabalhos de desenvolvimento de cadência, nosso experiente exemplo elevou sua média em testes controlados para 88 rpm, um ganho expressivo dado suas características e histórico pessoal.

Teoricamente, ele passaria a realizar o mesmo contrarrelógio em 52×13. Com tanta potência e em situações tão críticas, pensamos que ele poderia obter alguma pequena vantagem extra se encontrássemos uma forma de reduzir o atrito causado pelo uso constante de um pinhão tão pequeno e pelo desvio no alinhamento entre a coroa maior e os pinhões menores. Vimos isso há um tempo atrás na bike do ciclista alemão Tony Martin, com sua coroa customizada de 58 dentes.

Com algum custo, encontramos uma coroa de 56 dentes (pareada com uma coroa menor de 42 dentes), para que, em nossas simulações, nosso amigo C pudesse repetir a mesma performance daquele contrarrelógio, mas utilizando o pinhão de 14 dentes. Isso significa que seu chainline (alinhamento entre coroa e pinhões) foi otimizado na relação mais usada nos planos. E o melhor, ele ainda teria um extra para as descidas sem precisar extrapolar sua faixa de cadência preferida, e poderia encarar melhor os falsos planos e ventos contra sem cruzar muito a corrente.

Exemplo E – Bike de estrada

Perfil: Homem, 66 kg, ciclista que participa de eventos esportivos e provas de estrada e circuito recorrentemente

Terreno predominante: Estradas onduladas, subidas curtas e íngremes, serras variadas

Relação de marchas inicial: 10v, 52×36 – 12×25

O exemplo D é este que vos escreve. Totalmente ao contrário do ciclista do exemplo B, prefiro manter uma cadência alta nos planos (90 a 100 rpm em esforços moderados e 105 a 115 quando a coisa fica séria), mas vou um pouco mais travado nas subidas longas (80 a 90 rpm, também dependendo do esforço). Os problemas da relação de marchas apresentada acima são amplos: corrente sempre muito cruzada nos planos (constantemente usando os pinhões de 17, 19 e 21 dentes) e a relação  mais curta não é leve o suficiente para encarar sentado as subidas de 10% ou mais. A troca por um cassete 11×28 resolveu a segunda questão, mas piorou a primeira, pois os saltos entre os pinhões ficam mais acentuados, o que é indesejável para um ciclista de pouca potência como eu. A opção ideal seria partir para uma pedivela compacta 50×34 e utilizar um bloco de 10v 11×27 ou um upgrade para 11v com 50×36 e 11×28. Assim, o chainline seria otimizado (mas em um raciocínio oposto ao exemplo C) ao utilizar a coroa maior, e ainda teria a versatilidade necessária na coroa menor.

Gabriel Vargas Coaching é apoiado por capacetes Kali Protectives, Yaathe vestuário de ciclismo e Cycle Station Bike Shop & Tech Service

www.gabrielvargas.com.br

ONDE É O PEDAL? V MTB DAS TEREZINHAS

Agora foi a vez das TEREZINHAS.
Turma do ONDE É O PEDAL? se fez presente e fez bonito
Aconteceu no último domingo o V MTB DAS TEREZINHAS, na vila de Poço Fundo.

Uma prova muito disputada com a participação de vários atletas de outras cidades que vieram prestigiar, participar e deixar a prova mais difícil, pois além do percurso duro e sofrido, o tempo dificultou ainda mais para os guerreiros que participaram da corrida.

Foi um domingo onde o sol não deu trégua e a galera sofreu com a alta temperatura, subidas, estradões arenosos e aquelas prazerosas "costelas de vaca". que serviam de "incentivo" para que os menos preparados pensassem em desistir. Mas a galera estava disposta e foram até o fim, se superando e mostrando a força de vontade, disposição e garra de cada um.


A Turma ONDE É O PEDAL?, esteve representada através de seus organizadores em seu oitavo desafio.

Jânio e Sueide participaram da corrida e não fizeram feio. Jânio subiu ao pódio conquistando o terceiro lugar na categoria master C deixando vários concorrentes para trás. Já Sueide não teve tantos adversários. O que não diminuiu o sofrimento e garra da mesma, pois apesar de correr sozinha a categoria feminina, deu exemplo para as outras mulheres que se fizeram presente na corrida e percebeu que mesmo seu ter uma disputa com outras ciclistas, não diminuiu o ritmo e deu o melhor de si realizando uma bela prova e erguendo o troféu com dignidade.


