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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Participantes do World Bike Tour reclamam de problemas em bicicletas

Passeio teve início na Ponte Octávio Frias de Oliveira
Foto: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo
Participantes do World Bike Tour reclamaram da qualidade das bicicletas distribuídas para o passeio. Equipamentos incompletos foram entregues aos participantes, segundo ciclistas ouvidos pelo Bom Dia São Paulo. O atraso na chegada das bicicletas fez com que evento, previsto para acontecer no aniversário de São Paulo, fosse adiado para o último domingo (2).

O presidente do Bike Tour, Diamantino Nunes, disse que a organização identificou 16 pessoas que tiveram problemas e que ainda vai ser decidido se essas pessoas vão receber o dinheiro de volta ou ganhar uma bicicleta nova.

Oito mil participantes pagaram R$ 300 de inscrição cada um, o que dava direito a uma bicicleta por pessoa. Porém, os problemas dos participantes começaram antes da largada oficial do percurso de 10 km. A saída foi na Ponte Octávio Frias de Oliveira, na Zona Sul da capital.

“As bikes estavam jogadas nos canteiros, sem pneu, sem banco, toda quebrada”, afirmou diretora financeira Sueli Jacometti.

O motorista Amarildo Lacerda disse que vários ciclistas tiveram que desmontar bicicletas para montar a sua. “Está tudo com pneu murcho, roda torta, banco solto, guidão solto. Tem gente desmontando três bicicletas para montar uma”, afirmou. Segundo ele, um grupo foi orientado por policiais militares a registrar um boletim de ocorrência.

O estudante Rafael Álvares teve que recuperar peças para completar a sua bicicleta. “Peguei esse lixo. Um quadro sem pedal, banco, preciso agora de um pneu”, disse o estudante Rafael Álvares.

O organizador do passeio disse que as bicicletas foram entregues em condições de uso, horas antes do evento começar. “Nós não controlamos atos de vandalismo, mas o número de bicicletas colocadas com qualidade suficiente é superior ao número de inscritos”, disse Diamantino Nunes.

O autônomo Osni Pandori, que já participou de três edições, reclamou da assistência recebida. “Esse ano eu estou saindo empurrando bicicleta, porque não tá funcionando. O staff ficou dando risada e não fez nada. A organização desse ano que está ruim. Agora o passeio é excelente. Isso precisa ser salientado”, afirmou.

O Procon notificou novamente a organização do evento ainda nesta segunda-feira (3). Depois disso, os organizadores terão um prazo para se defender e apresentar as providências tomadas.

Fonte: G1 - São Paulo

Empresa brasileira lança lanterna traseira com rastreador GPS

Módulo permite a localização por GPS rastreamento pelo smartphone


A Nastek Tecnologia, empresa brasileira de tecnologia, anunciou o lançamento do Yon Bike Lamp, um rastreador GSM/GPS de alta tecnologia que vai embutido na lanterna traseira. Além da sinalização noturna, o equipamento rastreia a bicicleta por meio de um chip GSM/GPRS. A bike pode ser rastreada pelo smartphone e o aparelho emite SMS em caso de furto.

A lanterna é a prova d’água e pode ser usada na horizontal ou na vertical. Além disso, o Yon Bike Lamp tem um acelerômetro embutido que reconhece quando o usuário não está pedalando e desliga automaticamente para economizar energia.

Yon Bike LampOutro recurso do aparelho é a função “Fitness”. O Yon Bike Lamp ajuda a gerenciar as pedaladas com dados de tempo, calorias consumidas, velocidade e quilometragem percorrida. Todos esses dados podem ser compartilhados em mídias sociais em tempo real.

O produto ainda não tem data para chegar às prateleiras do Brasil. O preço deverá ficar em torno de R$ 360.

Mais informações no site www.nastek.com.br

Ponte circular suspensa na Holanda promete pedalada segura

Conheça o projeto Hovering, instalado em cidade da Holanda

O Hovenring, na cidade holandesa Eidhoven, é um projeto de ciclovia que surge como uma promessa de pedalada segura e prazerosa.

Que tal pedalar em uma ponte suspensa? Os holandeses já têm a sua
A estrutura montada acima da estrada foi projetada por uma equipe de design da empresa ipv Delft e, atualmente, paira sobre um cruzamento de uma estrada bem movimentada que, inclusive, já registrou muitos acidentes com ciclistas.

