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quarta-feira, 27 de abril de 2016

A UCI suspendeu a Belga Femke Van den Driessche por seis anos.

 A UCI confirmou o primeiro caso de doping mecânico

Femke Van den Driessche, ciclista belga.
Foto: BELGA / AFP
A atleta de 19 anos foi reconhecida culpada por "doping mecânico" e suspensa "por um período de seis anos, de 11 de outubro de 2015 a 10 de outubro de 2021", informou a UCI.

A jovem belga também foi multada em 20.000 francos suíços (18.180 euros) e teve seus títulos de campeã mundial Sub-23 e campeã belga cassados.

"A bicicleta foi escaneada por meio de um novo teste de ressonância magnética que começou a ser usado neste ano pela UCI. O motor foi detectado quando a bicicleta estava no local onde a competidora armazenava seu material. Tratava-se de um motor Vivax, escondido, junto com a bateria, no tubo da sela, e acionado com controle remoto escondido por baixo do guidão", detalha o texto.

"Investimos recursos consideráveis no desenvolvimento dessa nova tecnologia e reforçamos as sanções aplicáveis contra qualquer pessoa reconhecida culpada por este tipo de trapaça", reagiu o presidente da UCI, o inglês Brian Cookson, citado no comunicado.

Depois de ser flagrada, Van den Driessche colocou a culpa num mecânico. "Esta não era minha bicicleta. Pertencia a um amigo, e era idêntica ao meu", alegou a belga, em lágrimas, em entrevista ao canal Sporza.

"Este amigo foi reconhecer o percurso no sábado, e colocou sua bicicleta de volta no caminhão. Um mecânico, que pensava que fosse a minha, a preparou para a corrida", explicou a jovem ciclista, jurando que "ignorava totalmente" a existência de um motor.

Fonte: RevistaBicicleta

terça-feira, 26 de abril de 2016

Entenda porque o pneu da bicicleta esvazia aos poucos


Muitas vezes verificamos que o pneu da nossa bicicleta esta mais vazio, mesmo que nós os tenhamos enchido na semana passada, mas porque isto ocorre?

Na verdade isto ocorre não só com bicicletas, mas com carros, motos e tudo que armazena gases.

Muitas pessoas associam este comportamento do pneu esvaziar ao fato da bicicleta estar parada, eu pensava assim, estava enganado. Tudo aquilo que armazena gases passa pelo processo de efusão de gases. A efusão dos gases é um tipo particular de difusão, em que há o vazamento dos gases através de pequenos orifícios (ou paredes porosas, que é um conjunto de pequenos orifícios).

Então acontece que aos poucos o ar realmente vai escapando por pequenos poros, ou por algum pequeno espaço entre o pneu e a roda, mas principalmente pela válvula do pito. Contrariando o meu pensamento o pneu da bicicleta esvazia quando pedalamos mais do que quando ela esta parada, isto ocorre porque quando pedalamos muito o ar pressiona esta válvula, causando um relaxamento, principalmente em válvulas de baixa qualidade. Você pedala bastante e encosta a bike 2 dias, neste tempo o pneu esvaziou e você pensa logo que foi porque ela estava parada, mas na verdade enquanto você pedalava a válvula relaxou e com ela parada o ar foi escapando gradativamente.

Então me perguntaram, ser gordinho influencia?

A resposta é sim, se você é mais gordinho o pneu sofre mais pressão e consequentemente o ar que escapar por alguma parte frágil, neste caso a válvula. Se você esta gordinho continue pedalando muito e enchendo o pneu, com certeza mais cedo ou mais tarde você estará enchendo bem menos.

Dica extra

Mantenha seu pneu sempre calibrado, não o deixe muito vazio, pois isso pode causar rachaduras no mesmo.

Fonte: Pedala Salvador por Bruno Riggs 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bicicleta em Canção

Mais uma homenagem ao Dia Mundial do Ciclismo

15 de Abril – Dia Mundial do Ciclista

Hoje é comemorado o Dia Mundial do Ciclismos e nós do Ciclo Mania parabenizamos a todos os amigos ciclistas que pedalam mundo a fora.

O Dia da Ciclista, uma data pela qual destacamos os benefícios de andar de bicicleta. Pedalar melhora o condicionamento físico, aumenta a capacidade cardiorrespiratória e a prática está entre as mais apropriadas na prevenção e tratamento de doenças como: hipertensão, colesterol alto, infarto do miocárdio, entre outras.


Segundo os especialistas, andar de bicicleta auxilia na prevenção de distintos problemas decorrentes do sedentarismo. Porém, é necessário realizar uma avaliação médica para definir a intensidade do exercício, visto que cada indivíduo conta com um determinado peso e condicionamento físico.

