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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Paratleta representa Brasil na Copa do Mundo de Paraciclismo

Atleta Scott Silvana Chimionato disputará etapa da competição entre os dias 13 e 16 de junho, na Suíça

Foto: Murilo Rezende/Seppia
A paratleta Silvana Chimionato representará o Brasil em uma das competições mais importantes do calendário do paraciclismo mundial: a Copa do Mundo da modalidade, que acontecerá entre os dias 13 a 16 de junho, em Yverdon-les-Bains, na Suíça. Líder do ranking brasileiro, a atleta Scott viaja com o objetivo de somar pontos para seguir na busca por uma vaga nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

“Essa é a primeira vez que disputo uma prova internacional. A sensação é muito boa mesmo. Estou ansiosa para começar a pedalar. Pode ter certeza que farei o melhor para trazer um bom resultado para o Brasil”, conta a ciclista de 44 anos que possui apenas 3% da visão no olho esquerdo e 0% no direito devido a uma doença degenerativa (coroidose miópica).

Ao lado de sua guia Maira Nogueira, Silvana viaja para a Suíça nesta quarta (10). Assim que desembarcar em terras suíças, ela deve se apresentar à delegação da seleção brasileira de paraciclismo junto com os melhores do Brasil na modalidade.

“Estar ao lado dos maiores nomes do paraciclismo brasileiro é uma grande emoção para mim”, revela a ciclista.

Única deficiente visual do grupo, Silvana encara duas provas de alto nível: uma de Estrada, que vai exigir a resistência dos competidores, com 78 km, a outra é contra-relógio, um pouco menor, com 28 km.

“Serão duas corridas muito duras, mas me sinto bem preparada. Essa etapa da Copa do Mundo vai exigir muito, por isso é preciso que eu me sinta muito bem. Não sei qual será o resultado no final, mas vou entrar para vencer”, destaca a paratleta Scott com um sorriso no rosto.

A Scott é considerada uma das principais marcas do ciclismo mundial. Com grande foco em engenharia, tecnologia e inovação, seus produtos são referência quando o assunto é bicicleta. No Brasil, a marca suíça é distribuída há mais de 20 anos pela IGP Sports, sempre trabalhando com marcas premium de prestígio mundial.

Fonte: Seppia Geração de Conteúdo

Ciclo Vídeo: Um rolê de BMX em um estádio abandonado

Faz um ano que a copa começava no Brasil.

Muitos estádios foram construídos gastando-se muita grana e um ano após a copa, alguns destes estádios temem um futuro sombrio.

Para não desanimar por completo, vemos a seguir um vídeo que mostra que nem tudo está perdido.

Tyler Fernengel, uma estrela ascendente do BMX, tornou um estádio abandonado em Silverdome em seu próprio parque de diversões. Aos 16 anos, ele se tornou um atleta profissional, depois de publicar na web vários vídeos mostrando suas habilidades notáveis em BMX Street Style.

Marcio Flores participa de nova prova da A.S.O na França

Explore by Le Tour de France vai levar ciclistas e empresários para uma nova experiência em Nice, na França.


A Amaury Sports Organisation, organizadores do Tour de France, desenvolveram uma nova prova para ciclistas amadores com um conceito inovador: ter em um único projeto a paixão pela descoberta de novos territórios, desconhecidos para a maioria dos ciclistas amadores, ter ex-ciclistas profissionais atuando como guias e um conselho nutricional e de condicionamento físico de especialistas que atuam no Tour de France.

Marcio Flores, CEO do Grupo Manga e responsável por trazer ao Brasil o L’Étape du Tour, estará presente na comitiva de empresários que viverão a nova experiência em Nice.

“Ainda temos uma enorme carência de eventos desse tipo no Brasil. O pano de fundo pra mim será o ciclismo e o desafio dos mais de 50 km a serem rodados em 6 dias aos redores da cidade de Nice na França. Estou indo aprender mais um pouco com as experiências do nosso parceiro europeu e de seus convidados, que virão do mundo todo. Além disso, os estrangeiros também estão muito interessados nesse fenômeno do forte crescimento do esporte no Brasil. Iremos trocar experiências e mais uma vez colocar o Brasil em evidência", comenta Flores.