A estrutura tem 72 metros de diâmetro.

Veja o vídeo:

Quando os holofotes ofuscam

Foto: Tânia Carmonário
Ela sente um pingo de suor escorrer da sua testa até a ponta de seu nariz. Sabe que ainda falta muito para chegar ao final e sua respiração está tão ofegante que não sabe mais distingui-la do batimento cardíaco. O sol está queimando suas costas, o que a deixa ainda mais cansada, mas tem que seguir em frente.

Não há outro pensando em sua mente além dos filhos e da família. Os únicos que estiveram ao seu lado durante todos esses anos de dedicação, de momentos de ausência necessária, de momentos tensos e não tão tensos assim...

Tudo o que vê a sua frente é um enorme vazio, somente ela, Deus e a natureza. Uma vez ou outra, ela nota o motor de algum carro ou moto. Está tão concentrada que acha que isso é apenas ilusão.

As pernas nem doem mais. O cansaço começa a dar lugar à esperança, a alegria de rever seus filhos e um breve sorriso aparece em seu rosto.

É quando ela avista a linha de chegada. Faltam poucos metros para chegar. Nesse momento ouve os gritos do público, que são poucos e continua pensando em seus filhos.

Vamos! Você consegue! Vamos! Vamos! É o que ouve das pessoas gritando perto dela. Falta pouco, bem pouco.

E finalmente ela cruza a linha de chegada, sozinha. Deixando as concorrentes atrás, bem para trás. Ela vê os filhos correndo na sua direção e ela os abraça com força.

Quase sem fôlego, com o corpo todo suado, olha a sua volta e vê que há poucas pessoas prestigiando este momento que para ela é tão especial. Poucos repórteres também estão por lá. Um ou dois se aproximam dela para perguntar como foi a corrida, e ela só tem que agradecer àqueles que ficaram com ela esses anos todos, apoiando esse trabalho tão difícil que é ser uma ciclista em competição.

A cerimônia de premiação é breve e ela logo vai pra casa, feliz em companhia dos seus filhos. No dia seguinte, apenas uma notinha de jornal falando sobre a competição. Ela sorri apenas, pega sua bicicleta e vai treinar como sempre faz.

Por que lemos muito pouco sobre as mulheres que competem pelo mundo afora? Por que muitos não dão valor para essas guerreiras que têm que treinar, cuidar da família e filhos e ainda ganhar medalhas?

Fonte: Revista Bicicleta por Tânia Carmonário

ONG incentiva mulheres afegãs a pedalar

A ONG Mountain2Mountain (M2M) fundada pela norte-americana Shannon Galpin em um esforço para romper as barreiras de gênero, com especial atenção às mulheres e meninas em zonas de conflito. No Afeganistão, os esforços da ONG buscam incentivar o uso da bicicleta pelo público feminino.


 Shannon visitou o Afeganistão pela primeira vez em 2009. Ela pedalava por colinas nos arredores de Cabul, Afeganistão. Passando por caravanas de camelos e tanques soviéticos abandonados, ela percebeu que não via outras mulheres pedalando. “Estive nas áreas mais liberais do país, e nunca vi sequer uma garotinha andando de bicicleta, que dirá uma mulher adulta”, diz Galpin.

Foi em um café local que uma barista, ciclista amadora, revelou a Galpin que algumas mulheres afegãs estavam pedalando e haviam até formado uma equipe nacional. A informação pegou Galpin de surpresa, e ela só acreditou quando viu as mulheres com calças e mangas compridas, lenços de cabeça sob os capacetes, pedalando antes do amanhecer em antigas bicicletas. Uma mulher pedalando no Afeganistão é considerado ofensa cultural, por isso a cautela e discrição das afegãs ao treinarem. Embora intimidadas pelas limitações nos direitos femininos, o ciclismo afegão possui atletas muito competitivas, que concorrem internacionalmente.

Galpin afirma: “A bicicleta é considerada um tabu cultural para as mulheres de lá. O Afeganistão é um dos poucos países onde as mulheres não andam, mas ainda assim eu sabia que, como estrangeira, eu poderia ajudar a romper as barreiras de gênero e desafiar as percepções das mulheres ciclistas. Agora, foi incrível ver que existem mulheres afegãs ciclistas que compõem uma equipe nacional, graças aos últimos dez anos de progresso no Afeganistão. Ainda é arriscado para as mulheres pedalar, mas a mudança tinha que começar em algum lugar, e estas mulheres assumiram este papel”.