De acordo com Thiago Benicchio, diretor geral da Ciclocidade- Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo,  a população tende a se sentir desestimulada a usar a bicicleta como meio de transporte, pois as grandes cidades contam com a falta de infraestrutura e  intervenções mais precisas com relação ao comportamento dos motoristas com relação aos ciclistas.

Quanto mais se pedala, mais o metabolismo acelera. Mantendo uma boa hidratação (antes, durante e após o treino) o corpo tende a potencializar e os processos orgânicos, incluindo a eliminação de toxinas e isso resulta no melhor funcionamento dos rins e na diminuição da retenção de líquidos.

As pedaladas tornam o coração mais fortalecido e os pulmões tendem a respirar com mais qualidade fazendo com que o metabolismo se torne mais eficiente, e permite que a renovação celular ocorra mais rapidamente e a eliminação de toxinas aconteça mais acelerada.

Antes de iniciar a atividade física com a bicicleta é necessário observar o sistema osteomuscular e os  portadores de cardiopatias, diabéticos e hipertensos devem consultar um médico para verificar de que forma podem se exercitar sem riscos.



"Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio". Por: Albert Einstein

E vamos pedalar!

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Como funciona o grupo hidráulico Rotor Uno?

Neste vídeo, o pessoal do site Bike Rumor mostra o funcionamento do grupo Rotor Uno, com sistema hidráulico de passagem de marchas. É bastante engenhoso e interessante, vale o play para conhecer como funciona:

Pernambuco terá sua primeira rota de cicloturismo, no Agreste

Percurso de 180 quilômetros ligará os municípios de Gravatá, Bezerros, Caruaru e Bonito


Visitar cachoeiras, museus, igrejas, parques ecológicos, praticar esportes radicais, conhecer um pouco da história do lugar aonde se passa. Atividades comuns a qualquer turista, como essas, vão poder ser feitas de uma forma diferente no Agreste pernambucano: de bike. A primeira rota de cicloturismo do Estado está prevista para entrar em funcionamento ainda neste semestre. O percurso de 180 quilômetros ligará os municípios de Gravatá, Bezerros, Caruaru e Bonito.

“Foi aberta licitação em março para sinalizar o trajeto, que começa e termina em Gravatá. A ideia é que o turista passe pelo menos uma noite em cada cidade. Cinco dias seria o tempo médio da viagem, mas cada um deve fazer seu tempo de acordo com sua resistência e com os atrativos que encontrar nas cidades, sem pressa”, explica a gerente de ciclomobilidade da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, Rosaly Almeida.

O percurso será sinalizado com placas informativas e indicativas em madeira ecológica. “Ele alterna passagens por trilhas, por terra batida e, em alguns momentos, pelas vias principais. O turista receberá um passaporte, que será carimbado em cada local onde ele passar e, ao final, um certificado de que cumpriu o trajeto. A proposta é baseada no Circuito Vale Europeu de Santa Catarina”, relata Rosaly.


O percurso do Agreste será dividido em quatro trechos: de Gravatá para Serra Negra (31km), de Serra Negra a Caruaru (31,8km), de Caruaru a Bonito (52km), e de Bonito a Gravatá, passando por Sairé (67,7 km). A previsão é de que a nova modalidade reforce a economia da região, uma vez que o turista gasta com hospedagem, alimentação (só em Gravatá são mais de 70 restaurantes) e lembrancinhas da viagem.

A rota e as atrações de cada município estarão disponíveis em um livro. “O de Santa Catarina é vendido por R$ 10, aqui ainda não definimos como vai funcionar, se será pago ou não. Mas as pessoas também poderão baixar as informações pela internet, gratuitamente”, destaca a gerente. Segundo ela, o trajeto foi desenhado em conjunto com ciclistas da região. “Percorremos a área de bicicleta para definir a rota”, salienta.

Agora, a secretaria se articula junto a donos de pousadas e restaurantes, para que eles se organizem de forma a facilitar a vida do cliente e estimular que ele fique mais tempo na região. Se uma pessoa faz reserva em uma pousada em outra cidade e resolve ficar mais tempo na que está, por exemplo, a alteração de data deve ser feita da forma mais simples possível, sem traumas. Os empresários envolvidos também devem ter todas as informações a respeito do circuito, dos atrativos locais, da culinária.


Outra questão ainda indefinida é se serão instalados pontos de aluguel de bicicleta no circuito. “Em geral, o perfil desse turista é de homens e mulheres entre 40 e 60 anos, com bom poder aquisitivo e interesse em conhecer a cultura local por um ângulo diferente, em maior contato com as pessoas de cada lugar. Muitos já carregam sua própria bicicleta”, diz Rosaly. “De qualquer forma, vamos conversar com comerciantes da região. E no Recife há locais para aluguel de bicicleta e taxistas com suporte para transportá-la”, observa.