Outra equipe que fez bonito, foi a da Movelaria Nossa Senhora Aparecida que esteve presente em vários pódios e também mostrou sua força.

Equipe Movelaria Nossa Senhora Aparecida: Destaque do evento




 






Destacamos também a bela vitória de Valdiere (Diere) que superando uma queda de média gravidade, levantou, jogou a poeira e deu a volta por cima e chegou no lugar mais alto de sua categoria.


 

Palavras de Dieri "Depois de uma queda feia, consegui ficar em primeiro lugar. Agradeço primeiramente a Deus e a Iran Bikes que está me ajudando"
Resultado da queda de Diere mostrando
que nem só de flores vive um vencedor
Seguimos parabenizando este atleta que é exemplo de vida com sua força de vontade e disposição e vem fazendo a diferença no meio dos ciclistas.

Falo de Lídio Júnior que  chegou em primeiro lugar provando que quando temos um foco e sabemos o que queremos, tudo fica mais fácil de realizar. Este é o segunda vez que ele é destaque no lugar mais alto do pódio. Da outra vez, (Confiram aqui), sem adversário, muitos não acreditaram em sua capacidade, mas agora ele mostra que não está pra brincadeira.




 Seguimos com os demais pódios da corrida.

 

 

 

No pódio da categoria Sub -30 Tiago Bento levou a melhor. 
Esperava-se ver Tiago no pódio da Geral, pois ele é um atleta de ponta que se destaca em várias corridas do nordeste ganhando muitas das que disputa. Mas nem sempre o atleta está no seu melhor dia.

Veja o que Tiago falou sobre a prova:
"Hoje participei de mais desafio das Terezinhas em poço fundo, uma prova boa e bem disputada. Um percurso de 60 km de muito estradão. O sol castigou muito hoje, na largada fico num pelotão grande, mais no meio da prova alguns atletas fugaram. Continuei mantendo meu ritmo mais nos últimos kms da prova minhas pernas travaram e fui alcançado. Não deu pra subir no pódio da geral mais fiquei muito feliz por te conseguido o 1° lugar na Sub-30.
Agradeço a galera que me ajuda 
#MOVELARIANOSSASENHORAAPARECIDA Rony Bala
#ACADEMIAAQUATICARAYA7 Artur Rocha
#SANDROCABELELEIRO Sandro Silva
Parabenizar os parceiros Anderson Barros e Lucas Aleixo e os demais atletas do pódio da geral."
 
 Pódio Feminino
Sueide mais uma vez em primeiro lugar.
Pódio da categoria Elite com Iguana, Marcelo (Dé Doidin), Anderson (Nega Bá), Beto e Chaparrau


 

 Finalizamos nossa matéria com as palavras de nosso amigo Jânio que está fazendo um belo trabalho no incentivo a prática deste esporte que a cada dia conquista mais pessoas.

"MAIS UMA VEZ FOMOS A LUTA PARA REPRESENTAR NOSSA GALERA E DESTA VEZ EU ("JANIO ") FUI CORRER E NÃO FIZ FEIO. CONSEGUI CHEGAR EM TERCEIRO NUMA CORRIDA MUITO DIFÍCIL COM MUITAS COSTELAS DE VACA E AREIÃO, SUEIDE NÃO TEVE CONCORRENTE CORREU SÓ PRA MOTIVAR AS MULHERES A CORREREM NAS BIKES. A GALERA DE ONDE É O PEDAL? VEM MOTIVANDO AS PESSOAS A PEDALAR E ENFRENTA NOVOS DESAFIOS.
 TEMOS COMO OBJETIVOS,  MELHORA A QUALIDADE DE VIDA DESTAS PESSOAS.
 VOÇÊ QUANDO COMEÇA A PEDALAR SE TORNA UMA PESSOA MAIS SAUDAVÉL, ALEGRE , SOCIAVÈL, CONFIANTE , ENFIM CURTIR A NATUREZA E ENFRENTA SEUS DESAFIOS."