Shannon Galpin já havia criado a ONG M2M em novembro de 2006, em uma ação resultante de sua convicção de que todas as mulheres e meninas merecem os mesmos direitos e oportunidades. Para levar adiante sua missão, Galpin afastou-se de sua carreira de instrutora de Pilates e preparadora física, juntou os recursos que tinha, recrutou voluntários, doadores e buscou parcerias de todos os lugares do mundo que pudessem colaborar, a fim de capacitar as mulheres de regiões de conflito para se tornarem agentes de mudança, com dois projetos iniciais no Paquistão e Nepal.

No momento em que conheceu o Afeganistão, migrou os seus esforços para aquele país em busca de reivindicar o direito feminino ao uso da bicicleta, que além do esporte também representa a emancipação da mulher e a igualdade entre os gêneros no usufruto da vida social, da paz e da prosperidade. “No Afeganistão, são os rapazes e homens que usam a bicicleta diariamente. As mulheres que optam por fazê-lo são orientadas a andar com um membro masculino da família ou com um treinador. Levará muitos anos para que isso mude, mas muito parecido com o trabalho de outras organizações, como a Skateistan, que ensina meninos e meninas a andarem de skate, a mudança com relação à bicicleta ocorre à medida que mais e mais jovens abraçarem o esporte e aceitarem esta mudança. Não há lei que proíba as mulheres de pedalarem sozinhas, isso é apenas um tabu cultural, mas é o tabu, essencialmente, que está acima dos crimes morais que levam as mulheres afegãs à prisão ou até à morte. Ou seja, é um risco, embora não seja um crime”, afirma Galpin.


Se, por um lado, Shannon contribuía com as mulheres afegãs, por outro, ela também queria contribuir para a mudança de visão estereotipada que os americanos tinham do Afeganistão. “O Afeganistão é um país bonito, mais bonito do que a maioria das pessoas imagina. Eu sou uma ciclista e depois de várias visitas lá, comecei a perceber que aventura, exploração, arte e esporte são possíveis no Afeganistão e que eu podia mostrar um lado diferente do país do que o que o Ocidente normalmente vê. Eu também queria conhecer o Afeganistão de uma forma que só é realmente possível em uma bicicleta: cheirar, degustar, ter as interações de improviso com os afegãos”, explica.


O cenário atual

Segundo a União Ciclística Internacional, o Afeganistão conta atualmente com 45 afegãs licenciadas em três categorias: júnior, sub-23 e elite, que participam de eventos UCI. O sonho de Galpin é contribuir para que o país tenha representantes femininas nas Olimpíadas do Rio, em 2016. Ao longo do tempo, a ONG contribuiu com equipamentos, ajudas de viagem para competições, e especialmente no contato com o governo, parceiros e entidades da modalidade buscando base para a formação e preparação das ciclistas. “Minha casa parece um episódio de Acumuladores”, brinca Galpin ao citar o documentário da Discovery sobre pessoas que acumulam coisas. Ela distribuiu mochilas, ferramentas, selins, sapatilhas e camisetas para as ciclistas da equipe afegã.

Há alguns meses, a ONG trabalhou na gravação de um documentário, com recursos advindos de financiamento coletivo kickstarter, com o apoio de 208 investidores. Galpin foi acompanhada por uma fotógrafa, uma escritora, uma gerente de mídia social e duas cineastas, para concretizar o curta-metragem.

Os trabalhos da ONG não se restringem ao auxílio à equipe. A M2M também procura a mudança cultural através da educação - já que o futuro está nas mãos das crianças e jovens. Contribuir com a formação de valores resultará, no longo prazo, em transformação social. Segundo a ONG, se 10% das meninas de um país em desenvolvimento tiver acesso à educação, a economia daquele país tende a crescer 25%. No Afeganistão, ainda há aldeias em que nenhuma mulher sabe ler ou escrever.