Rosaly adianta que o objetivo do governo é, futuramente, criar novas rotas de cicloturismo no Estado. “Há pessoas que viajam pelo mundo percorrendo essas rotas de cicloturismo”, observa.

Pioneiro

O circuito do Vale Europeu catarinense foi o primeiro a ser planejado especialmente para ser percorrido de bicicleta no País. Ele tem um total de 300 quilômetros, com início e término na cidade de Timbó, a cerca de 30 quilômetros de Blumenau. O percurso pode ser dividido em parte alta – onde se chega a 700 metros de altitude, com relevo acentuado, e parte baixa, em que o ciclista passa por inúmeros rios, riachos e cachoeiras.

Fonte: Jc Online

terça-feira, 5 de abril de 2016

Shimano apresenta nova potência de frenagem com freios a disco hidráulicos do nível Tiagra

Marca japonesa oferece aos ciclistas a opção de quatro modelos de freio a disco para bicicletas de estrada


A Shimano apresenta ao mercado uma nova potência de frenagem com freios a disco hidráulicos do nível Tiagra. Os freios a disco Tiagra BR-RS405 estão abaixo dos grupos 105 e Ultegra na linha de produtos dedicados ao ciclismo de estrada. Freios a disco dão ao ciclista maior confiança no pedal em dias de chuva, em descidas longas e em áreas de maior risco. Dessa forma, são equipamentos excelentes para o ciclismo em diversas condições e estilos, exatamente onde o grupo Tiagra tem ótima performance.

O freio BR-RS405 foi projetado com uma unidade de caliper plana e alavancas STI (ST-RS405). Complementando o conjunto vem o rotor SM-RT81-S/SS de 140mm ou 160mm com tecnologia ICE TECH de resfriamento do sistema de freio. A tecnologia ICE TECH ajuda na dissipação do calor, oferecendo maior potência de frenagem justo quando o ciclista mais precisa, além de ter uma performance consistente em todas as condições de tempo com qualquer tipo de aro de roda.

Trocar de marchas e o ato de frear com a unidade integrada do Tiagra de dez velocidades é agradável, do ponto de vista ergonômico, para vários tamanhos de mão, graças à superfície suave da capa do STI e do seu mecanismo interno. As mudanças são bem vivas no sistema indexado de dez velocidades, em combinação com o leve esforço nas trocas de marcha que tem um clique bem definido, dessa forma você sabe que está na marcha correta. Além de tudo, o alcance da alavanca STI pode ser ajustado em até 10mm para aquele conforto a mais.

O freio BR-RS405 da Shimano adota a tecnologia de fácil montagem e manutenção utilizada em outros sistemas de freio hidráulico da Shimano. Com um funil para sangria, o ciclista poderá, de maneira eficiente e limpa, trabalhar na manutenção do seu freio em casa ou na oficina. O Tiagra BR-RS405 estará disponível no marcado a partir de julho de 2016.

Mais informações no site http://bike.shimano.com.br

Papo de Ciclista

Vendo uma postagem na net sobre a falta de opções de tipos de bicicletas que temos no país, achei interessante um debate de dois amigos nos comentários da postagem e trouxe para que a gente pensasse um pouco sobre a questão.

Variedade de bicicletas no Brasil é escassa

Daniel
O mercado nacional está padronizado. Hoje vende-se um tipo de bicicleta para todo mundo. De preferência mountain bike e agora com a modinha do aro 29 e freio a disco. Nada contra, acho demais. Mas 1/3 dos consumidores dessas bikes não precisam de uma bicicleta aro 29 e não sabem que o freio a disco nasceu originalmente para fazer trilhas. Detalhe: só fazem bikes aro 29 com freio a disco. Mais uma sacada do mercado, padronizou tudo. A manutenção de freios assim é bem mais cara.

Antigamente, haviam bikes de todos tipos, gostos, bolsos e necessidades. Hoje tem mais do nunca, o capitalismo selvagem, o modismo do momento e as pessoas que compram aquilo que é imposto pelo mercado. Claro dá para buscar bikes determinadas, específicas, principalmente pela internet, mas são importadas e assim, mais caras.

Luciano
É indiscutível que quem vende e fabrica bicicleta aqui no Brasil está em dissincronia com o mercado. O problema é que, fora isso, o mercado (= consumidores) não tem a mínima idéia do que precisa. Por exemplo, vamos analisar uma bicicleta que você conhece bem, a Caloi City Tour. Baita bike, custo razoável - para o meu bolso - e excelente para ciclomobilidade nas ruas e ciclovias de Curitiba e São Paulo. Mas saia das cidades servidas por ciclovia (e certamente que você concorda comigo que as nossa malha cicloviária é no mínimo sem-vergonha em extensão e qualidade), e aí a estória muda. Moro a 25 km de Curitiba, em uma cidade pequena, e aqui o pavimento, sendo educado, é uma lástima. Já tive bike "urbana", mas não tinha condições de aguentar o tranco. Hoje uso uma mountainbike para o trabalho, grande, pesada, pouco ágil e com freios a disco, porque é a única que tem condições de me carregar com (relativo) conforto. Pedalo a mais de 30 anos, tenho 4 bicicletas (entre mountain e ciclocross), e adoraria ver (e ter!) bikes "urbanas" decentes pelas ruas, mas não dá. O mercado brasileiro, por causa da infra-estrutura de 5º mundo, população ignorante (tanto motoristas, pedestres e ciclistas) precisa de bicicletas tipo Barra Forte mesmo. 