QUERO AGRADECE AOS PATROCINADORES QUE SÃO ELES QUE NÓS AJUDAR A FAZER PARTE DESTEs EVENTOS .# JOGGOFFI #JLConstrução #JP Rações

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Vai Pedalar? Confira algumas dicas para diminuir os riscos

 Durante uma pedalada, vez por outra acontecem imprevistos que podem ser evitados se você alguns cuidados antes de pegar a estrada


1 - Proteja sua cabeça. Use capacete
.. Nunca dirija uma bicicleta sem usar o capacete. Os capacetes para ciclistas podem reduzir lesões importantes no crânio e no cérebro em cerca de 85%. Escolha um capacete que se ajuste corretamente ao seu tamanho de cabeça.

2 - Veja e seja visto
.. Use roupas que lhe tornem mais visível nas ruas. Sempre que possível use cores fluorescentes ou claras quando dirigir uma bicicleta, principalmente no período noturno.

3 - Evite dirigir bicicleta à noite
.. Crianças não devem dirigir uma bicicleta à noite. É muito mais perigoso dirigir uma bicicleta à noite do que durante o dia. A maioria das bicicletas são equipadas para uso à luz do dia e precisam ser adaptadas para uso à noite.

4 - Para dirigir à noite, você deve fazer o seguinte:
.. Utilize refletores especiais que devem ser instalados nas bicicletas e mantidos inclusive para o uso de dia. Se um bagageiro for colocado na bicicleta, verifique que os refletores fiquem à vista.
.. Adicione na frente e na traseira da bicicleta as luzes mais brilhantes que você puder encontrar em lojas especializadas.
.. Utilize tecidos ou materiais refletivos – não apenas brancos ou fluorescentes – especialmente na canela, punhos, costas e no capacete.
.. Dirija apenas em áreas conhecidas para você. Ruas ou avenidas iluminadas são os melhores caminhos.
.. Sempre pense que você não está sendo visto pelo condutores dos veículos.

5 - Permaneça alerta. Sempre procure por obstáculos no seu caminho
.. Fique alerta o tempo todo. Pedale sempre olhando para frente e na direção que você quer ir, desse modo você poderá antecipar obstáculos que possam causar uma queda da bicicleta, tais como galhos, lixo, buracos, rachaduras na pista.
.. Antes de contornar um obstáculo ou qualquer objeto, olhe à frente e para trás de você para verificar o trânsito. Planeje antes de manobrar e sinalize sua intenção de mudar de rota. Se você estiver inseguro ou não tiver a habilidade, pare a bicicleta, desça e contorne a pé.

6 - Siga o fluxo. O caminho correto é à direita dos carros
.. Dirija do lado direito em uma direção reta e previsível. Sempre siga em fila única na mesma direção que outros veículos. Dirigir na contramão do sentido do trânsito coloca você onde os motoristas não esperam que você esteja. Eles podem não lhe ver, podem cruzar o seu caminho, ou fazer uma curva em cima de você.
.. Crianças pequenas, geralmente abaixo de nove anos de idade, não são capazes de identificar muitas situações perigosas no trânsito e ajustar a direção da bicicleta de maneira apropriada e, portanto, não
devem ter permissão para dirigir nas ruas sem supervisão de adultos.
.. Crianças que tiverem permissão para dirigir nas ruas sem supervisão devem ter as habilidades necessárias para seguir as regras de conduta do Código de Trânsito Brasileiro.
.. Verfique sempre o trânsito. Sempre esteja alerta para o trânsito em volta de você, mais de 70% das colisões entre bicicletas e carros ocorrem em retornos, curvas ou interseções de pistas. Antes de entrar na rua ou em uma interseção, verifique o trânsito. Sempre olhe para a esquerda- direita-esquerda antes de colocar sua bicicleta na pista.
.. Se você já estiver no trânsito, sempre olhe para trás e, então, sinalize antes de fazer uma curva para a direita ou para a esquerda.

7 - Aprenda e obedeça as leis de trânsito
.. Bicicletas são consideradas veículos. Ciclistas devem obedecer às mesmas regras que os motoristas de veículos motorizados. Leia o Código de Trânsito e aprenda a seguir todas as regras de conduta de um veículo nas vias públicas.
.. Sempre sinalize seus movimentos. Seja atencioso com os pedestres e outros condutores de veículos.
.. Nunca utilize fones de ouvido enquanto estiver pedalando porque o som pode atrapalhar sua habilidade de escutar o trânsito.