Uma das ações é o oferecimento de treinamentos intensivos para parteiras. A iniciativa foi tomada porque a gravidez é uma das principais causas de morte de meninas entre 15 e 19 anos naquele país. Em média, uma afegã dá à luz sete filhos. Há estatísticas, segundo a ONG, que mostram que uma em cada 62 mulheres que vivem no Afeganistão morre durante o parto. A mortalidade infantil naquele país é o maior do mundo: uma em cada quatro crianças morre antes dos cinco anos. Com parteiras capacitadas, inclusive com conhecimentos sobre técnicas de saneamento básico e pré-natal, especialmente nas regiões rurais, muitas destas mortes poderiam ser evitadas. As mulheres capacitadas recebem uma bolsa, o que também coopera para a atuação delas no contexto social e econômico de suas vilas.

Outro problema a que a ONG move esforços é para a educação de crianças surdas que, atualmente, somam 10 mil no Afeganistão. O número elevado de casos de surdez decorre de inúmeros fatores, inclusive as complicações de parto, ferimentos de bombas e minas e a falta de serviços preventivos e vacinação. Através da mobilização da ONG, em 2010 o governo doou um terreno de cinco hectares para a construção de uma escola para surdos. Agora o alvo é reunir 800 mil dólares para a construção da escola e centro de formação de professores, além de uma fazenda para formação profissional em agricultura para surdos.

O número de mulheres presas no Afeganistão também é muito grande. A M2M trabalha no sentido de advogar e alfabetizar as prisioneiras, criando oportunidades para quando elas forem liberadas.

Além disso, centros de reabilitação e laboratórios de informática para escolas de meninas em Cabul, incentivo a artistas afegãos e à atuação feminina em busca de se fazer ouvir estão entre os projetos da ONG naquele país.

Por que Galpin decidiu ajudar?

A sensibilidade, empatia e coragem permitiram que a M2M estivesse na vanguarda deste importante trabalho social. Em seu portal na internet, a entidade afirma que as mulheres e meninas são o recurso mais subutilizado do mundo, e os esforços da ONG por uma mudança neste sentido buscam fortalecer a humanidade comum, conectar culturas e comunidades, respeitar a diversidade histórica e cultural, desde que isso não represente prejuízo para os direitos das mulheres, que no final das contas, são direitos humanos. “No coração da ONG está a ideia de conectar comunidades e culturas... Montanha a montanha, aldeia em aldeia, de pessoa para pessoa. Eu deixei meu trabalho, vendi minha casa, e tenho trabalhado nos últimos cinco anos no Afeganistão”, conta Galpin.

Essas características tão presentes de comprometimento na trajetória filantropa de Galpin possuem raízes tristes. Aos 17 anos ela foi estuprada e esfaqueada por um homem desconhecido enquanto caminhava em um parque vazio, no centro de Minneapolis - EUA, mas até 2009, apenas a família e amigos próximos tinham conhecimento do caso. “Eu não queria ser definida como vítima, eu não percebia que a vitimização poderia também ser uma fonte de força”, conta. Tempos depois, sua irmã passou pelo mesmo trauma.


A bicicleta foi o instrumento promotor de felicidade e de esperança que conquistou Galpin e que ela pretende oferecer a quem puder ajudar. “A bicicleta é a minha sanidade, minha parceira de aventura e exploração, o melhor símbolo de liberdade que eu conheço. Eu sou mais feliz quando estou pedalando por trilhas de terra. Em todo o mundo, a bicicleta é utilizada como um veículo para a justiça social. Mesmo em nossa própria história, aqui nos Estados Unidos, a bicicleta se tornou um símbolo para o movimento de participação feminina. As bicicletas aumentam o acesso de meninos e meninas para chegarem a escolas rurais, aumentam o acesso à assistência médica rural, representam transporte seguro para as mulheres até o trabalho, o que ajuda a limitar abordagens indevidas. Além disso, há algo muito visceral sobre ciclismo que nos faz felizes, e esta é uma experiência que todos os meninos e meninas ao redor do mundo tem ao aprender a pedalar”, finaliza.

Fonte: Revista Bicicleta por Anderson Ricardo Schörner

Shimano entra no mercado de filmadoras para desbancar GoPro

A CM-1000 POV é mais leve, à prova d’água e vai custar US$ 299 nos Estados Unidos

A sportcam da Shimano chega ao mercado em maio
 A Shimano apresentou nesta terça-feira (4 de fevereiro) em sua sede em Osaka, no Japão, uma filmadora compacta de alta resolução. Criada pelo departamento de “Estilo de Vida” da empresa, a CM-1000 POV foi pensada para os praticantes dos esportes que a gigante japonesa domina: pesca e ciclismo.