O Explore by Le Tour de France – Nice Metropole acontece de 8 a 14 de Junho.

Fonte: Ana Mogadouro

Aracaju - Se, foi a primeira colocada no Ranking das Administrações Municipais Cicloamigas

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Após alguns meses de coleta e sistematização de dados, a UCB apresenta à sociedade o resultado da primeira edição do RAMC – O Ranking das Administrações Municipais Cicloamigas!

O grande objetivo do RAMC é ter, anualmente, uma AVALIAÇÃO SOBRE AS GESTÕES MUNICIPAIS no Brasil, tendo como base indicadores ligados a ações voltadas para a promoção do uso da bicicleta e mais a frota e a população da cidade. Os indicadores possuem pesos distintos e foram divididos em cinco áreas [Infraestrutura, Recursos Humanos, Planejamento, Promoção e Informação].

Nessa primeira edição do RAMC, com dados referentes a 2013, a cidade de ARACAJU obteve os melhores resultados! Nos links abaixo você pode acessar detalhes do RAMC 2014!



Acesse o Relatório Executivo: https://goo.gl/J5ILYH.
Acesse os dados abertos das 10 cidades participantes: https://goo.gl/8LFcGK.
Fonte: www.uniaodeciclistas.org.br

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Quer pedalar como um profissional?

A equipe Lotto Jumbo analisou os dados levantados pelo potencímetro da Pioneers, que analisa 12 pontos de força durante a pedalada.


Eles confirmaram: a técnica da Pedalada Redonda é a mais efetiva, mas não pelo motivo de a perna que está subindo fazer força na "puxada", e sim, porque esta técnica ajuda a diminuir o efeito da gravidade da perna que está subindo, melhorando o desempenho da perna que está descendo. Em uma cadência mais alta, seu cérebro não consegue computar o ato de fazer força com as duas pernas em sentidos opostos, então, a força deve estar sempre com a perna que desce, e a outra sobe apenas para se recolocar em posição, sem fazer força.

No vídeo, você pode ver o gráfico que a equipe construiu com os próprios dados.


Fonte: Revista bicicleta/ Youtube

BiCHICletando na chuva: lave a alma


Sinal amarelo! A chuva veio fresca e deliciosa. Caiu o dia todo e ainda, na cidade de São Paulo, há previsão que ela nos molhe mais até amanhã. Para uns, os que precisam ou optam por se locomover de veículos motorizados, a chuva pode ser motivo de estresse, com o trânsito mais lento. Para outros, ciclistas urbanos, por exemplo, pode ser um trabalhinho a mais na ida para o trabalho e, ao mesmo tempo, motivo de pura alegria. 
É aquela coisa. O mesmo copo pela metade você pode ver meio cheio ou meio vazio. Eu prefiro olhar mais cheio. E encaro a água dos céus de duas formas: “terei que ter mais cuidado” e “vou lavar a alma!”. 