8 - Mantenha sua bicicleta com boa manutenção
.. É sua responsabilidade assegurar que a bicicleta tem perfeita condição de ser utilizada com segurança. A bicicleta deve ter o tamanho apropriado para sua altura e idade. Você terá dificuldades de controlar uma bicicleta muito grande ou muito pequena. Ficando de pé, a barra superior da bicicleta deve ficar pelo menos um palmo de distância do seu quadril. Esse é o tamanho apropriado.
.. Verifique que o assento da bicicleta está ajustado na altura correta. Sente-se sobre o banco com o seu pé sobre o pedal: sua perna deve ficar levemente dobrada. Isso ajudará a evitar o desgaste dos joelhos quando
você pedalar.

9 - Sempre verifique os freios antes de pedalar.. 
Sempre controle sua velocidade usando os freios da bicicleta. Use sempre o freio traseiro antes de usar o freio dianteiro. Mantenha os freios sempre ajustados. Se você não puder parar a bicicleta rapidamente, ajuste os freios.
.. Quando você aciona o comando dos freios, a alavanca não deve encostar no guidom. Se para acionar o freio está sendo necessário muita força, então é hora de levar a bicicleta para uma oficina autorizada para
reparo. As borrachas de freio devem se desgastar igualmente e nunca estarem separadas mais do que meio centímetro do aro das rodas.
.. Dirija devagar em tempo de chuvas e acione os freios antes quando a pista estiver molhada – será necessária maior distância para parar.

10 - Sempre verifique as rodas 
.. As rodas devem estar presas com firmeza. Se sua bicicleta tem uma alavanca para prender as rodas, é sua responsabilidade verificar que a alavanca está firmemente fechada o
tempo todo.
Verifique suas rodas todas as vezes que for pedalar, depois de qualquer queda, ou depois de transportar sua bicicleta. Se você não souber o quanto firme as rodas devem estar presas, procure uma oficina autorizada antes de dirigir sua bicicleta.

Fica a dica

5 alimentos que todo ciclista deve consumir

Antes de andar de bicicleta, é preciso apostar em alimentos leves que ofereçam carboidratos, vitaminas e muita água. Veja a lista.

O número de pessoas que utiliza a bicicleta como meio de transporte, atividade esportiva ou de diversão é cada vez maior no Brasil e no mundo. Embora pareça um exercício tranquilo, andar de bike exige vários cuidados com o corpo, principalmente na alimentação. Nesta matéria, o CicloVivo separou cinco alimentos que não devem faltar na dieta de nenhum ciclista – tanto para quem anda de bike todos os dias, como para quem dedica apenas uma hora na semana para curtir um pedal.

Antes de subir na bike, o ciclista não deve consumir alimentos pesados. Como exigem mais esforços em sua digestão, estes alimentos comprometem o desempenho do organismo, além de poder causar dores e desconfortos no estômago durante o trajeto. Evitar alimentos gordurosos, diuréticos e ricos em cafeína, além de não esquecer a garrafa de água em casa são dicas indispensáveis para os ciclistas – fora isso, é muito perigoso pedalar de barriga vazia. Confira a lista de alimentos:

Pão integral
Indicado para esportistas de todos os tipos, o pão integral traz inúmeros benefícios para quem anda de bike, independente da frequência e da modalidade. O alimento é rico em carboidratos e mais calórico do que a versão convencional, mas oferece fontes de fibras que regulam o intestino sem causar desconfortos durante as pedaladas. Consumindo duas fatias de pão integral por dia, o ciclista consegue aproveitar todos os benefícios do alimento, preparado com diversas sementes e cereais.

Maçã
Vermelha ou verde, a maçã é um dos alimentos mais acessíveis e completos em oferta de nutrientes. A fruta é indicada para quem anda de bike porque traz saciedade ao organismo durante as pedaladas, é rica em vitaminas que fortalecem a imunidade e possui 85% de água, auxiliando na hidratação do ciclista. Fora isso, a maçã possui antioxidantes que ajudam a melhorar a capacidade respiratória, protegendo os pulmões. Comer uma só maçã antes de pedalar já é o suficiente para garantir todos os benefícios da fruta.