O lançamento introduz a Shimano num mercado que foi praticamente criado e dominado pela norte-americana GoPro. O grande diferencial do produto japonês é o peso de apenas 86 gramas (a GoPro pesa 176g com a caixa estanque) e o preço extremamente competitivo de US$ 299.

A Shimano CM-1000 POV é a prova d’água e, ao contrário da GoPro, não precisa da caixa estanque. A câmera já vem pronta de fábrica para ser submersa até 10 metros e pode ser lavada na torneira, sem maiores preocupações. Bastante compacta, com apenas 44x70x30mm, a bateria dura até duas horas por carga.

Outro atrativo da CM-1000 POV é sua grande sensibilidade à luz, com uma abertura F2.0, enquanto que a concorrente tem abertura F2.7. Outra novidade é que durante a filmagem, a câmera pode ser girada no sentido horizontal ou vertical, mantendo o plano da imagem sempre na horizontal.

Acessórios da filmadora da Shimano
Apesar das inovações e tecnologia de ponta, a CM-1000 POV é muito simples de operar, pois tem apenas dois botões e dois leds. A filmadora tem várias opções de conectividade sem fio e pode ser controlada remotamente por meio de aplicativos que com sistemas Android e iOS.

A câmera chega ao mercado em maio. Nos Estados Unidos o preço será de US$ 299 e o kit vem com vários acessórios de fixação, tanto para ciclistas quanto para entusiastas da pesca e de esportes náuticos.

Ciclo Vídeo: Georgena Terry - Uma paixão Por Ciclismo

Conheça a história desta mulher apaixonada por ciclismo que produz bicicletas artesanais femininas

Ciclismo: a liberdade em duas rodas

Neste verão, são vários os esportes procurados para eliminar as gordurinhas, aliviar a mente e sentir um pouco de liberdade. Conheça essa atividade

Pedalada Dominical sempre ás 6h da manhã da
Igreja de São Cristóvão
O ciclismo, a cada dia que passa, vem crescendo em todo o mundo. São várias as cidades onde a população prefere sair de bicicleta a andar de carro. A modalidade surgiu no ano de 1980 na Inglaterra. Ao longo dos anos surgiram campeonatos e diversos tipos de bicicleta. Elas foram fabricadas de vários tamanhos, suportando pessoas de todas as formas e os diferentes impactos terrestres.

Em São Miguel do Oeste, as redes sociais, através de um grupo no Facebook chamado “Pedal SMO”, uniram os apaixonados por ciclismo. Um dos integrantes do grupo, Jacson Paliano, conta que sempre gostou de bicicleta e da liberdade proporcionada em seus passeios com ela, pois não produz barulho nem poluição.

“Comecei a andar e correr de bicicleta há 22 anos. Na época era tudo novo, as pessoas nos viam com capacetes e roupas coloridas, muitos até davam risada, pensavam que nós éramos loucos, mas com o tempo foram aumentando o número de praticantes e hoje é bastante normal você sair pela cidade e encontrar ciclistas com equipamentos e vestuários adequados, praticando esse esporte”, comenta.

Segundo ele, são inúmeros os benefícios para quem anda de bicicleta, visto que ela proporciona a tonificação dos músculos através das pedaladas, a liberdade e o relaxamento da mente. Contudo, o grande diferencial é que você não precisa de colegas para pedalar, você pode ir sozinho.

“Costumo dizer que andar de bicicleta é meu antidepressivo, ou o meu antiestresse. Em nosso dia a dia atual, somos muito expostos à rotina corrida, é muita informação e muitas são as obrigações, mas quando chega o final da tarde você pega sua bicicleta e gasta todo seu estresse ali, e, ao chegar em casa, é só tomar um banho que você já se sente novo outra vez”, declara.

Paliano já participou de diversas competições. Nelas, ele utilizava a bicicleta de pneu fino, usado em asfalto. O ciclismo de asfalto é um dos esportes mais lindos e dos mais exigentes. As grandes competições mundiais são realizadas em 21 dias consecutivos, em que as distâncias vão de 180  a 260 quilômetros, onde esta quilometragem é feita com força máxima e sem tempo para descansar.

Atualmente, Paliano utiliza a bicicleta de trilha e aproveita para admirar e se encantar com as paisagens regionais. O grupo formado organiza suas trilhas através de propostas, apresentadas por membros, nas redes sociais.