Dos cuidados

  • Encapoto-me: escolhi uma capa de cor bem chamativa e essa que eu estou vestindo é ótima. Comprei em uma loja na Alemanha. Ela tem a lateral aberta, me dá liberdade nos braços e a vizeirinha faz toda a diferença, pois protege os olhos. Você pode encontrar, também, no Aro 27 Bike Café. 
  • Sempre vou preferir ciclovias às ruas: em dias sem chuva eu encaro as ruas de Sampa, sem problemas. Mesmo com as filas de carros parados, o nível de estresse das pessoas fica tão alto, que prefiro a energia e segurança das ciclovias. 
  • Alforjo-me: o alforge é item obrigatório da ciclista ou ciclista urbano que vai ao trabalho de bike. Em dias de chuva ele é essencial. Eu uso o da Ortlieb que é impermeável. Faça o seu kit chuva e guarde nele. Chega impecável. 
  • Kit chuva meninas: uma mulher prevenida vale por duas! Além daquela maravilhosa nécessaire com pó, iluminador, corretivo, blush, lápis, rímel, sombra e batom (ai, gizuzzz! Quanto mais velha fico, mais a nécessaire cresce), um par de sapatos e um secador tamanho viagem (é pequeno e além do cabelo, vai te ajudar a secar o corpo e a roupa, se necessário, no banheiro do trampo). Quem geralmente precisa que os cabelos fiquem sempre sequinhos, aquelas touquinhas descartáveis que a gente compra em grandes quantidades por um precinho de banana no Ikesaki, vale aplicar embaixo do capacete. 
  • Roupas escuras: na chuva as roupas escuras ficam sempre com uma boa aparência, mesmo se ganharem alguns pingos. Evite branco (a não ser que você queira concorrer a musa ciclista da camiseta molhada. rsrs), bege e cores fortes. Os pingos aparecem bastante nessas cores. 
  • Disciplina: aproveite a maravilhosa Internet para ver a previsão do tempo. Ajuda muito! Por vezes, a chuva é momentânea e não vai requerer grandes organizações. Quanto mais disciplina e organização, mais proveito da agilidade da bicicleta em dias de chuva você terá. 
  • Ilumine-se: na chuva eu prefiro ficar que nem uma discoteca ambulante do que aplicar sinalização de menos. Confira as baterias antes de sair. Eu curto os sinalizadores com entrada USB. Abuse da luz!
  • Redobre a atenção: na dúvida, não vá! Ligue a visão 360 graus, quem precisar de óculos, coloque. E privilegie as opções mais seguras de acesso e rotas. 

Lavando a alma

  • Sinta a chuva e agradeça: em tempos de estiagem em São Paulo, que Deus abençoe a chuva!
  • Faça da sua ciclovia a Fonte de Trevi: eu adoro imaginar que sou Anita Ekberg das ciclovias. Hahahaha. Julguem-me!
  • A via nunca para para você: com chuva ou sem chuva o caminho sempre está livre para o ciclista. Mas com chuva rola um prazer imenso de continuar em movimento, quando o trânsito está parado. É de lavar a alma! =D
Qual é a sua dica?
Fonte: www.bichicleta.com.br, por Renata Santiago

Menino com deficiência visual pedala bicicleta pela primeira vez em Joinville

Projeto Rodaguia existe há mais de um ano e conta com 11 bicicletas

Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS
Esportes e deficientes visuais combinam? Se você tem dúvida, o pequeno Dudu te mostra em vídeo como é divertido andar de bicicleta mesmo sem enxergar.

Nas imagens o guia voluntário, Francisco Moraes, de 69 anos, guia a bicicleta com dois lugares que possibilita que a criança vá na frente. Francisco brinca com o menino Dudu para ir mais devagar.

— Por que devagar?, pergunta o menino.

O guia alerta que ele está quase caindo da bike. Mas o menino ainda orienta: “segura forte aí!” Seguido por risadas.

Dudu é um menino que gosta de praticar esportes e é apaixonado por velocidade. Eduardo Fermiano Luccas, de seis anos, conhecido pelo grupo Rodaguia como Dudu, andou pela primeira vez de bicicleta no último mês no pátio da Associação Joinvilense para a Integração do Deficiente Visual (Ajidevi). A atividade é desenvolvida em parceria pelo Movimento Pedala Joinville e Ajidevi. Os passeios de bicicletas ocorrem nas terças, quartas e quintas-feiras.

Francisco é guia voluntário desde o início do projeto, que começou em maio de 2014, e conta que a experiência é gratificante. Os aprendizados são constantes e a independência dos deficientes visuais, mesmo tendo a limitação da visão, faz com que ele seja mais grato a vida. O voluntário se apegou ao menino e diz que frequenta a associação pelo menos uma vez por semana.

- Dudu é um menino competitivo e alegre, gosta de pedalar mais rápido do que todo mundo -  comenta.

A mãe do menino, Marcia Espindola Fermiano, de 42 anos, conta que o pequeno Dudu nasceu com apenas 3% de visão no olho esquerdo. Ela ainda conta que teve eclâmpsia, convulsões durante a gravidez e teve que antecipar o parto. Dudu nasceu com apenas sete meses e pesando um quilo e duzentos gramas. Mas apesar da limitação visual, o menino não para quieto, gosta de correr, dançar, andar de bicicleta e nadar.