A população de ciclistas se divide em dois greandes grupos. Os entusiastas, aqueles que realmente gostam de pedalar, seja por esporte, lazer, convição ecológoica ou até os que entraram na moda da bike, e os que precisam pedalar para se locomover. Eu e você estamos no primeiro grupo, mas de cada 100 ciclistas na rua, quantos são iguais a nós? Vinte? 10? A indústria (fábricas e lojas) não oferece muito para nenhum dos dois grupos, e consequentemente, todo mundo se vira com o que consegue, com pouquíssima opções. Por exemplo, é fácil achar uma bike de estrada de mais de R$ 20000,00, mas tente achar uma decente o suficiente para treino e/ou competições por menos de R$ 3000,00. E virando a moeda, tente achar uma urbana que suporte a realidade de nossas ruas e ciclovias por menos de R$ 500,00.


Acho muito difícil essa situação mudar se o poder público não educar a população e não melhorar a infra-estrutura. Além disso, a indústria tem de aprender que não estamos na Europa, não adianta só oferecer bicicleta de alto padrão e totalmente esquecer da esmagadora maioria que pedala por esse país

Daniel
Concordo em parte amigo. Sim, nossa estrutura precária, mesmo nas cidades que pensam em ciclismo urbano, precisam de bikes mais fortes. O problema, é que nem bicicleta tipo barra forte você encontra no mercado. As mountain bikes são o padrão para tudo. Para nós homens, tudo bem. Dá-se um jeito. Também uso mountain para a cidade. Pego buracos e sigo meu caminho. Mas pensando de forma coletiva, acabou a época em que o mercado nacional adequava a bicicleta acessível financeiramente à mulher e à criança, de forma significativa. Hoje temos a bike fit, temos a internet, a importação que dá para a pessoa correr atrás exatamente do que quer, mas isso é para poucos, encarece demais a bicicleta. O mercado nacional está taxativo para os consumidores comuns. Muita gente andando de bicicleta errada, umas sofisticadas de mais outras de menos, ambas fugindo da real necessidade do (a) ciclista.

É isso aí!

Segurança: Parafusos prometem evitar roubo de partes da bicicleta

Prender a bicicleta no poste muitas vezes pode resultar no roubo de alguma peça da bike, seja o selim, as rodas, o guidão, pedais, etc;

Isso porque, com uma simples ferramenta, um ladrão pode desaparafusar a peça em poucos segundos. Pensando nisso, a empresa alemã Hexlox criou um parafuso "à prova de roubos".

O produto, que leva o nome da empresa, promete ser impossível de ser retirado sem uma chave específica e única. Para instalar, basta inserir o parafuso nos devidos encaixes e apertar utilizando a chave especial; para retirar, a chave destrava o mecanismo, que sai com ajuda magnética, sem precisar de nenhuma torção.


O Hexlox possui três tamanhos diferentes, comuns nas bikes do mercado, são eles:  4#, 5# e 6#. Além dos parafusos que pesam menos de 2 gramas cada e da chave, o produto é acompanhado por um cartão com um código de três dígitos, que representa o sistema utilizado pelos mecanismos; assim somente aquela chave com três dígitos específicos servirá para o conjunto.

O conjunto foi testado com diversas ferramentas como: "lockpicks" (gazuas), agulhas, pinças, jacarés, martelos, gelo líquido, serra tico-tico, chaves de fenda, etc. Inclusive foi testada por Frank S., um dos membros da Berlin Lockpicking Society (Sociedade de Lockpicking de Berlim), "Utilizei todas as ferramentas que tinha em mãos, mas não consegui tirá-lo (o Hexlox)" afirma Frank.

Detalhes do parafuso e da chave do Hexlox
O Hexlox que é produzido em aço inoxidável, promete ser a prova de ferrugem e água; e permite a substituição tanto de parafusos com encaixes de boca, quanto com encaixes de chave allen.

Atualmente o sueco Marcus e o australiano Ian estão buscando financiar o produto através de uma campanha no Kickstarter, e têm feito sucesso; arrecadando mais de três vezes a sua meta inicial de 20 mil euros.

Saiba mais sobre o produto no site dos desenvolvedores.