Entre trilhas e estradas, Paliano já percorreu mais de cinco mil quilômetros.

Para ele, não há a trilha mais bonita, mas, sim, aquela a serpercorrida, pois cada trilha tem o seu diferencial, as suas surpresas.

Sua segurança, enquanto anda de bicicleta, pode ser garantida através de capacetes, cotoveleiras, joelheiras, roupas leves e coloridas, para que você possa ser visto por outros motoristas, além de farol e lanternas para quem pedala à noite.

Fonte: Filha do Oeste News

Dubai estreia no ciclismo Pro Tour com pelotão de estrelas

Competição entre 5 a 9 de fevereiro reúne 16 equipes

Entre os dias 5 a 9 de fevereiro, o ciclismo Pro Tour tem como destino Dubai, que pela primeira vez recebe uma competição do calendário UCI. A Volta de Dubai começa bem ao gosto do luxuoso destino, com um pelotão de estrelas de primeira grandeza.

O português Rui Costa estreia sua camisa de campeão mundial ao lado de ciclistas como Vincenzo Nibali (Astana), Joaquim Rodriguez (Katusha), Peter Sagan (Cannondale) e Mark Cavendish (OmegaPharma-QuickStep).

Marcel Kittel (Giant-Shimano), Fabian Cancellara (Trek), Tony Martin (Omega) e Taylor Phinney (BMC) completam o elenco.

Ao todo, são 16 equipes, 11 delas da categoria Pro Tour, a 1ª divisão do ciclismo mundial, na disputa da prova categoria 2.1 da UCI que estreia no calendário internacional.

A Volta de Dubai marca ainda a estreia da equipe da casa, a Dubai Sky Dive (Continental), que contratou Lucas Sebastian Haedo (ex-Cannondale), Francisco Mancebo (ex-Banesto, 5 Hourn Energy) e Oscar Pujol (ex-Cervelo).

O percurso


Fonte: BikeMagazine

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Copa Internacional de MTB define as etapas de 2014

Última etapa será em São Roque, no interior paulista, em outubro

A 19ª temporada da Copa Internacional Levorin de MTB, principal circuito de mountain bike cross country da América Latina, já tem os locais das quatro etapas de 2014 definidos.


A cidades mineiras de Araxá, São João del-Rei e Congonhas, receberão as três primeiras provas da competição nos meses de março, maio e agosto, respectivamente. São Paulo terá o privilégio de encerrar a temporada na cidade de São Roque, em outubro.

Com a evolução da CIMTB Levorin ao longo de 19 anos, o organizador da prova, Rogério Bernardes revela uma expectativa positiva para este ano. “Planejamos várias mudanças e estamos ansiosos para que as etapas cheguem logo e as novidades sejam apresentadas. Queremos ver o circo levantar logo, para acompanharmos as disputas e oferecermos ao público a emoção de cada trecho de pista, dividir a adrenalina dos atletas e equipes nos momentos que antecedem a largada, além de compartilhar a alegria dos torcedores nas quatro cidades”, festeja Rogério. “Vale conferir também os pilotos enfrentando as trilhas no Night Run, a animação da galera nos passeios ciclísticos e o envolvimento dos alunos da rede pública de ensino com as bicicletas nos concursos culturais de redação e desenho”, completa.


Entre 21 e 23 de março, são esperados mais de 1.000 ciclistas do Brasil e de outros países em Araxá (MG) para a abertura da competição, na prova que terá o formato XCS, o cross country por estágios, com prova de contra relógio, short track (pista curta) e cross country para Super Elite e Elite Feminina. As demais categorias competirão somente no tradicional XCO (cross country olímpico) domingo. A prova será encarada pelo atletas como último estágio de preparação para o Campeonato Pan-Americano, logo na semana seguinte, em Barbacena, também em Minas Gerais.


Dois meses depois, de 16 a 18 de maio, São João del-Rei (MG) receberá os formatos XCO e XCE (Eliminator) na segunda etapa, onde são esperadas mais de 800 inscritos. Entre 15 a 17 de agosto, Congonhas (MG), com a limitação de 1.500 vagas, será sede do XCM (maratona). E, finalizando o circuito de 2014, a cidade paulista de São Roque recebe a final do principal circuito da América Latina, com a expectativa da participação de mais de 700 ciclistas, de 10 a 12 de outubro, com formato XCO e XCE.

Fonte: BikeMagazine