- Percebo que o fato de praticar esportes desenvolveu a imaginação dele, agora ele brinca mais com bonecos e gosta de inventar histórias - conta a mãe.

Dudu confidencia que espera ainda andar de bicicleta todos os dias, durante várias horas por dia.

- Eu amo andar de bike e quanto mais rápido melhor - diz.

Entenda o Projeto Rodaguia

O projeto Rodaguia promove passeios de bicicletas para deficientes visuais. Ele existe há mais de um ano e surgiu da parceria entre a Ajidevi e o  Movimento Pedala Joinville. Desde o mês passado conta com 11 bicicletas, nove tandem (bicicletas com mais de um lugar) e duas tandem terapêuticas (para crianças). Esse modelo de bicicleta é adequado para uma pessoa cega pedalar, com total segurança, acompanhada de um ciclista guia. As bicicletas veem de São Paulo e custam aproximadamente R$2 mil reais.

Presidente da Ajidevi, Paulo Sérgio Suldóvski, conta que comprou nove bicicletas tandem por meio de doações ao Fundo Municipal para a Infância e Adolescência (FIA) da Casa dos Conselhos da Secretaria de Assistência Social de Joinville.

Atualmente são 15 guias voluntários do Rodaguia. Para ser um deles é fácil, basta ligar para a associação no telefone: 3436-3126 ou ir até o local. A Ajidevi fica na rua Jornalista Hilário Muller, 276, no bairro Floresta, na zona Sul.

A associação atende pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão), crianças, adolescentes e adultos do município de Joinville e região, atuando no campo da educação, habilitação, reabilitação e integração social. Possui 900 associadoscadastrados, atendendo a todas as faixas etárias.

Doações

Paulo diz que o próximo objetivo do projeto é comprar uma carretinha para transportar as bicicletas para outros lugares da cidade. Para isso, a Ajidevi criou a campanha"Além dos sentidos - um sonho aos ciclistas com deficiência visual" no Facebook para receber doações. A meta é conseguir um montante de R$ 2.400,00, perfazendo o total de R$ 4.000,00, para complementação da compra da carreta (R$ 1.400,00) e R$ 1.000,00 para as despesas de adaptação das canaletas de sustentação das bicicletas tandem, montagem e mão-de-obra na preparação da carreta. Você pode ajudar doando e divulgando a campanha pelo Facebook.




Fonte: anoticia.clicrbs.com.br

Bradley Wiggins bate recorde da hora


O ciclista Bradley Wiggins, quatro vezes campeão olímpico e o primeiro britânico a vencer a Volta a França (2012), estabeleceu este domingo um novo recorde da hora, no velódromo olímpico de Londres, com 54,526 quilómetros.

Wiggins, de 35 anos, campeão mundial de contrarrelógio em 2014, bateu a anterior melhor marca mundial, que tinha sido obtida a 02 de maio pelo seu compatriota Alex Dowset, com os 52,937 quilómetros, no velódromo se Manchester.

Este domingo, no Lee Valley VeloPark, Bradley Wiggins cumpriu ao longo da hora 219 voltas à pista para acrescentar à marca de Dowset mais um quilómetro e 589 metros.

No seu palmarés o ciclista britânico, da Team Wiggins, tem quatro medalhas de ouro olímpicas, três em pista (perseguição individual em Atenas2004 e Pequim2008, e perseguição por equipas em Pequim2008) e uma de estrada (contrarrelógio em Londres2012).

Além destas tem medalha de prata olímpica em perseguição por equipas em Atenas2004 e duas medalhas de bronze, Madison em Atenas'2004 e perseguição por equipas em Sydney2000.

Fonte: www.record.xl.pt

Estilo de vida consciente: Encarando o seu estresse

Não quero abrir uma vasta discussão a respeito do estresse, exceto ressaltar dois pontos limitantes.