Morango
O morango é uma das frutas mais eficientes para os ciclistas. Mais de 90% de sua composição é água, ou seja, seu potencial de hidratação é muito alto. Fonte de vitamina B5 e ferro, a pequena fruta aumenta o desempenho de quem anda de bike, pois fortalece ossos e músculos. Embora seja pouco calórico (são cerca de 50 calorias para 10 unidades médias), o morango não deve ser consumido em excesso, pois sua concentração de potássio e magnésio têm efeito diurético, podendo estimular o sistema urinário durante as pedaladas.

Beterraba
A nutritiva raiz é indicada para quem decidiu trocar o carro pela bicicleta, porque, além de ser rica em vitaminas, também oferece altos índices de cálcio e ferro, que fortalecem o organismo para a prática esportiva. Na tabela de nutrientes, também figuram o sódio e o potássio – enquanto o primeiro evita o desperdício de líquidos do organismo durante a atividade física, o segundo aumenta a potência dos músculos, principalmente dos que são exigidos durante o pedal.
A beterraba é um alimento bem versátil, utilizado no preparo de refeições, doces e bebidas. O suco, preparado com a raiz, é uma boa alternativa para os ciclistas, podendo ser consumido antes, durante ou depois de andar de bicicleta.

Iogurte 
Se você costuma pedalar no começo do dia, aproveite para consumir iogurte logo no café da manhã, ou, se você anda de bicicleta em outros horários, aposte no alimento durante os intervalos das refeições. Isso vai melhorar o seu desempenho em cima da bicicleta, uma vez que o iogurte possui muito cálcio e oferece altas quantidades de carboidrato e aminoácidos, que fortalecem os músculos e ainda estimulam o crescimento deles. O iogurte também incentiva as pessoas a consumirem mais frutas – além de saborosas, as combinações com o derivado do leite trazem mais benefícios para quem anda de bicicleta.

Fonte: Ciclo Vivo
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ONDE É O PEDAL? DESTA VEZ FOI EM CUMARU NO 1° XCO

Para não perder o costume e nem ficar parado na monotonia, a Turma ONDE É O PEDAL? voltou á ativa e se fez presente no I XCM CUMARU que aconteceu no último domingo na cidade do mesmo nome, ou seja, em Cumaru.


Este foi o 7º DESAFIO DA GALERA ONDE É O PEDAL? E como é de praxe, fizeram bonito mais uma vez.

Nós que fazemos o Ciclo Mania estamos ficando mal acostumados com a performance da galera que sempre nos proporcionam momentos de alegrias com suas vitórias e conquistas.

Santa Cruz com seus guerreiros que lutam dia a dia nos treinos solitários se doando ao máximo e no anonimato, para atingir o melhor rendimento nas provas, colhem os frutos quando o bicho pega na hora da onça beber água. É o que vemos ao longo do tempo nas coberturas dos eventos que sempre nos chegam.

Resultado da elite. Santa cruz em peso no pódium
Alguns dos nossos representantes.

 

  

 

Momento de descontração dos nossos atletas
 

 

Momentos da saída e chegada da corrida.

 

 

Momento da saída
 

 

 

 

 


 


Vencer é apenas o resultado de horas árduas de treinamento forte.
Os Pódiuns completos com os atletas de Santa Cruz, galera determinada que onde vai, marca presença no pódium, quer seja no lugar mais alto ou não, sempre tem algum representante de nossa cidade.. Parabéns a todos os participantes.


 

 


 


 

Fica aqui os agradecimentos do nosso amigo Jânio que organiza a turma ONDE É O PEDAL?

"Nós que somos apaixonados pelo mountain bike temos mais uma opção para se aventurar sem sair da nossa região. É o Caminho das serras aqui em na região de Cumaru. Nunca vi tantas subidas juntas em um só percurso, Quem realmente estava preparado para enfrentar um circuito de 60km que destes, mais da metade era só subindo serras, que percorreu entre os municípios CUMARU E AMEIXAS., passando por trilhas , estradões e a chegada numa serra pra desafiar os participantes , com um sol pra cada corredor mais fomos a luta."

QUERO AGRADECE AOS PATROCINADORES QUE SÃO ELES QUE NÓS AJUDAR A FAZER PARTE DESTEs EVENTOS .# JOGGOFFI #JL Construção #JP Rações

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Valeu amigos que sempre visitam nossa página e até o próximo desafio quer será nas a CORRIDA DAS TEREZINHAS EM POÇO FUNDO no próximo domingo

Fotos: Onde é o pedal?