  • Estresse não é bom para você.
  • A grande maioria das pessoas não sabe lidar eficazmente com o estresse.

Se confrontar com essas duas coisas é importante para quem quer criar um estilo de vida consciente. Ser consciente é ser aberto, alerta, pronto para enfrentar os desafios do desconhecido e capaz de respostas frescas. Quando você está sob estresse, essas qualidades são comprometidas. No alto nível de estressa a mente se fecha como um ato de autodefesa. Nesse estado é muito difícil de se manter aberto e alerta.

Mas basicamente  o estresse é ruim. Os hormônios que são liberados em resposta ao estresse do corpo, como o cortisol e adrenalina, destinam-se a ser temporário. Seu efeito é estimular a resposta de luta ou fuga, que é acionada em uma área primitiva do cérebro, porque a luta ou fuga é uma herança do nosso passado pré-humanos. A resposta deestresse, uma via privilegiada é aberta para lidar com situações de emergência, enquanto que ao mesmo tempo, as altas demandas do cérebro são temporariamente suprimidas.

Ninguém saudável pode sustentar o elevado estado de alerta, a rápida explosão de energia, aumento da freqüência cardíaca, pressão arterial elevada e outras marcas da resposta de luta ou fuga. Fisicamente, a descarga de hormônio deve chegar ao fim, levando para o estado oposto – você ficar sonolento, perde energia e terá dificuldade para  manter-se alerta e concentrado. Viciados em adrenalina deliberadamente induzem-se a um estado excitado porque apreciam altamente o estado desperto, e presumivelmente valorizam a coragem, euforia e instinto assassino que traz a resposta de estresse.

O que eles ignoram é o lado oposto. Eles também podem ser inconscientes do dano físico feito para várias partes do corpo, uma vez que vários processos (por exemplo, crescimento, digestão, oxigenação dos músculos) são temporariamente desligados durante a luta ou fuga, que deve ser considerada um estado anormal, desequilibrado – ninguém deliberadamente iria ficar lá.  Especialistas em estresse têm afirmado ao longo de décadas que o baixo nível estresse da vida moderna engana o corpo a desencadear uma condição limítrofe de luta ou fuga que não é bom. “Estresse Normal” como por exemplo ficar preso no trânsito contribuem para a doença de hipertensão e a artéria coronária, juntamente com a suscetibilidade a infecções, insônia e muito mais.

Assim esses tipos altamente competitivos que se gabam de prosperarem em estresse estão vivendo em um mundo de fantasia quando se considera o potencial de danos ao seu corpo. Os estudos mais recentes sobre os efeitos genéticos de exercício, dieta, meditação e redução de estresse realizados pelo Dr. Dean Ornish, um perito nacional em inverter a doença cardíaca, sugere que um estilo de vida positivo produz forma benéfica de saída como de 400-500 genes. Isto implica que os mesmos genes são negativamente afectados por um estilo de vida negativo que ignora o gerenciamento de estresse.

Só agora começamos a entender que os estados subjetivos como dor e felicidade não são padronizados. Na verdade, como podemos remodelar constantemente o cérebro e o sistema nervoso através da experiência cotidiana, cada um de nós está estruturando uma resposta única para o mundo, incluindo a nossa resposta ao estresse. Isto implica que há pessoas com altas tolerâncias para estresse e pessoas com baixa tolerância, tal como existe para a dor. Mas se você colocar os soldados sob o estresse alto da batalha, eventualmente todos eles passarão a ter estado de choque a menos que eles permaneçam um grande tempo  tempo longe das linhas de frente.

Portanto, não tente fazer do estresse o seu aliado salientando-o ou  virando as costas para o problema. A escolha consciente é reconhecer que a vida moderna é um campo de batalha de estresse de baixo nível, às vezes chegando em alta tensão, que vai ter um efeito prejudicial ao longo do tempo, a menos que você lide com estressores do cotidianos de forma consistente e eficaz.

Fonte: ciclofemini.com.br

Vídeo: Melhores Momentos do Giro da Itália 2015

Foi ao ar um vídeo com a compilação do que de melhor aconteceu no Giro d'Italia 2015.